Como captar pacientes é um dos assuntos mais importantes na mesa dos gestores de consultórios e clínicas. Afinal, qualquer negócio precisa de clientes para existir. Inclusive, na área de saúde.
Nos últimos anos, a relação consumidor-empresa mudou bastante com a ascensão da internet. Hoje, o foco é nas necessidades do ser humano. Portanto, é fundamental investir no relacionamento com o paciente para suprir suas demandas e criar conexões profundas.
Para atrair o seu público-alvo, é necessário criar estratégias bem segmentadas. Mais do que isso, manter e fidelizar a base já existente. Para isso, separamos 5 dicas práticas de como captar pacientes e, assim, aumentar a credibilidade e a receita do seu negócio.
1. Faça o cadastro do consultório no Google Meu Negócio
Sabe quando você pesquisa alguma empresa no Google e aparecem todas as informações essenciais dela, como telefone e horário de funcionamento? Então, esse é o Google Meu Negócio.
Mas, mais do que uma ficha com as informações da sua clínica, o perfil no app permite a conexão com os clientes por meio do buscador do Google e também do Google Maps, tudo de forma gratuita.
O primeiro passo é fazer o cadastro do consultório com os dados básicos, como endereço, telefone, horário de funcionamento e site. Em seguida, você pode adicionar fotos do espaço.
Os pacientes também podem fazer avaliações e deixar mensagens no seu perfil. Quando isso ocorre, uma notificação instantânea é enviada no e-mail de cadastro. Então, fique atento para não demorar na resposta.
Outra funcionalidade interessante é poder conhecer os seguidores e saber a forma e a frequência com que interagem com o perfil. Por exemplo, dá para saber de onde são e quantos usaram o telefone cadastrado para agendar o atendimento.
O Google é o maior buscador da internet hoje. Muitas pessoas utilizam para procurar por médicos e, depois de encontrar algum que desperte o interesse, há ainda uma busca mais minuciosa para avaliar as recomendações on-line antes de agendar a consulta.
2. Invista no marketing digital para médicos
Atualmente, vivenciamos a era do pós-digital em que não há uma divisão clara entre o mundo off-line e on-line. Isso porque utilizamos a tecnologia todo o tempo para pesquisas, entretenimento, interação com as pessoas e compras virtuais, dentre muito mais.
Por isso, é essencial estar presente on-line para construir e manter a relevância e autoridade no mercado. E, assim, conquistar e fidelizar cada vez mais pacientes. Principalmente nas redes sociais, pois oferecem um grande potencial de interação e relacionamento com o público. E, quanto maior as interações com qualidade, mais cresce a visibilidade do profissional.
Para isso, é preciso investir na produção de conteúdo relevante para cada tipo de plataforma. De fato, não há a necessidade de estar em todas – e são muitas. Mas, há mídias sociais mais voltadas para médicos. Para te ajudar a planejar a estratégia de conteúdo nas principais, nós desenvolvemos uma série de artigos com dicas práticas para Facebook, Instagram, LinkedIn, WhatsApp e Telegram.
3. Monte a jornada do paciente ideal
Você conhece a jornada do paciente? Basicamente, é o caminho percorrido pelo usuário até chegar ao seu consultório. E isso envolve diversas fases, como a descoberta de sintomas, a decisão de marcar uma consulta, a seleção de médicos, o atendimento e a avaliação de todo esse processo.
Sem dúvida, esse caminho pode ser fácil e rápido em alguns casos. Entretanto, na maioria das vezes, há um longo trajeto até sentir confiança e escolher o especialista. Isso porque há vários aspectos que influenciam na decisão final, como complexidade da doença, qualidade do profissional, avaliação de pacientes na internet ou de pessoas próximas, preocupação com a saúde, dentre outros.
Desse modo, é fundamental compreender e mapear a jornada para aumentar as oportunidades de como captar pacientes e fidelizar os já existentes para seu consultório.
Para melhorá-la, você pode:
Oferecer agendamento de consultas on-line;
Ter um consultório confortável;
Evitar atrasos;
Investir em tecnologias;
Definir um padrão de atendimento de qualidade;
Humanizar o atendimento;
Diminuir o tempo de espera entre os estágios dentro da jornada.
