O oftalmoscópio na era digital: o poder da fotodocumentação

O oftalmoscópio na era digital: o poder da fotodocumentação

Poucas ferramentas são tão emblemáticas para a oftalmologia quanto o oftalmoscópio. Por gerações, ele tem sido a janela primária para a retina, o pilar do diagnóstico e do acompanhamento clínico.

No entanto, na prática clínica moderna, especialmente no contexto dinâmico dos consultórios e hospitais brasileiros, a pergunta fundamental mudou. Não basta mais ao especialista apenas “ver”; tornou-se imperativo documentar, analisar longitudinalmente, comparar com precisão e compartilhar com segurança. É a transição da observação subjetiva para o dado objetivo.

O desafio do oftalmoscópio tradicional na clínica moderna

O exame realizado com o oftalmoscópio direto ou indireto segue vital para a avaliação qualitativa de inúmeras condições: glaucoma, retinopatias, neuropatias ópticas e doenças sistêmicas com repercussão ocular.

Retinografia colorida realizada pelo retinógrafo portátil Eyer2

Contudo, na era da medicina baseada em dados e da telemedicina, o oftalmoscópio clássico apresenta limitações que impactam diretamente a eficiência e a qualidade do atendimento:

  1. A subjetividade do registro: a descrição de um achado no prontuário, por mais detalhada que seja, carrega a subjetividade do observador. Comparar a escavação do nervo óptico “hoje” com a descrição de “seis meses atrás” é um desafio para o acompanhamento preciso da progressão.
  2. Educação e adesão do paciente: explicar uma condição complexa ao paciente usando apenas palavras é abstrato. A falta de visualização concreta do próprio problema pode diminuir a compreensão e, consequentemente, a adesão ao tratamento.
  3. Fluxo de trabalho e telemedicina: o oftalmoscópio tradicional não gera dados compartilháveis. Em um cenário de segunda opinião ou teletriagem, a ausência de uma imagem objetiva é um gargalo significativo.

Para o oftalmologista brasileiro, que lida com alta demanda, auditorias e um mercado competitivo, otimizar o tempo e elevar a segurança diagnóstica é uma necessidade.

A evolução: o oftalmoscópio como ecossistema digital

É neste ponto que o conceito de oftalmoscópio evolui. A demanda do século 21 não é por um substituto do exame clínico, mas por uma ferramenta que o potencialize. A resposta está na integração da visualização portátil com a fotodocumentação e a gestão em nuvem. É este o conceito fundamental por trás de soluções como o Eyer2, o retinógrafo portátil da Phelcom, que transforma o exame de fundo de olho em uma experiência digital e gerenciável.

Exames realizados com o retinógrafo portátil Eyer2 são enviados automaticamente para a plataforma em nuvem EyerCloud

O retinógrafo portátil Eyer2 funciona, na prática, como um “oftalmoscópio inteligente” de alta definição. Ele preserva uma das maiores vantagens do oftalmoscópio tradicional — a portabilidade — mas a eleva a um novo patamar. Com o Eyer2, o exame de alta qualidade sai da sala escura e vai até o paciente, seja no leito hospitalar, no centro cirúrgico, em ações sociais ou em diferentes salas do consultório. 

A imagem capturada pelo Eyer2 é instantaneamente integrada a uma plataforma de gestão, o EyerCloud: um sistema que resolve o desafio crônico do armazenamento, da segurança (em conformidade com a LGPD) e da fotodocumentação. O que antes era uma imagem mental do médico ou uma anotação subjetiva, agora é um dado objetivo, datado e acessível de qualquer lugar.

Em suma, o oftalmoscópio ganha um poderoso aliado na excelência clínica, integrando suas informações a um ecossistema digital, documentado e conectado.

Eyer2

O retinógrafo portátil Eyer2 apoia no diagnóstico de mais de 50 doenças, dentre elas glaucoma, catarata, retinopatia diabética, DMRI, retinoblastoma, retinopatia hipertensiva, retinopatia da prematuridade e toxoplasmose ocular.

