Hoje, é muito comum o uso de aplicativos para diferentes finalidades. De fato, essa ferramenta facilita o dia a dia não apenas na vida pessoal, mas também na profissional.
É o caso dos aplicativos para médicos. Os apps oferecem informações atualizadas sobre doenças, cirurgias e medicamentos, permitem discutir casos com outros especialistas e até tornam mais rápidos alguns procedimentos. E tudo isso pelo celular!
Por isso, listamos abaixo os 8 aplicativos para médicos mais úteis e promissores do mercado. Confira como funciona cada um deles!
Aplicativos para médicos
Medscape
ProDoctor CID
Figure 1
World Health Organization (WHO)
Genéricos BR
Whitebook Medicina
Epocrates
CliniCalc
1. Medscape
Sem dúvida, o Medscape é uma biblioteca ambulante. O app oferece dados sobre todas as patologias, como sintomas, diagnósticos, exames, tratamentos etc. Além disso, você pode acompanhar as principais novidades da área de saúde pela ferramenta, como novas pesquisas, medicamentos e artigos mais recentes revisados por especialistas, dentre outros.
Como exemplo, é possível pesquisar mais de seis mil medicamentos de marca, mil remédios OTC e oito mil monografias. Há também calculadoras de especialidades e identificador de comprimidos.
A tecnologia, gratuita, é reconhecida pelo Food and Drugs Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos. Já conta com mais de cinco milhões de downloads em todo o mundo e é a ferramenta mais utilizada pelos médicos.
O aplicativo está disponível para Android e iOS apenas em inglês.
2. ProDoctor CID
O aplicativo ProDoctor CID é destinado à médicos e profissionais da saúde que utilizam a CID-10 para registro e consulta. Vale ressaltar que a tabela é a 10ª revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde, publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e traduzido e atualizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Atualmente, conta com mais de 12 mil itens que podem ser pesquisados de diversas formas. Dentre elas, pelo código CID, por grupos, categorias ou subcategorias. Além do mais, demora apenas 15 segundos, em média, para listar os resultados.
O app também oferece histórico das patologias mais buscadas recentemente, permite salvar itens como favoritos e enviar códigos por e-mail.
A ferramenta está disponível em português somente para iOS e pode ser usada no modo off-line.
3. Figure 1
O Figure 1 é um aplicativo para médicos que oferece acesso gratuito e instantâneo a milhares de casos clínicos reais de todo o mundo, compartilhados por profissionais de saúde em 185 especialidades e instituições de renome. Dentre elas, BMJ, American Cancer Society, Doctors Without Borders e Mount Sinai Health System.
É possível pesquisar por especialidade, regiões do corpo e até discutir procedimentos e casos clínicos em tempo real. Apenas médicos e profissionais da saúde podem compartilhar conteúdo e comentar, mas qualquer pessoa pode acompanhar os casos pelo app. Praticamente, é uma rede social para médicos.
Para garantir a privacidade e segurança de dados do paciente, há uma equipe que realiza o processo de confidencialidade e moderação das informações incluídas na ferramenta.
Atualmente, possui mais de 1 milhão de usuários. O app está em português e disponível para Android e iOS.
4. World Health Organization (WHO)
O World Health Organization (WHO) é o aplicativo da Organização Mundial da Saúde (OMS) que reúne as principais novidades da área. Dentre elas, novas doenças, pandemias, pesquisas, medicamentos etc.
É um dos principais aplicativos para médicos, estudantes, gestores e profissionais de saúde. É gratuito, está apenas em inglês e pode ser baixado no Android e iOS.
5. Genéricos BR
O aplicativo Genéricos BR é um guia de medicamentos de referência e seus equivalentes genéricos que pode ser consultado por profissionais da área e a população, de modo geral. Sem dúvida, pode ajudar bastante na prescrição de medicamentos.
Em seguida, conheça algumas de suas funcionalidades:
Busca por princípio ativo ou medicamento de referência;
Consulta off-line a bulas dos 130 genéricos mais populares no Brasil;
Acesso rápido ao bulário eletrônico da Anvisa;
Lista de fabricantes e formas farmacêuticas de cada genérico;
Identificação de medicamentos controlados;
Opção de pesquisa pelos nomes populares das medicações.
