Os olhos são o espelho da alma, já diz a popular frase. Quando a empregamos na área da saúde, talvez possamos adaptá-la um pouco para “os olhos são o espelho do corpo”. Isso porque várias doenças que afetam o nosso organismo se manifestam também pelos olhos, de forma sintomática ou assintomática.
Desse modo, os exames dos olhos conseguem identificar indícios de comportamentos anormais na nossa estrutura física. Com isso, podem ajudar na formação do diagnóstico final do paciente. Por exemplo, a retinografia e a fundoscopia podem detectar distúrbios infecciosos, crônicos, vasculares, neurológicos, hematológicos, reumáticos e, claro, também dos olhos.
Em seguida, conheça as principais doenças de 10 especialidades que podem ser diagnosticadas com o auxílio de exames dos olhos.
Especialidades que podem recorrer ao exame dos olhos para diagnósticos, além da oftalmologia:
Neurologia
Endocrinologia
Cardiologia
Infectologia
Obstetrícia
Pediatria
Reumatologia
Hematologia
Principais doenças que podem ser detectadas por meio de exames dos olhos:
1. Neurologia
Aneurisma cerebral
Risco de AVC
Esclerose múltipla
Papiledema
Tumor na cabeça
2. Endocrinologia
Diabetes
Retinopatia diabética
Hipotireoidismo
Hipertireoidismo
Oftalmopatia de Graves
Acromegalia
Tumor de Hipófise
3. Cardiologia
Hipertensão
Retinopatia hipertensiva
4. Infectologia
Toxoplasmose
Aids
Sífilis
Sarcoma de Kaposi
Botulismo
Endoftalmite por Candida
Dengue
Doença de Chagas
Tuberculose
5. Obstetrícia
Pré-eclâmpsia
Eclâmpsia
6. Pediatria
Retinoblastoma
7. Reumatologia
Artrite reumatoide
Arterite de Takayasu
Doença de Behçet
Lúpus Eritematoso Sistêmico
8. Hematologia
Anemia
Linfomas
Leucemias
Estudos investigam se exames dos olhos detectam sinais de doenças neurodegenerativas
Além das 33 doenças listadas acima, diversas pesquisas investigam se Alzheimer e Parkinson também podem ser detectados com o auxílio de exames dos olhos.
“A descoberta mais importante foi que uma doença cerebral foi diagnosticada com uma imagem simples do olho. O diagnóstico pode ser feito em menos de um minuto e o custo do equipamento é muito menor em relação a uma tomografia computadorizada ou ressonância magnética”, afirma o pesquisador responsável, Maximillian Diaz.
O exame permite que os médicos vejam os menores vasos sanguíneos na parte de trás do olho. Como a retina é uma extensão do cérebro e compartilha muitas semelhanças com o órgão, os pesquisadores acreditam que a sua deterioração pode reproduzir as mudanças que ocorrem nos vasos sanguíneos no cérebro.
Dessa forma, o problema pode ser identificado já na fase inicial, além de ocorrer de forma rápida, não invasiva e com custo baixo.
Conclusão
Diversas doenças podem causar alterações na estrutura do olho, como na retina e no nervo óptico, e assim denunciar a possibilidade de algum problema no organismo.
Diversos exames dos olhos, como mapeamento de retina, fundoscopia e retinografia, podem auxiliar na formação do diagnóstico final de 33 doenças, de 10 especialidades.
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É comum recorrer à midríase para realizar exames oftalmológicos que necessitam de visualização completa da estrutura do olho. Como a prática permite avaliar o cristalino em toda sua extensão, auxilia no diagnóstico de doenças como glaucoma, retinopatia diabética e DMRI, dentre outras.
Porém, dilatar a pupila também traz algumas desvantagens ao médico e paciente, ainda mais em meio à atual pandemia. Por exemplo, menor número de atendimento diário devido à limitação de pessoas na sala de espera, necessidade de acompanhante e desconforto ao paciente.
Por isso, o equipamento não midriático ganha cada vez mais espaço nos consultórios, clínicas e hospitais. Isso porque garante a alta qualidade do exame, aumenta a produtividade e, consequentemente, gera maior rentabilidade.
Em seguida, conheça as vantagens de fazer exame não midriático no paciente e aparelhos que oferecem essa possibilidade.