O equipamento também possibilita a detecção de diversas doenças e condições do segmento anterior do olho, como blefarite e demais alterações de cílios, disfunção das glândulas meibomianas, hordéolos, tumores conjuntivais, tumores palpebrais, catarata avançada, corpo estranho, queimaduras, lesões na córnea e ceratites em geral causadas por olho seco, lente de contato, infecções e úlceras, dentre outros.

Dentre as principais funcionalidades do portátil, destacam-se: 

  • Plataforma portátil de imageamento ocular capaz de realizar seis registros em um único equipamento, sem necessidade de midríase;
  • Retinografia colorida de alta qualidade: 55º em uma única imagem para detecção de lesões periféricas na retina;
  • Red free gerado instantaneamente após o registro colorido;
  • Registro de segmento posterior com luz infravermelha, importante para avaliação de áreas mais profundas da retina sem desconforto ao paciente, como diagnóstico de nevo de coróide e olho seco evaporativo;
  • Estereofoto de papila para visualização 3D da escavação;
  • Retinografias panorâmicas com até 120°;
  • Edição e gráficos para análise de cup-to-disk ratio (CDR); 
  • Fotodocumentação em alta definição da superfície ocular para acompanhamento da progressão de doenças;
  • Avaliação e fotodocumentação de lesões de córnea com luz azul cobalto;
  • Mobilidade para atendimento em diversas clínicas, locais remotos que requerem atenção primária e exames em pacientes acamados e recém-nascidos;
  • Possibilidade de integração com o EyerMaps, inteligência artificial que sinaliza em segundos as áreas da retina com possíveis anomalias;
  • Integração com o EyerCloud, plataforma online para gerenciamento dos exames.

Sobre a Phelcom

A Phelcom Technologies é uma medtech brasileira sediada em São Carlos, interior de São Paulo. A história da empresa começou em 2016, quando três jovens pesquisadores – um físico, um engenheiro eletrônico e um engenheiro de computação (PHysics, ELetronics, COMputing) – criaram um retinógrafo portátil integrado a um smartphone.

O primeiro protótipo da Phelcom foi inspirado pela experiência pessoal de um dos sócios, Diego Lencione, cujo irmão enfrentou uma grave condição que comprometeu severamente sua visão desde a infância.

Em 2019, a Phelcom lançou no mercado brasileiro o seu primeiro produto: o retinógrafo portátil Eyer. Cinco anos depois, lançou o Eyer2, uma plataforma de exames visuais que permite realizar registros dos segmentos posterior e anterior com alta qualidade de imagem.

Hoje, com 10 anos de história, a tecnologia da Phelcom já beneficiou mais de duas milhões de pessoas no Brasil e em diversos países, como Estados Unidos, Japão, Chile, Colômbia, Argentina e Emirados Árabes, sendo utilizada também em mais de 200 ações sociais.

Além do olhar: como a lâmpada de fenda se conecta à saúde ocular digital

Além do olhar: como a lâmpada de fenda se conecta à saúde ocular digital

A lâmpada de fenda é, para o oftalmologista, a extensão do olhar clínico. É o equipamento que permite a visualização microscópica detalhada do segmento anterior e posterior do olho, sendo insubstituível no diagnóstico diário. 

O exame, conhecido tecnicamente como biomicroscopia, é um pilar essencial. Contudo, em um mundo de prontuários eletrônicos, inteligência artificial e telemedicina, o pilar da oftalmologia clínica enfrenta um desafio fundamental: a lâmpada de fenda é, em sua essência, analógica.

O exame é visualizado, interpretado e, na maioria das vezes, descrito manualmente no prontuário. Obter uma imagem de alta qualidade desse exame geralmente requer adaptadores caros, câmeras dedicadas e softwares que nem sempre conversam com outros sistemas. Além disso, a lâmpada de fenda é estacionária, limitando o exame ao espaço físico do consultório.

