O diabetes está entre as doenças crônicas que mais crescem no mundo e representa um dos principais desafios para a saúde pública. No Brasil, 12,9% da população convive com a condição, que pode afetar diversos órgãos e sistemas quando não é adequadamente controlada.
Entre as complicações mais preocupantes está a retinopatia diabética, causada por alterações nos vasos sanguíneos da retina e um dos principais motivos da perda visual evitável em adultos. O problema é que, em muitos casos, ela evolui silenciosamente, sem apresentar sintomas nas fases iniciais.
Nesse cenário, a retinografia tem se consolidado como uma importante aliada na prevenção, no diagnóstico precoce e no acompanhamento da saúde ocular de diabéticos. Ao permitir a visualização detalhada da retina, o exame auxilia na identificação de alterações antes mesmo de comprometer a visão.
Para a endocrinologista e oftalmologista Flávia Godinho, acompanhar a saúde dos olhos deve fazer parte da rotina de cuidado dos pacientes com diabetes. “A incorporação da retinografia à prática clínica tem potencial para mudar condutas, ampliar a adesão ao tratamento e impactar diretamente o prognóstico e a qualidade de vida dessas pessoas”, ressalta.
A analista comercial da Phelcom, Daniele Oliveira, a oftalmologista e endocrinologista Flávia Godinho e a analista de pós-venda da Phelcom, Maiara Guiliano, durante o evento Diabetes 360º, realizado de 29 a 31 de maio, em São Paulo (SP).
Além da glicemia
Um dos aspectos menos conhecidos do tratamento do diabetes é que nem sempre reduzir a glicemia o mais rápido possível é a melhor estratégia. Em pessoas que já apresentam retinopatia diabética, uma queda muito brusca dos níveis de açúcar no sangue pode agravar temporariamente as lesões na retina e aumentar o risco de perda visual.
Flávia explica que é justamente nesse contexto que a retinografia se torna uma ferramenta fundamental para orientar a conduta médica. “Precisamos entender primeiro como está a retina para definir a velocidade e a segurança desse controle glicêmico”, afirma.
A médica relembra um caso que ilustra bem essa situação. “Já tive paciente que chegou ao consultório dizendo: ‘doutora, quando minha glicose era 400 eu enxergava tudo. Agora que ela está em 110, estou praticamente cega. O que aconteceu?’. E o que havia mudado foi justamente o início do tratamento do diabetes”, conta.
Segundo ela, em alguns casos, pode ser necessário até um ano para reduzir a glicose de forma segura. “Fazemos isso gradualmente, acompanhando com exames de retina e em conjunto com o oftalmologista. Se percebemos qualquer sinal de piora, desaceleramos o processo e reavaliamos a estratégia.”
Nesse cenário, a retinografia ajuda o endocrinologista a equilibrar dois objetivos igualmente importantes: controlar a doença e preservar a visão.
Diabetes e caneta emagrecedora
O debate sobre a relação entre diabetes e caneta emagrecedora ganhou força nos últimos anos com a popularização de medicamentos como semaglutida, tirzepatida e liraglutida. Embora essas medicações tenham demonstrado benefícios importantes no controle glicêmico e na perda de peso, a especialista alerta para a necessidade de acompanhamento médico.
“Não existe comprovação científica de que causem alterações visuais ou levem à cegueira. O problema é quando o paciente com diabetes reduz a glicose muito rapidamente e já possui uma retinopatia instalada”, explica.
Flávia observa que esse cuidado vale não apenas para as chamadas canetas emagrecedoras, mas para qualquer estratégia capaz de provocar uma queda acentuada da glicemia, como insulina, determinados medicamentos orais, dietas muito restritivas ou jejum prolongado. “Em alguns casos, o oftalmologista enfrenta grande dificuldade para controlar a progressão da retinopatia diabética depois que esse processo é iniciado”.
Por isso, a avaliação da retina antes e durante o tratamento pode fazer diferença. “A retinografia é um exame simples, não invasivo e que pode mudar completamente a forma como conduzimos o tratamento”, pontua.
A endocrinologista lembra que as consequências da perda visual vão muito além da saúde ocular. “Estamos falando de independência, qualidade de vida, capacidade de trabalhar e de realizar atividades simples do dia a dia. Quando conseguimos identificar o risco antecipadamente, temos a oportunidade de proteger a visão e mudar o prognóstico dessa pessoa para o resto da vida”.
Uma janela para a saúde
Em palestra no evento Diabetes 360º, realizado de 29 a 31 de maio, em São Paulo (SP), a médica Flávia Godinho abordou o papel da retinografia na prática clínica do endocrinologista.
Além da identificação da retinopatia diabética, a médica ressalta que a retinografia oferece informações valiosas sobre a saúde vascular do organismo e pode ajudar a detectar sinais precoces de diversas doenças antes mesmo do surgimento de sintomas.