Não midriático: vantagens
1) Aumento no número de atendimentos
O paciente precisa aguardar na sala de espera a dilatação completa da pupila para, assim, passar pelo exame. E esse processo leva um tempo considerável. Somado a isso, também temos a obrigação de acompanhante.
Dessa forma, são dois lugares ocupados que já poderiam receber outras pessoas, por exemplo. Além disso, é preciso manter distanciamento adequado entre os pacientes na sala de espera, o que diminui a quantidade de pessoas permitidas no ambiente.
O exame não midriático elimina o tempo de espera para o colírio agir e o tempo do exame, diminui o período de atendimento e a necessidade de levar companhia.
Ou seja: mais espaço disponível na agenda e no consultório para você atender mais pacientes!
2) Alta qualidade do exame
A retirada do uso de midríase na realização de alguns exames oftalmológicos não afeta a qualidade do resultado. Pelo contrário, há equipamentos não midriáticos que oferecem ainda mais nitidez nas fotografias de fundo do olho.
Para isso, investem em tecnologias que captam as imagens pela própria dilatação natural do paciente. Inclusive, em locais com pouca luz.
3) Menos uso de colírios anestésicos
Outra vantagem do exame não midriático é diminuir o uso de colírios anestésicos no consultório. Dessa forma, reduz os custos com a compra desse material necessário para evitar ardência no olho do paciente e que, geralmente, tem o custo mais elevado em relação ao produto sem anestésico.
4) Conforto e rapidez no exame em crianças
Raramente é necessário documentar o fundo de olho de crianças. Porém, quando precisa, a dilatação da pupila traz desconfortos para os pequenos. E, com o adeus à midríase, aumentamos o bem-estar e a rapidez do exame.
Outra possibilidade interessante do não midriático é documentar precocemente o fundo de olho e, assim, acompanhar a evolução ao longo da vida adulta.
5) Conforto ao paciente
Sem dúvida, é muito vantajoso o uso do não midriático para o paciente: menos desconforto com a dilatação da pupila, sem necessidade de arranjar um acompanhante disponível e menor tempo no consultório. Com a pandemia, as duas últimas vantagens são ainda mais relevantes.
6) Mais segurança na execução do exame
De fato, é bastante seguro ao paciente a dilatação da pupila para exames oftalmológicos. Porém, em poucos casos, podem ocorrer reações como alergia ao colírio, tontura ou mal-estar. E, em raríssimas situações, complicações mais graves, como crise de glaucoma agudo, principalmente em pacientes com o ângulo da câmara anterior estreito, geralmente relacionado ao alto grau de miopia (a partir de seis graus).
Como é difícil ter previsões assertivas das possíveis reações, a retirada da midríase de alguns exames elimina o risco de complicações.
Não midriático – aparelhos
Há diversos equipamentos não midriáticos no mercado, desde de mesa até portáteis. O smartdevice Phelcom Eyer é um deles.
O Phelcom Eyer é o primeiro retinógrafo portátil com qualidade de equipamento de mesa. Acoplado ao smartphone, realiza exames de retina em alta qualidade, sem a necessidade de dilatação da pupila e em menos de um minuto.
Como é de fácil operação, um profissional da saúde minimamente treinado já pode fazer o exame.
A tecnologia conta com a função Autofoco que compensa os erros refrativos do paciente no intervalo de -15D até +20D, permitindo exames de retina com alto nível de detalhes. Como utiliza a própria dilatação natural do paciente, consegue fazer imagens até em ambientes com pouca luz.
Outra funcionalidade é exames panorâmicos com campo visual de mais de 100 graus, pois o Eyer possui pontos de fixação interna que auxiliam na captura e geração das imagens panorâmicas.
Além disso, é conectado a uma plataforma on-line, o Eyer Cloud, que armazena em nuvem e organiza todos os exames realizados.
Conheça as principais características da tecnologia:
Tipo: Retinógrafo digital não midriático
Campo de visão: 45 graus
Resolução: Sensor de 12 Mega Pixeis
Exames: Colorido, Red Free e Segmento Anterior
Pontos internos: 9 pontos de fixação para mapeamento periférico
Foco: -15D a +20D com auto-foco
Pupila: Tamanho mínimo de 3mm
Formato: JPEG, PDF e DICOM
Conclusão
Sem dúvida, os exames não midriáticos trazem diversos benefícios para médicos: rapidez nos exames e, consequentemente, aumento no número de atendimentos e na rentabilidade do consultório; resultados de alta qualidade; redução de custos com colírios anestésicos; rapidez na avaliação de crianças e maior segurança na execução do exame.