Atualmente, se faz necessário investir em tecnologias que não apenas digitalizem o exame da lâmpada de fenda existente, mas também tornem esse exame portátil. A Phelcom abordou esse desafio com uma solução de dupla funcionalidade centrada no retinógrafo portátil Eyer2:

Exame do segmento anterior sendo realizado com o Eyer2 em uma lâmpada de fenda
  1. A ponte digital para a lâmpada de fenda clássica: a primeira conquista é a integração. O Eyer2, por meio de um adaptador universal, acopla-se diretamente à ocular da lâmpada de fenda. O que o médico vê, o Eyer2 captura. Instantaneamente, o exame de biomicroscopia pode ser fotodocumentado em alta resolução. A imagem sai da ocular e entra no fluxo digital.
  2. O poder da portabilidade: a segunda evolução é a mobilidade. O Eyer2, por si só, é um potente dispositivo de imagem do segmento posterior e anterior. Equipado com iluminação branca e azul cobalto, ele permite que o médico realize e documente exames de pálpebras, conjuntiva, córnea (com fluoresceína), pupila e cristalino em qualquer lugar — seja em outro consultório, no leito de um paciente internado ou em uma triagem.

Essa abordagem híbrida permite ao oftalmologista manter a excelência diagnóstica de sua lâmpada de fenda tradicional, agora com registro digital, ao mesmo tempo que ganha a flexibilidade de um dispositivo portátil para outras situações.

Eyer2

O retinógrafo portátil Eyer2 apoia no diagnóstico de mais de 50 doenças, dentre elas glaucoma, catarata, retinopatia diabética, DMRI, retinoblastoma, retinopatia hipertensiva, retinopatia da prematuridade e toxoplasmose ocular.

O equipamento também possibilita a detecção de diversas doenças e condições do segmento anterior do olho, como blefarite e demais alterações de cílios, disfunção das glândulas meibomianas, hordéolos, tumores conjuntivais, tumores palpebrais, catarata avançada, corpo estranho, queimaduras, lesões na córnea e ceratites em geral causadas por olho seco, lente de contato, infecções e úlceras, dentre outros.

Dentre as principais funcionalidades do portátil, destacam-se: 

  • Plataforma portátil de imageamento ocular capaz de realizar seis registros em um único equipamento, sem necessidade de midríase;
  • Retinografia colorida de alta qualidade: 55º em uma única imagem para detecção de lesões periféricas na retina;
  • Red free gerado instantaneamente após o registro colorido;
  • Registro de segmento posterior com luz infravermelha, importante para avaliação de áreas mais profundas da retina sem desconforto ao paciente, como diagnóstico de nevo de coróide e olho seco evaporativo;
  • Estereofoto de papila para visualização 3D da escavação;
  • Retinografias panorâmicas com até 120°;
  • Edição e gráficos para análise de cup-to-disk ratio (CDR); 
  • Fotodocumentação em alta definição da superfície ocular para acompanhamento da progressão de doenças;
  • Avaliação e fotodocumentação de lesões de córnea com luz azul cobalto;
  • Mobilidade para atendimento em diversas clínicas, locais remotos que requerem atenção primária e exames em pacientes acamados e recém-nascidos;
  • Possibilidade de integração com o EyerMaps, inteligência artificial que sinaliza em segundos as áreas da retina com possíveis anomalias;
  • Integração com o EyerCloud, plataforma online para gerenciamento dos exames.

Sobre a Phelcom

A Phelcom Technologies é uma medtech brasileira sediada em São Carlos, interior de São Paulo. A história da empresa começou em 2016, quando três jovens pesquisadores – um físico, um engenheiro eletrônico e um engenheiro de computação (PHysics, ELetronics, COMputing) – criaram um retinógrafo portátil integrado a um smartphone.

O primeiro protótipo da Phelcom foi inspirado pela experiência pessoal de um dos sócios, Diego Lencione, cujo irmão enfrentou uma grave condição que comprometeu severamente sua visão desde a infância.

Em 2019, a Phelcom lançou no mercado brasileiro o seu primeiro produto: o retinógrafo portátil Eyer. Cinco anos depois, lançou o Eyer2, uma plataforma de exames visuais que permite realizar registros dos segmentos posterior e anterior com alta qualidade de imagem.