“Muitas dessas alterações aparecem primeiro nos pequenos vasos. E a retina é o único local do corpo onde conseguimos visualizar diretamente vasos sanguíneos e capilares sem procedimentos invasivos. Isso nos permite observar modificações relacionadas à hipertensão, aterosclerose, inflamações e outras condições que afetam a microcirculação”, esclarece.
Segundo a especialista, esse é um aspecto que ainda recebe pouca atenção na prática clínica. “Frequentemente avaliamos sono, alimentação, atividade física e diversos outros aspectos da saúde, mas os olhos acabam ficando em segundo plano. No entanto, eles podem fornecer informações extremamente importantes sobre o estado geral do paciente”.
Flávia também lembra que o endocrinologista acompanha uma população frequentemente exposta a doenças associadas ao envelhecimento. Nesses casos, a observação da retina pode auxiliar na identificação precoce de condições como glaucoma, degeneração macular relacionada à idade (DMRI) e outras doenças oculares potencialmente graves.
“Quando incorporamos a avaliação da retina ao acompanhamento de rotina, conseguimos identificar problemas mais cedo e encaminhar o paciente para o tratamento adequado antes que ocorram perdas irreversíveis. O olho tem muito a agregar à endocrinologia”, acredita.
Uma nova ferramenta para o endocrinologista
Flávia observa que a retinografia ainda é um exame pouco explorado fora da oftalmologia, principalmente porque muitos especialistas não receberam treinamento específico para avaliar o fundo de olho durante a formação médica.
Nesse contexto, tecnologias como o retinógrafo portátil Eyer2 podem facilitar a incorporação desse cuidado ao consultório. “O Eyer torna esse exame muito mais acessível para o endocrinologista. A captura das imagens é simples, rápida e pode ser realizada por profissionais de saúde treinados. Em poucos instantes, o médico já tem acesso às imagens e consegue discutir os achados com o paciente durante a própria consulta”, ressalta.
O Eyer2 captura imagens de alta definição dos segmentos anterior e posterior do olho em poucos minutos e sem necessidade de midríase. Integrado ao EyerCloud, plataforma online de gerenciamento de exames, permite armazenar, acessar e acompanhar as imagens ao longo do tempo. Já a inteligência artificial EyerMaps auxilia na identificação de possíveis alterações retinianas, funcionando como apoio à avaliação clínica.
Além do apoio clínico, a visualização das imagens também fortalece o vínculo entre médico e paciente. “Quando mostramos a imagem e comparamos com uma retina saudável, ele entende o que está acontecendo. Isso desperta um interesse maior pelo tratamento e pelo acompanhamento oftalmológico”.
Imagem de retina com retinopatia diabética capturada pelo retinógrafo portátil Eyer.
Imagem de retina com retinopatia diabética capturada pelo retinógrafo portátil Eyer.
Retinografia realizada com o retinógrafo portátil Eyer. A IA EyerMaps destaca as regiões com possíveis alterações associadas à retinopatia diabética.
Saúde pública
A incorporação de tecnologias de imagem à atenção primária e ao acompanhamento de pacientes crônicos pode representar um avanço importante para a saúde ocular no Brasil, especialmente diante dos desafios de acesso ao atendimento oftalmológico especializado no sistema público.
De acordo com Flávia, uma das principais vantagens do Eyer está na possibilidade de realizar uma triagem rápida e acessível diretamente nos serviços de saúde que já acompanham pacientes com diabetes, hipertensão e outras doenças crônicas, como o Programa Hiperdia. “Muitas vezes, o paciente leva meses ou até mais de um ano para conseguir uma consulta com o oftalmologista. Enquanto isso, a doença continua evoluindo. Ter acesso à imagem da retina no próprio local de atendimento pode ajudar a identificar quem realmente precisa de encaminhamento prioritário”, afirma.
A especialista destaca que essa necessidade se torna ainda mais evidente no acompanhamento de pessoas com diabetes avançado, já que a definição da velocidade ideal para o controle glicêmico depende justamente da avaliação da retina. “O Eyer é uma ferramenta que pode contribuir muito para a prevenção e para uma gestão mais eficiente da saúde pública”, conclui.
No Maio Verde, mês dedicado à conscientização, prevenção e combate ao glaucoma, a Phelcom participou de iniciativas voltadas à ampliação do acesso à informação, à prevenção e ao diagnóstico precoce da doença em Brasília (DF) e Salvador (BA).
O glaucoma é uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença afeta entre 1% e 2% da população mundial acima dos 40 anos. No Brasil, aproximadamente 350 mil pessoas realizam tratamento anualmente pelo SUS, segundo dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO).
Caracterizado pelo dano progressivo ao nervo óptico, geralmente associado ao aumento da pressão intraocular, o glaucoma costuma evoluir de forma silenciosa e indolor. Neste contexto, consultas oftalmológicas regulares e exames preventivos tornam-se fundamentais para a identificação precoce da doença e o início do tratamento.