Verifique quais pacientes realizaram só a primeira consulta e não voltaram mais. Ou veio para o retorno e, depois, nunca mais apareceu. Claro que pode ser porque ele não precisou mais do serviço ou não lembra o nome e endereço do consultório. Mas, há chance de o paciente não ter gostado do atendimento.
Neste caso, vale a pena entrar em contato, por telefone ou e-mail, para descobrir o real motivo e tentar resgatar o paciente.
5. Mantenha um relacionamento com o paciente
Young female doctor texting
Para ficar em contato com o paciente, vale a pena investir em um processo de pós-atendimento. Por exemplo, aplique pesquisas de satisfação com regularidade para identificar os gargalos no atendimento e implementar as melhorias.
Outra sugestão é, no dia seguinte à consulta, envie um SMS ao paciente dizendo que está feliz em atendê-lo e à disposição. Você pode também lembrá-lo do retorno, parabenizá-lo no aniversário e desejar boas festas.
De fato, o SMS é apenas uma das formas de abordagem. Você pode usar também o e-mail e o WhatsApp.
Aliás, o e-mail permite envio de conteúdos mais longos. Por exemplo, você pode falar sobre novidades na área de saúde que o interessem, dar dicas de prevenção e anunciar inovações do consultório, dentre outros.
Com isso, há a demonstração de atenção e cuidado contínuo com seus pacientes. Desse jeito, eles perceberão a preocupação com o bem-estar deles, o que pode refletir diretamente na evolução do tratamento.
Porém, alinhe com o paciente se deseja receber comunicações da clínica e os formatos que aceita.
E, claro, para agilizar todo esse processo, opte por sistemas de automatização de envio de mensagens. Além da rapidez, eles garantem também a segurança das informações.
Revisado por Paulo Schor, médico oftalmologista, professor livre docente e diretor de inovação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaborador da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein.
Acompanhe o blog da Phelcom e fique por dentro das principais novidades sobre gestão do consultório!
Com a evolução da vacinação em todo o país, os tradicionais congressos e eventos do segmento da Oftalmologia começam a retornar com todos os protocolos e cuidados para a preservação da saúde de todos os participantes.
Confira os congressos que a Phelcom Technologies estará presente:
65º Congresso Brasileiro de Oftalmologia (CBO) Data: 21 a 23 de outubro de 2021, das 8h às 18h30 Local: Centro de Convenções de Natal Cidade: Natal/RN Estande da Phelcom: 319
X Congresso Brasileiro da SOBLEC Data: 13 e 14 de novembro de 2021, das 8h às 18h Local: Centro de Convenções Frei Caneca Cidade: São Paulo/SP Estande da Phelcom: 14
XX Congresso da Sociedade Caipira de Oftalmologia Data: 19 e 20 de novembro de 2021 Local: Sociedade de Medicina e Cirurgia de São José do Rio Preto – APM (991) Cidade: São José do Rio Preto|SP Estande da Phelcom: 9
Congresso de Oftalmologia USP 2021 (COUSP) Data: 03 e 04 de dezembro de 2021 Local: Centro de Convenções Rebouças Cidade: São Paulo/SP Estande da Phelcom: 01b
Sobre a Phelcom
Phelcom é uma startup que une tecnologia e saúde. Criamos dispositivos portáteis, conectados e vestíveis com o propósito de democratizar o acesso, oferecendo mais, com menos e para mais pessoas.
Estaremos nos congressos apresentando o Eyer, o Smart Medical Device portátil que realiza retinografias com qualidade de equipamento de mesa que conecta médico e paciente, agregando mais valor às consultas. Nos últimos 24 meses, mais de 400 mil exames foram realizados com o Eyer em todo o país.
Vá até os nossos estandes, conheça e experimente o Eyer pessoalmente! Estaremos com condições especiais para os congressistas. Nos vemos lá!
Se quiser mais informações sobre o Eyer agora, basta preencher o formulário abaixo.
