Congressos de Oftalmologia 2023

Congressos de Oftalmologia 2023

O ano está repleto de eventos de oftalmologia por todo o Brasil. Confira as informações dos congressos 2023 – datas, locais e horários. Aproveite e anote a localização dos estandes da Phelcom Technologies e faça-nos uma visita!

CALENDÁRIO OFTALMOLOGIA 2023 – PRÓXIMOS EVENTOS

CBO 2023 (67º Congresso Brasileiro de Oftalmologia)

Data: 23 a 26 de agosto de 2023
Local: Centro de Eventos do Ceará
Cidade: Fortaleza/CE
Estande da Phelcom: 23
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BH Retina Summit

Data: 21 a 23 de setembro de 2023
Local: Hotel Ouro Minas
Cidade: Belo Horizonte/MG
Estande da Phelcom:
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SOBLEC

Data: 27 e 28 de outubro de 2023
Local: Tivoli Mofarrej São Paulo Hotel
Cidade: São Paulo/SP
Estande da Phelcom: 2
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A Phelcom não participa apenas de congressos de oftalmologia, mas também de diferentes especialidades nas quais o Retinógrafo Eyer pode entregar valor no diagnóstico. Confira outros congressos nos quais estaremos presente:

XIV CONGRESSO BRASILEIRO DE AVC

Data: 12 a 15 de outubro de 2023
Local: Viasoft Experience
Cidade: Curitiba/PR
Estande da Phelcom: 18
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CONGRESSOS QUE A PHELCOM ESTEVE PRESENTE EM 2023

45º SIMASP (Simpósio Internacional Moacyr Alvaro)

Data: 22 a 25 de março de 2023
Local: Transamerica Expo Center
Cidade: São Paulo/SP
Estande da Phelcom: 55
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REFRATIVA R.I.O.

Data: 29 de março a 02 de abril de 2023
Local: Windsor Barra Hotel
Cidade: Rio de Janeiro/RJ
Estande da Phelcom: 12
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CNNO (Congresso Norte-nordeste de Oftalmologia)

Data: 30 de março a 01 de abril de 2023
Local: Centro de Convenções de Salvador
Cidade: Salvador/BA
Estande da Phelcom: 3
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RETINA (BRAVS Meeting)

Data: 28 de abril a 01 de maio de 2023
Local: Windsor Barra Hotel
Cidade: Rio de Janeiro/RJ
Estande da Phelcom: 24
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XIV CONGRESSO PAULISTA DE NEUROLOGIA

Data: 31 de maio a 03 de junho de 2023
Local: Blue Med Convention Center
Cidade: Santos/SP
Estande da Phelcom: 34
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XXIX SIMPÓSIO INTERNACIONAL JACQUES TUPINAMBÁ

Data: 11 a 13 de maio de 2023
Local: Centro de Convenções Rebouças
Cidade: São Paulo/SP
Estande da Phelcom: 12
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BRASCRS

Data: 24 a 27 de maio de 2023
Local: Transamerica Expo Center
Cidade: São Paulo/SP
Estande da Phelcom: 3
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SULBRA (XVII Congresso Sul-brasileiro de Oftalmologia)

Data: 22 a 24 de junho de 2023
Local: Bourbon Cataratas do Iguaçu Thermas Eco Resort
Cidade: Foz do Iguaçu/PR
Estande da Phelcom: 8
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XXII CONGRESSO DA SOCIEDADE CAIPIRA DE OFTALMOLOGIA

Data: 29, 30 de junho e 1 de julho de 2023
Local: Expo Dom Pedro
Cidade: Campinas/SP
Estande da Phelcom: 29
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Esperamos poder nos encontrar nos congressos ao longo do ano e trocarmos experiências sobre como a retinografia portátil pode fazer a diferença na vida dos pacientes em todo o mundo! Até lá!

Chatbot para clínicas: como funciona e como implementar?

Chatbot para clínicas: como funciona e como implementar?

O chatbot para clínicas funciona como um atendente virtual que ajuda os pacientes a realizar tarefas mais simples. Por exemplo, marcar uma consulta, perguntar sobre horários de atendimento, solicitar informações sobre tratamentos e exames, dentre outros.

A tecnologia é fácil de usar, pois oferece uma interface de conversação natural, como se o paciente estivesse realmente falando com uma pessoa.