Hoje, com 10 anos de história, a tecnologia da Phelcom já beneficiou mais de duas milhões de pessoas no Brasil e em diversos países, como Estados Unidos, Japão, Chile, Colômbia, Argentina e Emirados Árabes, sendo utilizada também em mais de 200 ações sociais.

Sustentabilidade financeira: como otimizar o retorno sobre investimento na prática oftalmológica

Sustentabilidade financeira: como otimizar o retorno sobre investimento na prática oftalmológica

Gerenciar uma clínica oftalmológica no Brasil exige um equilíbrio constante: de um lado, a excelência clínica e o cuidado com o paciente; do outro, a gestão financeira, os custos operacionais e a busca pela sustentabilidade do negócio. Qualquer investimento em nova tecnologia é, e deve ser, analisado pela ótica do retorno sobre o investimento (ROI).

Neste cenário, a retinografia colorida se destaca. Longe de ser apenas um procedimento complementar, ela é uma fonte de receita fundamental, estruturada e prevista nas tabelas de reembolso.

A questão, portanto, não é se a retinografia é rentável, mas como otimizar sua execução para maximizar esse retorno. A resposta está na superação dos gargalos operacionais impostos pelos equipamentos tradicionais.

O potencial de reembolso: entendendo os códigos

Para qualquer gestor ou oftalmologista, a previsibilidade de receita é chave. A retinografia é um procedimento com cobertura clara, tanto no sistema público quanto no privado.

  1. No Sistema Único de Saúde (SUS): o exame está codificado na tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS sob o código 02.11.06.017-8 – Retinografia Colorida Binocular. Isso garante o reembolso por Procedimentos CID – SUS quando o exame é realizado, assegurando uma via de receita em atendimentos públicos ou filantrópicos.
  2. Nos planos de saúde (TUSS): Na saúde suplementar, a Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS) define o código 41301315 – Retinografia (só honorário) monocular. Este é o procedimento que justifica a remuneração pela operadora de plano de saúde (TUSS).

O desafio é que o retorno sobre o investimento é diretamente proporcional ao volume de exames que a clínica consegue realizar e, principalmente, laudar com eficiência. Para ajudar a planejar, a Phelcom oferece uma ferramenta que auxilia a estimar em quanto o tempo o retorno inicia (payback), considerando a realidade de faturamento e o volume de exames de cada clínica.

Retinografia colorida realizada pelo retinógrafo portátil Eyer2

O gargalo do retinógrafo tradicional

O ROI da retinografia é limitado por barreiras operacionais. O retinógrafo de mesa tradicional é um equipamento robusto, mas estacionário, pois:

  • Exige uma sala dedicada, muitas vezes escura;
  • Requer um operador treinado (muitas vezes o próprio oftalmologista) para manuseá-lo;
  • O fluxo de pacientes é lento, pois cada um deve ser posicionado no equipamento;
  • Pacientes com mobilidade reduzida, acamados ou crianças são difíceis ou impossíveis de examinar.

Esse modelo “sala-dependente” cria um teto para o número de procedimentos faturáveis por dia, limitando diretamente o potencial de reembolso dos códigos 02.11.06.017-8 (SUS) e 41301315 (TUSS). Para tornar os procedimentos escaláveis, é preciso criar um fluxo de trabalho dinâmico.

Equipamentos como o retinógrafo portátil Eyer2 tornam o atendimento mais fluído e trazem o dinamismo para a realidade do consultório. Sendo leve, portátil e de alta conectividade, ele permite que o exame de retinografia vá até o paciente, e não o contrário.

  • Multiplicação de pontos de exame: a triagem ou o exame podem ser feitos em qualquer sala de pré-consulta, no centro cirúrgico ou até mesmo no leito do hospital, sem necessidade de dilatação.
  • Delegação e otimização: a simplicidade da captura permite que técnicos ou assistentes devidamente treinados realizem o registro da imagem, liberando o tempo do oftalmologista para o diagnóstico e o laudo.