O app é um dos mais baixados no Brasil na área médica e está disponível, gratuitamente, para Android e iOS.
6. Whitebook Medicina
O aplicativo para médicos Whitebook Medicina é desenvolvido pela Pebmed e conta com mais de 500 mil usuários no Brasil. Oferece mais de oito mil conteúdos atualizados semanalmente por uma equipe de 30 especialistas.
Além disso, conta com bulário digital de medicamentos com seis mil especificações, calculadoras, escores de medicina, guia de doenças, diversos protocolos, prescrições médicas e procedimentos clínicos. Inclusive, consulta ao CID-10 e ao Protocolo SUS.
O app pode ser acessado off-line e está disponível para Android e iOS. O médico pode utilizar a versão gratuita, limitada, ou assinar um plano mensal que libera mais recursos.
7. Epocrates
O aplicativo médico Epocrates disponibiliza um grande acervo de informações e acesso a recursos úteis na rotina do especialista.
Dentre suas principais funcionalidades, estão:
Monografias Rx e OTC: informações sobre farmacologia, prescrição e segurança, dosagem para adultos e crianças, reações adversas, contraindicações, avisos de caixa preta, considerações sobre gravidez e lactação etc;
Verificador de interação medicamentosa entre até 30 medicamentos de marca, genéricos, OTC ou alternativos;
Identificador de pílula: organizado por forma, cor, código de impressão etc;
Mais de 600 calculadoras de dosagem, equações médicas e ferramentas.
O app é em inglês e tem versão gratuita. Porém, boa parte do acesso está disponível apenas para pagantes. Pode ser baixado no Android ou iOS.
8. CliniCalc
Geralmente, os médicos precisam lembrar de uma série de cálculos complicados. O aplicativo CliniCalc promete tornar mais fácil realizar esses cálculos e lembrar pontuações, escalas e classificações com imagens de alta qualidade.
A ferramenta é uma calculadora médica que permite armazenar as fórmulas mais utilizadas, encontrar as usadas recentemente e pesquisar cálculos específicos usando palavras-chave e descrições curtas.
Nele, é possível fazer cálculo de déficit hídrico, manejo de infusão, verificar a taxa de produção urinária, variação no sódio etc. Oferece também a escala de coma de Glasgow, desde a clássica até a pediátrica, bem como o cálculo da área corporal.
Conclusão
Cada vez mais, os avanços da tecnologia auxiliam a medicina em vários setores, como exames, laudos, atendimento e gestão do consultório, dentre outros. E, sem dúvida, os aplicativos médicos surgiram para facilitar a rotina desses profissionais já tão atribulados.
Acompanhe o blog da Phelcom e fique por dentro das principais novidades em tecnologia no setor de saúde.
O armazenamento em nuvem gera diversos benefícios para consultórios, clínicas e instituições de saúde. Por meio desta tecnologia, é possível reunir todas as informações do paciente e do negócio em um único lugar, com total segurança e fácil acesso.
Ao agilizar os processos, a ferramenta facilita o dia a dia e melhora a produtividade e rentabilidade do consultório. Além disso, há sistemas que oferecem diversos tipos de funcionalidades, como relatórios e até laudo remoto de exames.
Mas, como organizar os dados em nuvem na prática? Em seguida, veja 3 dicas simples para estruturar as informações na ferramenta.
1. Escolha a ferramenta de armazenamento em nuvem
Antes de tudo, há diversas opções de armazenamento em nuvem no mercado. Inclusive, específicas para médicos, consultórios, clínicas e instituições de saúde. Para escolher a ferramenta com as funcionalidades certas, é necessário avaliar quais são as necessidades do seu negócio.
Um dos sistemas de nuvem mais populares hoje em dia é o Google Drive. De fato, ele é bem simples de usar e oferece diversas versões, tanto para pessoas físicas quanto para empresas.
Vale ressaltar que, com a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), é obrigatório o sigilo das informações. Para isso, é imprescindível que o sistema utilizado seja confiável e seguro.