Com isso, a ferramenta promete trazer mais agilidade ao atendimento e satisfação ao paciente, além de aumentar a produtividade da recepção, que conseguirá dedicar mais tempo para demandas mais importantes.  

Em seguida, entenda como funciona o chatbot para clínicas, os benefícios e como implementá-lo no seu negócio.

 

Chatbot para clínicas: como funciona

 

O chatbot usa tecnologia de inteligência artificial e processamento de linguagem natural para entender e responder às perguntas dos pacientes. Tudo isso para adequar a linguagem com o padrão-médio das conversas que os pacientes estão tendo com ele.

Para isso, é necessário oferecer as informações à ferramenta, que podem ser:

  • Perguntas frequentes: horários de atendimento, localização da clínica, informações sobre médicos e especialidades, planos de saúde que aceita, valores etc;
  • Agendamento de consultas: solicitar datas disponíveis e agendar o atendimento diretamente pelo chatbot;
  • Atualização de informações do paciente: endereço, telefone, histórico médico etc.

É claro que algumas questões feitas pelos usuários são diferentes àquelas estabelecidas na primeira programação. Desse jeito, ao notar essa frequência, o próprio chatbot pode sugerir respostas.

Assim, conforme o tempo passa, a programação ficará ainda mais completa e sem a necessidade de intervenção humana.

Os pacientes podem interagir com o chatbot por meio de uma página da web, aplicativo móvel ou através de mensagens nas redes socias, como o Facebook. A ferramenta também pode ser configurada para enviar lembretes automáticos sobre consultas agendadas ou exames programados.

 

 

Chatbot baseado em regras

 

Um chatbot baseado em regras é mais simples, mas também pode ser bastante eficaz. Ele funciona a partir de um conjunto pré-definido de regras ou padrões. Se a pergunta do paciente corresponder a uma dessas regras, ele responde corretamente. Caso contrário, pode pedir por mais informações ou fornecer uma resposta padrão.

Neste caso, recebem uma linguagem de programação específica e podem ser treinados para reconhecer novas regras ou atualizar as existentes. Por isso, é fundamental que essas regras sejam bem pensadas e aprimoradas.

Resumindo, um chatbot baseado em regras é útil para tarefas simples e repetitivas, como responder a perguntas frequentes ou realizar agendamentos. No entanto, têm restrições e podem se tornar rapidamente complexos e difíceis de manter à medida que o número de regras aumenta.

De fato, o chatboot pode ser mais barato em relação aos de inteligência artificial, mas precisa de mais intervenção humana e um bom nível de programação, com mais regras condicionais e verificações extras de funcionamento.

 

Chatbot para clínicas: benefícios

 

As clínicas médicas podem se beneficiar bastante ao automatizar tarefas operacionais. Algumas das principais vantagens são:

 

Aumento da eficiência

Os chatbots respondem rapidamente perguntas comuns dos pacientes, como horários de consulta e informações sobre pagamentos. Isso permite que os funcionários da clínica se concentrem em tarefas mais importantes.

 

Melhoria na experiência do paciente

Ao fornecer informações imediatas e precisas sobre suas consultas, resultados de exames e tratamento, a tecnologia melhora a satisfação dos pacientes e fidelidade ao consultório.

 

Acessibilidade 24/7

A ferramenta funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, o que significa que os pacientes podem obter informações e suporte quando precisarem.

 

Redução de custos

Ao automatizar operações, como agendamento e envio de pedidos de consulta, as clínicas podem reduzir os custos de mão de obra e melhorar a eficiência geral.

 

Melhoria da segurança dos dados

Ao fornecer informações sensíveis por meio de um canal seguro, como um chatbot, os consultórios protegem a privacidade e a segurança dos dados dos pacientes.

Em resumo, o chatbot para clínicas podem ser uma solução eficiente, acessível e segura para melhorar a experiência dos pacientes e aumentar a eficiência operacional.

 

Chatbot para clínicas: como implementar

 

Chatbot Para Clinicas

Foto: Freepik

 

A implementação de um chatbot na clínica médica pode ser um processo simples ao seguir esses passos:

 

1.Identifique as necessidades da clínica

Antes de implementar o chatbot, é importante identificar as necessidades da clínica e as tarefas que o chatbot pode automatizar, como agendamento de consultas, resposta a perguntas comuns dos pacientes e envio de lembretes.

 

2.Escolha uma plataforma de chatbot

Existem várias plataformas de chatbot disponíveis no mercado. É importante escolher a que melhor se adapte às necessidades do negócio.