O retorno sobre o investimento é multiplicado. Em vez de um único ponto de estrangulamento (a sala do retinógrafo), a clínica pode ter múltiplos pontos de captura de imagem, aumentando exponencialmente o volume de exames elegíveis para reembolso.

Da imagem ao laudo: fechando o ciclo do reembolso

Para que o Procedimento – 02.11.06.017-8 – Retinografia Colorida Binocular ou o 41301315 – Retinografia (só honorário) monocular sejam devidamente pagos, é necessário um laudo e um registro seguro.

Aqui entra o EyerCloud. Cada imagem capturada no Eyer2 é sincronizada automaticamente com a plataforma em nuvem, permitindo que uma clínica com várias unidades ou mesmo um único médico que atende em múltiplos locais centralize todo o fluxo de laudos. O resultado é a capacidade de escalar o volume de exames faturáveis sem aumentar proporcionalmente o tempo gasto pelo especialista em tarefas operacionais

Em síntese, o Eyer2 e o EyerCloud são otimizadores de gestão que permitem ao oftalmologista brasileiro extrair o máximo potencial financeiro dos procedimentos de retinografia já estabelecidos e codificados, transformando um investimento em tecnologia em um claro e mensurável retorno sobre o investimento

Retinógrafo portátil Eyer2 e Eyercloud sendo utilizados em consulta

Eyer2

O retinógrafo portátil Eyer2 apoia no diagnóstico de mais de 50 doenças, dentre elas glaucoma, catarata, retinopatia diabética, DMRI, retinoblastoma, retinopatia hipertensiva, retinopatia da prematuridade e toxoplasmose ocular.

O equipamento também possibilita a detecção de diversas doenças e condições do segmento anterior do olho, como blefarite e demais alterações de cílios, disfunção das glândulas meibomianas, hordéolos, tumores conjuntivais, tumores palpebrais, catarata avançada, corpo estranho, queimaduras, lesões na córnea e ceratites em geral causadas por olho seco, lente de contato, infecções e úlceras, dentre outros.

Dentre as principais funcionalidades do portátil, destacam-se: 

  • Plataforma portátil de imageamento ocular capaz de realizar seis registros em um único equipamento, sem necessidade de midríase;
  • Retinografia colorida de alta qualidade: 55º em uma única imagem para detecção de lesões periféricas na retina;
  • Red free gerado instantaneamente após o registro colorido;
  • Registro de segmento posterior com luz infravermelha, importante para avaliação de áreas mais profundas da retina sem desconforto ao paciente, como diagnóstico de nevo de coróide e olho seco evaporativo;
  • Estereofoto de papila para visualização 3D da escavação;
  • Retinografias panorâmicas com até 120°;
  • Edição e gráficos para análise de cup-to-disk ratio (CDR); 
  • Fotodocumentação em alta definição da superfície ocular para acompanhamento da progressão de doenças;
  • Avaliação e fotodocumentação de lesões de córnea com luz azul cobalto;
  • Mobilidade para atendimento em diversas clínicas, locais remotos que requerem atenção primária e exames em pacientes acamados e recém-nascidos;
  • Possibilidade de integração com o EyerMaps, inteligência artificial que sinaliza em segundos as áreas da retina com possíveis anomalias;
  • Integração com o EyerCloud, plataforma online para gerenciamento dos exames.

Sobre a Phelcom

A Phelcom Technologies é uma medtech brasileira sediada em São Carlos, interior de São Paulo. A história da empresa começou em 2016, quando três jovens pesquisadores – um físico, um engenheiro eletrônico e um engenheiro de computação (PHysics, ELetronics, COMputing) – criaram um retinógrafo portátil integrado a um smartphone.

O primeiro protótipo da Phelcom foi inspirado pela experiência pessoal de um dos sócios, Diego Lencione, cujo irmão enfrentou uma grave condição que comprometeu severamente sua visão desde a infância.

