A jornada do paciente do seu consultório precisa oferecer o mesmo nível de qualidade em todas as etapas para, assim, encantar e fidelizar os clientes. Inclusive, no pós-atendimento.
Mas, afinal, como proporcionar uma boa experiência ao usuário e garantir que eles voltem? Mais do que isso, que se tornem propagadores do seu trabalho e indiquem para familiares e amigos?
Em seguida, separamos 3 dicas para você aplicar já no seu pós-atendimento. De fato, não é tão simples. Entretanto, é possível! Confira.
Pós-atendimento – o que é e qual a importância?
Basicamente, o pós-atendimento é todo o relacionamento mantido com o paciente depois da consulta. O envio de um e-mail solicitando a avaliação do atendimento e/ou um SMS parabenizando pelo aniversário são alguns exemplos.
Desse modo, há chances maiores de aproximação, satisfação e fidelização do paciente. E, sem dúvida, isso gera diversos benefícios ao negócio, como menos investimentos para captar novos clientes e aumento da autoridade no mercado.
O conceito de pós-atendimento faz parte da Jornada do Paciente, que é a soma de todos os estágios em que o usuário passa: a identificação de sintomas, a decisão de marcar uma consulta, a pesquisa do melhor médico, o atendimento e a avaliação pós-consulta.
Mas, como realizar o pós-atendimento do seu consultório? Veja como logo abaixo.
1. Monte um cadastro completo e atualizado do seu paciente
Ter todos as informações do seu paciente pode ser uma grande vantagem. Isso porque são esses dados que auxiliarão na construção de uma comunicação eficiente e próxima.
Então, cadastre a idade, data de nascimento, estado civil, se possui filhos, alimentação, prática de exercícios físicos etc.
Mas, atenção: é fundamental garantir a segurança desses dados. Para isso, você pode investir em sistemas de telemedicina. Além disso, manter um prontuário eletrônico armazena, organiza, facilita e agiliza o acesso das informações, pois estão em um único local.
2. Solicite feedback com uma pesquisa de satisfação
Quer saber a opinião do paciente sobre a consulta e o pós-atendimento, se ele voltaria e/ou indicaria o seu trabalho? Então, pergunte!
Sem dúvida, a pesquisa de satisfação é uma das táticas mais eficientes de avaliação. Além de conhecer a experiência do paciente no seu consultório, ajuda a aumentar a confiança e credibilidade do seu negócio.
Você pode enviar o link com as questões por e-mail, SMS ou WhatsApp. É possível automatizar esse processo por meio de funcionalidades em softwares de gestão.
Vale ressaltar que a pesquisa precisa ser breve. Isto é, selecione perguntas diretas e essenciais para a análise e a melhoria do seu negócio.
Com os resultados em mãos, faça uma investigação profunda para conhecer quais são os pontos fortes e quais precisam de melhoria. Em seguida, desenvolva uma estratégia para trabalhar essas questões.
Se possível, sempre aplique a pesquisa de satisfação com regularidade.
3. Mantenha o contato
Que tal, no dia seguinte, enviar um SMS ao paciente dizendo que está feliz em atendê-lo e à disposição?
Use a tecnologia para manter contato no pós-atendimento! Além do exemplo acima, você pode pedir a avaliação da consulta, lembrá-lo do retorno, parabenizá-lo no aniversário e desejar boas festas.
De fato, o SMS é apenas uma das formas de abordagem. Você pode usar também o e-mail e o WhatsApp.
Aliás, o e-mail permite envio de conteúdos mais longos. Por exemplo, você pode falar sobre novidades na área de saúde que o interessem, dar dicas de prevenção e anunciar inovações do consultório, dentre outros.
Com isso, há a demonstração de atenção e cuidado contínuo com seus pacientes. Desse jeito, eles perceberão a preocupação com o bem-estar deles, o que pode refletir diretamente na evolução do tratamento.
E, claro, para agilizar todo esse processo, opte por sistemas de automatização de envio de mensagens. Além da rapidez, eles garantem também a segurança das informações.
Conclusão
Por fim, hoje em dia é fundamental manter o contanto com o paciente e, assim, conseguir fidelizá-lo e transformá-lo em propagador dos seus serviços. Para isso, essas dicas ajudarão a colocar em prática um pós-atendimento de qualidade e infalível.
Acompanhe o blog da Phelcom e veja dicas de gestão e empreendedorismo.