24 dias pelo Glaucoma
Exame realizado com o Eyer2 na ação de sensibilização e orientação sobre glaucoma, em Brasília (DF).
Nos dias 27 e 28 de maio, a Phelcom participou, a convite e em parceria com o CBO, de uma ação de sensibilização e orientação sobre glaucoma realizada na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). A iniciativa integrou a campanha 24 Dias pelo Glaucoma, mobilização nacional organizada pelo CBO e pela Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG) para ampliar a conscientização sobre a doença em todo o país.
Ao longo da campanha, especialistas, profissionais de saúde, instituições e órgãos públicos se unem para compartilhar informações, esclarecer dúvidas e reforçar a importância do cuidado contínuo com a saúde ocular.
Para a Phelcom, participar da iniciativa representou uma oportunidade de fortalecer o propósito de ampliar o acesso à saúde visual por meio da tecnologia e da oferta de exames que contribuem para o diagnóstico precoce e acompanhamento da doença.
“A portabilidade e a facilidade de manuseio do retinógrafo portátil Eyer2 permitiram que mais de 250 pessoas, entre servidores e visitantes da Câmara dos Deputados, tivessem seus olhos examinados e avaliados pelos oftalmologistas presentes, recebendo orientações sobre como dar continuidade aos cuidados necessários para prevenir os danos visuais causados pelo glaucoma”, explica a diretora de Marketing e Comercial da Phelcom, Amanda Arthur.
Médico explica exame realizado com o Eyer2 durante ação em Brasília (DF).
Médica explica exame realizado com o Eyer2 durante ação em Brasília (DF).
Mutirão de Triagem e Orientação sobre o Glaucoma
Exame realizado com o Eyer2 no Mutirão de Triagem e Orientação sobre o Glaucoma, em Salvador (BA).
No dia 28 de maio, a Phelcom participou do Mutirão de Triagem e Orientação sobre o Glaucoma, na Associação de Ação Social Pracatum, em Salvador (BA), a convite e em parceria com a farmacêutica Ofta Vision Health. Ao todo, cerca de 200 pessoas foram atendidas. A maior parte do público era composta por pessoas negras com mais de 50 anos, perfil que reúne importantes fatores de risco para o desenvolvimento do glaucoma.
Os participantes eram cadastrados no sistema EyerCloud, plataforma online de gerenciamento de exames da Phelcom, e, em seguida, realizavam a retinografia com o Eyer2. Os equipamentos estavam integrados à plataforma da RetinaLyze, parceira da ação, cuja inteligência artificial analisava as imagens e indicava possíveis sinais relacionados ao glaucoma.
Com essas informações em mãos, os pacientes eram encaminhados para avaliação com oftalmologistas presentes no local. “O processo foi extremamente humanizado. Independentemente do resultado apontado pela IA, todos passaram por consulta médica e receberam orientações adequadas para o seu caso”, explica a especialista em Vendas Corporativas e Governamentais da Phelcom, Bruna Giro.
A praticidade do exame chamou a atenção dos participantes, que demonstraram surpresa ao descobrir que um equipamento portátil era capaz de capturar imagens detalhadas do fundo de olho, muitas vezes sem a necessidade de dilatação da pupila. Após o procedimento, os pacientes quiseram visualizar as imagens e entender melhor a própria saúde ocular.
Além da triagem para glaucoma, a ação também possibilitou a identificação de outras alterações oculares. “Registrei as imagens de uma mulher de aproximadamente 40 anos que apresentava comprometimento importante em uma das retinas. Também foram identificadas pessoas com sinais de retinopatia diabética, mesmo esse não sendo o foco principal do mutirão”, relata Bruna.
Para a analista de Pós-Vendas da Phelcom, Giovana Thomaz, um dos momentos mais marcantes foi levar informação e conhecimento de forma mais próxima e acessível. “Capturei as imagens de um homem que havia sofrido um descolamento de retina após um acidente e tinha a visão comprometida em um dos olhos. Ao mostrar a imagem capturada pelo Eyer2, ele pôde visualizar sua retina e entender melhor o que havia acontecido”, conta.
Ao final da ação, quase 25% dos participantes apresentaram suspeita de glaucoma ou já conviviam com a doença, reforçando a importância de iniciativas voltadas ao diagnóstico precoce e ao acompanhamento adequado desses pacientes.
Para Bruna, iniciativas como essa mostram o potencial da tecnologia para ampliar o acesso à saúde ocular. “Equipamentos portáteis como o Eyer2 quebram as barreiras do consultório tradicional, permitindo levar medicina de alta precisão diretamente para dentro de comunidades. A tecnologia embarcada no Eyer2 possibilita a realização de exames em pacientes colaborativos ou não colaborativos, entregando sempre imagens com uma qualidade incrível. Em mutirões de saúde com alto volume de atendimento, essa versatilidade é fundamental”, pontua.