Em 2019, a Phelcom lançou no mercado brasileiro o seu primeiro produto: o retinógrafo portátil Eyer. Cinco anos depois, lançou o Eyer2, uma plataforma de exames visuais que permite realizar registros dos segmentos posterior e anterior com alta qualidade de imagem.

Hoje, com 10 anos de história, a tecnologia da Phelcom já beneficiou mais de duas milhões de pessoas no Brasil e em diversos países, como Estados Unidos, Japão, Chile, Colômbia, Argentina e Emirados Árabes, sendo utilizada também em mais de 200 ações sociais.

Tecnologias portáteis comprovam relevância na comunidade científica global

Tecnologias portáteis comprovam relevância na comunidade científica global

Além de sua aplicação no dia a dia clínico, o retinógrafo portátil Eyer e a Inteligência Artificial EyerMaps têm sido fundamentais para o avanço de grandes pesquisas. Recentemente, dois estudos de peso tiveram suas apresentações aprovadas no maior e mais prestigiado congresso de pesquisa oftalmológica do mundo: The Association for Research in Vision and Ophthalmology (ARVO). Adicionalmente, um deles foi laureado como o melhor artigo científico na Association of University Professors of Ophthalmology (AUPO).

A Inteligência Artificial do Eyer no mundo real

O artigo “Real-world performance of an offline, automatic algorithm for diabetic retinopathy detection embedded in a handheld smartphone-based retinal camera, on two ethnically diverse populations”, liderado pelo Dr. Fernando Malerbi, avaliou a IA offline do Eyer na detecção da Retinopatia Diabética (RD) em cenários reais e desafiadores de triagem. A apresentação ocorrerá no dia 03 de maio de 2026.

O desafio do viés algorítmico

Para que uma IA seja verdadeiramente eficaz e segura, ela não pode funcionar bem apenas em laboratório ou em um grupo específico de pessoas. “Além dos testes iniciais que fazemos para verificar se o algoritmo está dando respostas corretas, é importante reproduzi-los em populações com características diferentes, por exemplo, no nosso estudo, com backgrounds étnicos diversos, garantindo representatividade na base de dados, otimizando a performance da para a ferramenta e, assim, reduzindo o risco dela acertar em um cenário e errar em outro”, explica Malerbi.

Para provar essa robustez, o estudo analisou as imagens de 1.257 pacientes com diabetes em duas amostras brasileiras demograficamente muito díspares:

  • Itabuna (Bahia/BR): População predominantemente afro descendente, com maior taxa de retinopatia diabética e menor duração da diabetes;
  • Blumenau (Santa Catarina/BR): Ascendência europeia prevalente.

Mapa destacando Itabuna (BA) e Blumenau (SC), cidades onde as amostras de pacientes foram coletadas.

Resultados impressionantes nas mãos de não-médicos

Um dos grandes diferenciais do estudo foi a operação do equipamento: as capturas foram realizadas majoritariamente por voluntários não-médicos, com diferentes níveis de experiência, em mutirões de triagem de alto volume.

“A relevância desse estudo está também nos ótimos números de acurácia e na qualidade das imagens. Em mais de 90% dos casos, foi possível realizar a imagem de maneira adequada e com alta taxa de qualidade”, destaca o autor. Malerbi pontua ainda alguns elementos que permitem qualidade adequada para uma imagem:,enquadramento, adequação da luz, foco e nitidez — fatores que são facilitados pela tecnologia do Eyer.

O estudo comprovou que a IA do Eyer é precisa, consistente e livre de vieses geográficos ou étnicos, provando que dispositivos de baixo custo e fáceis de usar, juntamente com ferramentas de detecção automática, podem desempenhar um papel significativo na prevenção da cegueira secundária ao diabetes.

O desafio técnico por trás do impacto

Para Paulo Prado, Coordenador de Mobile Software e IA da Phelcom, que participou ativamente do projeto, o sucesso do estudo reflete a união entre tecnologia avançada e propósito. “Participar deste projeto foi uma experiência muito significativa, ligando minha formação com o impacto direto na saúde das pessoas. Um dos pontos mais importantes foi desenvolver um algoritmo capaz de rodar offline e embarcado, sem comprometer a precisão, o que trouxe um desafio técnico muito grande”, relata Prado.