2. Instale o software para uso off-line no computador
Sem dúvida, é importante salvar todas as informações tanto localmente, no seu computador, quanto na nuvem. Isso porque caso ocorram imprevistos, como faltar internet ou falha no servidor do fornecedor contratado, você ainda terá acesso aos dados no momento que precisar.
Para isso, baixe o software na sua máquina para acessá-lo em modo off-line. Se mais funcionários precisarem entrar no sistema a partir de outros computadores, opte por uma ferramenta com sincronia multipontos dos dados.
Desse modo, sempre que uma alteração for realizada, ocorrerá sincronia para envio dessa informação para o servidor na nuvem. Assim, todos terão acesso aos dados atualizados.
3. Crie e segmente os arquivos em pastas
Aqui vai uma dica bem simples: organize todos os seus arquivos em pastas! Neste sentido, a nuvem funciona de maneira parecida com o seu computador.
Primeiro, crie um sistema claro de organização. Para isso, estabeleça critérios para nomear os documentos e as pastas. Durante a distribuição dos arquivos, já verifique se não há documentos duplicados ou desnecessários, por exemplo, e exclua-os.
Uma dica importante é trabalhar com palavras-chaves nos nomes dos documentos. Desse modo, poderá encontrá-lo mais rapidamente. Segue exemplo: o cadastro de um funcionário pode ter as seguintes palavras: nome, sobrenome, setor e função.
Você também pode iniciar a segmentação das pastas por:
Pacientes: subpastas para cada um com histórico médico, exames e datas das consultas;
Controle financeiro: subpastas para balanço contábil dos últimos meses e anos, gastos com insumos, materiais, aluguel do prédio etc;
Gestão de pessoas: subpastas com holerite dos funcionários, dados cadastrais, férias etc;
Agenda on-line: subpastas por mês com datas e horários das consultas.
Esses são apenas alguns exemplos de como organizar os dados em nuvem na prática. Com o tempo, você identificará como prefere armazenar os arquivos.
Além disso, há ferramentas que já oferecem funcionalidades muito práticas, como o prontuário eletrônico, agenda on-line, laudo de exames, controle do estoque, gestão financeira e outros. Neste caso, avalie quais serviços precisa e qual é o melhor custo-benefício para o seu negócio.
Tecnologia para médicos é um assunto que interessa você? Então, acompanhe o blog da Phelcom.
Sabemos que o foco do médico é na qualidade do atendimento prestado ao paciente. Entretanto, para alcançar esse objetivo, é fundamental enxergar o consultório como um negócio que precisa ser gerido com eficiência.
Neste sentido, a tecnologia surge como uma poderosa ferramenta para facilitar a organização das diversas demandas do dia a dia. Cada vez mais, os avanços desse setor na área de saúde tornam a administração, a contabilidade e o atendimento mais simples e menos onerosos.
Quer saber quais são os principais problemas na gestão do consultório que a tecnologia auxilia? Veja abaixo.
1. Erros no agendamento de consultas e maior tempo de espera
Já aconteceu de dois pacientes estarem agendados para o mesmo horário? Ou programar um tempo inferior de consulta do que o necessário?
Esses erros fazem com que os seus pacientes esperem mais pela consulta ou até tenham que voltar outro dia. E isso gera insatisfação e menor fidelização para o seu negócio.
Para resolver essa dor de cabeça, é possível investir no agendamento de consultas on-line. A ferramenta facilita a rotina tanto do usuário, que não encara as linhas telefônicas ocupadas frequentemente, quanto dos funcionários da clínica, pois ganham em produtividade e organização.
Ou, se preferir, opte por uma agenda eletrônica em que apenas os funcionários terão acesso. Assim, você terá mais controle e estruturação dos agendamentos.
Outra solução é calcular o tempo médio das consultas. Por exemplo, reserve mais tempo para o primeiro atendimento e alguns minutos menos para o retorno, que costuma ser mais rápido.
2. Falta dos pacientes nas consultas
Infelizmente, a falta de pacientes nas consultas é um dos problemas mais comuns enfrentados pelos médicos. Muitos simplesmente esquecem do compromisso ou não conseguem comparecer no dia marcado, mas não encaram linhas ocupadas para desmarcar o atendimento.
