Nova tecnologia para glaucoma: diagnóstico mais rápido e preciso

Nova tecnologia para glaucoma: diagnóstico mais rápido e preciso

Mais uma vez, a aplicação da inteligência artificial na área de oftalmologia alcançou resultados incríveis e promissores. Agora, uma nova tecnologia utilizando IA é capaz de detectar o glaucoma de forma mais rápida e precisa. A ferramenta foi desenvolvida pelos pesquisadores e professores Edson Satoshi, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP), e Vital Costa, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Atualmente, o diagnóstico de glaucoma exige diversos exames. Além disso, a doença não apresenta sintomas na fase inicial, o que complica ainda mais a detecção precoce.

Por isso, essa nova pesquisa pode auxiliar bastante no controle do glaucoma. Hoje, 70 milhões de pessoas no mundo todo sofrem com a doença, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Só no Brasil, são 900 mil casos. O problema é uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo.

Então, veja neste post como funciona a nova tecnologia para glaucoma e como essa pesquisa pode contribuir para a democratização do acesso à saúde.

A pesquisa

A tecnologia utiliza o princípio de machine learning. Isto é, avalia uma alta quantidade de dados oriundos de laudos de pacientes com suspeita da doença – os exames analisados são os de campo visual e Tomografia de Coerência Óptica (TCO). Dessa forma, a ferramenta consegue identificar automaticamente a probabilidade de glaucoma e fazer uma espécie de pré-triagem.

Com isso, um oftalmologista-geral pode confirmar os casos selecionados pela máquina como suspeito de glaucoma. E, em seguida, encaminhar os pacientes para atendimento oftalmológico especializado nesta doença.

Democratização da saúde

Sem dúvida, essa pesquisa torna mais ágil e preciso o diagnóstico do distúrbio. Além disso, tem outra vantagem: a utilização do software na detecção deixa o controle da doença mais barata, já que consegue identificar a suspeita do problema mais rápido e sem precisar de um médico especialista.

Com toda a certeza, essa nova tecnologia para glaucoma melhora a acessibilidade na saúde. Principalmente em um país como o Brasil que possui vários locais e comunidades com pouca infraestrutura de serviços de qualidade na área, como médicos, profissionais de saúde, equipamentos, medicamentos etc.

Próximos passos

Agora, a próxima etapa é criar mecanismos para que a máquina consiga interpretar as imagens. Desse modo, isso evitaria erros na hora de avaliar a probabilidade de glaucoma, além de agilizar o processo.

Mesmo alcançando esse próximo passo, a presença e diagnóstico feito por um médico continuaria sendo essencial. Isso porque o objetivo da pesquisa é desenvolver e aperfeiçoar essa ferramenta para que auxilie o médico na detecção e controle da doença.

Inteligência artificial na oftalmologia: o retinógrafo portátil Phelcom Eyer

nova tecnologia para glaucoma

Outra inovação com o uso de inteligência artificial na área de oftalmologia é o retinógrafo portátil Phelcom Eyer. O equipamento foi desenvolvido pela startup Phelcom Technologies para prevenir e diagnosticar doenças na retina.

O aparelho funciona acoplado a um smartphone com câmera de alta resolução, que captura a imagem do fundo do olho, realizando o exame de retina. Integrado a uma plataforma online, envia automaticamente os dados para o laudo de um especialista. Tudo isso em poucos minutos.

Dentre as doenças que podem ser identificadas pelo Eyer, estão glaucoma, retinopatia diabética e catarata, por exemplo. Esses distúrbios, se não diagnosticados e tratados no início, podem evoluir para deficiência visual grave e cegueira.

No mundo todo, mais de 250 milhões de pessoas sofrem com esses problemas. Hoje, 75% dos casos ocorrem por falta de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento correto.