De fato, a inteligência artificial na medicina diagnóstica vem apresentando resultados positivos e promissores. Mais do que isso, o desenvolvimento de softwares cada vez mais inovadores vem revolucionando o setor ao entregar mais rapidez, precisão, qualidade, acessibilidade e redução de custos para pacientes, profissionais e instituições envolvidas.
Sem dúvida, o emprego de sistemas informatizados e símbolos computacionais na previsão e imitação do comportamento humano impacta diretamente na saúde do paciente e na redução dos gastos em tratamentos, dentre outros inúmeros benefícios.
Por isso, conheça neste artigo 4 tecnologias que aplicam a inteligência artificial na medicina diagnóstica: retinógrafo portátil, softwares de emissão de laudo à distância, teste genético para câncer de mama e software para mamografia.
1. Retinógrafo portátil
Retinógrafo portátil foi um dos principais equipamentos utilizados no projeto Unidos pelo Diabetes em Ação, em Itabuna (BA).
Acoplado a um smartphone, o retinógrafo portátil realiza exames de retina de alta qualidade, em poucos minutos e sem a necessidade de dilatação da pupila. Integrado a uma plataforma online, os dados são enviados automaticamente e podem ser analisados por um especialista em qualquer lugar do mundo. Ou seja, permite o diagnóstico remoto.
Em seguida, veja quais são as funcionalidades do equipamento:
Exame de retina pelo celular com alta qualidade;
Diagnósticos precisos e rápidos;
Custo mais baixo em relação aos retinógrafos tradicionais;
Portabilidade, o que permite realizar exames em vários locais;
Democratização dos exames de retina, principalmente em locais com pouca infraestrutura de serviços de qualidade na área, como médicos, profissionais de saúde, equipamentos, medicamentos etc;
Maior rapidez no atendimento, por meio de sistemas informatizados integrados a uma plataforma online com acesso via computadores, celulares e tablets;
Facilidade na realização de exames, que podem ser feitos em clínicas e postos de saúde;
Diagnóstico feito por especialistas e profissionais de referência, localizados em qualquer lugar do mundo;
Redução do tempo de atendimento e de custos operacionais;
Diminuição do deslocamento de pacientes a hospitais e grandes centros urbanos;
Melhora na qualidade dos laudos emitidos;
Sem utilização de colírios para a dilatação da pupila;
Aumento na prevenção e diagnóstico precoce de doenças como retinopatia diabética, glaucoma, catarata, degeneração macular, retinoblastoma, deslocamento da retina, retinopatia da prematuridade e cegueira, dentre outras.
No Brasil, a startup Phelcom Technologies disponibiliza o retinógrafo portártil Phelcom Eyer. Além disso, também oferece a plataforma on-line Eyer Cloud, que permite armazenar e gerenciar os exames dos pacientes. Além de garantir o backup dos dados em um servidor seguro, o médico tem todos os dados organizados em uma interface amigável, funcional e intuitiva.
Softwares de emissão de laudo à distância
Além de possibilitar o diagnóstico remoto, alguns softwares de emissão de laudo à distância trabalham com o princípio de machine learning, uma das aplicações de IA. Em português, o termo significa “aprendizado de máquina”.
E como funciona? Basicamente, ele coleta dados, aprende com eles e melhora automaticamente. E isso sem ser necessariamente programado.
Na medicina diagnóstica, a ferramenta avalia um extenso banco de dados de sintomas de pacientes para encontrar padrões para cada doença. Dessa maneira, o software consegue verificar se o indivíduo possui determinada enfermidade de acordo com os indícios que apresenta.
No Brasil, há alguns sistemas disponíveis. Por exemplo, o do Portal Telemedicina compara analiticamente exames presenciais a casos similares de uma base de dados com 30 milhões de imagens e exames.
A plataforma elabora recomendações médicas com critérios confiáveis e precisos ao usar a Deep Learning. Esse método baseia-se em algoritmos complexos que imitam a rede neural do nosso cérebro, conferindo ao sistema uma capacidade de detectar achados médicos em nível sobre-humano.
Se o exame médico e a recomendação do algoritmo não baterem, o exame é encaminhado a outros três especialistas para uma avaliação mais detalhada. Inclusive, o programa incorpora aprendizados a cada laudo emitido, acumulando repertório clínico à sua base de dados.
Outro aspecto inovador é sua capacidade de fazer uma triagem automática dos exames, permitindo que os casos emergenciais tenham prioridade na fila do médico.