Com o serviço de agenda dos softwares médicos, é possível confirmar a consulta com o paciente pouco antes da data, por SMS ou e-mail, por exemplo. Dessa maneira, ajuda em um dos principais problemas na gestão do consultório.
3. Perda de prontuário
O prontuário é fundamental para verificar o histórico do paciente e dar sequência no bom atendimento. E, se o registro estiver em papel, é muito mais difícil encontrá-lo devido ao grande volume de pacientes. Mais do que isso, é mais fácil perder informações importantes.
Por exemplo, é possível consultar todo o histórico do paciente, como atendimentos, exames, medicamentos e tratamentos realizados. Tudo isso possibilita a agilidade no atendimento, o diagnóstico mais preciso e a rapidez no início de tratamentos.
4. Ausência de material no estoque
Imagine precisar de um material para um procedimento simples e não ter no estoque? Com tantas demandas para resolver no dia a dia para o bom funcionamento do seu negócio, é comum esquecer de solicitar materiais com fornecedores.
Por isso, a falta de planejamento e controle de entrada e saída são alguns dos problemas na gestão do consultório mais frequentes. Para resolver esse empecilho de forma mais rápida, há no mercado diversas tecnologias que oferecem sistemas de controle do estoque totalmente eletrônicos.
Desse modo, elas conseguem automatizar uma série de processos, aumentando a produtividade e a rapidez do consultório.
Com elas, todo o catálogo estará armazenado na nuvem, em segurança e com fácil acesso. É possível acompanhar o fluxo e os gastos financeiros com relatórios e planilhas periódicas. Dessa forma, toda administração é baseada em dados, tornando as decisões mais assertivas.
Por exemplo, há ferramentas que permitem visualizar entradas por fornecedor e saídas por tipos de procedimentos. Assim, você sabe quais materiais tem maior uso e consegue negociar valores e formas de pagamentos melhores para seu negócio.
Além disso, é possível entender melhor a demanda, acabar com custos desnecessários e evitar falta de produto no estoque.
5. Insegurança dos dados on-line
Recentemente, foi promulgada a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que aumenta a segurança das informações de todo usuário de internet e elimina o compartilhamento de seus dados sem autorização.
Portanto, o indicado é contratar bons softwares médicos e com máxima segurança. Isso porque o vazamento de informações ou o uso indevido pode acarretar multa de 2% do faturamento da empresa, de acordo com a LGPD.
6. Processos inexistentes ou desorganizados
Qualquer negócio, em qualquer área, necessita de processos de organização bem claros e funcionais. Como exemplo, o atendimento ao paciente, o arquivamento de prontuários, a cobrança dos convênios, dentre outros.
Sem dúvida, quando tudo está desorganizado, pode atrapalhar o bom andamento e o faturamento da clínica.
Como são muitas tarefas, a tecnologia pode auxiliar a agilizar os processos e até a armazenar tudo em um único local, com fácil acesso e de forma intuitiva.
7. Decisões erradas por falta de informações
Sem todas as informações, como tomar uma boa decisão para o seu negócio? De fato, ter acesso aos dados completos do seu consultório faz total diferença nesse momento.
Para isso, você precisa ter em mãos indicadores eficientes como a taxa de agendamento/falta/cancelamento, ticket médio, captação de novos pacientes, retenção de usuários e faturamento, por exemplo.
E, claro que se os dados estiverem em tabelas manuais, ficará mais demorado analisá-los. Já com a adesão da tecnologia, como os sistemas médicos, todas as informações estarão centralizadas.
Mais do que isso, há ferramentas que geram relatórios automaticamente.
Por isso, tecnologias que resolvem ou facilitem problemas na gestão do consultório é um investimento importante para a saúde e prosperidade do seu negócio.
Agora, quer saber mais como resolver problemas na gestão do consultório? Acompanhe o blog da Phelcom.
O controle de estoque para clínicas é uma ferramenta de gestão essencial para o negócio. Isso porque garante que os equipamentos e materiais estejam sempre disponíveis quando necessário. E, dessa forma, impacta diretamente na boa experiência do paciente e no retorno financeiro do consultório.
Sem dúvida, o aprimoramento constante desse setor traz diversos benefícios, como mais praticidade, melhor organização, conhecimento de todos os produtos, redução de custos, menos perdas e menor retrabalho, dentre outros.