Vantagens do Eyer

  • Exame de vista feito pelo celular com alta qualidade;
  • Diagnósticos precisos e rápidos;
  • Custo mais baixo em relação aos retinógrafos tradicionais;
  • Portabilidade, o que permite realizar exames em vários locais;
  • Democratização dos exames de retina, principalmente em locais com pouca infraestrutura de serviços de qualidade na área, como médicos, profissionais de saúde, equipamentos, medicamentos etc;
  • Maior rapidez no atendimento, por meio de sistemas informatizados integrados a uma plataforma online com acesso via computadores, celulares e tablets;
  • Facilidade na realização de exames, que podem ser feitos em clínicas e postos de saúde;
  • Diagnóstico feito por especialistas e profissionais de referência, localizados em qualquer lugar do mundo;
  • Redução do tempo de atendimento e de custos operacionais;
  • Diminuição do deslocamento de pacientes a hospitais e grandes centros urbanos;
  • Melhora na qualidade dos laudos emitidos;
  • Sem necessidade de utilizar colírios para a dilatação da pupila;
  • Aumento na prevenção e diagnóstico precoce de doenças como retinopatia diabética, glaucoma, catarata, degeneração macular, retinoblastoma, deslocamento da retina, retinopatia da prematuridade e cegueira, dentre outros.

Lançamento

O Eyer entrou no mercado neste mês. A expectativa é que 50 mil pacientes sejam impactados pela tecnologia apenas em 2019. “O nosso objetivo é democratizar o acesso a exames oftalmológicos. Atualmente, cerca de 85% das cidades brasileiras não tem acesso a especialistas e aparelhos que façam o diagnóstico de doenças nos olhos”, afirma o cofundador e CEO da Phelcom, José Augusto Stuchi.

Conclusão

Por fim, você conheceu neste post a nova tecnologia para o glaucoma desenvolvida pelos professores Edson Satoshi, da Poli/USP, e Vital Costa, da Unicamp. Com toda a certeza, essa ferramenta deve tornar o diagnóstico da doença mais rápido, preciso e mais barato. E, dessa forma, ajudar na democratização do acesso à saúde, hoje tão difícil no Brasil.

Mais do que isso: a inteligência artificial aplicada na área de oftalmologia tem alta capacidade de desenvolver diversos projetos inovadores e capazes de gerar qualidade, rapidez e praticidade para os pacientes. Este é o caso da Phelcom, com o retinógrafo portátil Eyer, que também vimos neste post.

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Inteligência artificial do Google detecta retinopatia diabética e edema macular

Inteligência artificial do Google detecta retinopatia diabética e edema macular

O Google, por meio da sua startup Verily, desenvolveu uma inteligência artificial que consegue identificar retinopatia diabética e edema macular diabético. Isso apenas ao analisar fotos de pessoas com sinais dessas doenças. O programa começou a ser testado recentemente em pacientes do Hospital Aravind Eye, na Índia, e já apresenta resultados promissores.

Com toda a certeza, essa tecnologia deve proporcionar mais rapidez e facilidade nos diagnósticos e tratamentos desses problemas. Aliás, esses problemas ocorrem a partir de complicações na diabetes. Isso porque a IA faz a análise das informações e gera os resultados automaticamente, sem precisar de um especialista para interpretar os dados.

E isso é muito importante, principalmente em locais em que existem dificuldades no acesso à saúde de qualidade. Por exemplo, na Índia há apenas 100 mil oftalmologistas e só 6 milhões dos 72 milhões de diabéticos são acompanhados por este profissional, de acordo com a Verily.

Por isso, vamos explicar neste post como funciona a nova inteligência artificial do Google. Mais do que isso, vamos mostrar também uma iniciativa inovadora brasileira que revolucionará o setor de oftalmologia.

Nova inteligência artificial do Google

A Verily, startup da área de saúde fundada pelo Google, utilizou machine learning para avaliar milhares de fotos de pacientes afetados por retinopatia diabética ou edema macular diabético. Desse modo, o programa consegue identificar os sinais das doenças por meio dessas imagens como referência.

