A Phelcom Technologies nasceu de um propósito claro: tornar a saúde visual mais acessível. A história da empresa começou com uma experiência pessoal de Diego Lencione, um dos fundadores, que acompanhou desde a infância o comprometimento da retina e da visão de seu irmão, Welber. Isso despertou seu interesse pela saúde visual e, ao lado de Flávio Paschoal Vieira e José Augusto Stuchi, deu origem ao desenvolvimento do Eyer.
Integrado a um smartphone, o retinógrafo portátil permite capturar imagens de alta qualidade da retina de forma rápida e sem a necessidade de dilatação da pupila. A tecnologia foi desenvolvida para contribuir com a prevenção, o diagnóstico e o acompanhamento de doenças que podem levar à deficiência visual grave e à cegueira. Essas condições atingem mais de 250 milhões de pessoas no mundo e, em mais de 75% dos casos, estão relacionadas à falta de prevenção e tratamento adequado.
Hoje, o Eyer já alcançou mais de duas milhões de pessoas no Brasil e no mundo e esteve presente em mais de 200 ações sociais, levando a tecnologia para perto de quem precisa. Ao longo dessa trajetória, também passou a integrar projetos de pesquisa em diferentes regiões e contextos, contribuindo para a produção de conhecimento científico.
Tecnologia a serviço de quem mais precisa
Se a inovação nasceu para ampliar o acesso à saúde visual, foi nas ações sociais que o Eyer encontrou alguns dos cenários mais desafiadores — e mais significativos — para cumprir esse propósito.
Ao longo dos últimos dez anos, o retinógrafo portátil esteve presente em iniciativas realizadas em regiões remotas do país, comunidades indígenas e grandes mutirões de saúde, aproximando o diagnóstico oftalmológico de pessoas que muitas vezes enfrentam barreiras geográficas e de acesso aos serviços especializados.
Ação da ONG Retina Global no Quênia usou o Eyer para realizar os exames de fundo de olho.
Entre essas experiências, os mutirões de prevenção e diagnóstico do diabetes ganharam destaque por permitir o rastreamento de alterações na retina, como a retinopatia diabética, em um grande número de pessoas durante um único dia de atendimento.
Mutirão do Diabetes de Itabuna e de Blumenau
O Mutirão do Diabetes de Itabuna (BA), classificado pela International Diabetes Federation (IDF) como um dos maiores do mundo nessa categoria, foi uma das primeiras iniciativas sociais a incorporar o Eyer, em 2019.
Na época, o exame de fundo de olho era realizado de forma convencional, sem registro fotográfico — a utilização de imagens para o rastreamento de uma população tão numerosa ainda era uma experiência nova.
“Eu acredito que Deus manda as coisas no tempo certo. Mal sabíamos que, seis meses depois, o Brasil ia parar por causa de uma pandemia”, recorda o médico Rafael Andrade, presidente da ONG Unidos pelo Diabetes e coordenador do evento.
A chegada da Covid-19, em 2020, tornou inviável o modelo tradicional das campanhas, que dependia da presença de especialistas vindos de diferentes regiões do país.
“Antes da pandemia, eu contava com dez médicos especialistas. Em 2020, eu não sabia como faria, porque ninguém estava viajando de avião. Foi então que me lembrei da Phelcom. Pedi os equipamentos, eles enviaram e conseguimos realizar a campanha, com os médicos avaliando as imagens remotamente, pela nuvem e em tempo real. Fomos os únicos no país a realizar o mutirão naquele ano”, conta Andrade.
A experiência mostrou que a combinação entre o retinógrafo portátil e o EyerCloud, plataforma em nuvem para armazenamento e gerenciamento dos exames, poderia sustentar o atendimento mesmo sem a presença física de todos os especialistas.
O modelo também passou a ser utilizado em outras iniciativas, como o Mutirão do Diabetes de Blumenau (SC). “Com o mutirão cancelado em 2020, usamos o Eyer para realizar os atendimentos nos ambulatórios e postos de saúde de Blumenau durante todo o ano. Foi uma forma de manter o acompanhamento dos pacientes mesmo naquele período”, relembra o oftalmologista e organizador da campanha, Fernando Penha.
COO da Phelcom, Flávio Pascoal Vieira, e o presidente da ONG Unidos pelo Diabetes, Rafael Andrade, no Mutirão do Diabetes de Itabuna 2023.
Da imagem à inteligência artificial
Nos anos seguintes, a incorporação do EyerMaps acrescentou uma nova etapa ao fluxo. A inteligência artificial passou a auxiliar na identificação de possíveis alterações retinianas e a direcionar os casos que precisavam de avaliação especializada.
Essa etapa ganhou um apelido: “VAR”, em referência ao recurso utilizado no futebol para revisar lances. “A gente fez uma brincadeira: quando a IA indica alguma alteração no fundo do olho, o paciente vai para o ‘VAR’. Um médico, presencialmente ou de forma remota, avalia a imagem e valida o resultado”, contam.
O modelo também permitiu tornar o fluxo de atendimento mais ágil, já que a maioria dos pacientes não apresenta alterações na retina. “O paciente chega, não precisa dilatar a pupila, fazemos a fotografia com o Eyer e, se a IA não identifica nenhuma alteração, ele segue para as outras etapas do atendimento. Em Blumenau, todo esse percurso leva cerca de 40 minutos”, explica Penha.