Exame realizado com o Eyer2 no mutirão em Salvador (BA).
Exame realizado com o Eyer2 no mutirão em Salvador (BA).
Profissionais dos times Phelcom, Ofta e Retinalyze, que trabalharam em parceria durante o mutirão.
Eyer2
Tecnologias voltadas à documentação e análise da retina podem contribuir para ampliar o acesso ao diagnóstico precoce e ao acompanhamento do glaucoma. O retinógrafo portátil Eyer2 reúne funcionalidades que auxiliam na precisão, rapidez e monitoramento dos pacientes ao longo do tempo.
Por meio de imagens de alta qualidade do nervo óptico, o equipamento permite visualizar vasos sanguíneos, fibras nervosas e outras estruturas importantes para a avaliação clínica. A retinografia realizada com o Eyer2 possibilita, por exemplo, calcular a relação entre o disco óptico e a escavação — medida que, quando alterada, pode indicar sinais de glaucoma ou predisposição ao desenvolvimento da doença.
O aparelho também permite a composição de estereofotos de papila, oferecendo uma visualização alternativa da região e auxiliando na análise das alterações estruturais associadas ao glaucoma.
Além disso, o Eyer2 pode ser integrado ao EyerMaps, recurso de inteligência artificial que auxilia na identificação de possíveis alterações retinianas em poucos segundos, funcionando como apoio à tomada de decisão clínica e à priorização de casos que exigem maior atenção.
Já com o EyerCloud, é possível armazenar imagens, acessar exames remotamente e acompanhar a evolução dos pacientes ao longo do tempo.
O retinoscópio é uma das ferramentas mais emblemáticas da refração objetiva. Para o oftalmologista, dominar o jogo de luzes e sombras da retinoscopia é uma arte que define a precisão do diagnóstico refrativo. Ele nos diz o “quanto”.
Por décadas, essa informação foi o bastante. Hoje, no entanto, um paciente não é apenas um “erro refrativo”: ele é um histórico clínico. Um astigmatismo que progride rapidamente não é apenas uma mudança de grau — pode ser um sinal inicial de ceratocone. Uma miopia galopante pode estar associada a alterações periféricas da retina.
Aqui reside o desafio moderno: o retinoscópio oferece uma leitura funcional vital, mas é, por natureza, uma avaliação interpretativa e momentânea. Ela não gera um registro. Como, então, correlacionar essa refração precisa com a saúde estrutural do olho ao longo do tempo?
Correlacionando função e estrutura: a nova fronteira
Na prática clínica brasileira, a eficiência exige que a avaliação funcional (refração) e a avaliação estrutural (documentação) ocorram de forma fluida. O oftalmologista precisa responder: a queixa do paciente ou o achado do retinoscópio têm correspondência na estrutura ocular?
O exame de retinoscópio pode ser impecável, mas se houver uma alteração macular sutil ou uma escavação suspeita do nervo óptico, a refração sozinha não conta a história completa. Superar este desafio exige uma ferramenta que consiga harmonizar a refração funcional com o registro estrutural, integrando os dados em um único curso de trabalho para o paciente.
Retinografia colorida realizada pelo retinógrafo portátil Eyer2
Imagine o seguinte fluxo: o paciente passa pela avaliação refrativa com o retinoscópio. Em seguida, na mesma cadeira, o Eyer2 captura uma imagem de alta definição do fundo de olho (ou segmento anterior). O que antes era apenas um dado de refração agora está pareado a uma documentação visual da retina, mácula e nervo óptico.
Em vez de dois exames isolados — a retinoscopia (funcional) e a fundoscopia (estrutural) — o oftalmologista passa a ter um fluxo de trabalho único. A precisão do retinoscópio ganha o contexto da documentação de alta definição. O “grau” encontrado na retinoscopia é validado e complementado pela “imagem” capturada pelo Eyer2.
O equipamento também possibilita a detecção de diversas doenças e condições do segmento anterior do olho, como blefarite e demais alterações de cílios, disfunção das glândulas meibomianas, hordéolos, tumores conjuntivais, tumores palpebrais, catarata avançada, corpo estranho, queimaduras, lesões na córnea e ceratites em geral causadas por olho seco, lente de contato, infecções e úlceras, dentre outros.