Mesmo detectando as doenças sem o auxílio de médicos oftalmologistas, a ideia é utilizar o programa para fazer uma pré-triagem. Assim, as pessoas que apresentam indícios de um dos distúrbios são encaminhadas para consultas médicas. “Ao integrar a Verily e o programa de diagnóstico ao nosso programa de análise, podemos aumentar nossa eficiência. Damos aos especialistas mais tempo para trabalhar mais próximos aos pacientes em tratamento, enquanto aumentamos o número de análises que podemos fazer”, afirmou o Dr. R. Kim, chefe do setor oftalmológico do Aravind Eye Hospital, em anúncio oficial.

Phelcom Eyer: inteligência artificial realiza exames de retina

No Brasil, a startup Phelcom Technologies desenvolveu um retinógrafo portátil para prevenção e diagnóstico de doenças na retina. O aparelho funciona acoplado a um smartphone com câmera de alta resolução. Ele captura a imagem do fundo do olho, realizando o exame de retina. Integrado a uma plataforma online, envia automaticamente os dados para o laudo de um especialista.

O Eyer será lançado neste mês pela Phelcom. A expectativa é que 50 mil pacientes sejam impactados pela tecnologia apenas em 2019. “O nosso objetivo é democratizar o acesso a exames oftalmológicos. Atualmente, cerca de 85% das cidades brasileiras não tem acesso a especialistas e aparelhos que façam o diagnóstico de doenças nos olhos”, afirma o cofundador e CEO da Phelcom, José Augusto Stuchi.

Com isso, o Eyer deve auxiliar no combate à deficiência visual grave e cegueira, problemas que atingem mais de 250 milhões de pessoas no mundo todo. Hoje, 75% dos casos ocorrem por falta de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento correto.

Conclusão

Por fim, a inteligência artificial aplicada na área de saúde tem alta capacidade de desenvolver projetos inovadores e capazes de gerar qualidade, rapidez e praticidade para os pacientes. Este é o caso da Verily, com esse novo programa de diagnóstico e outros em saúde, e da Phelcom, com o retinógrafo portátil Eyer.

Mais do que isso, essas novas tecnologias buscam levar o acesso à saúde para milhões de pessoas no mundo todo.

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Novo tratamento combate câncer infantil nos olhos

Novo tratamento combate câncer infantil nos olhos

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Sant Joan de Deu, da Espanha, e divulgada no periódico científico Science Translational Medicine mostrou resultados iniciais promissores em um novo tratamento para o retinoblastoma, um tipo de câncer que afeta os olhos de crianças.

Por meio do uso de vírus geneticamente modificado, o procedimento reduziu o tumor e evitou a metástase. Isto é, impediu que a doença se espalhasse para outras áreas do corpo. Os testes foram realizados em animais e em duas meninas, de dois anos cada, que já não respondiam mais a nenhum outro tratamento.

Com toda a certeza, essa nova pesquisa pode auxiliar no combate ao retinoblastoma. Ainda mais que, em muitas situações, a única alternativa para curar a doença é retirar o olho afetado.

De acordo com estimativas, 8 mil crianças sofrem com esse problema no mundo todo. Só no Brasil, são 400 novos casos por ano, segundo o Ministério da Saúde. Ou seja, é uma doença muito rara.

Por isso, vamos falar neste post sobre esse novo tratamento que combate o câncer infantil nos olhos, como foi realizada a pesquisa e quais serão os próximos passos para comprovar que esse possível método pode ser eficaz na luta contra a doença.

A pesquisa

Em primeiro lugar, os pesquisadores expuseram culturas de células em laboratório – cultivadas a partir de tumores de 12 pacientes – ao vírus oncolítico. Isto é, um tipo de vírus geneticamente modificado para apenas se reproduzir dentro das células afetadas pelo câncer. Com isso, foi possível comprovar que o parasita era capaz de infectar e matar as células tumorais.