Ao longo dos anos, as experiências de campo também se transformaram em uma fonte de aprendizado para a própria Phelcom. Novas versões do equipamento, recursos e formas de utilização foram incorporados às ações, aproximando o desenvolvimento da tecnologia das necessidades observadas no atendimento à população.
“A Phelcom, com o Eyer, promoveu uma verdadeira revolução tecnológica nos mutirões e nos ajudou a atravessar um período sombrio sem abandonar os pacientes. Ao longo dos anos, a empresa incorporou novas versões e recursos, muitos deles desenvolvidos e aprimorados a partir das experiências e dos treinamentos realizados nessas campanhas. O mutirão se tornou um verdadeiro campo de inovação, onde tecnologia e solidariedade caminham juntas. Foi muito bacana acompanhar esse processo e ver como ele contribuiu para democratizar o acesso à saúde”, afirma Andrade.
Da retinografia à digitalização do atendimento
Em 2019, ao participar pela primeira vez do mutirão, o cofundador e COO da Phelcom, Flávio Paschoal Vieira, presenciou uma cena que não saiu mais da sua cabeça: em uma pequena sala, duas voluntárias trabalhavam cercadas por pilhas de prontuários em papel.
A experiência despertou a busca por uma solução para tornar o fluxo de atendimento mais organizado e eficiente. Em 2023, a Phelcom, em parceria com a ONG Unidos pelo Diabetes, desenvolveu um aplicativo para digitalizar a jornada do paciente durante o mutirão.
A ferramenta permite acompanhar, em tempo real, o andamento dos atendimentos por meio do “mutirômetro”, painel exibido em uma televisão com informações como o número de pessoas atendidas e o tempo médio de permanência em cada etapa.
Mutirômetro exibiu dados coletados pelo aplicativo em tempo real durante o Mutirão do Diabetes de Itabuna 2023.
“Com isso, a gente promoveu uma segunda revolução dentro dos mutirões. A primeira foi a implementação da retinografia, da telemedicina e da inteligência artificial”, afirma Andrade.
A digitalização também facilitou a organização e a análise dos dados coletados durante o evento, que abrangem diferentes áreas que a diabetes pode afetar, como olhos, pés e coração. Com as informações estruturadas, tornou-se possível acompanhar a jornada dos pacientes de forma integrada e criar uma base de dados que passou a contribuir para o desenvolvimento de pesquisas científicas.
Pesquisas científicas
As imagens capturadas pelo Eyer durante o Mutirão do Diabetes de Itabuna de 2022 foram utilizadas para criar o mBRSET: um novo conjunto de dados de imagens de retina obtidas com uma câmera portátil em cenários reais de alta demanda. A base reúne 5.164 imagens de retina de 1.291 pacientes, com diferentes perfis demográficos. O artigo A portable retina fundus photos dataset for clinical, demographic, and diabetic retinopathy prediction, sobre o mBRSET, foi publicado pela revista Scientific Data, do grupo Nature.
Para avaliar a utilidade da base, os pesquisadores utilizaram modelos avançados de deep learning em tarefas de benchmarking. Os resultados demonstraram alta precisão em aplicações clínicas, como a identificação de retinopatia diabética e edema macular, além da previsão de características demográficas.
O mBRSET também se destaca por ampliar a representatividade da população brasileira na pesquisa oftalmológica. A base é o primeiro conjunto de dados público composto por imagens obtidas com câmeras portáteis e reúne registros coletados em condições reais de alta demanda, acompanhados de informações demográficas detalhadas.
Com isso, oferece uma referência para pesquisas e para o desenvolvimento de soluções de inteligência artificial aplicadas à oftalmologia, especialmente em populações de países de baixa e média renda, ainda pouco representadas em bases desse tipo.
Outra pesquisa, com dados coletados em Itabuna e Blumenau avaliou o desempenho do EyerMaps na detecção de retinopatia diabética em cenários reais de triagem. O estudo analisou as imagens de 1.257 pacientes.
Penha participou de diferentes trabalhos científicos envolvendo o Eyer e, mais recentemente, conduziu uma pesquisa sobre a prevalência da Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) em pessoas com 60 anos ou mais na região de Blumenau (SC), em parceria com o pesquisador Vinicius Ostetto.
Oftalmologista e organizador do Mutirão do Diabetes de Blumenau (SC), Fernando Penha.
O estudo está na fase final de avaliação dos dados e reúne cerca de 1,4 mil imagens de mais de 500 olhos. O trabalho também avaliou o desempenho do algoritmo e contribuiu para seu treinamento na identificação de possíveis sinais da doença nas imagens de retina.
Os resultados iniciais foram apresentados no XIX Congresso Sul-Brasileiro de Oftalmologia, realizado em maio de 2026, e receberam o prêmio de melhor trabalho entre 150 estudos inscritos.
Para Penha, a experiência representa uma via de mão dupla, na qual a pesquisa científica contribui tanto para a produção de conhecimento quanto para o aprimoramento das próprias ferramentas desenvolvidas pela Phelcom. “É muito bacana poder fazer pesquisa, que é algo de que a gente gosta, e, ao mesmo tempo, contribuir para o desenvolvimento dos softwares junto com a empresa”, afirma.