Em seguida, confira como fazer o controle de estoque para clínicas de maneira eficiente.
1. Padronize os processos
Antes de tudo: padronize os processos. Essa ação é importante para manter a organização e evitar erros.
A primeira coisa é cadastrar cada item do seu estoque. Para isso, registre o código e a descrição detalhada. Quando o produto for retirado, também é imprescindível dar baixa.
Em relação à organização, você pode arrumar de diversas maneiras. Por exemplo, colocar os materiais perecíveis de acordo com a validade e, assim, impedir a perda do material. Ou por ordem de procedimentos. Por exemplo, material para cirurgia de catarata.
Outra dica é etiquetar o estoque por cores: equipamentos para procedimentos cirúrgicos com a cor azul; descartáveis com amarelo etc. Além disso, há a possibilidade de ordenar tudo por ordem alfabética.
Ou seja: é só escolher o processo que funcione melhor para seu consultório. Depois disso, lembre-se de alinhar o método com todos os funcionários que possuem acesso ao local.
2. Garanta armazenamento adequado
A maioria dos medicamentos exigem condições especiais de armazenamento. Desse modo, é importante seguir as instruções do fornecedor, como temperatura e luz adequadas. Para isso, faça a verificação periódica dos freezers e garanta a conservação na sombra, quando indicado.
Além disso, o espaço deve ser apropriado para abrigar os materiais sem excesso. Isso facilitará a disposição dos produtos e o acesso.
Assim, evita-se desperdícios e prejuízos financeiros e garante a segurança e qualidade do material.
3. Realize o controle e conferência com frequência
De fato, há alguns itens que precisam de reposição mais frequente em relação aos outros. E, para garanti-los sempre à disposição, o controle constante do estoque é essencial.
Para isso, estabeleça os prazos de conferência. A periodicidade será decidida conforme as características da própria clínica, como número de consultas diárias e de procedimentos que necessitam de produtos do estoque.
Esse hábito ajuda a diminuir gastos desnecessários e ainda garante a disponibilidade do material no atendimento.
4. Faça um inventário
Contabilizar e conferir todos os itens por meio do inventário é fundamental no controle de estoque para clínicas. Isso porque o catálogo permite conhecer todos os produtos armazenados e o perfil de uso a partir das entradas e saídas. Além disso, auxilia no cálculo do custo do estoque com manutenção, perdas e desperdícios de materiais.
De fato, é um procedimento trabalhoso, mas que pode ser feito com frequência menor caso os processos de organização estejam em dia. Por exemplo, você pode dividir em três categorias: 1,2 e 3. Na 1, ficam os materiais de maior valor; na 2, os intermediários e, na 3, os de baixo custo.
Desse jeito, é possível fazer o inventário trimestral para os da faixa 1; semestral para os da 2 e anual para os da categoria 3. Claro, tudo dependerá das características e do processo que funcionará melhor para seu negócio.
5. Utilize indicadores
Sem dúvida, indicadores são fundamentais para verificar e acompanhar a eficiência da sua clínica. Por exemplo, um deles é o giro de estoque.
Para medi-lo, você deve fazer a seguinte conta: total de produtos e materiais utilizados / volume médio do estoque.
O resultado refletirá a eficiência geral de toda a cadeia de suprimentos, como fornecedor e até o atendimento ao paciente.
6. Cadastre os fornecedores
Manter o cadastro dos fornecedores atualizados ajuda a comprar produtos com melhor preço e qualidade. Além disso, o contato frequente e o conhecimento da melhor prática de cada um ajuda a conseguir os materiais dentro do prazo que sua clínica precisa.
7. Invista em um sistema de controle de estoque para clínicas
Mas como fazer um bom controle de estoque para clínicas com tantos procedimentos a serem seguidos? Afinal, a administração desse setor é apenas um entre vários do seu negócio.
Você pode optar por sistemas e softwares de gestão com essa finalidade. Eles conseguem automatizar uma série de processos, aumentando a produtividade e a rapidez do consultório.
Com eles, todo o catálogo estará armazenado na nuvem, em segurança e com fácil acesso. É possível acompanhar o fluxo e os gastos financeiros com relatórios e planilhas periódicas. Dessa forma, toda administração é baseada em dados, tornando as decisões mais assertivas.