Software para laudo de mamografias
Imagine identificar com exatidão o local da mama em que há uma alteração suspeita e, ainda por cima, facilitar a biópsia? Alguns softwares de inteligência artificial estão conseguindo detectar com maior precisão o câncer de mama.
Aliás, um deles consegue prever padrões incomuns da imagem feita pela mamografia e apontar a região em que é necessário averiguar melhor. O algoritmo foi criado pela Dasa em parceria com a CureMetrix, uma startup americana.
Já outro software desenvolvido pelo Google pode ser a “segunda opinião” médica sobre a mamografia. Isso porque o algoritmo apresentou 11,5% mais acertos em relação a análise humana.
Porém, quando avaliado por dois médicos, os humanos apresentam o mesmo resultado que a máquina. E, como é comum que dois especialistas analisem a imagem, a ferramenta do Google pode ser o “segundo especialista”.
Teste genético – EndoPredict
A inteligência artificial na medicina diagnóstica também está conseguindo prever o desenvolvimento de câncer de mama e possível metástase pelos próximos anos.
Por exemplo, o teste genético EndoPredict avalia 12 genes do tecido tumoral relacionados à probabilidade de recidiva. O resultado é uma pontuação que aponta se a chance é alta ou baixa de o câncer se espalhar para outro lugar do corpo pelos próximos dez anos. Desse modo, a quimioterapia foi evitada em 70% das pacientes com nódulos negativos em estudos clínicos.
Entretanto, o teste é indicado apenas para diagnósticos recentes da doença e em estágio inicial. Além disso, com positivo para receptores de estrogênio e negativo para a proteína HER2.
O teste é oferecido com exclusividade pela GeneOne, laboratório de genômica da Dasa.
Com mais de 90 mil avaliações de exames no banco de dados, a IA aprendeu os padrões sutis no tecido mamário que são precursores de tumores malignos.
O modelo da equipe foi significativamente melhor na previsão de risco do que as abordagens existentes. Isso porque posicionou com precisão 31% de todos os pacientes com câncer em sua categoria de maior risco, em comparação com apenas 18% dos modelos tradicionais.
Conclusão
Com toda a certeza, a inteligência artificial na medicina diagnóstica revolucionará o setor e auxiliará médicos e serviços de saúde a aumentar a produtividade e atender mais pessoas.
E, sem dúvida, também é essencial para democratizar o acesso à saúde. Principalmente em locais com pouca infraestrutura de serviços de qualidade na área, como médicos, profissionais de saúde, equipamentos, medicamentos etc.
De fato, os algoritmos inteligentes não substituirão os médicos especializados nesse tipo de diagnóstico. Mas, pode servir como apoio, oferecendo maior segurança e precisão aos laudos.
Inteligência artificial na medicina diagnóstica é um assunto que interessa você? Então, acompanhe o blog da Phelcom.
Nem só de amplo conhecimento técnico e experiência em medicina que se vive o médico. Na verdade, o profissional precisa também conhecer administração e empreendedorismo para fazer uma boa gestão de seu negócio.
Por isso, hoje separamos 5 dicas de gestão financeira para consultórios. Garantir o controle das finanças pode até parecer difícil no começo, mas com um pouco de organização e uso de técnicas simples, você garantirá mais economia, agilidade e produtividade no dia a dia.
Confira!
1. Registre todas as transações financeiras
Antes de tudo, é fundamental ter o total controle financeiro do seu consultório. Para isso, você precisa registrar diariamente todas as entradas e saídas do seu caixa. Aliás, isso vale desde a retirada de dinheiro para um café ao fornecedor até o recebimento de consultas. Ou seja, para todas as transações financeiras.
Dessa forma, fica mais fácil identificar as receitas e despesas do seu negócio, fazer investimentos e estar preparado para períodos de menor movimento por meio de uma reserva de emergência.
A dica é fazer o fechamento do caixa todo dia. Assim, você sabe quanto foi o rendimento diário.
2. Saiba o custo da hora do seu consultório
Para isso, some todas as suas despesas físicas como água, aluguel, folha de pagamento dos colaboradores, energia elétrica etc. Depois, calcule quantas horas de trabalho mensal você investe no consultório. Com esses números em mãos, divida o valor das despesas pelas horas de trabalho.
Pronto! Você tem em mãos o custo da hora do seu consultório. Desse modo, na hora de contabilizar receitas e despesas, você conseguirá identificar os lucros corretamente.