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Hoje, é muito comum o uso de aplicativos para diferentes finalidades. De fato, essa ferramenta facilita o dia a dia não apenas na vida pessoal, mas também na profissional.
É o caso dos aplicativos para médicos. Os apps oferecem informações atualizadas sobre doenças, cirurgias e medicamentos, permitem discutir casos com outros especialistas e até tornam mais rápidos alguns procedimentos. E tudo isso pelo celular!
Por isso, listamos abaixo os 8 aplicativos para médicos mais úteis e promissores do mercado. Confira como funciona cada um deles!
Aplicativos para médicos
Medscape
ProDoctor CID
Figure 1
World Health Organization (WHO)
Genéricos BR
Whitebook Medicina
Epocrates
CliniCalc
1. Medscape
Sem dúvida, o Medscape é uma biblioteca ambulante. O app oferece dados sobre todas as patologias, como sintomas, diagnósticos, exames, tratamentos etc. Além disso, você pode acompanhar as principais novidades da área de saúde pela ferramenta, como novas pesquisas, medicamentos e artigos mais recentes revisados por especialistas, dentre outros.
Como exemplo, é possível pesquisar mais de seis mil medicamentos de marca, mil remédios OTC e oito mil monografias. Há também calculadoras de especialidades e identificador de comprimidos.
A tecnologia, gratuita, é reconhecida pelo Food and Drugs Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos. Já conta com mais de cinco milhões de downloads em todo o mundo e é a ferramenta mais utilizada pelos médicos.
O aplicativo está disponível para Android e iOS apenas em inglês.
2. ProDoctor CID
O aplicativo ProDoctor CID é destinado à médicos e profissionais da saúde que utilizam a CID-10 para registro e consulta. Vale ressaltar que a tabela é a 10ª revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde, publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e traduzido e atualizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Atualmente, conta com mais de 12 mil itens que podem ser pesquisados de diversas formas. Dentre elas, pelo código CID, por grupos, categorias ou subcategorias. Além do mais, demora apenas 15 segundos, em média, para listar os resultados.
O app também oferece histórico das patologias mais buscadas recentemente, permite salvar itens como favoritos e enviar códigos por e-mail.
A ferramenta está disponível em português somente para iOS e pode ser usada no modo off-line.
3. Figure 1
O Figure 1 é um aplicativo para médicos que oferece acesso gratuito e instantâneo a milhares de casos clínicos reais de todo o mundo, compartilhados por profissionais de saúde em 185 especialidades e instituições de renome. Dentre elas, BMJ, American Cancer Society, Doctors Without Borders e Mount Sinai Health System.
É possível pesquisar por especialidade, regiões do corpo e até discutir procedimentos e casos clínicos em tempo real. Apenas médicos e profissionais da saúde podem compartilhar conteúdo e comentar, mas qualquer pessoa pode acompanhar os casos pelo app. Praticamente, é uma rede social para médicos.
Para garantir a privacidade e segurança de dados do paciente, há uma equipe que realiza o processo de confidencialidade e moderação das informações incluídas na ferramenta.
Atualmente, possui mais de 1 milhão de usuários. O app está em português e disponível para Android e iOS.
4. World Health Organization (WHO)
O World Health Organization (WHO) é o aplicativo da Organização Mundial da Saúde (OMS) que reúne as principais novidades da área. Dentre elas, novas doenças, pandemias, pesquisas, medicamentos etc.
É um dos principais aplicativos para médicos, estudantes, gestores e profissionais de saúde. É gratuito, está apenas em inglês e pode ser baixado no Android e iOS.
5. Genéricos BR
O aplicativo Genéricos BR é um guia de medicamentos de referência e seus equivalentes genéricos que pode ser consultado por profissionais da área e a população, de modo geral. Sem dúvida, pode ajudar bastante na prescrição de medicamentos.
Em seguida, conheça algumas de suas funcionalidades:
Busca por princípio ativo ou medicamento de referência;
Consulta off-line a bulas dos 130 genéricos mais populares no Brasil;
Acesso rápido ao bulário eletrônico da Anvisa;
Lista de fabricantes e formas farmacêuticas de cada genérico;
Identificação de medicamentos controlados;
Opção de pesquisa pelos nomes populares das medicações.