Exame de meibografia para detecção de olho seco evaporativo do retinógrafo portátil Eyer2
Dentre as principais funcionalidades do portátil, destacam-se:
Plataforma portátil de imageamento ocular capaz de realizar seis registros em um único equipamento, sem necessidade de midríase;
Retinografia colorida de alta qualidade: 55º em uma única imagem para detecção de lesões periféricas na retina;
Red free gerado instantaneamente após o registro colorido;
Registro de segmento posterior com luz infravermelha, importante para avaliação de áreas mais profundas da retina sem desconforto ao paciente, como diagnóstico de nevo de coróide e olho seco evaporativo;
Estereofoto de papila para visualização 3D da escavação;
Retinografias panorâmicas com até 120°;
Edição e gráficos para análise de cup-to-disk ratio (CDR);
Fotodocumentação em alta definição da superfície ocular para acompanhamento da progressão de doenças;
Avaliação e fotodocumentação de lesões de córnea com luz azul cobalto;
Mobilidade para atendimento em diversas clínicas, locais remotos que requerem atenção primária e exames em pacientes acamados e recém-nascidos;
Possibilidade de integração com o EyerMaps, inteligência artificial que sinaliza em segundos as áreas da retina com possíveis anomalias;
Integração com o EyerCloud, plataforma online para gerenciamento dos exames.
Sobre a Phelcom
A Phelcom Technologies é uma medtech brasileira sediada em São Carlos, interior de São Paulo. A história da empresa começou em 2016, quando três jovens pesquisadores – um físico, um engenheiro eletrônico e um engenheiro de computação (PHysics, ELetronics, COMputing) – criaram um retinógrafo portátil integrado a um smartphone.
O primeiro protótipo da Phelcom foi inspirado pela experiência pessoal de um dos sócios, Diego Lencione, cujo irmão enfrentou uma grave condição que comprometeu severamente sua visão desde a infância.
Em 2019, a Phelcom lançou no mercado brasileiro o seu primeiro produto: o retinógrafo portátil Eyer. Cinco anos depois, lançou o Eyer2, uma plataforma de exames visuais que permite realizar registros dos segmentos posterior e anterior com alta qualidade de imagem.
Hoje, com 10 anos de história, a tecnologia da Phelcom já beneficiou mais de duas milhões de pessoas no Brasil e em diversos países, como Estados Unidos, Japão, Chile, Colômbia, Argentina e Emirados Árabes, sendo utilizada também em mais de 200 ações sociais.
Poucas ferramentas são tão emblemáticas para a oftalmologia quanto o oftalmoscópio. Por gerações, ele tem sido a janela primária para a retina, o pilar do diagnóstico e do acompanhamento clínico.
No entanto, na prática clínica moderna, especialmente no contexto dinâmico dos consultórios e hospitais brasileiros, a pergunta fundamental mudou. Não basta mais ao especialista apenas “ver”; tornou-se imperativo documentar, analisar longitudinalmente, comparar com precisão e compartilhar com segurança. É a transição da observação subjetiva para o dado objetivo.
O desafio do oftalmoscópio tradicional na clínica moderna
O exame realizado com o oftalmoscópio direto ou indireto segue vital para a avaliação qualitativa de inúmeras condições: glaucoma, retinopatias, neuropatias ópticas e doenças sistêmicas com repercussão ocular.
Retinografia colorida realizada pelo retinógrafo portátil Eyer2
Contudo, na era da medicina baseada em dados e da telemedicina, o oftalmoscópio clássico apresenta limitações que impactam diretamente a eficiência e a qualidade do atendimento:
A subjetividade do registro: a descrição de um achado no prontuário, por mais detalhada que seja, carrega a subjetividade do observador. Comparar a escavação do nervo óptico “hoje” com a descrição de “seis meses atrás” é um desafio para o acompanhamento preciso da progressão.
Educação e adesão do paciente: explicar uma condição complexa ao paciente usando apenas palavras é abstrato. A falta de visualização concreta do próprio problema pode diminuir a compreensão e, consequentemente, a adesão ao tratamento.
Fluxo de trabalho e telemedicina: o oftalmoscópio tradicional não gera dados compartilháveis. Em um cenário de segunda opinião ou teletriagem, a ausência de uma imagem objetiva é um gargalo significativo.
Para o oftalmologista brasileiro, que lida com alta demanda, auditorias e um mercado competitivo, otimizar o tempo e elevar a segurança diagnóstica é uma necessidade.
A evolução: o oftalmoscópio como ecossistema digital
É neste ponto que o conceito de oftalmoscópio evolui. A demanda do século 21 não é por um substituto do exame clínico, mas por uma ferramenta que o potencialize. A resposta está na integração da visualização portátil com a fotodocumentação e a gestão em nuvem. É este o conceito fundamental por trás de soluções como o Eyer2, o retinógrafo portátil da Phelcom, que transforma o exame de fundo de olho em uma experiência digital e gerenciável.
Exames realizados com o retinógrafo portátil Eyer2 são enviados automaticamente para a plataforma em nuvem EyerCloud
O retinógrafo portátil Eyer2 funciona, na prática, como um “oftalmoscópio inteligente” de alta definição. Ele preserva uma das maiores vantagens do oftalmoscópio tradicional — a portabilidade — mas a eleva a um novo patamar. Com o Eyer2, o exame de alta qualidade sai da sala escura e vai até o paciente, seja no leito hospitalar, no centro cirúrgico, em ações sociais ou em diferentes salas do consultório.