A Phelcom lançou o retinógrafo portátil Eyer2 na Argentina durante o 15º FacoExtrema, realizado de 20 a 22 de agosto, em Buenos Aires. Considerado um dos principais congressos de impacto e inovação em oftalmologia da América Latina, o evento reuniu mais de 5 mil profissionais presencialmente, além de milhares de participantes que acompanharam a programação por streaming.
A participação marcou um novo momento para a Phelcom no mercado argentino. Depois de levar o Eyer à edição de 2025 e conquistar uma presença crescente no país, a empresa aproveitou o FacoExtrema 2026 para apresentar a nova geração do equipamento, diante da expectativa de profissionais que aguardavam o lançamento.
“Apresentamos o Eyer no FacoExtrema de 2025 e tivemos uma resposta muito positiva do mercado. Conseguimos construir uma presença relevante no país, o que nos deu segurança para lançar o Eyer2 em tão pouco tempo. Os médicos já vinham pedindo pela tecnologia e, assim que obtivemos a liberação regulatória, fez sentido apresentá-la durante o evento”, afirma o gerente de operações internacionais da Phelcom, Mário Sérgio da Costa.
A Phelcom participou do congresso como expositora, em parceria com seu distribuidor local, a Internacional Óptica. Durante o evento, a empresa também registrou vendas do Eyer2 e novos negócios para os meses seguintes, além de receber profissionais interessados em conhecer a tecnologia de perto.
Exame feito com o Eyer2 durante o FacoExtrema 2026.
Eyer2
Exame de segmento anterior sendo realizado com o Eyer2.
O Eyer2 é uma verdadeira plataforma de exames visuais que permite realizar registros dos segmentos posterior e anterior com alta qualidade de imagem e em poucos segundos.
A tecnologia apoia no diagnóstico de mais de 50 doenças, dentre elas glaucoma, catarata, retinopatia diabética, DMRI, retinoblastoma, retinopatia hipertensiva, retinopatia da prematuridade e toxoplasmose ocular.
O equipamento também possibilita a detecção de diversas doenças e condições do segmento anterior do olho, como blefarite e demais alterações de cílios, disfunção das glândulas meibomianas, hordéolos, tumores conjuntivais, tumores palpebrais, catarata avançada, corpo estranho, queimaduras, lesões na córnea e ceratites em geral causadas por olho seco, lente de contato, infecções e úlceras, dentre outros.
Dentre as principais funcionalidades, destacam-se:
Registros com apenas um clique;
Ergonomia projetada para proporcionar maior comodidade durante as capturas;
Plataforma portátil de imageamento ocular capaz de realizar seis registros em um único equipamento, sem necessidade de midríase;
Retinografia colorida de alta qualidade: 55º em uma única imagem para detecção de lesões periféricas na retina;
Red free gerado instantaneamente após o registro colorido;
Registro de segmento posterior com luz infravermelha, importante para avaliação de áreas mais profundas da retina sem desconforto ao paciente, como diagnóstico de nevus de coróide e olho seco evaporativo;
Estereofoto de papila para visualização 3D da escavação;
Retinografias panorâmicas com até 120°;
Edição e gráficos para análise de cup-to-disk ratio (CDR);
Fotodocumentação em alta definição da superfície ocular para acompanhamento da progressão de patologias;
Avaliação e fotodocumentação de lesões de córnea com luz azul cobalto;
Mobilidade para atendimento em diversas clínicas, locais remotos que requerem atenção primária e exames em pacientes acamados e recém-nascidos;
Possibilidade de integração com o EyerMaps, inteligência artificial que sinaliza em segundos as áreas da retina com possíveis anomalias;
Integração com o EyerCloud, plataforma online para gerenciamento dos exames.
FacoExtrema 2026
Phelcom apresentou o retinógrafo portátil e eye camera Eyer2 com a inteligência artificial EyerMaps e a plataforma online EyerCloud.
O FacoExtrema nasceu há 15 anos com uma proposta diferente: mostrar, ao vivo e sem edição, como os oftalmologistas enfrentam casos cirúrgicos de alta complexidade. A primeira edição reuniu 60 especialistas em um centro de saúde de Berazategui, na Argentina. Desde então, o encontro cresceu e passou a receber profissionais de diferentes países das Américas e da Europa.
Em 2026, a programação reuniu mais de 5 mil participantes e contou com a presença de especialistas dos Estados Unidos, Itália, Portugal, Espanha e outros países. “De 60 para 5 mil pessoas, foi isso que aconteceu nesses 15 anos”, resume o oftalmologista Gerardo Valvecchia, diretor do congresso e especialista em cirurgia de catarata, alta miopia e transplante de córnea.
A edição deste ano manteve uma das principais características do evento: as transmissões ao vivo e sem cortes de cirurgias reais. Foram mais de 30 procedimentos de retina, catarata e glaucoma, além de outros casos considerados de alta complexidade. A programação também incluiu auditórios simultâneos, exposições comerciais e estações de treinamento cirúrgico.