Em seguida, começaram os testes em animais. Em coelhos saudáveis, os efeitos colaterais foram inflamação e acúmulo de líquido na região, mas que sumiram em seis semanas. Nessa etapa, houve escape do líquido para outros órgãos, mas não ocorreram danos.

Depois, o vírus foi injetado em camundongos com retinoblastoma. O resultado foi promissor: durante meses, os olhos ficaram protegidos do estágio em que seria preciso retirá-los para evitar metástase.

Testes em humanos

Em seguida, o teste começou a ser aplicado em humanos. Neste caso, em duas meninas, de dois anos cada, que não reagiram a nenhum dos outros tratamentos –quimioterapia e radiação.

Na primeira, foi necessário remover o olho afetado porque ocorreu um processo inflamatório que impediu os pesquisadores de visualizar o progresso do tumor. Porém, alguns indícios avaliados posteriormente indicaram que o vírus estava atacando as células tumorais.

Na segunda paciente, o vírus destruiu parte do tumor. Mesmo com a inflamação, que foi controlada, não houve a necessidade de remoção cirúrgica do olho.

Apesar dos bons resultados alcançados, a pesquisa ainda está na fase inicial. Sem dúvida, é preciso ainda de vários outros testes para que esse possível novo tratamento seja aprovado.

Retinoblastoma

O retinoblastoma é o câncer infantil nos olhos mais comum, apesar de raro. De acordo com a definição do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o tumor maligno origina-se das células da retina, que é a parte do olho responsável pela visão. Pode afetar um ou ambos os olhos. Geralmente, ocorre antes dos cinco anos de idade. Na verdade, o bebê já pode nascer com o problema.

Dentre os sinais e sintomas da doença, estão o reflexo brilhante que surge no olho afetado e a possibilidade de estrabismo, inflamação, conjuntivite, dor e inchaço no local e ainda a perca de visão.

Na maioria dos casos, o diagnóstico ocorre por meio de exame de fundo de olho.

exame de fundo de olho

Exame de fundo de olho realizado em adulto.

Mas, atenção: se há casos na família, a criança deve realizar exames e ser acompanhada por especialista durante os cinco primeiros anos de vida. Mais do que isso, todos os pacientes devem passar por estudo de aconselhamento genético para identificar os casos que são hereditários.

Tratamento

Com toda a certeza, o diagnóstico precoce é essencial para o sucesso no combate ao câncer infantil nos olhos. Por exemplo, quando o tumor ainda é pequeno, a doença á altamente curável. Ou seja, os tratamentos permitem que a criança continue enxergando normalmente.

Já nos casos mais avançados, o olho pode precisar ser retirado e ainda o paciente passar por quimioterapia e/ou radiação.

De fato, é uma doença extremamente perigosa e que pode levar a óbito quando não tratada corretamente ou quando diagnosticada tardiamente.

Conclusão

Por fim, você viu neste post sobre o novo tratamento que combate o câncer infantil. A pesquisa está sendo realizada pelo Instituto Sant Joan de Deu, da Espanha, e foi divulgada recentemente no periódico científico Science Translational Medicine.

De fato, os primeiros resultados são promissores. Porém, ainda são necessários muitos outros testes para validar essa técnica como um novo método para o tratamento do retinoblastoma. E esse é a próxima etapa do estudo.

Fontes: Science Translational Medicine, Folha de S. Paulo e UOL.

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Eyer é aprovado pela Anvisa

Eyer é aprovado pela Anvisa

O retinógrafo portátil Eyer, desenvolvido pela startup Phelcom Technologies, foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Com esse registro, o equipamento está liberado para entrar no mercado.

Por lei, todo produto relacionado à saúde humana só pode ser comercializado após aprovação da Anvisa. Para isso, a agência avalia a empresa e o produto, incluindo os procedimentos e programas internos, para garantir a qualidade, a segurança do paciente e o atendimento às normas vigentes.