 

3.Treine o chatbot

Depois de escolher a plataforma, é necessário treinar o chatbot com as regras e as respostas apropriadas. É importante fornecer à ferramenta informações precisas e atualizadas sobre a clínica e seus serviços para garantir que as respostas sejam úteis para os pacientes.

 

4.Integre o chatbot com os sistemas da clínica

É importante integrar a tecnologia com os softwares de gestão, como os de agendamento, pagamentos e o prontuário eletrônico. Assim, você garante que as informações estejam sempre atualizadas e precisas.

 

5.Teste e ajuste o chatbot

Após a implementação, é importante testar o chatbot e ajustá-lo de acordo com as necessidades do consultório. É importante monitorar as conversas com os pacientes e ajustar as respostas quando preciso para garantir que as informações fornecidas sejam úteis.

 

6.Promover o chatbot

Por fim, é importante promover a ferramenta para que os pacientes saibam que ele está disponível para responder às suas perguntas e fornecer informações sobre a sua clínica.

 

Pronto! Sem dúvida, um chatbot para clínica médica é uma ferramenta útil para melhorar a comunicação com os pacientes e tornar o atendimento mais eficiente e conveniente para eles.

 

Revisado por Paulo Schor, médico oftalmologista, professor livre docente e diretor de inovação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaborador da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein.

 

Acompanhe o blog da Phelcom e fique por dentro das principais novidades sobre chatbot para clínicas.

LGPD na saúde: entenda como funciona e como aplicar no seu consultório

LGPD na saúde: entenda como funciona e como aplicar no seu consultório

Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), de maneira geral, busca aumentar a segurança das informações de todo usuário de internet bem como eliminar o compartilhamento de seus dados sem autorização.

Com a ampliação da telemedicina, o consultório ou entidade médica tem a obrigação legal de seguir às normas da LGPD. Por exemplo, é imprescindível que a troca de dados, consultas on-line e envio de exames para laudo ocorram em ambiente confiável e seguro.

Por isso, vamos explicar neste artigo como funciona a LGPD na saúde e como fazer para seguir corretamente a nova lei e não se sujeitar a multas futuras.

 

LGPD na saúde

 

Na saúde, a LGPD regulamenta como os dados dos pacientes devem ser manuseados no Brasil. A lei separou estes dados em quatro categorias:

I. Dados pessoais – nome, RG, CPF, gênero, data e local de nascimento, filiação, telefone, endereço residencial, cartão ou dados bancários;

II. Dados sensíveis – origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural;

III. Dados anonimizados: titular que não possa ser identificado, considerando a utilização de meios técnicos razoáveis e disponíveis na ocasião de seu tratamento;

IV. Banco de dados: conjunto estruturado de dados pessoais, estabelecido em um ou em vários locais, em suporte eletrônico ou físico.

E nomeia as seguintes figuras no sistema de atendimento em saúde:

 

Agentes

 

V. – titular: pessoa natural a quem se referem os dados pessoais que são objeto de tratamento;

VI. – controlador: pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, a quem competem as decisões referentes ao tratamento de dados pessoais;

VII. – operador: pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, que realiza o tratamento de dados pessoais em nome do controlador;

VIII. – encarregado: pessoa indicada pelo controlador e operador para atuar como canal de comunicação entre o controlador, os titulares dos dados e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD); 

 

Fundamento

 

A disciplina da proteção de dados pessoais tem como fundamentos:

I. – o respeito à privacidade;

II. – a autodeterminação informativa;

III. – a liberdade de expressão, de informação, de comunicação e de opinião;

IV. – a inviolabilidade da intimidade, da honra e da imagem;

V. – o desenvolvimento econômico e tecnológico e a inovação;

VI. – a livre iniciativa, a livre concorrência e a defesa do consumidor; e

VII. – os direitos humanos, o livre desenvolvimento da personalidade, a dignidade e o exercício da cidadania pelas pessoas naturais.