O app é um dos mais baixados no Brasil na área médica e está disponível, gratuitamente, para Android e iOS.
6. Whitebook Medicina
O aplicativo para médicos Whitebook Medicina é desenvolvido pela Pebmed e conta com mais de 500 mil usuários no Brasil. Oferece mais de oito mil conteúdos atualizados semanalmente por uma equipe de 30 especialistas.
Além disso, conta com bulário digital de medicamentos com seis mil especificações, calculadoras, escores de medicina, guia de doenças, diversos protocolos, prescrições médicas e procedimentos clínicos. Inclusive, consulta ao CID-10 e ao Protocolo SUS.
O app pode ser acessado off-line e está disponível para Android e iOS. O médico pode utilizar a versão gratuita, limitada, ou assinar um plano mensal que libera mais recursos.
7. Epocrates
O aplicativo médico Epocrates disponibiliza um grande acervo de informações e acesso a recursos úteis na rotina do especialista.
Dentre suas principais funcionalidades, estão:
Monografias Rx e OTC: informações sobre farmacologia, prescrição e segurança, dosagem para adultos e crianças, reações adversas, contraindicações, avisos de caixa preta, considerações sobre gravidez e lactação etc;
Verificador de interação medicamentosa entre até 30 medicamentos de marca, genéricos, OTC ou alternativos;
Identificador de pílula: organizado por forma, cor, código de impressão etc;
Mais de 600 calculadoras de dosagem, equações médicas e ferramentas.
O app é em inglês e tem versão gratuita. Porém, boa parte do acesso está disponível apenas para pagantes. Pode ser baixado no Android ou iOS.
8. CliniCalc
Geralmente, os médicos precisam lembrar de uma série de cálculos complicados. O aplicativo CliniCalc promete tornar mais fácil realizar esses cálculos e lembrar pontuações, escalas e classificações com imagens de alta qualidade.
A ferramenta é uma calculadora médica que permite armazenar as fórmulas mais utilizadas, encontrar as usadas recentemente e pesquisar cálculos específicos usando palavras-chave e descrições curtas.
Nele, é possível fazer cálculo de déficit hídrico, manejo de infusão, verificar a taxa de produção urinária, variação no sódio etc. Oferece também a escala de coma de Glasgow, desde a clássica até a pediátrica, bem como o cálculo da área corporal.
Conclusão
Cada vez mais, os avanços da tecnologia auxiliam a medicina em vários setores, como exames, laudos, atendimento e gestão do consultório, dentre outros. E, sem dúvida, os aplicativos médicos surgiram para facilitar a rotina desses profissionais já tão atribulados.
Acompanhe o blog da Phelcom e fique por dentro das principais novidades em tecnologia no setor de saúde.
O armazenamento em nuvem gera diversos benefícios para consultórios, clínicas e instituições de saúde. Por meio desta tecnologia, é possível reunir todas as informações do paciente e do negócio em um único lugar, com total segurança e fácil acesso.
Ao agilizar os processos, a ferramenta facilita o dia a dia e melhora a produtividade e rentabilidade do consultório. Além disso, há sistemas que oferecem diversos tipos de funcionalidades, como relatórios e até laudo remoto de exames.
Mas, como organizar os dados em nuvem na prática? Em seguida, veja 3 dicas simples para estruturar as informações na ferramenta.
1. Escolha a ferramenta de armazenamento em nuvem
Antes de tudo, há diversas opções de armazenamento em nuvem no mercado. Inclusive, específicas para médicos, consultórios, clínicas e instituições de saúde. Para escolher a ferramenta com as funcionalidades certas, é necessário avaliar quais são as necessidades do seu negócio.
Um dos sistemas de nuvem mais populares hoje em dia é o Google Drive. De fato, ele é bem simples de usar e oferece diversas versões, tanto para pessoas físicas quanto para empresas.
Vale ressaltar que, com a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), é obrigatório o sigilo das informações. Para isso, é imprescindível que o sistema utilizado seja confiável e seguro.
2. Instale o software para uso off-line no computador
Sem dúvida, é importante salvar todas as informações tanto localmente, no seu computador, quanto na nuvem. Isso porque caso ocorram imprevistos, como faltar internet ou falha no servidor do fornecedor contratado, você ainda terá acesso aos dados no momento que precisar.
Para isso, baixe o software na sua máquina para acessá-lo em modo off-line. Se mais funcionários precisarem entrar no sistema a partir de outros computadores, opte por uma ferramenta com sincronia multipontos dos dados.