Por exemplo, há ferramentas que permitem visualizar entradas por fornecedor e saídas por tipos de procedimentos. Assim, você sabe quais materiais tem maior uso e consegue negociar valores e formas de pagamentos melhores para seu negócio.
Além disso, é possível entender melhor a demanda, acabar com custos desnecessários e evitar falta de produto no estoque.
Conclusão
Por fim, essas dicas de controle de estoque para clínicas ajudarão você a manter tudo em ordem e ter mais tempo livre para o que mais importa: atender o paciente com qualidade.
Além disso, eliminará perdas e prejuízos financeiros que podem afetar o seu negócio no final do mês.
Quer saber mais sobre controle de estoque para consultórios? Acompanhe o blog da Phelcom.
A jornada do paciente do seu consultório precisa oferecer o mesmo nível de qualidade em todas as etapas para, assim, encantar e fidelizar os clientes. Inclusive, no pós-atendimento.
Mas, afinal, como proporcionar uma boa experiência ao usuário e garantir que eles voltem? Mais do que isso, que se tornem propagadores do seu trabalho e indiquem para familiares e amigos?
Em seguida, separamos 3 dicas para você aplicar já no seu pós-atendimento. De fato, não é tão simples. Entretanto, é possível! Confira.
Pós-atendimento – o que é e qual a importância?
Basicamente, o pós-atendimento é todo o relacionamento mantido com o paciente depois da consulta. O envio de um e-mail solicitando a avaliação do atendimento e/ou um SMS parabenizando pelo aniversário são alguns exemplos.
Desse modo, há chances maiores de aproximação, satisfação e fidelização do paciente. E, sem dúvida, isso gera diversos benefícios ao negócio, como menos investimentos para captar novos clientes e aumento da autoridade no mercado.
O conceito de pós-atendimento faz parte da Jornada do Paciente, que é a soma de todos os estágios em que o usuário passa: a identificação de sintomas, a decisão de marcar uma consulta, a pesquisa do melhor médico, o atendimento e a avaliação pós-consulta.
Mas, como realizar o pós-atendimento do seu consultório? Veja como logo abaixo.
1. Monte um cadastro completo e atualizado do seu paciente
Ter todos as informações do seu paciente pode ser uma grande vantagem. Isso porque são esses dados que auxiliarão na construção de uma comunicação eficiente e próxima.
Então, cadastre a idade, data de nascimento, estado civil, se possui filhos, alimentação, prática de exercícios físicos etc.
Mas, atenção: é fundamental garantir a segurança desses dados. Para isso, você pode investir em sistemas de telemedicina. Além disso, manter um prontuário eletrônico armazena, organiza, facilita e agiliza o acesso das informações, pois estão em um único local.
2. Solicite feedback com uma pesquisa de satisfação
Quer saber a opinião do paciente sobre a consulta e o pós-atendimento, se ele voltaria e/ou indicaria o seu trabalho? Então, pergunte!
Sem dúvida, a pesquisa de satisfação é uma das táticas mais eficientes de avaliação. Além de conhecer a experiência do paciente no seu consultório, ajuda a aumentar a confiança e credibilidade do seu negócio.
Você pode enviar o link com as questões por e-mail, SMS ou WhatsApp. É possível automatizar esse processo por meio de funcionalidades em softwares de gestão.
Vale ressaltar que a pesquisa precisa ser breve. Isto é, selecione perguntas diretas e essenciais para a análise e a melhoria do seu negócio.
Com os resultados em mãos, faça uma investigação profunda para conhecer quais são os pontos fortes e quais precisam de melhoria. Em seguida, desenvolva uma estratégia para trabalhar essas questões.
Se possível, sempre aplique a pesquisa de satisfação com regularidade.
3. Mantenha o contato
Que tal, no dia seguinte, enviar um SMS ao paciente dizendo que está feliz em atendê-lo e à disposição?
Use a tecnologia para manter contato no pós-atendimento! Além do exemplo acima, você pode pedir a avaliação da consulta, lembrá-lo do retorno, parabenizá-lo no aniversário e desejar boas festas.