 

Cenário

 

A lei aplica-se nestes seguintes cenários:

I. – a operação de tratamento seja realizada no território nacional;

II. – a atividade de tratamento tenha por objetivo a oferta ou o fornecimento de bens ou serviços ou o tratamento de dados de indivíduos localizados no território nacional; ou     

III. – os dados pessoais objeto do tratamento tenham sido coletados no território nacional.

 

Tratamento

 

O tratamento de dados pessoais somente poderá ser realizado nas seguintes hipóteses:

I. – mediante o fornecimento de consentimento pelo titular;

II. – para o cumprimento de obrigação legal ou regulatória pelo controlador;

III. – pela administração pública, para o tratamento e uso compartilhado de dados necessários à execução de políticas públicas previstas em leis e regulamentos ou respaldadas em contratos, convênios ou instrumentos congêneres, observadas as disposições do Capítulo IV desta Lei;

IV. – para a realização de estudos por órgão de pesquisa, garantida, sempre que possível, a anonimização dos dados pessoais;

V. – quando necessário para a execução de contrato ou de procedimentos preliminares relacionados a contrato do qual seja parte o titular, a pedido do titular dos dados;

VI. – para o exercício regular de direitos em processo judicial, administrativo ou arbitral, esse último nos termos da Lei nº 9.307, de 23 de setembro de 1996 (Lei de Arbitragem) ;

VII. – para a proteção da vida ou da incolumidade física do titular ou de terceiro;

VIII. – para a tutela da saúde, exclusivamente, em procedimento realizado por profissionais de saúde, serviços de saúde ou autoridade sanitária;      

IX. – quando necessário para atender aos interesses legítimos do controlador ou de terceiro, exceto no caso de prevalecerem direitos e liberdades fundamentais do titular que exijam a proteção dos dados pessoais; ou

X. – para a proteção do crédito, inclusive quanto ao disposto na legislação pertinente.

 

LGPD na saúde – punições

 

Os agentes de tratamento (controlador, operador e encarregado) que violarem as normas podem responder legalmente à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). As punições previstas em lei são:

I. – advertência, com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas;

II. – multa simples, de até 2% (dois por cento) do faturamento da pessoa jurídica de direito privado, grupo ou conglomerado no Brasil no seu último exercício, excluídos os tributos, limitada, no total, a R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) por infração;

III. – multa diária, observado o limite total a que se refere o inciso II;

IV. – publicização da infração após devidamente apurada e confirmada a sua ocorrência;

V. – bloqueio dos dados pessoais a que se refere a infração até a sua regularização;

VI. – eliminação dos dados pessoais a que se refere a infração.

Os dados usados para fins não econômicos, acadêmicos, jornalísticos e os coletados por agentes da segurança pública ou da defesa nacional não estão sujeitos às punições da LGPD.

 

LGPD na saúde – como se adequar?

 

lgpd na saúde

 

Como vimos, as multas da LGPD podem alcançar um valor muito alto por infração. Além disso, a publicização da infração, que é a transferência da gestão de serviços para o setor público não-estatal, pode provocar a perda de credibilidade do médico.

Neste sentido, é fundamental atender às normas da LGPD na saúde. Para isso, você pode:

  • Solicitar ao paciente uma permissão formal de uso e armazenamento de dados pessoais, deixando claro quais são essas informações. Isso pode ser feito através do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE);
  • Permitir que o paciente altere, corrija ou exclua seus dados pessoais, desde que não afete as informações médicas;
  • Mapear o processo de tratamento de dados dentro da sua clínica e identificar quais são os riscos;
  • Treinar a equipe sobre a LGPD na saúde;
  • Nomear um encarregado.

Além disso, invista em sistemas de telemedicina e softwares médicos. Na hora de escolher, leve em consideração alguns fatores: o atendimento integral à LGPD, armazenamento em nuvem e criptografia de documentos, dentre outros.

 

Revisado por Paulo Schor, médico oftalmologista, professor livre docente e diretor de inovação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaborador da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein.

 

Acompanhe o blog da Phelcom e fique por dentro das principais novidades sobre LGPD na saúde.

LGPD na saúde: entenda como funciona e como aplicar no seu consultório

Veja as principais vantagens e como obter o CRM Digital

A nova Cédula de Identidade de Médico (CRM Digital) é confeccionada em cartão rígido e possui um avançado sistema antifraude, com chip criptográfico para certificação digital. Sem dúvida, o uso desta tecnologia tornou o documento mais atualizado e adequado aos dias de hoje.

Entretanto, não é obrigatório. Porém, é mais seguro e oferece benefícios como integração com o certificado digital, acesso ao Portal Médico e sistema antifraude, dentre outros.

Em seguida, conheça os diferenciais da CRM Digital, os benefícios, como utilizar com segurança e como obter.