O cofundador e COO da Phelcom, Flávio Pascoal Vieira, responsável pelo sistema de aprovação nos órgãos regulamentadores competentes, explica que todo o processo de aprovação é rígido e uniforme. “Mesmo sendo uma startup, cumprimos todas as exigências que são iguais às aplicadas a grandes fabricantes”, fala.

Mais do que isso, a Phelcom empregou voluntariamente algumas das normas internacionais, principalmente as europeias. “Além de tornar o produto ainda mais seguro, já estamos nos preparando para entrar no mercado externo futuramente”, afirma Vieira.

Para conseguir o registro na Anvisa, última etapa para comercialização, primeiro o Phelcom Eyer conquistou o Certificado de Produtos do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). É o instituto que faz a comprovação de que todos os requisitos e normas exigidas estão sendo respeitadas por meio de uma ampla análise documental, auditoria na fábrica e ensaios em laboratórios, dentre outros procedimentos.

Phelcom Eyer

Primeiro produto da empresa, o Eyer visa auxiliar no combate à deficiência visual grave e cegueira mundial, que atinge mais de 250 milhões de pessoas e ocorre em mais de 75% dos casos por falta de prevenção e correto tratamento.

O Eyer é um retinógrafo portátil acoplado ao smartphone que realiza exames de retina de alta qualidade, em poucos minutos, e envia os dados automaticamente para uma plataforma online, possibilitando o diagnóstico remoto. “A portabilidade e o custo baixo em comparação ao retinógrafo tradicional ajudará na democratização do acesso a saúde. Hoje, 85% das cidades brasileiras não possuem serviços de oftalmologia”, pontua Vieira.

Estudos mostram que hábitos saudáveis auxiliam no controle do glaucoma

Estudos mostram que hábitos saudáveis auxiliam no controle do glaucoma

Sem dúvida, saber fazer o controle do glaucoma é imprescindível. Portanto, veja como neste post. 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o glaucoma atinge 70 milhões de pessoas no mundo todo. Só no Brasil, a estimativa é de 1,2 milhão de casos, segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO). Para você ter uma ideia melhor da dimensão dessa doença, ela é uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo.

Isso porque metade das pessoas afetadas nem sabe que possui o problema, pois não há sintomas na fase inicial. Na verdade, um levantamento do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) mostrou que 80% dos portadores não mostram indícios de glaucoma. Infelizmente, muitos pacientes só descobrem quando já estão em estágio avançado.

De fato, a doença não tem cura. Porém, há tratamentos que diminuem os danos causados e contém a sua progressão.  E, além disso, já está comprovado que a adoção de hábitos saudáveis ajuda a manter e até ganhar mais qualidade de vida.

Por isso, vamos falar neste post como o estilo de vida saudável auxilia no controle do glaucoma, incluindo à prevenção, por meio de vários estudos e pesquisas. Veja o que você pode fazer hoje para garantir mais saúde para os seus olhos.

O que é o glaucoma

Antes de tudo, vamos explicar o que é o glaucoma. Essa doença afeta os olhos e é caracterizada por um aumento da pressão intraocular e por uma alteração do nervo óptico. As fibras nervosas são afetadas e ocorre a perda parcial da visão.

Controle do glaucoma - estágios

Estilo de vida saudável

Em seguida, veja quais são os hábitos saudáveis que você pode praticar no dia a dia para ajudar no controle do glaucoma e até na prevenção da doença.

Exercite-se regularmente

Controle do glaucoma - exercícios físicos

Segundo um estudo realizado na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, a prática em até 10 minutos a mais de atividade física reduz em 25% as chances de desenvolver glaucoma.

Então, inclua já na sua vida uma rotina de exercícios físicos.