Milhares de pesquisas e estudos no mundo todo buscam cada vez mais respostas sobre como o novo coronavírus (SARS-Cov-2) afeta o organismo. Em relação aos olhos, desde o surgimento da pandemia já foram relatadas alterações na conjuntiva, esclera, retina e a presença do vírus nas lágrimas.
Agora, um estudo brasileiro detectou, pela primeira vez, a presença do vírus em retinas. O trabalho foi realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e publicado no periódico JAMA Ophthalmology.
Em seguida, saiba mais como foi feita a pesquisa, os resultados e quais serão os próximos passos.
Coronavírus e olhos: pesquisa e resultados
Em junho e julho de 2020, os pesquisadores compararam as retinas de três pacientes falecidos devido à covid-19. Para isso, preservaram os olhos e os cortaram em laboratório especializado. Em seguida, o material foi montado em lâminas e avaliados.
Os pesquisadores encontraram as proteínas do vírus nas células endoteliais, próximo à chama capilar e às células das camadas nucleares interna e externa da retina.
Desse modo, os resultados reforçam possíveis manifestações clínicas oculares da infecção. Além disso, acende um sinal de alerta: o de o vírus estar diretamente relacionado a diferentes formas da doença. Inclusive, neurológicas, devido às semelhanças com a retina. De fato, a retina é um biomarcador importante, pois faz parte do sistema nervoso. Como é mais acessível, permite identificar a presença do vírus em determinados locais do corpo.
Sem dúvida, os resultados da pesquisa podem ajudar no processo de entendimento e enfrentamento das sequelas dos pacientes infectados pelo novo coronavírus.
“Agora, está claro que após a infecção inicial no sistema respiratório, o vírus pode se espalhar por todo o corpo, atingindo diferentes tecidos e órgãos. Assim, as descobertas podem ajudar a elucidar a fisiopatologia do vírus e seus mecanismos etiológicos, o que pode permitir melhor entendimento das sequelas da doença e pode direcionar alguns caminhos de pesquisas futuras”, afirmam os coordenadores da pesquisa, Rubens Belfort Jr. e Wanderley de Souza em notícia publicada no site da Unifesp.
Revisado por Paulo Schor, médico oftalmologista, professor livre docente e diretor de inovação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaborador da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein.
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Com a pandemia e a necessidade de isolamento social, as crianças passaram a ficar mais tempo em casa no mundo todo. Na rotina, mais horas em frente às telas e menos atividades ao ar livre nos momentos de lazer. O “novo normal”, vivenciado há um ano e meio, já cobra o seu preço: o crescimento da miopia entre crianças de 6 a 8 anos na China.
Em seguida, entenda como foi feita a pesquisa, os dados levantados e quais são as recomendações dos especialistas para frear o avanço da doença entre os jovens.
O estudo
Os pesquisadores examinaram 123 mil crianças e adolescentes, entre 6 e 13 anos, em escolas de Feicheng, na China, em 2020. A técnica utilizada para avaliação foi a photoscreening, câmera que analisa os olhos sem a necessidade de dilatação da pupila.
As crianças de 6 anos foram as que mais sofreram com o aumento da miopia: de 5,7%, entre 2015 e 2019, para 21,5% em 2020. Já as de 7 anos, neste mesmo período, apresentaram crescimento de 16,2% para 26,2% e as de 8 anos, de 27,7% para 37,2%. O aumento do grau de miopia também chamou atenção: 1,5 a 2 graus.
Já no grupo de 9 a 13 anos, não houve evolução significativa.
Outro resultado interessante é que as meninas desenvolveram miopia mais cedo do que os meninos.
Com isso, os pesquisadores concluíram que o isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus pode influenciar no desenvolvimento da miopia em crianças. Principalmente entre as de seis a oito anos por estarem em uma etapa mais sensível ao surgimento do problema.
O aumento da miopia lá fora também ocorre aqui?
No Brasil, não há dados concretos sobre o aumento da miopia em crianças e adolescentes durante a pandemia. Mas, em um levantamento recente realizado pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), 72% dos oftalmologistas relataram crescimento de diagnósticos em pacientes entre zero e 19 anos.