CRM Digital

É importante ressaltar que a certificação digital é facultativa, e sua carteira pré-existente continua valendo. Entretanto, para utilizá-la nos sistemas de informação, o médico deve procurar uma Autoridade Certificadora (AC) capaz de inserir o certificado digital padrão ICP-Brasil. Veja como fazer neste artigo.

As suas quatro principais vantagens do certificado digital são:

  • Autenticidade (garantia da identidade de quem executou a transação);
  • Integridade (garantia de que o conteúdo da transação não foi alterado);
  • Confidencialidade entre as partes;
  • Não repúdio às transações efetuadas ou documentos assinados.

Dessa maneira, o CRM Digital é mais seguro, pois dificulta a falsificação. A leitura de informações é feita por dispositivos eletrônicos de segurança, com a gravação de dados cadastrais de acordo com o padrão ICP-Brasil.

Além disso, possui duas senhas de segurança: o PIN e o PUK. O Personal Identification Number (PIN) é a senha de utilização do cartão, que é alterada pelo médico no momento da validação.

Já o Personal Unlocking Key (PUK) é uma senha de emergência (utilizada apenas para desbloqueio do PIN). Caso esqueça o PIN e erre o número três vezes, a senha é bloqueada e só poderá ser desbloqueada com a utilização do PUK.

Crm Digital

CRM Digital – benefícios

Sem dúvida, a proteção antifraude é uma das principais vantagens do CRM Digital. O cartão vem com um chip criptografado que libera a ativação do Certificado Digital ICP-Brasil.

Dessa forma, o médico pode assinar documentos de forma on-line, com o mesmo valor jurídico. Por exemplo, fazer prescrição de receitas e atestados digitais durante as teleconsultas e ampliar o uso dos prontuários eletrônico no Brasil. Com isso, deve oferecer mais segurança no atendimento e sigilo do paciente, melhorando e diminuindo os custos com a saúde.

Além disso, traz mais praticidade no dia a dia, garantia de integridade do documento, redução do uso de papel no consultório e segurança dos dados do paciente.

O documento também é integrado com o Portal Médico, em que é possível realizar cursos, acessar os próximos congressos e outras atividades.

CRM Digital – como utilizar

O CRM Digital com certificado é válido em todo Brasil e pode ser utilizado de várias formas:

Uso profissional

  • Plataforma de Prescrição Eletrônica do CFM disponível em https://prescricaoeletronica.cfm.org.br;
  • Sistemas de Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), por meio de certificação digital;
  • Serviços do sistema Conselho de Medicina no Portal Médico, que serão disponibilizados. Para isso, é necessária a certificação digital.

Uso pessoal

  • Enviar declarações de impostos pela internet;
  • Recuperar informações sobre histórico de declarações;
  • Assinar contratos digitais;
  • Consultar situação fiscal e cadastral na Receita Federal;
  • Gerar procurações eletrônicas;
  • Acesso online a certidões e serviços da Receita Federal;
  • Transações bancárias e online.

Para utilizar o CRM Digital com segurança, é preciso adotar alguns cuidados importantes:

  • A nova cédula de identidade médica não deve ser plastificada para não comprometer a imagem latente, um dos itens de segurança de suma importância do novo documento;
  • Nunca emprestar a cédula/certificado digital para terceiros (secretária/estagiário);
  • O CRM Digital tem validade jurídica, é pessoal e intransferível e deve ser usado somente pelo titular;
  • Guardar o PIN/PUK em local seguro para que não seja copiado ou usado por terceiros;
  • Ter atenção ao digitar o PIN/PUK para que não seja bloqueado. Caso isso ocorra, será necessário comprar um novo certificado digital;
  • Não emita um certificado digital fora da hierarquia da ICP-Brasil, pois não tem validade jurídica no Brasil.