A imagem capturada pelo Eyer2 é instantaneamente integrada a uma plataforma de gestão, o EyerCloud: um sistema que resolve o desafio crônico do armazenamento, da segurança (em conformidade com a LGPD) e da fotodocumentação. O que antes era uma imagem mental do médico ou uma anotação subjetiva, agora é um dado objetivo, datado e acessível de qualquer lugar.
Em suma, o oftalmoscópio ganha um poderoso aliado na excelência clínica, integrando suas informações a um ecossistema digital, documentado e conectado.
O equipamento também possibilita a detecção de diversas doenças e condições do segmento anterior do olho, como blefarite e demais alterações de cílios, disfunção das glândulas meibomianas, hordéolos, tumores conjuntivais, tumores palpebrais, catarata avançada, corpo estranho, queimaduras, lesões na córnea e ceratites em geral causadas por olho seco, lente de contato, infecções e úlceras, dentre outros.
Dentre as principais funcionalidades do portátil, destacam-se:
Plataforma portátil de imageamento ocular capaz de realizar seis registros em um único equipamento, sem necessidade de midríase;
Retinografia colorida de alta qualidade: 55º em uma única imagem para detecção de lesões periféricas na retina;
Red free gerado instantaneamente após o registro colorido;
Registro de segmento posterior com luz infravermelha, importante para avaliação de áreas mais profundas da retina sem desconforto ao paciente, como diagnóstico de nevo de coróide e olho seco evaporativo;
Estereofoto de papila para visualização 3D da escavação;
Retinografias panorâmicas com até 120°;
Edição e gráficos para análise de cup-to-disk ratio (CDR);
Fotodocumentação em alta definição da superfície ocular para acompanhamento da progressão de doenças;
Avaliação e fotodocumentação de lesões de córnea com luz azul cobalto;
Mobilidade para atendimento em diversas clínicas, locais remotos que requerem atenção primária e exames em pacientes acamados e recém-nascidos;
Possibilidade de integração com o EyerMaps, inteligência artificial que sinaliza em segundos as áreas da retina com possíveis anomalias;
Integração com o EyerCloud, plataforma online para gerenciamento dos exames.
Sobre a Phelcom
A Phelcom Technologies é uma medtech brasileira sediada em São Carlos, interior de São Paulo. A história da empresa começou em 2016, quando três jovens pesquisadores – um físico, um engenheiro eletrônico e um engenheiro de computação (PHysics, ELetronics, COMputing) – criaram um retinógrafo portátil integrado a um smartphone.
O primeiro protótipo da Phelcom foi inspirado pela experiência pessoal de um dos sócios, Diego Lencione, cujo irmão enfrentou uma grave condição que comprometeu severamente sua visão desde a infância.
Em 2019, a Phelcom lançou no mercado brasileiro o seu primeiro produto: o retinógrafo portátil Eyer. Cinco anos depois, lançou o Eyer2, uma plataforma de exames visuais que permite realizar registros dos segmentos posterior e anterior com alta qualidade de imagem.
Hoje, com 10 anos de história, a tecnologia da Phelcom já beneficiou mais de duas milhões de pessoas no Brasil e em diversos países, como Estados Unidos, Japão, Chile, Colômbia, Argentina e Emirados Árabes, sendo utilizada também em mais de 200 ações sociais.
A lâmpada de fenda é, para o oftalmologista, a extensão do olhar clínico. É o equipamento que permite a visualização microscópica detalhada do segmento anterior e posterior do olho, sendo insubstituível no diagnóstico diário.
O exame, conhecido tecnicamente como biomicroscopia, é um pilar essencial. Contudo, em um mundo de prontuários eletrônicos, inteligência artificial e telemedicina, o pilar da oftalmologia clínica enfrenta um desafio fundamental: a lâmpada de fenda é, em sua essência, analógica.
O exame é visualizado, interpretado e, na maioria das vezes, descrito manualmente no prontuário. Obter uma imagem de alta qualidade desse exame geralmente requer adaptadores caros, câmeras dedicadas e softwares que nem sempre conversam com outros sistemas. Além disso, a lâmpada de fenda é estacionária, limitando o exame ao espaço físico do consultório.
Atualmente, se faz necessário investir em tecnologias que não apenas digitalizem o exame da lâmpada de fenda existente, mas também tornem esse exame portátil. A Phelcom abordou esse desafio com uma solução de dupla funcionalidade centrada no retinógrafo portátil Eyer2:
Exame do segmento anterior sendo realizado com o Eyer2 em uma lâmpada de fenda
A ponte digital para a lâmpada de fenda clássica: a primeira conquista é a integração. O Eyer2, por meio de um adaptador universal, acopla-se diretamente à ocular da lâmpada de fenda. O que o médico vê, o Eyer2 captura. Instantaneamente, o exame de biomicroscopia pode ser fotodocumentado em alta resolução. A imagem sai da ocular e entra no fluxo digital.