Ao todo, foram ouvidos 295 oftalmologistas especialistas em diversas áreas, como retina, córnea, glaucoma e pediatria, entre abril e junho deste ano. Para 76% dos médicos, a exposição excessiva aos dispositivos eletrônicos pode ter relação direta com a explosão de casos. Já para 22%, apenas smartphones e tabletes podem ser os culpados. Por outro lado, um pequeno percentual dos especialistas julga não haver ligação entre os dois acontecimentos.
Menos tela, mais ar livre
O aumento da miopia em jovens durante a pandemia é influenciado por fatores genéticos e ambientais. A doença pode ser hereditária e passar de pai para filho. Já em relação às condições externas, o problema está no período maior focado em objetos muito próximos dos olhos e sem descanso e a menor exposição à luz solar.
Enxergar as coisas muito perto, a menos de 33 centímetros dos olhos, e sem intervalo causa a liberação de agentes químicos dentro do olho, o que pode aumentar o globo ocular e provocar o crescimento da miopia.
Outro agravante é a evolução para a miopia grave, que afeta seriamente a visão. Atualmente, a doença sem tratamento é a principal causa de deficiência visual leve e moderada e a segunda maior causa de cegueira no mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Além disso, pode provocar problemas mais graves no futuro, como glaucoma, catarata e descolamento de retina.
A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) tem recomendações sobre o uso de telas por crianças e adolescentes. Dentre as principais, estão não expor crianças de até dois anos às telas, mesmo que passivamente. Entre dois e cinco anos, apenas uma hora diária. Já dos seis aos dez anos, duas horas por dia. Outras orientações são evitar as telas durante as refeições e duas horas antes de dormir. E, quando usar, fazer pausas periódicas a cada 30 minutos ou 1 hora seguidas.
Ao mesmo tempo, é fundamental aumentar as atividades ao ar livre para diminuir os casos. Isso porque a luz solar libera neurotransmissores que reduzem o aumento do olho.
Miopia: a epidemia do século
Já faz alguns anos que a OMS alerta para uma epidemia de miopia em todo o mundo. Isso porque a entidade estima que a doença afeta 35% da população atualmente e deve atingir mais da metade (52%) em 2050. Só no Brasil, a organização acredita que há 59 milhões de míopes.
Visitas regulares ao oftalmologista
Como frear o aumento da miopia entre crianças e adolescentes além da redução do foco em objetos muito próximo dos olhos e sem intervalos e o aumento do tempo ao ar livre? O ideal é que os responsáveis não levem os jovens ao oftalmologista apenas quando há algum problema visual. É essencial manter uma rotina de visitas ao especialista, principalmente porque é nesta fase que é possível prevenir e diagnosticar precocemente distúrbios nos olhos.
Revisado por Paulo Schor, médico oftalmologista, professor livre docente e diretor de inovação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaborador da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein.
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O WhatsApp é um dos aplicativos mais utilizados pelos brasileiros. Por aqui, são mais de 120 milhões de usuários. Além do uso pessoal, a rede social de mensagens instantâneas também tornou-se uma ferramenta de trabalho. Isso porque agiliza a comunicação entre os envolvidos, de forma fácil e prática.
Inclusive, muitos consultórios e clínicas médicas também implementaram o app como meio de relacionamento com os pacientes. Nele, é possível enviar felicitações pelo aniversário e confirmar a consulta, por exemplo.
De fato, o WhatsApp para médicos pode ser uma ferramenta bastante útil no consultório. Portanto, confira 6 dicas de como usar a tecnologia da melhor maneira possível e dentro das normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
WhatsApp para médicos: é permitido?
Antes de tudo, sim! O WhatsApp para médicos é permitido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), que emitiu um parecer sobre o uso profissional de aplicativos de mensagens instantâneas, em 2017. Entretanto, de lá para cá, o WhatsApp passou a ser cada vez mais atacado por hackers, que conseguem clonar, acessar os contatos e recuperar todas as mensagens enviadas.