CRM Digital – como obter

O médico deve realizar a solicitação do CRM Digital junto ao seu Conselho Regional de Medicina. Lá, será orientado sobre os procedimentos necessários. Depois, deve ainda atender aos seguintes requisitos:

  • Dispor de uma leitora de cartão inteligente;
  • Instalar o driver do seu hardware criptográfico (Cartão com chip PKI) fornecido pelo fabricante do equipamento;
  • Para cartões adquiridos antes de janeiro de 2020, instalar o software do Gerenciador Criptográfico (SafeSign):

Guia de Instalação do Software Gerenciador (SafeSign)
Para usuários de sistema operacional Windows:
Software Gerenciador Criptográfico (Safesign 3.0.76)
Windows: 32 bits | 64 bits
Para usuários dispositivos Mac:
Para versões do sistema operacional 10.9, 10.10 ou 10.11, utilize a versão Safesign 3.0.88
Para versões do sistema operacional 10.12, 10.13 ou 10.14, utilize a versão Safesign 3.5.0

  • Para cartões adquiridos após janeiro de 2020, instalar o software do Gerenciador Criptográfico (IDprotect Client):

Guia de Instalação do Software gerenciador (IDprotect Client)
Para usuários de sistema operacional Windows:
Software de Gerenciamento Criptográfico (IDprotect Client 7.19.04.
Windows: 32 bits | 64 bits
Para usuários dispositivos Mac:
MacOS: download
OBS: Caso o seu cartão apresente a mensagem de “Token desconhecido”, o gerenciador que você está utilizando não corresponde com a versão correta do seu cartão.

E-CRM

O E-CRM disponibiliza a Cédula de Identidade de Médico também no celular. A plataforma pode ser usada por aqueles que possuem identidade médica em cartão emitido a partir de 1 de agosto de 2017.

A tecnologia é protegida pela infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) e também serve como prova de identificação igual ao documento impresso.

Vale ressaltar que não há custo adicional. Para baixar, acesse o site https://ecrm.cfm.org.br/.

Revisado por Paulo Schor, médico oftalmologista, professor livre docente e diretor de inovação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaborador da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein.

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Bitributação em clínicas médicas: saiba como acontece e como evitar

Bitributação em clínicas médicas: saiba como acontece e como evitar

A bitributação em clínicas médicas é quando ocorre a cobrança duplicada de impostos e taxas sobre o mesmo serviço. Pode ser feita por mais de uma instituição de unidade ou entes federativos, como estados, municípios ou união mais o estado ou municípios.

E é isso é legal? Não. A constituição federal de 1988 veda a bitributação sobre a mesma fonte. Porém, há casos em que a duplicação do mesmo fato gerador pela mesma empresa é considerada lícita, como o “bis in idem”.

Um pouco confuso? Em seguida entenda melhor o que é bitributação em clínicas médicas, como acontece, o que fazer caso seu negócio pague imposto duplicado e como evitar.

Bitributação em clínicas médicas – o que é

Como já falamos, a bitributação em clínicas médicas é quando o serviço prestado é cobrado duas vezes no mesmo período. Como exemplo, a renda é tributada pelo governo federal e os lucros, pelo estado posteriormente.

É dividida em dois tipos: dupla tributação simples e dupla tributação cumulativa. Na primeira, somente um ente federativo cobra imposto sobre um mesmo produto ou serviço. Já no segundo tipo, mais de um poder público tributa o mesmo produto ou serviço.

A bitributação é inconstitucional, exceto em duas situações: em caso de guerra externa (para arrecadação federal) ou bitributação internacional.

Além disso, existe também o “bis in idem”, que é quando um mesmo ente federativo tem leis e impostos distintos, mas resultante de um mesmo fato gerador. Ou seja, quando é cobrado mais de um tipo de imposto sobre o mesmo serviço ou produto.

Bitributação em clínicas médicas – como acontece?

inteligência artificial auxilia oftalmologistas

Um dos momentos mais comuns da cobrança duplicada é quando a clínica emite uma nota fiscal sobre uma consulta ou exame. Depois, emite uma nova nota para repassar o valor ao profissional que realizou o serviço.

Outro exemplo são imóveis localizados no limite entre duas cidades, que pode gerar confusão na hora de cobrar o imposto.

Como fazer em casos de bitributação?

Ao desconfiar que a sua clínica sofreu bitributação, contrate uma assessoria contábil com experiência nos impostos da área de saúde. Ela pedirá uma revisão da cobrança.

Porém, o poder público pode considerar a cobrança legal. Neste cenário, é possível recorrer ao judiciário com o auxílio de um advogado tributarista.

Vale ressaltar que a sua empresa tem até 5 anos para recuperar o valor pago em duplicidade, a partir da data de pagamento, de acordo com o Artigo 168 do Código Tributário Nacional (CNT).

Se tiver dúvidas sobre um imposto próximo do vencimento, pague a cobrança mesmo assim. Mais tarde, se a contabilidade verificar que foi indevido, entrará com pedido de revisão e você receberá o valor corrigido.