De fato, o SMS é apenas uma das formas de abordagem. Você pode usar também o e-mail e o WhatsApp.
Aliás, o e-mail permite envio de conteúdos mais longos. Por exemplo, você pode falar sobre novidades na área de saúde que o interessem, dar dicas de prevenção e anunciar inovações do consultório, dentre outros.
Com isso, há a demonstração de atenção e cuidado contínuo com seus pacientes. Desse jeito, eles perceberão a preocupação com o bem-estar deles, o que pode refletir diretamente na evolução do tratamento.
E, claro, para agilizar todo esse processo, opte por sistemas de automatização de envio de mensagens. Além da rapidez, eles garantem também a segurança das informações.
Conclusão
Por fim, hoje em dia é fundamental manter o contanto com o paciente e, assim, conseguir fidelizá-lo e transformá-lo em propagador dos seus serviços. Para isso, essas dicas ajudarão a colocar em prática um pós-atendimento de qualidade e infalível.
Acompanhe o blog da Phelcom e veja dicas de gestão e empreendedorismo.
De fato, a inteligência artificial na medicina diagnóstica vem apresentando resultados positivos e promissores. Mais do que isso, o desenvolvimento de softwares cada vez mais inovadores vem revolucionando o setor ao entregar mais rapidez, precisão, qualidade, acessibilidade e redução de custos para pacientes, profissionais e instituições envolvidas.
Sem dúvida, o emprego de sistemas informatizados e símbolos computacionais na previsão e imitação do comportamento humano impacta diretamente na saúde do paciente e na redução dos gastos em tratamentos, dentre outros inúmeros benefícios.
Por isso, conheça neste artigo 4 tecnologias que aplicam a inteligência artificial na medicina diagnóstica: retinógrafo portátil, softwares de emissão de laudo à distância, teste genético para câncer de mama e software para mamografia.
1. Retinógrafo portátil
Retinógrafo portátil foi um dos principais equipamentos utilizados no projeto Unidos pelo Diabetes em Ação, em Itabuna (BA).
Acoplado a um smartphone, o retinógrafo portátil realiza exames de retina de alta qualidade, em poucos minutos e sem a necessidade de dilatação da pupila. Integrado a uma plataforma online, os dados são enviados automaticamente e podem ser analisados por um especialista em qualquer lugar do mundo. Ou seja, permite o diagnóstico remoto.
Em seguida, veja quais são as funcionalidades do equipamento:
Exame de retina pelo celular com alta qualidade;
Diagnósticos precisos e rápidos;
Custo mais baixo em relação aos retinógrafos tradicionais;
Portabilidade, o que permite realizar exames em vários locais;
Democratização dos exames de retina, principalmente em locais com pouca infraestrutura de serviços de qualidade na área, como médicos, profissionais de saúde, equipamentos, medicamentos etc;
Maior rapidez no atendimento, por meio de sistemas informatizados integrados a uma plataforma online com acesso via computadores, celulares e tablets;
Facilidade na realização de exames, que podem ser feitos em clínicas e postos de saúde;
Diagnóstico feito por especialistas e profissionais de referência, localizados em qualquer lugar do mundo;
Redução do tempo de atendimento e de custos operacionais;
Diminuição do deslocamento de pacientes a hospitais e grandes centros urbanos;
Melhora na qualidade dos laudos emitidos;
Sem utilização de colírios para a dilatação da pupila;
Aumento na prevenção e diagnóstico precoce de doenças como retinopatia diabética, glaucoma, catarata, degeneração macular, retinoblastoma, deslocamento da retina, retinopatia da prematuridade e cegueira, dentre outras.
No Brasil, a startup Phelcom Technologies disponibiliza o retinógrafo portártil Phelcom Eyer. Além disso, também oferece a plataforma on-line Eyer Cloud, que permite armazenar e gerenciar os exames dos pacientes. Além de garantir o backup dos dados em um servidor seguro, o médico tem todos os dados organizados em uma interface amigável, funcional e intuitiva.
Softwares de emissão de laudo à distância
Além de possibilitar o diagnóstico remoto, alguns softwares de emissão de laudo à distância trabalham com o princípio de machine learning, uma das aplicações de IA. Em português, o termo significa “aprendizado de máquina”.