Agora, a nova LGPD em vigor enquadra as informações de saúde como dados pessoais sensíveis. Ou seja, se vazados ou compartilhados de modo irregular, podem ser utilizados de forma nociva e discriminatória contra o paciente. E a multa neste caso é altíssima, fora os danos na reputação do médico.
Neste sentido, é essencial limitar o tipo de informação enviada pela ferramenta. Por exemplo, evite trocar documentos, como exames e receitas, ou discutir informações sigilosas do paciente com outro médico. Para isso, invista em softwares médicos ou sistemas de telemedicina que garantam a privacidade dos dados.
A seguir, veja as dicas de como usar o WhatsApp para médicos de forma segura.
1. Tenha um número apenas para o consultório
Ter um aparelho de celular e um número exclusivo para o consultório é fundamental para não misturar o pessoal com o profissional. Nele, você pode limitar o horário de atendimento e evitar ser exposto a mensagens fora do horário comercial, como a noite e nos finais de semana.
2. Opte pelo WhatsApp Business
Na hora de instalar o aplicativo, escolha a opção WhatsApp Business. Voltado para uso profissional, essa versão oferece vários benefícios comerciais, como programação de mensagem automática e preenchimento de endereço e horário de funcionamento no perfil.
Além disso, há relatórios estatísticos, como o número de mensagens enviadas, entregues, recebidas e lidas. Assim, é possível analisar o desempenho da comunicação com os pacientes e reajustar a estratégia.
Há também o WhatsApp Business API, uma espécie de “plus” do app. Ele torna a comunicação ainda mais automatizada, personalizada e escalável. De fato, é uma boa opção para clínicas maiores. Mas, para utilizá-lo, é preciso criar um chatbot e integrá-lo ao aplicativo.
3. Confirme com o paciente se deseja receber mensagens pelo WhatsApp
Em primeiro lugar, após a primeira consulta, pergunte ao paciente se ele aceita receber mensagens do seu consultório no WhatsApp. Isso garante que não ocorra atrito na comunicação logo no início da relação.
4. Faça chamadas de vídeos
Um dos recursos interessantes do WhatsApp para médicos é a possibilidade de fazer videochamadas com os pacientes. Você pode utilizar essa funcionalidade para tirar alguma dúvida rápida, por exemplo.
Isso pode ser feito pelo celular ou por meio do download do aplicativo para desktop (atenção: não é pelo WhatsApp Web. Este é outro recurso). Se optar pelo último, você só precisa ter uma webcam.
As chamadas por vídeo ajudam na aproximação com o paciente, mas vale ressaltar que para teleconsultas, o mais indicado é recorrer aos sistemas de telemedicina. Isso porque são mais seguro, permitem armazenar a consulta e tem mais dispositivos, como integração com o prontuário eletrônico e de prescrições de receitas e atestados digitais.
Muitos consultórios e clínicas sofrem com a falta de pacientes nos atendimentos agendados. Parte deles alegam ter esquecido da consulta ou que surgiu outro compromisso. Então, vale a pena criar uma estratégia para garantir a vinda do paciente ou o cancelamento com antecedência. Dessa forma, dá tempo de preencher o horário com outro paciente e, assim, não perder atendimento.
A recepção pode, por exemplo, enviar um lembrete uma semana antes da consulta. Depois, no dia anterior, confirmar a presença.
Para agilizar esse processo, é possível automatizar o envio de mensagens por meio de sistemas de telemedicina. Se já possui um, converse com o suporte para ver a possibilidade de agregar também esse serviço. Sem dúvida, vale a pena para negócios maiores ou para usar o tempo das secretárias em outras tarefas importantes.
6. Peça feedback
Quer saber a opinião do paciente sobre a consulta e o pós-atendimento, se ele voltaria e/ou indicaria o seu trabalho? Então, pergunte pelo WhatsApp! Sem dúvida, a pesquisa de satisfação é uma das táticas mais eficientes de avaliação. Além de conhecer a experiência dele no seu consultório, ajuda a reajustar a jornada do paciente sempre que possível e a aumentar a confiança e credibilidade do seu negócio.