3. Descubra se é benéfico para seu consultório atender através de planos de saúde.
De fato, é muito comum os médicos atenderem pelos planos de saúde. Mas, será que o credenciamento é vantajoso financeiramente para você? Sem dúvida, é preciso analisar bastante.
Por exemplo, o recebimento das consultas realizadas é burocrático e necessita de investimento de mais tempo e dinheiro. Porém, por outro lado, deve garantir um maior número de atendimentos para o seu consultório.
Isto é, há os prós e contras. Entretanto, somente você poderá avaliar se é uma boa ideia para o seu negócio.
4. Invista em softwares de gestão financeira para consultórios
A tecnologia ajuda, e muito, na gestão financeira para consultórios. Isso porque oferece várias ferramentas para registro e análise do fluxo de caixa e dos recebimentos e pagamentos futuros, por exemplo. Além de ser mais rápido, automatizar os processos evita erros e retrabalhos.
Outra vantagem é ter relatórios e gráficos em mãos, que fornecerão uma visão mais completa sobre a situação do consultório e ajudarão a nortear a tomada de decisões.
Além disso, auxilia no aumento da produtividade e da segurança de dados. Isso porque esses sistemas oferecem agendamento de consultas on-line, prontuário eletrônico, controle da entrada e saída de produtos do estoque, dentre outros.
5. Selecione bem os fornecedores
Busque por fornecedores com materiais e equipamentos de qualidade, entrega no prazo estipulado e com abertura para negociação de preço. Além disso, procure criar um vínculo próximo e agradável, tornando-os verdadeiros parceiros.
Essa é uma dica importante para uma boa gestão financeira para consultórios, pois não atrapalhará o fluxo de caixa.
Conclusão
Por fim, você viu neste post 5 dicas sobre uma boa gestão financeira para consultórios: registrar todas as transações financeiras, conhecer o custo hora, atender ou não por planos de saúde, investir em softwares de gestão e escolher bem os fornecedores.
Com isso, fica mais fácil administrar o seu negócio e tornar a rotina, já tão atribulada, mais ágil e produtiva.
Quer saber mais sobre gestão financeira para consultórios? Acompanhe o blog da Phelcom.
Hoje, é indiscutível a importância das redes sociais para médicos, consultórios, clínicas e demais instituições de saúde. Estar presente on-line é fundamental para construir e manter a relevância e autoridade no mercado. E, assim, conquistar e fidelizar cada vez mais clientes.
Sem dúvida, as mídias sociais exercem um papel valioso neste cenário. Isso porque oferecem um grande potencial de interação e relacionamento com o público. E, quanto maior as interações com qualidade, mais cresce a visibilidade do profissional na área.
Mas, como gerenciar as plataformas corretamente, com bom conteúdo e dentro das normas do Código de Ética Médico e do Conselho Federal de Medicina (CFM)?
Em seguida, confira o guia de redes sociais para médicos que preparamos para te ajudar a escolher as mídias e o que fazer. Além disso, veja as questões éticas e legais sobre marketing médico regulamentadas pelo CFM.
Afinal, por que investir nas redes sociais para médicos?
Com o aumento e a rápida adesão da sociedade, as redes sociais também passaram a ser uma ferramenta para fins comerciais e profissionais. Inclusive, uma ótima ferramenta!
Logo abaixo, confira as principais razões para investir nessas plataformas:
Atualmente, os pacientes buscam informações sobre saúde na internet. Na verdade, é bastante comum pesquisar as possíveis causas de sintomas no “Dr. Google”. Por isso, fornecer conteúdo verídico e relevante ajuda a atrair audiência, ganhar cada vez mais credibilidade na área e conquistar novos clientes.
De fato, os seus pacientes estão nas mídias sociais. Afinal, quase todo mundo está. Portanto, só esse motivo já deveria ser o suficiente para aderir às plataformas e aproveitar o enorme potencial de atrair e engajar seu público.
A possibilidade de curtir a página e as publicações, de interagir e compartilhar permite que cada vez mais seguidores sejam impactados nas redes sociais. Dessa forma, sua marca ganha cada vez mais visibilidade, tornando-se referência no setor.
E, por fim, você pode construir uma relação de longo prazo com seus pacientes, sejam aqueles que já são ou que poderão se tornar um dia.
Redes sociais para médicos: como fazer?
Antes de tudo, é fundamental conhecer as normas sobre marketing médico regulamentadas pelo Código de Ética Médico e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).