Sobre a Phelcom
A Phelcom Technologies é uma medtech brasileira sediada em São Carlos, interior de São Paulo. A história da empresa começou em 2016, quando três jovens pesquisadores – um físico, um engenheiro eletrônico e um engenheiro de computação (PHysics, ELetronics, COMputing) – criaram um retinógrafo portátil integrado a um smartphone.
O primeiro protótipo da Phelcom foi inspirado pela experiência pessoal de um dos sócios, Diego Lencione, cujo irmão enfrentou uma grave condição que compromete severamente sua visão desde a infância.
Em 2019, a Phelcom lançou no mercado brasileiro o seu primeiro produto: o retinógrafo portátil Eyer. Cinco anos depois, lançou o Eyer2, uma plataforma de exames visuais que permite realizar registros dos segmentos posterior e anterior com alta qualidade de imagem. Atualmente, a tecnologia da Phelcom já beneficiou mais de duas milhões de pessoas no Brasil e em diversos países, como Estados Unidos, Japão, Chile, Colômbia, Argentina e Emirados Árabes, sendo utilizada também em mais de 200 ações sociais.
A Phelcom lança no segundo semestre de 2026 o Eyer2 Essential, novo integrante da família Eyer2, desenvolvido para a realização de exames de retina. O equipamento foi projetado para reunir alta qualidade de imagem, facilidade de transporte e recursos voltados à documentação do fundo de olho.
O lançamento atende à demanda de profissionais de saúde, como oftalmologistas e médicos de diferentes especialidades, que buscam um equipamento portátil para exames de imagem dedicado à retina com amplo campo de visão, captura de imagens sem necessidade de dilatação da pupila na maioria dos pacientes e recursos alinhados às necessidades da prática clínica.
“O Eyer2 Essential vem preencher o lugar antes ocupado pelo Eyer Retinógrafo Portátil, ou Eyer1, como é conhecido hoje o primeiro equipamento lançado pela Phelcom em 2019 e descontinuado em 2025. Para atender essa demanda, passamos a oferecer o Eyer2 Essential como uma opção com excelente custo-benefício”, ressalta a diretora de Marketing e Comercial da Phelcom, Amanda Arthur.
Retinografia com mobilidade e praticidade
Exame realizado com Eyer2 Essential.
O Eyer2 Essential foi desenvolvido para a documentação da retina por meio da retinografia colorida de alta resolução. O exame permite registrar imagens do fundo de olho para avaliação clínica, acompanhamento dos pacientes e comparação da evolução das alterações ao longo do tempo.
Entre as principais características do equipamento estão o campo de visão de 55°, foco automático, captura de imagens em poucos segundos e operação simplificada. A portabilidade também é um dos destaques: o Eyer2 Essential acompanha uma maleta compacta, com espaço para o retinógrafo e o carregador, facilitando o transporte.
Essas características ampliam as possibilidades de uso em consultórios, atendimentos externos e ações de rastreamento, especialmente em contextos nos quais equipamentos convencionais apresentam limitações de mobilidade.
“A proposta é oferecer os recursos essenciais para a realização de exames de retina, mantendo a facilidade de uso e a qualidade de imagem que caracterizam a linha Eyer2”, afirma Amanda.
O retinógrafo é integrado ao EyerCloud, plataforma online da Phelcom para gerenciamento de exames, que permite armazenar até 10 mil imagens, além de organizar os registros e acessá-los remotamente.
Uma proposta diferente dentro da família Eyer2
Eyer2 Essential faz retinografia colorida em alta resolução.
Embora faça parte da mesma família de equipamentos, o Eyer2 Essential foi desenvolvido com uma proposta diferente da versão completa do Eyer2.
De acordo com Amanda, essa diferenciação amplia as possibilidades de escolha e permite que cada profissional opte pelo modelo mais adequado às necessidades de cada serviço de saúde.
“O Eyer2 é um equipamento mais completo, capaz de realizar exames de segmento anterior e que conta com acessórios como o adaptador para lâmpada de fenda. Já o Essential reúne todos os recursos voltados aos exames de retina e, com menos acessórios e uma maleta mais compacta, oferece maior portabilidade.”
Disponível no Brasil e nos Estados Unidos
Eyer2 Essential reúne alta qualidade de imagem e facilidade de transporte.
O Eyer2 Essential passa a integrar o portfólio da Phelcom no segundo semestre de 2026 e está disponível para aquisição nos mercados brasileiro e norte-americano.
Com o lançamento, a empresa amplia a família Eyer2 com uma versão voltada exclusivamente aos exames de retina, oferecendo uma alternativa para profissionais que priorizam portabilidade sem renunciar à qualidade de imagem e da integração com o EyerCloud.
Sobre a Phelcom
A Phelcom Technologies é uma medtech brasileira sediada em São Carlos, interior de São Paulo. A história da empresa começou em 2016, quando três jovens pesquisadores – um físico, um engenheiro eletrônico e um engenheiro de computação (PHysics, ELetronics, COMputing) – criaram um retinógrafo portátil integrado a um smartphone.
O primeiro protótipo da Phelcom foi inspirado pela experiência pessoal de um dos sócios, Diego Lencione, cujo irmão enfrentou uma grave condição que compromete severamente sua visão desde a infância.