Desse modo, sempre que uma alteração for realizada, ocorrerá sincronia para envio dessa informação para o servidor na nuvem. Assim, todos terão acesso aos dados atualizados.
3. Crie e segmente os arquivos em pastas
Aqui vai uma dica bem simples: organize todos os seus arquivos em pastas! Neste sentido, a nuvem funciona de maneira parecida com o seu computador.
Primeiro, crie um sistema claro de organização. Para isso, estabeleça critérios para nomear os documentos e as pastas. Durante a distribuição dos arquivos, já verifique se não há documentos duplicados ou desnecessários, por exemplo, e exclua-os.
Uma dica importante é trabalhar com palavras-chaves nos nomes dos documentos. Desse modo, poderá encontrá-lo mais rapidamente. Segue exemplo: o cadastro de um funcionário pode ter as seguintes palavras: nome, sobrenome, setor e função.
Você também pode iniciar a segmentação das pastas por:
Pacientes: subpastas para cada um com histórico médico, exames e datas das consultas;
Controle financeiro: subpastas para balanço contábil dos últimos meses e anos, gastos com insumos, materiais, aluguel do prédio etc;
Gestão de pessoas: subpastas com holerite dos funcionários, dados cadastrais, férias etc;
Agenda on-line: subpastas por mês com datas e horários das consultas.
Esses são apenas alguns exemplos de como organizar os dados em nuvem na prática. Com o tempo, você identificará como prefere armazenar os arquivos.
Além disso, há ferramentas que já oferecem funcionalidades muito práticas, como o prontuário eletrônico, agenda on-line, laudo de exames, controle do estoque, gestão financeira e outros. Neste caso, avalie quais serviços precisa e qual é o melhor custo-benefício para o seu negócio.
Tecnologia para médicos é um assunto que interessa você? Então, acompanhe o blog da Phelcom.
Sabemos que o foco do médico é na qualidade do atendimento prestado ao paciente. Entretanto, para alcançar esse objetivo, é fundamental enxergar o consultório como um negócio que precisa ser gerido com eficiência.
Neste sentido, a tecnologia surge como uma poderosa ferramenta para facilitar a organização das diversas demandas do dia a dia. Cada vez mais, os avanços desse setor na área de saúde tornam a administração, a contabilidade e o atendimento mais simples e menos onerosos.
Quer saber quais são os principais problemas na gestão do consultório que a tecnologia auxilia? Veja abaixo.
1. Erros no agendamento de consultas e maior tempo de espera
Já aconteceu de dois pacientes estarem agendados para o mesmo horário? Ou programar um tempo inferior de consulta do que o necessário?
Esses erros fazem com que os seus pacientes esperem mais pela consulta ou até tenham que voltar outro dia. E isso gera insatisfação e menor fidelização para o seu negócio.
Para resolver essa dor de cabeça, é possível investir no agendamento de consultas on-line. A ferramenta facilita a rotina tanto do usuário, que não encara as linhas telefônicas ocupadas frequentemente, quanto dos funcionários da clínica, pois ganham em produtividade e organização.
Ou, se preferir, opte por uma agenda eletrônica em que apenas os funcionários terão acesso. Assim, você terá mais controle e estruturação dos agendamentos.
Outra solução é calcular o tempo médio das consultas. Por exemplo, reserve mais tempo para o primeiro atendimento e alguns minutos menos para o retorno, que costuma ser mais rápido.
2. Falta dos pacientes nas consultas
Infelizmente, a falta de pacientes nas consultas é um dos problemas mais comuns enfrentados pelos médicos. Muitos simplesmente esquecem do compromisso ou não conseguem comparecer no dia marcado, mas não encaram linhas ocupadas para desmarcar o atendimento.
Com o serviço de agenda dos softwares médicos, é possível confirmar a consulta com o paciente pouco antes da data, por SMS ou e-mail, por exemplo. Dessa maneira, ajuda em um dos principais problemas na gestão do consultório.
3. Perda de prontuário
O prontuário é fundamental para verificar o histórico do paciente e dar sequência no bom atendimento. E, se o registro estiver em papel, é muito mais difícil encontrá-lo devido ao grande volume de pacientes. Mais do que isso, é mais fácil perder informações importantes.