Neste artigo, explicamos tudo sobre o que pode e não pode na publicidade para médicos.
Agora, confira abaixo alguns pontos fundamentais.
Código de Ética Médico
O Código de Ética Médico determina algumas proibições no uso da publicidade médica pelos profissionais. Em seguida, conheça as principais:
Permitir que sua participação na divulgação de assuntos médicos, em qualquer meio de comunicação de massa, deixe de ter caráter exclusivamente de esclarecimento e educação da sociedade;
Divulgar informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico;
Deixar de incluir, em anúncios profissionais de qualquer ordem, seu nome, seu número no Conselho Regional de Medicina, com o estado da Federação no qual foi inscrito e Registro de Qualificação de Especialista (RQE) quando anunciar a especialidade.
Resolução CFM Nº 1974/2011
A Resolução CFM Nº 1.974/2011 tem como objetivo regular todos os anúncios e peças de divulgação de informações que fazem referência aos médicos e clínicas em qualquer meio de comunicação.
Desse modo, impõe algumas normas obrigatórias para os anúncios veiculados na área da saúde. Confira:
O que é obrigatório
a) Nome do profissional;
b) Especialidade e/ou área de atuação, quando registrada no Conselho Regional de Medicina;
c) Número da inscrição no Conselho Regional de Medicina;
d) Número de registro de qualificação de especialista (RQE), se o for.
O que não pode
Divulgar aparelho afirmando ser de uso exclusivo;
Expor o seu paciente como forma de divulgar técnica, método ou resultado de tratamento, ainda que com autorização dele;
Anunciar a utilização de técnicas exclusivas de tratamento;
Garantir, prometer ou insinuar bons resultados do tratamento. Como exemplo, utilizar frases sensacionalistas: “o melhor”, “o único” ou “resultado garantido”;
Publicação de selfie, imagens e/ou áudios que caracterizem sensacionalismo, autopromoção ou concorrência desleal;
Publicação de imagens do “antes e depois” de procedimentos;
Divulgar endereço e telefone de consultório, clínica ou serviço;
Veicular publicamente informações que causem intranquilidade à sociedade, mesmo que comprovadas cientificamente;
Consultar, diagnosticar ou prescrever por qualquer meio de comunicação de massa ou a distância;
Apresentar de forma abusiva, enganosa ou assustadora representações visuais das alterações do corpo humano causadas por doenças ou lesões;
Divulgar preços de procedimentos, modalidades aceitas de pagamento/parcelamento ou eventuais concessões de descontos como forma de estabelecer diferencial na qualidade dos serviços.
O que pode
Anunciar cursos e atualizações relacionados à sua especialidade ou área de atuação devidamente registrada no Conselho Regional de Medicina;
Prestar informações, dar entrevistas e publicar artigos estritamente educativos.
Redes sociais para médicos – as melhores práticas
De fato, só estar presente nas redes sociais não traz resultados. Por isso, é essencial seguir algumas estratégias para garantir a atração do público, engajamento e aumento da visibilidade da marca e/ou do negócio.
Por isso, confira as melhores práticas para a boa gestão das suas páginas:
Tenha um perfil atraente e atualizado;
Mantenha as informações atuais;
Esteja atento à sua imagem nas redes sociais;
Conheça bem o seu público;
Ofereça conteúdos relevantes;
Poste com frequência;
Faça um planejamento de conteúdo e estratégia;
Interaja com seu paciente;
Faça bom uso das críticas;
Mensure os resultados.
Redes sociais para médicos: quais escolher?
Já ciente de tudo isso, agora chegou o momento de escolher as melhores redes sociais para médicos. Há várias opções, mas nem todas serão úteis para o seu negócio. Na verdade, tudo depende do seu objetivo.
Mesmo assim, separamos as três mais populares e utilizadas pelos médicos.
Em seguida, confira como usar da melhor maneira possível cada uma delas.
Facebook
Como é mais popular, é bem capaz que seus pacientes estejam no Facebook – principalmente quando comparamos com as outras redes. Então, você precisa estar lá.
Por outro lado, a plataforma permite divulgar conteúdo em diversos formatos, como imagens, vídeos, artigos médicos e do seu próprio blog, notícias sobre a área de saúde, infográficos informativos etc.
Para isso, opte por criar uma página institucional ao invés de perfil. Isso porque, com a fan page, poderá criar anúncios, impulsionar posts, colocar link para o seu site e blog, gerenciar melhor os conteúdos e datas, mensurar os dados e diversos outros benefícios.