Bitributação em clínicas médicas – como evitar

No caso da cobrança em duplicidade referente às emissões de nota ao paciente e ao profissional que prestou o serviço, é possível adotar o “split” de pagamento. Há maquininhas de cartão no mercado que oferecem a possibilidade de dividir os percentuais de repasse para cada prestador de serviço no momento do pagamento.

Por exemplo, parte do valor recebido vai direto para a conta da clínica e outra para a do médico que fez a consulta. E isso pode ser dividido para centenas de prestadores envolvidos no mesmo serviço. Nesses casos, a empresa tende a pedir que todos tenham conta no mesmo banco, com o qual a intermediadora tem contrato.

Assim, os impostos são recolhidos de uma única vez, extinguindo a bitributação, e as notas fiscais são feitas automaticamente.

Mas, acima de tudo, tenha uma boa gestão fiscal da sua clínica médica. Isso pode ser feito com a contratação de um contador, uma equipe ou de um escritório de contabilidade e de ferramentas de gestão administrativa específicas para o setor de saúde. Alguns programas de gerenciamento ajudam com isso, e são de uso relativamente fácil.

Assim, seu negócio terá um planejamento fiscal estratégico e tudo estará sob controle, de modo organizado, para facilitar checagens e auditorias. Lembre-se que, hoje em dia, nosso valor de marca no mercado passa por esses controles também.

Revisado por Paulo Schor, médico oftalmologista, professor livre docente e diretor de inovação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaborador da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein.

Acompanhe o blog da Phelcom e fique por dentro sobre bitributação em clínicas médicas.

Veja como o 5G na saúde pode melhorar a experiência do paciente

Veja como o 5G na saúde pode melhorar a experiência do paciente

De fato, o 5G na saúde tem potencial de revolucionar o setor. A quinta geração de internet móvel sem fio já está presente em 15 capitais brasileiras: Aracaju, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Natal, Palmas, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo, Teresina e Vitória.

A tecnologia aumenta em até 100 vezes a velocidade de navegação e download, sem precisar de fibra. Por exemplo, as telecirurgias ainda são pouco realizadas por causa do risco de falha no sinal. Agora, a tendência é ocorrer cada vez mais com médicos divididos em mais de um hospital. Ou um especialista internacional pode participar em tempo real como apoio técnico ou até mesmo operando um dispositivo cirúrgico à distância, dentre outras possibilidades.

Em seguida, saiba como o 5G na saúde pode melhorar toda a jornada do paciente, inclusive os que vivem em lugares mais afastados dos centros urbanos.

 

1.      Diagnósticos mais rápidos e precisos

 

A maior velocidade na captação, no armazenamento e na análise dos dados por meio de dispositivos móveis permitirá diagnósticos cada vez mais rápidos e, quem sabe, precisos.

Como exemplo, o retinógrafo portátil Phelcom Eyer capta as imagens do fundo do olho em pouco tempo e sem a necessidade de dilatação da pupila. Conectado com a internet, envia as imagens em alta qualidade para uma plataforma on-line, o Eyer Cloud, possibilitando o laudo remoto. O aparelho é integrado a um smartphone e tem custo bem baixo em comparação ao retinógrafo de mesa.

 

5G na saúde

 

2.      Monitoramento à distância mais confiável

 

A Internet das Coisas (IoT) deverá ter um grande avanço com o 5G na saúde. A tecnologia é aplicada a objetos, componentes e dispositivos médicos conectados à internet que coletam dados dos pacientes em tempo real por meio de aplicativos de monitoramento e vestíveis (wearables).

Essas soluções podem agilizar o atendimento remoto, oferecem mais informações para rastreamento e prevenção de doenças crônicas, dão mais controle aos pacientes e médicos e facilitam a troca de dados, dentre outros benefícios.

Atualmente, a tecnologia já funciona bem com o 4G, mas é limitada pela capacidade da rede de lidar com o volume de dados. Mas, a quinta geração de internet móvel sem fio promete conectar milhares de dispositivos sem interferência na qualidade.

Assim, os profissionais de saúde poderão receber informações mais precisas em tempo real e, consequentemente, fornecer os cuidados certos na mesma hora.

Atualmente, essa abordagem inclui monitores de ECG e EKG e medições médicas como temperatura da pele, frequência cardíaca, controle calórico, nível de glicose e leituras de pressão arterial.