Por exemplo, é possível consultar todo o histórico do paciente, como atendimentos, exames, medicamentos e tratamentos realizados. Tudo isso possibilita a agilidade no atendimento, o diagnóstico mais preciso e a rapidez no início de tratamentos.
4. Ausência de material no estoque
Imagine precisar de um material para um procedimento simples e não ter no estoque? Com tantas demandas para resolver no dia a dia para o bom funcionamento do seu negócio, é comum esquecer de solicitar materiais com fornecedores.
Por isso, a falta de planejamento e controle de entrada e saída são alguns dos problemas na gestão do consultório mais frequentes. Para resolver esse empecilho de forma mais rápida, há no mercado diversas tecnologias que oferecem sistemas de controle do estoque totalmente eletrônicos.
Desse modo, elas conseguem automatizar uma série de processos, aumentando a produtividade e a rapidez do consultório.
Com elas, todo o catálogo estará armazenado na nuvem, em segurança e com fácil acesso. É possível acompanhar o fluxo e os gastos financeiros com relatórios e planilhas periódicas. Dessa forma, toda administração é baseada em dados, tornando as decisões mais assertivas.
Por exemplo, há ferramentas que permitem visualizar entradas por fornecedor e saídas por tipos de procedimentos. Assim, você sabe quais materiais tem maior uso e consegue negociar valores e formas de pagamentos melhores para seu negócio.
Além disso, é possível entender melhor a demanda, acabar com custos desnecessários e evitar falta de produto no estoque.
5. Insegurança dos dados on-line
Recentemente, foi promulgada a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que aumenta a segurança das informações de todo usuário de internet e elimina o compartilhamento de seus dados sem autorização.
Portanto, o indicado é contratar bons softwares médicos e com máxima segurança. Isso porque o vazamento de informações ou o uso indevido pode acarretar multa de 2% do faturamento da empresa, de acordo com a LGPD.
6. Processos inexistentes ou desorganizados
Qualquer negócio, em qualquer área, necessita de processos de organização bem claros e funcionais. Como exemplo, o atendimento ao paciente, o arquivamento de prontuários, a cobrança dos convênios, dentre outros.
Sem dúvida, quando tudo está desorganizado, pode atrapalhar o bom andamento e o faturamento da clínica.
Como são muitas tarefas, a tecnologia pode auxiliar a agilizar os processos e até a armazenar tudo em um único local, com fácil acesso e de forma intuitiva.
7. Decisões erradas por falta de informações
Sem todas as informações, como tomar uma boa decisão para o seu negócio? De fato, ter acesso aos dados completos do seu consultório faz total diferença nesse momento.
Para isso, você precisa ter em mãos indicadores eficientes como a taxa de agendamento/falta/cancelamento, ticket médio, captação de novos pacientes, retenção de usuários e faturamento, por exemplo.
E, claro que se os dados estiverem em tabelas manuais, ficará mais demorado analisá-los. Já com a adesão da tecnologia, como os sistemas médicos, todas as informações estarão centralizadas.
Mais do que isso, há ferramentas que geram relatórios automaticamente.
Por isso, tecnologias que resolvem ou facilitem problemas na gestão do consultório é um investimento importante para a saúde e prosperidade do seu negócio.
Agora, quer saber mais como resolver problemas na gestão do consultório? Acompanhe o blog da Phelcom.
O controle de estoque para clínicas é uma ferramenta de gestão essencial para o negócio. Isso porque garante que os equipamentos e materiais estejam sempre disponíveis quando necessário. E, dessa forma, impacta diretamente na boa experiência do paciente e no retorno financeiro do consultório.
Sem dúvida, o aprimoramento constante desse setor traz diversos benefícios, como mais praticidade, melhor organização, conhecimento de todos os produtos, redução de custos, menos perdas e menor retrabalho, dentre outros.
Em seguida, confira como fazer o controle de estoque para clínicas de maneira eficiente.
1. Padronize os processos
Antes de tudo: padronize os processos. Essa ação é importante para manter a organização e evitar erros.
A primeira coisa é cadastrar cada item do seu estoque. Para isso, registre o código e a descrição detalhada. Quando o produto for retirado, também é imprescindível dar baixa.
Em relação à organização, você pode arrumar de diversas maneiras. Por exemplo, colocar os materiais perecíveis de acordo com a validade e, assim, impedir a perda do material. Ou por ordem de procedimentos. Por exemplo, material para cirurgia de catarata.