Você pode enviar o link com as questões pelo WhatsApp. É possível automatizar esse processo por meio de funcionalidades em softwares de gestão. Vale ressaltar que a pesquisa precisa ser breve. Isto é, selecione perguntas diretas e essenciais para a análise e a melhoria do seu negócio. Se possível, sempre aplique a pesquisa de satisfação com regularidade.
7. Mantenha um relacionamento com envio de mensagens
Que tal, no dia seguinte da consulta, enviar um whats ao paciente dizendo que está feliz em atendê-lo e à disposição? Outra possibilidade é, quando o cliente completar mais um ano como seu paciente, agradecer a confiança em seu trabalho e a parceria. Vale também lembrá-lo que está na hora da consulta de rotina.
Aproveite também as datas especiais, como aniversário e festas de final de ano, para desejar parabéns e boas festas, respectivamente.
Se você possui um blog em seu site, também pode enviar links com conteúdos relevantes. Por exemplo, você pode falar sobre novidades na área de saúde que o interessem, dar dicas de prevenção e anunciar inovações do consultório, dentre outros.
Com isso, há a demonstração de atenção e cuidado contínuo com seus pacientes. Desse jeito, eles perceberão a preocupação com o bem-estar deles, o que pode refletir diretamente na evolução do tratamento.
Mas, para ter todos esses dados em mãos, é preciso investir em softwares de automação. Além de programar os envios e cada tipo de mensagem, também garantem a segurança das informações.
Revisado por Paulo Schor, médico oftalmologista, professor livre docente e diretor de inovação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaborador da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein.
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O uso da robótica na saúde vem crescendo cada vez mais nos últimos anos. Até 2025, o investimento mundial neste setor deve aumentar aproximadamente 20%, de acordo com relatório da Zion Market Research.
A tecnologia gera diversas vantagens aos médicos e instituições de saúde, como procedimentos mais precisos e reprodutíveis. De fato, o conhecimento do médico aliado à robótica torna o procedimento mais seguro, rápido e com menos dor e trauma ao paciente.
A tecnologia é empregada desde robôs-cirurgiões até em softwares médicos. Em seguida, conheça os benefícios da robótica na saúde e como ela atua em áreas como cirurgias, assistência médica e até na gestão do consultório.
Robôs x médicos
Em primeiro lugar, é importante destacar que a robótica na saúde não substitui os médicos. Na verdade, os robôs só funcionam quando guiados pelos seres humanos.
Isso porque os equipamentos funcionam como uma extensão da mão do cirurgião, por exemplo. Dessa forma, obedecem aos comandos e evitam tremor que toda pessoa tem, o que é um grande benefício em cirurgias delicadas e que exigem movimento milimétricos principalmente.
Outra abordagem é o planejamento de todo o procedimento e o acompanhamento da execução. Assim, caso ocorra um imprevisto, o profissional ajusta na mesma hora.
1. Robótica em cirurgia
Parece algo novo, mas a robótica na saúde começou a ser empregada há muitos anos. As primeiras cirurgias com estes equipamentos ocorreram em 1988, em Paris.
A oftalmologia é uma das áreas em que o uso da robótica é feito há mais tempo. Um dos primeiros empregos foi no tratamento de retinopatia diabética por meio de laser. A tecnologia mede a duração, tamanho e potência de cada pulso. Para isso, o dispositivo é pré-programado para que cada tiro de laser seja igual ao anterior.
Hoje, a ferramenta também é utilizada em cirurgias refrativas para correção da miopia. Toda a programação do procedimento e a colocação dos tiros de laser na córnea do paciente é guiado por robôs, monitorado sempre por um especialista.
O sistema de robótica NGENUITY utiliza tecnologia 3D em alta definição que aumenta bastante a visualização do olho por parte do cirurgião, o que auxilia na precisão de cirurgias oftalmológicas. O médico opera olhando para uma tela 3D de alta definição, o que permite uma postura mais adequada e redução da fadiga durante o procedimento.