Em 2019, a Phelcom lançou no mercado brasileiro o seu primeiro produto: o retinógrafo portátil Eyer. Cinco anos depois, lançou o Eyer2, uma plataforma de exames visuais que permite realizar registros dos segmentos posterior e anterior com alta qualidade de imagem. Atualmente, a tecnologia da Phelcom já beneficiou mais de duas milhões de pessoas no Brasil e em diversos países, como Estados Unidos, Japão, Chile, Colômbia, Argentina e Emirados Árabes, sendo utilizada também em mais de 200 ações sociais.
O desenvolvedor de software Dimas Tadeu de Oliveira Júnior havia acabado de retornar da Itália – onde morou em uma caverna e viveu o sonho de ser músico – quando começou a trabalhar na Samsung, em Campinas (SP).
Na integração, a maioria dos novos funcionários vestia jeans e camiseta. “Inclusive eu. Menos um cara alto e loirão, que estava de social, todo arrumadinho”, relembra Dimas. No primeiro dia de trabalho, ele descobriu que esse cara seria o seu novo colega de equipe. Era José Augusto Stuchi, hoje um dos sócios-fundadores da Phelcom.
“Pensei: ‘somos muito diferentes. Eu, riponga total, e ele totalmente certinho. Não vai dar certo.’ E foi o contrário. A gente se encontrou no trabalho, na tecnologia e na cerveja. Foi uma amizade muito massa e que rendeu bons frutos.”
Os dois passaram três anos lado a lado, dividindo a mesa e atuando nos mesmos projetos em segurança da informação. Em 2016, durante um ano sabático de Dimas, o telefone tocou. Stuchi, junto com os sócios Diego Lencione e Flávio Pascoal Vieira, havia fundado a Phelcom e estava desenvolvendo um retinógrafo portátil, mas precisava de alguém de confiança para criar o sistema do equipamento.
O dispositivo nem tinha nome ainda. E a startup, sem dinheiro no caixa, dependia da boa vontade de quem acreditasse na ideia. “Vamos fazendo e depois, se rolar alguma coisa, vocês me pagam”, respondeu.
Ele começou a pesquisar e a testar tecnologias antes mesmo de qualquer proposta formal. Quando a Phelcom conquistou uma bolsa da FAPESP, a parceria se tornou oficial. Em fevereiro de 2017, Dimas entrou para a história da Phelcom como o seu primeiro funcionário, assumindo o cargo de Apoio Técnico a Projetos de Pesquisa.
Uma casa, muitos sonhos (e algumas histórias inusitadas)
Em São Carlos (SP), Dimas morou na própria sede da Phelcom junto com Stuchi por cerca de dois meses. Na época, a empresa funcionava em uma casa grande: na parte da frente, o escritório; nos fundos, a moradia. “Com o tempo, fui me sentindo mais à vontade e dormia em qualquer lugar, até embaixo da mesa no escritório”, recorda, entre risos.
A casa tinha ainda varanda ampla e garagem espaçosa, que quase se transformou na primeira linha de produção da empresa. “Eles chegaram a cogitar isso na época. Ainda bem que não aconteceu. Seria um desastre total, principalmente olhando para o tamanho que a empresa alcançou hoje”, brinca Dimas.
Foi nesse ambiente improvisado que os primeiros protótipos começaram a ganhar forma, de maneira totalmente artesanal. As peças, feitas na impressora 3D, eram lixadas e, na sequência, recebiam a base, a pintura e os ajustes finais.
Mas nem só de trabalho eram feitos os dias. À noite, depois de comer porco preparado no grill George Foreman do Stuchi, o grupo se reunia no quintal para jogar bola. Em algumas ocasiões, a bola ia parar na casa do vizinho. “A gente falava que tinha sido o sobrinho que chutou”.
A convivência próxima era facilitada pela amizade entre os sócios, que já se conheciam de trabalhos anteriores. O clima era de muita intimidade, com direito a brincadeiras constantes, especialmente entre Stuchi e Diego.
Primeira sede da Phelcom.
Motivação além da tecnologia
Para Dimas, aceitar o convite para entrar na Phelcom foi uma decisão movida, principalmente, por propósito. “O equipamento tinha um apelo humano muito forte. Era a chance de trabalhar com algo que realmente poderia ajudar as pessoas. E isso não é tão fácil de encontrar.”
Desde o início, havia um objetivo muito claro entre todos: fazer dar certo. Mais do que uma questão financeira, o foco estava no impacto. “O nosso sonho era melhorar o acesso à saúde.”
Outro ponto que o motivou foi o desafio de construir algo do zero. Com a autonomia que recebeu, ele aproveitou para explorar novas possibilidades. “Eu já estava há bastante tempo trabalhando com Java e queria mudar um pouco. Ali surgiu a oportunidade de trabalhar com Node e JavaScript, testando coisas novas.”
Esse ambiente de experimentação acabou se tornando um diferencial. “Foi uma descoberta para mim e para todo mundo ali. Tinha muita coisa nova acontecendo, era quase um celeiro de ideias”, afirma. Um exemplo disso é que a primeira versão do Eyer era feita com uma arminha de brinquedo, tipo uma Nerf.
Os desafios, naturalmente, eram muitos. Fazer a tecnologia funcionar era o principal deles. Além disso, havia a dificuldade de convencer outras pessoas a acreditarem na ideia e de conseguir novos financiamentos. “Éramos poucos para muito trabalho”, resume Dimas.