Medite

Sim, os benefícios da meditação incluem até o combate e controle do glaucoma. Pelo menos, é o que afirma esse estudo publicado no Journal of Glaucoma. E como isso acontece? De acordo com os pesquisadores, a meditação mindfulness reduz o estresse, que é um dos fatores que pode aumentar a pressão ocular. Por sua vez, essa é uma das causas do glaucoma.

Inclua frutas, vegetais e peixe na dieta

De acordo com uma pesquisa feita na Universidade de Harvard, também nos Estados Unidos, comer verduras diariamente diminui o risco de desenvolver o glaucoma em 20%.

Dentre elas, as mais indicadas são as folhas verdes, pois possuem nitratos. Estes, por sua vez, são convertidos em óxido nítrico, que melhora o fluxo sanguíneo e ajuda a regular a pressão dentro do olho.

Mas, também há outros alimentos recomendados para as pessoas que sofrem com a doença, como peixes, ovos, frutas cítricas e vermelhas, cenoura e outros alimentos de cor laranja.

Controle do glaucoma - alimentação saudável

Não fume

Sem dúvida, não é apenas na prevenção do glaucoma que esse hábito é péssimo. Na verdade, de modo geral, fumar pode afetar diretamente à saúde dos olhos.

Mantenha um peso corporal saudável

O excesso de peso pode desencadear a diabetes, que é uma das doenças que pode provocar o glaucoma.

Conclusão

De fato, a adoção de um estilo de vida saudável ajuda – e muito – no controle do glaucoma. Então, busque incluir esses hábitos no seu dia a dia: exercícios físicos regulares, meditação, dieta rica em frutas e verduras, não fumar e manter o peso corporal.

Mas, atenção: é essencial buscar um especialista e seguir à risca o tratamento médico prescrito para o glaucoma. Pois a prática de hábitos mais saudáveis será um complemento – e só terá efeito – aliado ao tratamento recomendado.

Buscar sintomas na internet pode ser perigoso

Buscar sintomas na internet pode ser perigoso

Atire a primeira pedra quem nunca utilizou o Dr. Google para pesquisar sobre os sintomas que surgiram de uma possível doença ou para tentar entender os resultados de exames. Em poucos segundos, você já tem acesso a milhares de páginas que apresentam todos os tipos de informações possíveis relacionadas à sua busca.

Porém, também em poucos minutos, você descobre que pode estar sofrendo de qualquer uma das inúmeras doenças em que os sintomas são compatíveis. E agora?

Você já refletiu sobre o quanto tentar entender pela internet o que afeta a sua saúde pode ser perigoso? Isso porque tem muita gente se autodiagnosticando e automedicando após consultar a web. Além disso, tem toda a ansiedade e medo gerados por algo que, muito provavelmente, não é o problema.

E, obviamente, tudo isso pode acarretar danos sérios para a saúde. Por isso, vamos falar neste post sobre o risco do Dr. Google, as vantagens e desvantagens de buscar sintomas na internet e a importância de consultar o médico. Por outro lado, apresentaremos uma iniciativa muito bacana do hospital Albert Einstein, em parceria com o Google, para tornar esse já hábito mais seguro.

 

O Dr. Google

 

Como falamos, buscar sintomas na internet já se tornou um verdadeiro hábito na vida das pessoas. Atualmente, a cada 20 pesquisas realizadas, uma é sobre saúde. E, de fato, a ferramenta mais usada para isso é o buscador do Google. De acordo com o levantamento do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), 40,9% dos brasileiros realizam autodiagnóstico pela internet.

Entretanto, estudos já comprovam que confiar no Dr. Google para diagnósticos pode ser uma verdadeira roubada. Por exemplo, o verificador de sintomas online Symptom Checker from WebMD, que aparece na pesquisa do Google no Canadá, estava errado em 74% das buscas realizadas relacionadas às doenças oculares. Esse dado é de um estudo recente liderado pelo pesquisador Carl Shen, oftalmologista residente da Universidade McMaster, do Canadá.