Outra dica é etiquetar o estoque por cores: equipamentos para procedimentos cirúrgicos com a cor azul; descartáveis com amarelo etc. Além disso, há a possibilidade de ordenar tudo por ordem alfabética.
Ou seja: é só escolher o processo que funcione melhor para seu consultório. Depois disso, lembre-se de alinhar o método com todos os funcionários que possuem acesso ao local.
2. Garanta armazenamento adequado
A maioria dos medicamentos exigem condições especiais de armazenamento. Desse modo, é importante seguir as instruções do fornecedor, como temperatura e luz adequadas. Para isso, faça a verificação periódica dos freezers e garanta a conservação na sombra, quando indicado.
Além disso, o espaço deve ser apropriado para abrigar os materiais sem excesso. Isso facilitará a disposição dos produtos e o acesso.
Assim, evita-se desperdícios e prejuízos financeiros e garante a segurança e qualidade do material.
3. Realize o controle e conferência com frequência
De fato, há alguns itens que precisam de reposição mais frequente em relação aos outros. E, para garanti-los sempre à disposição, o controle constante do estoque é essencial.
Para isso, estabeleça os prazos de conferência. A periodicidade será decidida conforme as características da própria clínica, como número de consultas diárias e de procedimentos que necessitam de produtos do estoque.
Esse hábito ajuda a diminuir gastos desnecessários e ainda garante a disponibilidade do material no atendimento.
4. Faça um inventário
Contabilizar e conferir todos os itens por meio do inventário é fundamental no controle de estoque para clínicas. Isso porque o catálogo permite conhecer todos os produtos armazenados e o perfil de uso a partir das entradas e saídas. Além disso, auxilia no cálculo do custo do estoque com manutenção, perdas e desperdícios de materiais.
De fato, é um procedimento trabalhoso, mas que pode ser feito com frequência menor caso os processos de organização estejam em dia. Por exemplo, você pode dividir em três categorias: 1,2 e 3. Na 1, ficam os materiais de maior valor; na 2, os intermediários e, na 3, os de baixo custo.
Desse jeito, é possível fazer o inventário trimestral para os da faixa 1; semestral para os da 2 e anual para os da categoria 3. Claro, tudo dependerá das características e do processo que funcionará melhor para seu negócio.
5. Utilize indicadores
Sem dúvida, indicadores são fundamentais para verificar e acompanhar a eficiência da sua clínica. Por exemplo, um deles é o giro de estoque.
Para medi-lo, você deve fazer a seguinte conta: total de produtos e materiais utilizados / volume médio do estoque.
O resultado refletirá a eficiência geral de toda a cadeia de suprimentos, como fornecedor e até o atendimento ao paciente.
6. Cadastre os fornecedores
Manter o cadastro dos fornecedores atualizados ajuda a comprar produtos com melhor preço e qualidade. Além disso, o contato frequente e o conhecimento da melhor prática de cada um ajuda a conseguir os materiais dentro do prazo que sua clínica precisa.
7. Invista em um sistema de controle de estoque para clínicas
Mas como fazer um bom controle de estoque para clínicas com tantos procedimentos a serem seguidos? Afinal, a administração desse setor é apenas um entre vários do seu negócio.
Você pode optar por sistemas e softwares de gestão com essa finalidade. Eles conseguem automatizar uma série de processos, aumentando a produtividade e a rapidez do consultório.
Com eles, todo o catálogo estará armazenado na nuvem, em segurança e com fácil acesso. É possível acompanhar o fluxo e os gastos financeiros com relatórios e planilhas periódicas. Dessa forma, toda administração é baseada em dados, tornando as decisões mais assertivas.
Por exemplo, há ferramentas que permitem visualizar entradas por fornecedor e saídas por tipos de procedimentos. Assim, você sabe quais materiais tem maior uso e consegue negociar valores e formas de pagamentos melhores para seu negócio.
Além disso, é possível entender melhor a demanda, acabar com custos desnecessários e evitar falta de produto no estoque.
Conclusão
Por fim, essas dicas de controle de estoque para clínicas ajudarão você a manter tudo em ordem e ter mais tempo livre para o que mais importa: atender o paciente com qualidade.
Além disso, eliminará perdas e prejuízos financeiros que podem afetar o seu negócio no final do mês.
Quer saber mais sobre controle de estoque para consultórios? Acompanhe o blog da Phelcom.
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