Deixe o perfil para a sua vida pessoal, já que é fundamental separar as duas coisas.
Para criar a página institucional, você também precisa ter um perfil pessoal no Facebook. Ele servirá como administrador da página. Depois, é possível incluir outras pessoas como administrativos.
Instagram
Sem dúvida, o Instagram é o novo queridinho das redes sociais. Na verdade, já vem apresentando grande crescimento em número de inscritos há alguns anos. Com isso, as marcas e empresas perceberam e já estão aproveitando o grande potencial dessa mídia.
Por aqui, o visual tem muita importância. Então, aposte em fotos e vídeos de boa qualidade. O design limpo, sem muitas informações, também é essencial. Outro ponto de atenção é com imagens sensíveis, como de cirurgias e doenças. Além de poder sofrer censura, não é recomendado pelo CFM.
As hashtags também são fundamentais nessa plataforma. Assim, você se posiciona e aumenta a visualização, indicando especialidade, tratamentos, procedimentos etc. Assim, qualquer usuário que clicar nessa tag vai ver seu post em meio às outras que estão marcadas com ela.
Outra ferramenta muito interessante são os Stories e seus diversos recursos, como enquetes, perguntas, GIFs e filtros. A duração de postagem deles é de 24 horas. Nele, você pode mostrar bastidores, um pouquinho da vida particular e trabalhar conteúdos mais informais e leves.
Sem dúvida, isso ajuda a humanizar mais o médico e estreitar o relacionamento com os pacientes.
LinkedIn
Com certeza, todo profissional deve ter um perfil nessa rede social, já que é voltada para o mundo corporativo. Inclusive, os médicos.
Essa mídia permite aumentar sua rede de contatos, fazer networking, participar de grupos de discussão e divulgar artigos.
Aliás, é o local certo para conteúdos mais técnicos e para construir autoridade na sua área de atuação. Além disso, pode colocar seu currículo completo e habilidades para que os pacientes o conheçam ainda mais.
Quer dicas valiosas para a gestão das suas redes sociais? Acompanhe o blog da Phelcom.
De fato, o setor de Atenção Domiciliar à Saúde, popularmente conhecido como home care, apresenta um aumento expressivo a cada ano no Brasil.
Por exemplo, em 2012, eram 18 empresas atuando nesse mercado. Hoje, já são 830, de acordo com um levantamento do Núcleo Nacional das Empresas de Serviços de Atenção Domiciliar (Nead). Apenas em 2019, 292 mil pacientes foram atendidos nessa modalidade.
A atividade vem ganhando espaço devido, principalmente, ao crescimento no número de idosos e, consequentemente, de pacientes com doenças crônicas e degenerativas. Além disso, a atual pandemia do novo coronavírus (SARS-Cov-2) impulsionou ainda mais o atendimento médico em casa.
Em seguida, conheça mais resultados significativos do Censo Nead-Fipe 2019/2020 e quais são as vantagens e os desafios do home care no Brasil.
Home care – Censo Nead-Fipe 2019/2020
Todo biênio, o Núcleo Nacional das Empresas de Serviços de Atenção Domiciliar (Nead) realiza um levantamento sobre o cenário do home care no Brasil. O Censo Nead-Fipe 2019/2020 é o único levantamento oficial do setor de Atenção Domiciliar à Saúde realizado no país.
A pesquisa, divulgada recentemente, apresentou dados relevantes:
O número de estabelecimentos saltou de 676, em junho de 2018, para 830 em dezembro de 2019. Ou seja, um aumento de 22,8%;
O crescimento de estabelecimentos registrado na região Nordeste desde 2017 é de 209%. Já a região Sudeste ainda apresenta o maior número absoluto, com cerca de 41,5% de todos as empresas do setor;
A quantidade de pacientes em Atendimento Domiciliar e Internação Domiciliar foi de 292 mil em 2019;
São cerca de 106 mil profissionais empregados na atividade, entre colaboradores próprios e terceirizados;
A maior parte dos colaboradores, de acordo com dados da Rais do Ministério do Trabalho, é de técnicos ou auxiliares de enfermagem e enfermeiros (51%), seguido de cuidadores de idosos (12%);
A estimativa da receita anual gerada em 2019 foi de R$ 10,6 bilhões. 57,5% destas receitas são referentes a internações domiciliares (R$ 6,1 bilhões) e 42% por atendimentos domiciliares (R$ 4,5 bilhões);
O ticket médio diário foi de R$ 212,48 para serviços de atendimento domiciliar e de R$ 742,84 para serviços de internação domiciliar. O custo médio diário dos pacientes em atendimento domiciliar foi estimado em R$ 141,92. Para os pacientes em internação domiciliar, esse valor ficou em R$ 614,96.