Mais do que isso, a recomendação para o diagnóstico principal era muitas vezes inadequada, até aconselhando o autocuidado em casa, em vez de buscar ajuda médica.

Por isso, é essencial consultar um especialista, e não só a internet.

O verificador de sintomas online do Albert Einstein

 Desde 2017, uma parceria entre o Hospital Israelita Albert Einstein e o Google garante mais segurança nas informações ao buscar sintomas na internet. Hoje, um quadro informativo sobre a doença pesquisada, com sintomas e tratamentos, aparece no lado direito do buscador. As informações são fornecidas e revisadas pela equipe médica do hospital.

O objetivo é tornar as informações mais precisas e confiáveis. “A busca por informação de qualidade melhora a relação médico-paciente e traz eficiência para a consulta. Nada ainda substitui a consulta médica, mas um paciente ativo e consciente é o que buscamos para ter uma sociedade mais saudável”, afirma o médico cirurgião e presidente do hospital Albert Einstein, Sidney Klajner.

 

Desvantagens e vantagens de buscar sintomas na internet

Sem dúvida, não é só de perigos que vive a pesquisa por sintomas na web. Na verdade, há também benefícios nesse hábito cada vez mais comum. Portanto, conheça abaixo as desvantagens e vantagens de buscar sintomas na internet:

Desvantagens

Antes de tudo, entenda de uma vez por todas que as informações nas páginas online não servem para diagnósticos. O perigo acontece quando a pessoa se identifica com os sintomas descritos e se automedica.

Além disso, apenas um sintoma pode estar relacionado a uma infinidade de doenças. Então, ao invés de trazer respostas e entendimento, pode gerar ansiedade e medo ainda maiores por um problema que, provavelmente, nem afeta a sua saúde.

Por outro lado, informações erradas ou incompletas podem fazer com que a pessoa não dê importância aos sintomas apresentados. Dessa maneira, deixa de buscar ajuda médica.

Vantagens

Com toda a certeza, uma das principais vantagens é conhecer a doença que possui ou a de interesse, entendendo melhor seus sintomas, tratamentos e até como prevenir. Mas, para isso, também precisa acessar sites confiáveis. Assim sendo, a ideia é olhar as páginas da internet como informativas, e não com o intuito de realizar diagnósticos.

Dessa forma, por mais que contenha todas as informações necessárias, a pesquisa online não substitui a consulta com o médico. Até porque cada organismo é diferente do outro e requer cuidados individuais.

Então, utilize esses dados para estar mais consciente e preparado para conversar com o especialista.

Apenas o médico tem a palavra final

Fique à vontade para buscar sintomas na internet, desde que compreenda que apenas o médico – e só ele – pode realizar o diagnóstico. Afinal, o especialista realiza várias perguntas para entender o que você sente, faz análises físicas e solicita exames para formar um diagnóstico preciso. E, assim, prescrever o tratamento correto.

Entendemos que o acesso à saúde de qualidade, com boa infraestrutura, profissionais especializados e tratamentos disponíveis ainda é uma realidade distante no Brasil. E, somado à urgência de atendimento, uma das “soluções” é entender os sintomas com a ajuda da internet.

Porém, mesmo assim, o autodiagnóstico e a automedicação podem agravar ainda mais o quadro de saúde do paciente. Por tudo isso, ainda não é a melhor saída.

Conclusão

 

Por fim, você viu neste post que buscar sintomas na internet pode ser perigoso sim, como mostra o estudo realizado no Canadá. Infelizmente, muitas pessoas fazem o autodiagnóstico e a automedicação baseados nas informações encontradas no Dr. Google. E isso é um erro que pode acarretar prejuízos sérios para a saúde.

Mas, do mesmo modo, também há benefícios nesse hábito. Como, por exemplo, entender melhor os sintomas para a consulta com o médico. Nesse sentido, é só compreender que as páginas online são apenas informativas, e não para tirar conclusões precipitadas e errôneas.

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