 

3.      Evolução da realidade virtual (RV) e realidade aumentada (RA)

 

realidade aumentada na saúde

 

As tecnologias de realidade virtual (RV) e realidade aumentada (RA) também já são usadas no setor de saúde, mas devem ganhar grande impulso com o 5G. Isso porque terão mais rapidez e melhor conectividade com a internet, mas, principalmente, não terão o atraso de tempo que atrapalha as interações em tempo real.

realidade aumentada permite ver, em tempo real, elementos virtuais sobre o ambiente físico de forma extremamente aprimorada. Para isso, utiliza dispositivos eletrônicos como smartphones, tablets, óculos e até capacetes para visualizar e manipular objetos reais e virtuais sem o uso das mãos, apenas pela interface do sistema.

Como exemplo, fornece imagens em 3D em tempo real para médicos, o que pode beneficiar no planejamento de procedimentos. Estudantes e especialistas também podem aprender mais sobre técnicas cirúrgicas por meio de sobreposições. Outra vertente é auxiliar médicos nos diagnósticos.

Realidade virtual (RV) é um ambiente simulado por computador que proporciona efeitos visuais, sonoros e até táteis ao usuário. Dessa forma, permite a imersão completa no cenário virtual, como se a pessoa realmente estivesse presente ali. Para isso, utiliza tecnologias com displays estereoscópicos, como os populares headsets (óculos especiais que transmitem a simulação).

Por suas características, tem ganhado espaço em diversas áreas. Inclusive, na saúde. Uma de suas aplicações é no tratamento de dor. Especialistas verificaram que o uso da terapia da realidade virtual enche o cérebro com tanta informação que não deixa espaço para processar as sensações de dor na mesma hora.

Muito além de distração, a técnica oferece uma experiência multissensorial que envolve o paciente em um nível muito mais profundo do que assistir TV ou ler, por exemplo. Um dos primeiros programas de RV é voltado para auxiliar durante o tratamento de queimaduras. A terapia tem sido estudada também para uso no momento do parto e no tratamento de doenças cardiológicas, neurológicas, gastrointestinais e crônicas. Além de ser um instrumento altamente promissor, possui baixo custo.

Outras aplicações incluem o apoio no tratamento de fobias, ansiedade, depressão, Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), dor fantasma, fisioterapia, reabilitação cognitiva, qualidade de vida para idosos e pacientes e treinamentos médicos.

 

4.      Aumento de telecirurgias por meio da robótica

 

robótica na saúde

 

O 5G na saúde deve acelerar as telecirurgias, hoje pouco realizadas devido às possíveis falhas e atrasos no sinal. Além de possibilitar que equipes médicas em diferentes locais operem um paciente, a tecnologia promete impulsionar a área de robótica.

Atualmente, os robôs-cirurgiões só funcionam com o acompanhamento presencial do cirurgião. Com mais velocidade e estabilidade da internet, essa realidade pode mudar.

O uso da robótica na saúde vem crescendo cada vez mais nos últimos anos. Até 2025, o investimento mundial neste setor deve aumentar aproximadamente 20%, de acordo com relatório da Zion Market Research.

A oftalmologia é uma das áreas em que o uso da robótica é feito há mais tempo. Um dos primeiros empregos foi no tratamento de retinopatia diabética por meio de laser. A tecnologia mede a duração, tamanho e potência de cada pulso. Para isso, o dispositivo é pré-programado para que cada tiro de laser seja igual ao anterior.

Hoje, a ferramenta também é utilizada em cirurgias refrativas para correção da miopia. Toda a programação do procedimento e a colocação dos tiros de laser na córnea do paciente é guiado por robôs, monitorado sempre por um especialista.

Outra facilidade é a utilização de filtros digitais e imagens tridimensionais para personalizar a visualização durante o procedimento cirúrgico, aumentando o tamanho da imagem das estruturas oculares e permitindo identificar as camadas de tecido.

Há também robôs voltados para cirurgia de catarata e transplante de córnea, que operam por meio do laser de femtosegundo e tem indicação e uso específico ainda restrito no nosso meio.

 

 

Revisado por Paulo Schor, médico oftalmologista, professor livre docente e diretor de inovação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaborador da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein.

 

Acompanhe o blog da Phelcom e fique por dentro das principais novidades sobre 5G na saúde.

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