Os problemas técnicos também faziam parte da rotina. “Às vezes, durante uma apresentação ou coleta de imagens no hospital, o sistema simplesmente apagava os dados porque não tinha memória suficiente”, conta.
Crescimento, novos desafios e uma equipe em formação
Com o avanço do projeto, chegou o momento em que a primeira casa já não comportava mais a operação. Era preciso pensar em produção, armazenamento e na ampliação da equipe. Para viabilizar esse próximo passo, a Phelcom passou a desenvolver três projetos de consultoria, envolvendo áreas como óptica, computação e eletrônica, mas sem deixar de lado o Eyer.
A entrada desses recursos permitiu a mudança para uma nova sede, já com espaço para fábrica e uma estrutura mais adequada ao crescimento da empresa. Hoje, o local abriga a fábrica da Phelcom.
Nesse período, novos profissionais se juntaram ao time. “Entraram o Fred, na mecatrônica, o Paulo, no software, e o Nino, na eletrônica. A gente até brincava que eram os ‘trabalhadores do Apocalipse’”, conta Dimas. Com a chegada deles, o projeto ganhou outra dimensão. “Era muito trabalho, mas todos estavam focados. A gente era muito unido para fazer acontecer.” Foi também nessa fase que o segundo protótipo do Eyer começou a ganhar forma.
Dimas e Fred em um momento de descontração na Phelcom.
Mesmo com o ritmo intenso, o clima leve continuava sendo uma marca da equipe. “A gente era meio espartano. Do nada, o Stuchi gritava ‘This is Sparta!’ e todo mundo respondia junto. Era sangue no olho, mas também muita zoeira. Isso ajudava a aliviar o estresse do dia a dia”, relembra.
E, depois das 18h, o ambiente se transformava. “Parecia que as regras iam embora e começava outra fase. O Diego cantava ópera de um lado e, eu e o Fred, Iron Maiden do outro”, conta, aos risos.
Propósito que permanece
Para Dimas, muita coisa mudou ao longo dos últimos dez anos, mas a essência da Phelcom continua a mesma: a vontade de fazer acontecer, o ambiente leve e a humanização na forma de desenvolver tecnologia e no cuidado com as pessoas.
Ao olhar para a Phelcom hoje, o que mais o impressiona é o impacto gerado na saúde. “A qualidade de vida levada a milhões de pessoas, que passaram a ter acesso ao exame não tem preço”, diz. Para ele, esse propósito segue vivo no dia a dia da empresa e se reflete diretamente nos produtos. “Existe uma preocupação real com quem está do outro lado, seja o médico, o profissional de saúde ou o paciente.”
Dimas revela que um dos momentos em que mais se sentiu orgulhoso foi participar de um evento da empresa, já em uma fase mais recente. “Quando vi o tamanho que a Phelcom tinha alcançado, bateu um orgulho enorme. Um grupo pequeno, com um sonho em comum, conseguiu crescer e gerar oportunidades para tantos outros. Hoje, são muitas pessoas sonhando juntas. E isso é muito bonito de ver”, afirma.
No fim de 2017, o designer industrial Peter Martins von Zweigbergk recebeu uma ligação que marcaria o início de uma longa parceria com a recém-fundada startup Phelcom Technologies.
Do outro lado da linha estava o CEO e cofundador da Phelcom, José Augusto Stuchi, convidando-o a colaborar no desenvolvimento de um novo produto. Von Zweigbergk já conhecia Stuchi e os outros dois co-fundadores, Diego Lencione e Flávio Pascoal Vieira, de experiências profissionais anteriores.
“Duas coisas me motivaram a aceitar o convite: meu interesse por startups e o fato de o produto ser extremamente interessante, um retinógrafo portátil capaz de capturar imagens de alta qualidade em poucos minutos e sem a necessidade de dilatação da pupila”, relembra. Além disso, a afinidade com a área médica reforçou sua decisão. “É um setor que exige responsabilidade, mas também oferece a oportunidade de gerar impacto real.”
Antes de qualquer desenho ou ajuste técnico, o designer propôs um workshop estratégico. O objetivo era compreender não apenas o estágio do protótipo existente, mas também a visão de futuro da empresa.
Von Zweigbergk questionou posicionamento, estratégia e até mesmo o nome do produto, que era outro na época. “Se é para construir uma marca forte, precisamos pensar nisso agora.” A partir dessas discussões surgiu o nome Eyer, consolidando não apenas um produto, mas uma identidade.
Segundo ele, aquele momento foi decisivo para transformar um protótipo promissor em um produto preparado para o mercado. A tecnologia já era reconhecida pela qualidade das imagens, mas havia a percepção de que o equipamento precisava evoluir em acabamento, posicionamento e coerência de marca.
Peter Martins von Zweigbergk, Consultor de Design e marca da Phelcom Technologies
Do conceito ao produto: os bastidores do design do Eyer
Contratado para liderar o design do produto, Von Zweigbergk sabia que o desafio ia muito além da estética. Era necessário considerar a funcionalidade, a ergonomia, a integração ao ecossistema tecnológico e, principalmente, a experiência de uso.