O poder da portabilidade: a segunda evolução é a mobilidade. O Eyer2, por si só, é um potente dispositivo de imagem do segmento posterior e anterior. Equipado com iluminação branca e azul cobalto, ele permite que o médico realize e documente exames de pálpebras, conjuntiva, córnea (com fluoresceína), pupila e cristalino em qualquer lugar — seja em outro consultório, no leito de um paciente internado ou em uma triagem.
Essa abordagem híbrida permite ao oftalmologista manter a excelência diagnóstica de sua lâmpada de fenda tradicional, agora com registro digital, ao mesmo tempo que ganha a flexibilidade de um dispositivo portátil para outras situações.
O equipamento também possibilita a detecção de diversas doenças e condições do segmento anterior do olho, como blefarite e demais alterações de cílios, disfunção das glândulas meibomianas, hordéolos, tumores conjuntivais, tumores palpebrais, catarata avançada, corpo estranho, queimaduras, lesões na córnea e ceratites em geral causadas por olho seco, lente de contato, infecções e úlceras, dentre outros.
Dentre as principais funcionalidades do portátil, destacam-se:
Plataforma portátil de imageamento ocular capaz de realizar seis registros em um único equipamento, sem necessidade de midríase;
Retinografia colorida de alta qualidade: 55º em uma única imagem para detecção de lesões periféricas na retina;
Red free gerado instantaneamente após o registro colorido;
Registro de segmento posterior com luz infravermelha, importante para avaliação de áreas mais profundas da retina sem desconforto ao paciente, como diagnóstico de nevo de coróide e olho seco evaporativo;
Estereofoto de papila para visualização 3D da escavação;
Retinografias panorâmicas com até 120°;
Edição e gráficos para análise de cup-to-disk ratio (CDR);
Fotodocumentação em alta definição da superfície ocular para acompanhamento da progressão de doenças;
Avaliação e fotodocumentação de lesões de córnea com luz azul cobalto;
Mobilidade para atendimento em diversas clínicas, locais remotos que requerem atenção primária e exames em pacientes acamados e recém-nascidos;
Possibilidade de integração com o EyerMaps, inteligência artificial que sinaliza em segundos as áreas da retina com possíveis anomalias;
Integração com o EyerCloud, plataforma online para gerenciamento dos exames.
Sobre a Phelcom
A Phelcom Technologies é uma medtech brasileira sediada em São Carlos, interior de São Paulo. A história da empresa começou em 2016, quando três jovens pesquisadores – um físico, um engenheiro eletrônico e um engenheiro de computação (PHysics, ELetronics, COMputing) – criaram um retinógrafo portátil integrado a um smartphone.
O primeiro protótipo da Phelcom foi inspirado pela experiência pessoal de um dos sócios, Diego Lencione, cujo irmão enfrentou uma grave condição que comprometeu severamente sua visão desde a infância.
Em 2019, a Phelcom lançou no mercado brasileiro o seu primeiro produto: o retinógrafo portátil Eyer. Cinco anos depois, lançou o Eyer2, uma plataforma de exames visuais que permite realizar registros dos segmentos posterior e anterior com alta qualidade de imagem.
Hoje, com 10 anos de história, a tecnologia da Phelcom já beneficiou mais de duas milhões de pessoas no Brasil e em diversos países, como Estados Unidos, Japão, Chile, Colômbia, Argentina e Emirados Árabes, sendo utilizada também em mais de 200 ações sociais.
Um projeto nacional inédito que investiga as bases genéticas do Acidente Vascular Cerebral (AVC) está indo além do DNA e encontrando, na retina, um novo caminho para compreender — e antecipar — a doença.
Coordenado pelo Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre (RS), em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do PROADI-SUS, o Projeto Ártemis utiliza a retinografia para identificar possíveis marcadores associados ao risco de AVC.
Os exames de fundo de olho são realizados com o retinógrafo portátil Eyer2, que captura imagens de alta definição dos segmentos anterior e posterior do olho em poucos minutos e sem midríase. Integrado ao EyerCloud, plataforma online de gerenciamento de exames, o equipamento conta também com o EyerMaps, recurso de inteligência artificial que identifica possíveis anomalias na retina em segundos.
“A estratégia une tecnologia, genética e imagem em um esforço inédito de medicina de precisão para ampliar as possibilidades de prevenção e cuidado no Sistema Único de Saúde (SUS)”, ressalta a investigadora principal do projeto, a neurologista Ana Cláudia de Souza.
A neurologista Ana Cláudia de Souza, investigadora principal do Projeto Ártemis.