E como funciona? Basicamente, ele coleta dados, aprende com eles e melhora automaticamente. E isso sem ser necessariamente programado.
Na medicina diagnóstica, a ferramenta avalia um extenso banco de dados de sintomas de pacientes para encontrar padrões para cada doença. Dessa maneira, o software consegue verificar se o indivíduo possui determinada enfermidade de acordo com os indícios que apresenta.
No Brasil, há alguns sistemas disponíveis. Por exemplo, o do Portal Telemedicina compara analiticamente exames presenciais a casos similares de uma base de dados com 30 milhões de imagens e exames.
A plataforma elabora recomendações médicas com critérios confiáveis e precisos ao usar a Deep Learning. Esse método baseia-se em algoritmos complexos que imitam a rede neural do nosso cérebro, conferindo ao sistema uma capacidade de detectar achados médicos em nível sobre-humano.
Se o exame médico e a recomendação do algoritmo não baterem, o exame é encaminhado a outros três especialistas para uma avaliação mais detalhada. Inclusive, o programa incorpora aprendizados a cada laudo emitido, acumulando repertório clínico à sua base de dados.
Outro aspecto inovador é sua capacidade de fazer uma triagem automática dos exames, permitindo que os casos emergenciais tenham prioridade na fila do médico.
Software para laudo de mamografias
Imagine identificar com exatidão o local da mama em que há uma alteração suspeita e, ainda por cima, facilitar a biópsia? Alguns softwares de inteligência artificial estão conseguindo detectar com maior precisão o câncer de mama.
Aliás, um deles consegue prever padrões incomuns da imagem feita pela mamografia e apontar a região em que é necessário averiguar melhor. O algoritmo foi criado pela Dasa em parceria com a CureMetrix, uma startup americana.
Já outro software desenvolvido pelo Google pode ser a “segunda opinião” médica sobre a mamografia. Isso porque o algoritmo apresentou 11,5% mais acertos em relação a análise humana.
Porém, quando avaliado por dois médicos, os humanos apresentam o mesmo resultado que a máquina. E, como é comum que dois especialistas analisem a imagem, a ferramenta do Google pode ser o “segundo especialista”.
Teste genético – EndoPredict
A inteligência artificial na medicina diagnóstica também está conseguindo prever o desenvolvimento de câncer de mama e possível metástase pelos próximos anos.
Por exemplo, o teste genético EndoPredict avalia 12 genes do tecido tumoral relacionados à probabilidade de recidiva. O resultado é uma pontuação que aponta se a chance é alta ou baixa de o câncer se espalhar para outro lugar do corpo pelos próximos dez anos. Desse modo, a quimioterapia foi evitada em 70% das pacientes com nódulos negativos em estudos clínicos.
Entretanto, o teste é indicado apenas para diagnósticos recentes da doença e em estágio inicial. Além disso, com positivo para receptores de estrogênio e negativo para a proteína HER2.
O teste é oferecido com exclusividade pela GeneOne, laboratório de genômica da Dasa.
Com mais de 90 mil avaliações de exames no banco de dados, a IA aprendeu os padrões sutis no tecido mamário que são precursores de tumores malignos.
O modelo da equipe foi significativamente melhor na previsão de risco do que as abordagens existentes. Isso porque posicionou com precisão 31% de todos os pacientes com câncer em sua categoria de maior risco, em comparação com apenas 18% dos modelos tradicionais.
Conclusão
Com toda a certeza, a inteligência artificial na medicina diagnóstica revolucionará o setor e auxiliará médicos e serviços de saúde a aumentar a produtividade e atender mais pessoas.
E, sem dúvida, também é essencial para democratizar o acesso à saúde. Principalmente em locais com pouca infraestrutura de serviços de qualidade na área, como médicos, profissionais de saúde, equipamentos, medicamentos etc.
De fato, os algoritmos inteligentes não substituirão os médicos especializados nesse tipo de diagnóstico. Mas, pode servir como apoio, oferecendo maior segurança e precisão aos laudos.
Inteligência artificial na medicina diagnóstica é um assunto que interessa você? Então, acompanhe o blog da Phelcom.
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