Após o workshop estratégico inicial, a equipe solicitou que ele apresentasse propostas de conceito. Foi nesse momento que surgiu a ideia de uma arquitetura inspirada no uso do próprio smartphone, com uma pegada mais integrada e intuitiva. A proposta rompia com modelos tradicionais de retinógrafos e apostava em uma forma de manuseio mais alinhada à realidade do usuário.
Os primeiros conceitos foram levados para testes em hospitais. “No começo, as pessoas estranharam. Um retinógrafo que se segurava como um celular era algo novo. Mas justamente por isso fomos testar: queríamos avaliar se era confortável, se o profissional conseguiria segurar com firmeza, apertar o botão com o polegar e capturar a imagem com estabilidade”, recorda.
O ritmo de desenvolvimento foi intenso. O workshop aconteceu no início de dezembro e os primeiros protótipos estavam prontos no final de janeiro. Nos meses seguintes, a equipe se dedicou ao refinamento do conceito e ao detalhamento mecânico e eletrônico.
Entre os desafios técnicos mais relevantes estava a questão da bateria. O primeiro protótipo dependia de uma bateria interna extra, o que poderia gerar limitações logísticas, especialmente para equipamentos armazenados por longos períodos. A solução surgiu, em parte, com a adoção de uma tecnologia que começava a se popularizar naquele momento: o padrão USB-C.
A questão, daí para frente, passou a ser, como carregar a bateria do celular por meio do sistema eletrônico da Phelcom. Foi ao observar o funcionamento de um acessório do seu laptop que Von Zweigbergk percebeu que poderia adotar uma tecnologia similar para a transferência de energia. “Eu mandei informações sobre o produto para o Flávio [Flávio Pascoal Vieira, COO e cofundador da Phelcom] que estudou e implantou a solução que permitiu eliminar a bateria extra.” A incorporação dessa tecnologia possibilitou um design mais eficiente e alinhado às tendências da época.
Outro ponto crítico foi a ergonomia. Era fundamental garantir estabilidade na captura das imagens, mesmo com o manuseio semelhante ao de um smartphone. O formato, o peso e o equilíbrio do equipamento foram cuidadosamente estudados para reduzir tremores e proporcionar maior conforto durante o uso prolongado.
Do equilíbrio à inovação: os desafios do design do Eyer2
Se no Eyer o foco estava em consolidar uma arquitetura inovadora e intuitiva, o desenvolvimento do Eyer2 trouxe um novo conjunto de desafios — muitos deles relacionados à própria evolução dos smartphones e às mudanças no comportamento do mercado.
Segundo Von Zweigbergk, uma das questões mais marcantes foi a necessidade de romper com a simetria do modelo anterior, que tornava o produto naturalmente equilibrado. O Eyer tinha a ótica centralizada, o que facilitava o uso com ambas as mãos. No entanto, os fabricantes de smartphones começaram a alterar o posicionamento das câmeras, deslocando-as para os cantos superiores dos aparelhos.
A assimetria, em design, costuma ser um elemento desafiador. A busca pelo equilíbrio visual geralmente passa pela simetria, especialmente em equipamentos médicos. No Eyer2, foi necessário encontrar soluções que mantivessem a harmonia estética mesmo com uma arquitetura menos centralizada. “No começo, parecia algo difícil de resolver. Depois percebemos que é uma questão de adaptação. O importante era fazer isso de uma forma que não causasse estranhamento”, conta.
Além da mudança estrutural, houve também uma decisão estratégica de linguagem visual. O Eyer apresentava formas mais suaves, orgânicas e arredondadas. Já o Eyer2 assumiu uma estética mais técnica e geométrica, com linhas mais definidas. A intenção era deixar claro que não se tratava apenas de uma atualização incremental, mas de uma nova geração de produto.
“Queríamos quebrar um pouco a linguagem anterior para mostrar que era um novo momento. Fomos para uma estética um pouco mais quadrada, mais técnica. Isso também ajudou a acomodar melhor a assimetria, porque formas mais retangulares facilitam o alinhamento e a organização dos elementos”.
Outro ponto de evolução esteve na experiência de uso. Embora Von Zweigbergk não tenha atuado diretamente no design da interface, ele participou das discussões conceituais sobre a jornada do usuário. Uma das reflexões dizia respeito à lógica de operação do equipamento.
“Desde o começo, eu questionava: qual é a primeira coisa que o usuário quer fazer com o Eyer? Ele quer tirar uma foto. Eu defendia que fosse possível fotografar primeiro e organizar os dados depois. Às vezes o profissional quer apenas testar ou avaliar rapidamente e só depois decidir se vale a pena registrar”, ressalta.
A consolidação do Eyer como plataforma internacional
Desde o início, o desenvolvimento do Eyer foi orientado por uma diretriz clara: criar um produto premium, competitivo em escala global, mas com inteligência de projeto que permitisse oferecer mais valor por um custo mais acessível do que os concorrentes tradicionais.
A ambição não se limitava ao mercado nacional. O objetivo era posicionar o produto internacionalmente, competindo com grandes players globais. Nesse contexto, o nível de exigência era ainda maior. “Se você não é uma empresa dos Estados Unidos, precisa fazer tudo ainda melhor para competir de igual para igual”, observa Von Zweigbergk.