Caso o setor encerrasse seus serviços, seriam necessários 20.763 leitos hospitalares adicionais ao ano para os atendimentos que hoje são supridos pela área. Esses leitos representam 4,87% do total de leitos hospitalares do país, públicos e privados.
Ao todo, 472 empresas foram convidadas a participar do censo. Porém, apenas 58 responderam ao questionário. Muitos respondentes, contudo, fizeram de modo parcial, o que explica a variabilidade no total de respostas que observamos ao analisar os resultados.
Por isso, vale ressaltar que os dados da amostra não têm representatividade estatística comprovada, uma vez que as respostas das empresas foram voluntárias. Desta forma, a Fipe recomenda que os resultados sejam interpretados com cautela.
Home care – vantagens
De fato, o home care proporciona benefícios para pacientes, profissionais e unidades de saúde. Para os profissionais, garante mais qualidade de vida ao permitir um ambiente mais tranquilo de trabalho, por exemplo.
Atualmente, com a ampliação das atividades de telemedicina, a consulta pode ser feita remotamente. Com isso, não é necessário o deslocamento do médico para o atendimento.
Já para os hospitais, as vantagens são a disponibilidade maior de leitos, principalmente para casos mais graves, e diminuição de gastos na manutenção da saúde de portadores de doenças crônicas e degenerativas, por exemplo. Desse modo, assim que ficam estáveis, é possível realizar a internação domiciliar ou o home care ambulatorial.
E, claro, há vantagens também para o paciente. Com toda a certeza, a principal é recuperar-se no conforto do lar. Além disso, sem riscos de infecções hospitalares e longe da rotina tumultuada do local. Assim sendo, a reabilitação acontece de forma mais segurança e eficiente, já que o cuidado é individual, humanizado e regido pelas necessidades, rotina e limites do paciente.
Home care – desafios
Como toda mudança, o home care também enfrenta desafios. Um deles é as possíveis limitações enfrentadas no atendimento fora de uma unidade de saúde especializada, principalmente relacionadas a internações domiciliares.
Portanto, é fundamental contar com uma boa comunicação com a equipe multidisciplinar responsável pelo paciente. Dessa maneira, em caso de dúvidas ou emergências, há o apoio de outro médico ou profissional.
Além disso, há outros empecilhos, como falta de equipamentos e infraestrutura adequada e de investimento em qualificação para os profissionais.
Conclusão
O home care vem apresentando crescimento expressivo nos últimos anos no Brasil. A tendência é que englobe ainda mais empresas, profissionais e pacientes. Com a atual pandemia, ficou ainda mais imprescindível saber o real tamanho do setor e qual seu impacto na saúde, na economia e no mercado de trabalho.
Desse modo, teremos informações fundamentais para a construção de políticas públicas, planejamentos empresariais e uma mudança cultural na adoção do atendimento domiciliar em saúde.
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O tratamento de diabetes pode ser um verdadeiro desafio para os médicos em relação ao acompanhamento e acesso aos dados diários do paciente. Por exemplo, a falta de conhecimento do controle glicêmico correto é um dos problemas mais frequentes nos consultórios.
Na verdade, é o comprometimento do diabético nos cuidados do dia a dia, como medição da glicemia e alimentação saudável, que interfere diretamente nos resultados positivos ou negativos do tratamento.
Neste sentido, a tecnologia pode auxiliar de forma mais rápida e assertiva no diagnóstico, controle e manejo da doença. Hoje, há ferramentas inovadoras no mercado que possibilitam a monitorização contínua da glicemia e detectam complicações como retinopatia diabética por meio de exames no celular, dentre outros.
Em seguida, conheça 4 tecnologias que facilitam a rotina de médicos no controle da diabetes de seus pacientes.
Sistemas de monitorização contínua da glicemia
Imagine verificar a taxa de glicose apenas com a leitura de um pequeno sensor instalado na parte de trás do braço? Com a ajuda de um dispositivo semelhante ao celular, o paciente acompanha na tela os níveis no sangue sem precisar furar os dedos várias vezes ao dia.