Outra facilidade é a utilização de filtros digitais para personalizar a visualização durante o procedimento, aumentando a imagem das estruturas oculares e camadas de tecido.
Há também robôs voltados para cirurgia de catarata e transplante de córnea, como o Ziemer e LensX. Porém, são menos utilizados no Brasil.
Da Vinci
Hoje, há diversas tecnologias com esse objetivo. Sem dúvida, a mais conhecida é o Da Vinci, o robô-cirurgião mais utilizado no mundo. Atualmente, soma mais de 5 milhões de pacientes atendidos. Inclusive, no Brasil.
Estes sistemas realizam cirurgias minimamente invasivas em diferentes procedimentos. Uma de suas ferramentas é um console – inspirado nos simuladores de voo – em que os médicos visualizam as imagens em 3D de alta definição e fazem os movimentos operatórios com as próprias mãos, por um joystick no formato de dedais, que são transmitidos para o robô.
Dessa forma, o médico pode mover os eixos a 360 graus, atingindo ângulos que as mãos humanas só alcançariam com muita dificuldade.
Outra aplicação é o treinamento e requalificação de estudantes, residentes e especialistas em atendimento ou dentro do centro cirúrgico. Dessa forma, é possível realizar uma análise etnográfica da atuação do profissional, que fica sozinho durante o procedimento, por meio da captação das imagens por câmera instalada no local.
A tecnologia também pode ser operada a distância por meio da telemedicina.
2. Robótica em assistência médica
Há diversos robôs que melhoram o atendimento médico. É o caso do robô Laura, que identifica infecções generalizadas potencialmente perigosas nos pacientes e informa a equipe médica. Para isso, o robô é conectado aos prontuários eletrônicos e monitora os relatórios de saúde e informações clínicas de cada paciente. Ao identificar qualquer piora ou anormalidade, gera um alerta. Para isso, também utiliza o princípio de machine learning.
Desde sua invenção, em 2016, ajudou a reduzir em 25% a taxa de mortalidade geral, salvando 18 pacientes por dia nas instituições que trabalham com a tecnologia.
Na oftalmologia, uma das propostas é o robô Adam, que pode auxiliar na verificação da acuidade visual primária. Isso porque identifica os níveis de dificuldade visual. Em até cinco minutos, consegue detectar doenças como miopia, astigmatismo, hipermetropia e presbiopia.
Até para procedimentos que envolvem colocação de agulha, como tirar sangue e biópsia, há sistemas robóticos. É o caso do Veebot. Ele usa uma bolsa parecida à que mede a pressão arterial, tornando as veias mais visíveis. Em seguida, utiliza uma luz infravermelha e uma câmera para achar a melhor veia por meio de um software de análise de imagens.
A profundidade com que a agulha é espetada é pré-calculada e todo o processo levará cerca de um minuto. O sistema acerta na escolha da veia em 83% dos casos. Além disso, o procedimento é menos doloroso ao paciente.
3. Robôs na gestão do consultório
Imagine recepcionar seu paciente com a ajuda de um robô? Inventado no Japão, o Pepper é utilizado em diversos países para recepção de lojas, exposições, locais públicos e, inclusive, em consultórios médicos.
O robô tem aparência de humano: olhos gigantes, rosto de criança, braços, mãos, 1,20 metros de altura, 30 quilos e tela acoplada no peito. Dentre seus principais diferenciais, estão a capacidade de analisar as emoções das pessoas por meio de expressão facial e tom de voz.
Para isso, utiliza tecnologia de reconhecimento de voz, câmeras e sensores e avalia todos esses dados em um sistema baseado em redes neurais artificiais. Dessa forma, consegue modificar a voz, a cor dos olhos, mexer os braços e mostrar imagens na tela conforme as emoções da pessoa.
De fato, o Pepper e nenhum outro robô pode substituir os profissionais da área. Entretanto, é de grande auxílio na melhoria do atendimento, na redução de custos, em procedimentos mais precisos e menos invasivos, no aumento da agilidade e na diminuição de dores no paciente.
Revisado por Paulo Schor, médico oftalmologista, professor livre docente e diretor de inovação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaborador da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein.
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