Essa visão estratégica influenciou diretamente as escolhas de design e engenharia. No Eyer, o foco era claro: oferecer um retinógrafo portátil de alta qualidade, com fácil manuseio, conectado ao smartphone e preparado para diferentes realidades de atendimento — de missões sociais a clínicas especializadas. O design privilegia simplicidade, portabilidade e rapidez, buscando romper barreiras de acesso à retinografia.
Já o Eyer2 representou uma ampliação desse conceito. Além de manter a portabilidade, trouxe uma abordagem mais completa e modular. O sistema passou a contar com módulos que podem ser acoplados por conexão magnética, bastando aproximá-los para que se encaixem por imantação. Essa solução tornou o equipamento mais adaptável às diferentes necessidades clínicas.
A bateria de 4000 mAh, com autonomia aproximada para até 60 exames sem recarga, reforça o compromisso com a produtividade e o uso contínuo. A ergonomia também evoluiu, acompanhando a proposta de um equipamento mais versátil, capaz de atender tanto exames do segmento posterior quanto do anterior, com múltiplos modos de captação e iluminação.
Enquanto o Eyer foi concebido para democratizar o acesso à retinografia com inteligência e portabilidade, o Eyer2 eleva a experiência diagnóstica ao integrar modularidade, desempenho e fluidez no fluxo de trabalho clínico.
Em síntese, o primeiro modelo quebrou barreiras de acesso e simplicidade; o segundo consolidou a plataforma como uma solução mais abrangente, sofisticada e alinhada às demandas da oftalmologia contemporânea — uma evolução que se reflete diretamente nas decisões de design, ergonomia, modularidade e usabilidade.
Uma cultura de abertura e excelência
Von Zweigbergk destaca que o sucesso do Eyer e do Eyer2 não se deve apenas a decisões técnicas ou estéticas, mas também à cultura construída desde os primeiros anos da Phelcom.
Com experiência em projetos para diferentes organizações, ele afirma que poucas companhias demonstram, de fato, abertura para ouvir, revisar caminhos e investir consistentemente na melhoria contínua.
Para ele, essa postura foi determinante ao longo de todo o processo de desenvolvimento dos produtos. A colaboração próxima com a equipe de engenharia, a troca constante de ideias e a disposição para ajustar rotas sempre que necessário criaram um ambiente verdadeiramente propício à inovação.
Von Zweigbergk também ressalta a complementaridade entre os três sócios fundadores como um diferencial estratégico. Segundo ele, o alinhamento entre competências técnicas, visão de mercado e gestão fortaleceu a tomada de decisões e permitiu que o design fosse tratado como parte central da estratégia — e não apenas como uma etapa final do desenvolvimento.
“Foi um grande prazer trabalhar com a equipe da Phelcom. Existe ali uma combinação rara: sócios que se complementam e que realmente querem construir algo sólido e relevante”, afirma.
Em 2026, participaremos de diversos eventos nacionais e internacionais, reforçando nosso compromisso com a inovação, a troca de conhecimento e nossa missão de tornar os exames oftalmológicos mais simples, conectados e inteligentes, contribuindo para a evolução da saúde ocular em escala global.
Confira abaixo o calendário completo dos congressos já confirmados até agora e planeje sua participação. Encontre informações sobre datas, locais e horários e não deixe de visitar os estandes da Phelcom para conhecer de perto nossas inovações tecnológicas.
congressos de OFTALMOLOGIA E SAÚDE QUE A PHELCOM ESTARÁ PRESENTE NO BRASIL em 2026
Estamos ansiosos para fortalecer conexões, compartilhar experiências e demonstrar como as nossas tecnologias podem transformar a saúde visual, impactando positivamente a vida de pacientes em todo o mundo. Nos vemos nos congressos de 2026, no Brasil e pelo mundo!
congressos de OFTALMOLOGIA E SAÚDE QUE A PHELCOM ESTEVE PRESENTE em 2026
Congresso Brasileiro de Endocrinologia e Metabolia
Data: 26 a 29 de agosto de 2026 Local: Centro de Convenções & Hotéis Windsor Cidade: Rio de Janeiro/RJ Estande da Phelcom: a confirmar Clique aqui e acesse o site oficial do evento
Preencha o formulário abaixo e entraremos em contato em breve.
Solicitar orçamento
Nossa equipe entrará em contato com você em breve.
Fechar
…complete suas informações
Depois
Obrigado por completar suas informações
FECHAR
Depois
Solicite e comece SEU TEST DRIVE
Por favor, preencha o formulário abaixo que entraremos em contato.
Obrigado!
Nosso time comercial logo entrará em contato para finalizar o processo.
FECHAR
Later
Solicite mais informações
Por favor preencha o formulário abaixo e entraremos em contato com você.
Obrigado!
Nossa equipe comercial entrará em contato em breve para finalizar o processo. Nossa equipe comercial entrará em contato em breve para finalizar o processo.
Fechar
Nós utilizamos cookies para possibilitar e aprimorar sua experiência em nosso site. Ao clicar em "Permitir todos os cookies", esse popup será fechado e você estará concordando com a coleta e uso de cookies. Para saber mais, visite nossa Política de Privacidade e Termos de Uso.