Isso porque ao invés de analisar a gota de sangue, como ocorre tradicionalmente, a tecnologia usa o líquido intersticial para capturar a quantidade da glicose.
Além disso, o aparelho faz a checagem 16 vezes por dia e mostra uma previsão de queda ou alta do açúcar nas horas seguintes. Desse modo, ajuda a evitar a hiper e hipoglicemia.
A duração do sensor é de 14 dias.
Nuvem e compartilhamento de dados com médicos sobre diabetes
A tecnologia também permite escanear as informações capturadas a cada oito horas, que ficam armazenadas no próprio aparelho ou pelo aplicativo disponível para Android ou iOS.
Os dados podem ser enviados ao médico por meio da nuvem. Dessa forma, o especialista acompanha, em tempo real, o quadro do paciente e decide por eventuais mudanças no tratamento, caso seja necessário.
Outra vantagem é a possibilidade de compartilhar os dados com outras pessoas, como pais e cuidadores. Assim, fica ainda mais seguro o controle da diabetes.
Os sistemas de monitorização contínua da glicemia têm apresentado resultados interessantes. Por exemplo, uma pesquisa com 50 mil usuários demonstrou um aumento de quase cinco horas de permanência na faixa ideal de glicemia.
Sem dúvida, obter os dados corretos e avaliar de perto as curvas glicêmicas do paciente auxilia muito os médicos no manejo da doença.
Bomba de insulina com monitor contínuo de glicose
A bomba de insulina com monitor contínuo de glicose permite que o médico determine as quantidades exatas que devem ser liberadas para o paciente.
Para isso, o aparelho realiza a leitura do nível de açúcar do sangue a cada 5 minutos. Quando necessário, fornece insulina de ação rápida por meio de uma cânula que é colocada sob a pele do usuário.
Além disso, o equipamento dispara atualizações frequentes sobre os níveis de glicose e avisos de baixas e altas para o paciente.
Insulina inalável para diabetes
A insulina inalável é comercializada em pó, em cartuchos com três tipos de dosagem. O paciente encaixa o cartucho em um inalador e, ao aspirar, leva a substância ao pulmão, que é absorvida pela corrente sanguínea. Dessa forma, reduz os níveis de glicemia.
Até então, as insulinas disponíveis no Brasil eram somente injetáveis.
Sem dúvida, essa tecnologia avançada é uma forma de tratamento com ação ultrarrápida. A injeção de glicose no sangue começa a agir em 10 minutos, com pico de ação em 15 minutos, e um efeito que dura de 2 a 3 horas.
Há, porém, algumas contraindicações: pacientes com problemas pulmonares, asmáticos, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e fibrose pulmonar, além de fumantes, não podem utilizar a insulina.
Isso porque a absorção pelo pulmão nesses pacientes pode não ser a adequada e a utilização da insulina pode deflagrar crises de asma. O uso também não é recomendado a menores de 18 anos, já que o produto não foi estudado em pacientes desta faixa etária.
Infográfico: Divulgação/Biomm
Retinógrafo portátil
Outra tecnologia que ajuda no controle de diabetes do paciente é o retinógrafo portátil. Com ele, é possível realizar exames de fundo de olho e identificar possíveis agravamentos da doença, como retinopatia diabética.
O equipamento é acoplado a um smartphone e realiza imagens precisas da retina, sem a necessidade de colírio para dilatar a pupila. A imagem capturada é disponibilizada automaticamente em uma plataforma online na nuvem, em que todos os dados são armazenados. Caso não tenha acesso à internet, o exame fica salvo no aparelho até conectar-se à rede. Dessa maneira, permite o diagnóstico remoto por um especialista alocado em qualquer lugar do mundo.
Sem dúvida, a portabilidade e o valor mais acessível da tecnologia democratiza o acesso a exames de retina. Isso porque ele é em torno de 6 a 10x mais acessível que os retinógrafos tradicionais, em média.
Conclusão
Sabemos que é essencial acompanhar e corrigir possíveis problemas no manejo da diabetes. E ter acesso aos dados corretos, e ainda de forma rápida, pode ajudar muito os médicos que sofrem com a falta do conhecimento do controle glicêmico do paciente.
Porém, não adianta o usuário ter os dispositivos com alta tecnologia em mãos se não for proativo nos cuidados do a dia a dia.
Sem dúvida, a tecnologia vai modificar muita coisa no controle desse problema. Entretanto, nunca substituirá o contato entre médico e paciente, que é um dos determinantes para o sucesso do tratamento.
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