Pesquisa
O Projeto Ártemis busca identificar variantes genéticas que influenciam o risco, a evolução clínica e a resposta ao tratamento do AVC isquêmico, responsável por cerca de 80% dos casos de AVC no país. Segundo a Sociedade Brasileira de AVC (SBAVC), 89.490 pessoas morreram em decorrência da doença em 2025, que segue como a principal causa de morte e incapacidade no país.
Até o final de 2026, serão avaliados mil participantes, divididos em dois grupos: metade sofreu AVC isquêmico no último ano e a outra metade não tem histórico da doença, atuando como grupo de controle. Todos têm mais de 18 anos e passam por uma série de avaliações ao longo de um acompanhamento que pode chegar a cinco anos, incluindo exames de retina e sequenciamento completo do genoma.
O estudo também se destaca pela preocupação em refletir a diversidade da população brasileira. A pesquisa é conduzida em 11 centros de referência no atendimento ao AVC, distribuídos pelas cinco regiões do país. “A inclusão de diferentes perfis demográficos amplia a representatividade dos dados e contribui para a construção de soluções mais eficazes e acessíveis no contexto do SUS”, destaca Ana Cláudia.
A iniciativa integra também o Programa Genomas Brasil, que busca ampliar a diversidade genômica nacional, ainda pouco representada em estudos globais. Além da produção científica, o projeto prevê a capacitação de profissionais do SUS em áreas como genética, aconselhamento genético e medicina de precisão.
Phelcom ministrou breve treinamento durante o lançamento do Projeto Ártemis, no dia 09 de dezembro, em Porto Alegre (RS).
Phelcom ministrou breve treinamento durante o lançamento do Projeto Ártemis, no dia 09 de dezembro, em Porto Alegre (RS).
Integração
A inclusão da retinografia no estudo foi definida desde a concepção do projeto. Segundo Ana Cláudia, a decisão se baseou em evidências científicas que apontam para uma relação entre os padrões vasculares da retina e o risco de eventos cardiovasculares e neurológicos, como o AVC.
A partir dessa premissa, a equipe incorporou ao projeto um exame capaz de fornecer informações concretas sobre o organismo de forma rápida e acessível. “Ao associar as imagens da retina ao mapeamento genético dos participantes, esperamos identificar marcadores que indiquem maior ou menor probabilidade de desenvolvimento ou de recorrência do AVC”, explica.
A escolha do Eyer2 também atendeu às demandas de um estudo multicêntrico e com ampla distribuição geográfica. “A praticidade foi um fator decisivo. Hoje, profissionais de saúde treinados conseguem realizar o exame com facilidade”, observa. Essa característica amplia a capacidade operacional dos centros e contribui para a padronização da coleta de imagens.
Entre os diferenciais da tecnologia, estão o acesso às imagens via EyerCloud, que facilita o armazenamento e a análise em tempo real, e o uso do EyerMaps. “Em caso de dúvida, a IA já indica se há alguma alteração, atuando como um primeiro filtro para a avaliação”, afirma.
Além do papel na pesquisa, o equipamento também tem contribuído para a assistência. Segundo a neurologista, o uso da retinografia tem auxiliado na identificação de retinopatia hipertensiva e diabética, muitas vezes ainda não diagnosticadas. Com o apoio de parceiros no laudamento, os pacientes já recebem o resultado durante o acompanhamento, o que agiliza o encaminhamento e reduz o risco de complicações.
“Vejo a aplicação do Eyer2 muito forte na pesquisa, mas também um impacto direto na assistência, ao permitir diagnosticar e encaminhar corretamente os pacientes, evitando perda visual e outras consequências mais graves”, conclui.
Exame realizado com o Eyer2 durante lançamento do Projeto Ártemis, no dia 09 de dezembro, em Porto Alegre (RS).
Futuro
Ao integrar genética, imagem e tecnologia, o Projeto Ártemis reforça uma tendência cada vez mais presente na saúde: o uso de dados para antecipar riscos, orientar decisões e ampliar o cuidado ao paciente.
Ana Cláudia acredita que essa abordagem pode, no futuro, contribuir para a identificação do risco de doenças como AVC, infarto e até Alzheimer, a partir da análise integrada de diferentes marcadores. “Ainda é necessário correlacionar essas informações com outros achados clínicos, mas o potencial é grande. Estamos avançando para um cenário em que será possível predizer riscos com mais precisão, combinando fatores genéticos e exames como a retinografia”, explica.
Para a neurologista, o impacto vai além dos resultados científicos. “Quando falamos em medicina de precisão, estamos falando em entender melhor cada pessoa para cuidar melhor dela. Dessa forma, conseguimos agir antes, proporcionar mais qualidade de vida e, principalmente, ampliar o acesso à saúde”, afirma.
Exame realizado com o Eyer2 durante lançamento do Projeto Ártemis, no dia 09 de dezembro, em Porto Alegre (RS).
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