Prado reforça que a diversidade da amostra foi crucial para validar o trabalho da engenharia. “A validação do sistema em duas populações tão distintas demonstra a robustez do sistema em cenários reais e ajuda a garantir que a tecnologia seja realmente útil na prática clínica. Para mim, foi muito gratificante contribuir para uma solução que pode ajudar na detecção precoce de retinopatia diabética, ampliando o acesso ao rastreamento da doença, especialmente em locais com menos infraestrutura médica”.

Paulo Prado realiza captura de imagem de retina com o Eyer no Mutirão de Diabetes de Itabuna, 2022.

Eyer no leito hospitalar: Prêmio de Melhor Artigo na AUPO

O estudo intitulado “Handheld Non-Mydriatic Fundus Camera for Bedside Inpatient Ophthalmology and Neurology Consultations”, conduzido por pesquisadores da Emory University (EUA), incluindo a especialista Valerie Biousse, demonstrou como a portabilidade e a alta qualidade de imagem do Eyer facilitam diagnósticos rápidos e precisos em ambientes hospitalares, onde o deslocamento do paciente para equipamentos de mesa muitas vezes é inviável.

O impacto clínico dessa abordagem foi tão significativo que o estudo foi eleito o melhor artigo na conferência da AUPO, além de garantir seu espaço para apresentação no ARVO.

A relevância de estar no ARVO e AUPO 2026

Em 2026, o ARVO acontecerá do dia 03 a 07 de maio com o tema oficial “Achieving precision ophthalmology through innovative vision research”, tema amplamente alinhado aos estudos realizados com o Eyer.

“Esse evento é considerado o maior e mais importante encontro científico de pesquisa em oftalmologia e ciências visuais do mundo” resume Malerbi. “É lá onde as principais ideias são apresentadas e validadas. Soluções que vão entrar no mercado ou que estarão disponíveis como tratamento lá na frente são apresentadas no ARVO. Tem esse caráter de pioneirismo”.

Para a Phelcom, ter o Eyer validado nestes estudos comprova o alinhamento da empresa com o futuro da “oftalmologia de precisão” mundial. Como conclui Malerbi: “É realmente importante estar presente neste evento, tanto do ponto de vista do autor quanto do de uma empresa que tem essa robustez  de pesquisa e desenvolvimento”.

Para Diego Lencione, co-founder & CTO da Phelcom, o destaque nesses congressos reflete a maturidade da empresa e permite que a tecnologia alcance e transforme cada vez mais vidas. “É incrível acompanhar a evolução dos produtos na Phelcom e o aumento de nossa relevância no cenário internacional. Nos últimos anos tivemos a certificação regulatória de nossos produtos no FDA e vemos ano após ano aumentar nossa presença no mercado internacional. Sem dúvidas, parte deste sucesso se deve ao nosso esforço e investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento, que culminam com este trabalho tão relevante que será apresentado no ARVO 2026, combinando nossas competências na criação e fabricação de dispositivos oftalmológicos e de soluções em inteligência artificial que de fato agregam valor aos médicos, pacientes e toda sociedade.”, destaca Lencione.

Sobre a Phelcom

A Phelcom Technologies é uma medtech brasileira sediada em São Carlos, interior de São Paulo. A história da empresa começou em 2016, quando três jovens pesquisadores – um físico, um engenheiro eletrônico e um engenheiro de computação (PHysics, ELetronics, COMputing) – criaram um retinógrafo portátil integrado a um smartphone.

O primeiro protótipo da Phelcom foi inspirado pela experiência pessoal de um dos sócios, Diego Lencione, cujo irmão enfrentou uma grave condição que comprometeu severamente sua visão desde a infância.

Em 2019, a Phelcom lançou no mercado brasileiro o seu primeiro produto: o retinógrafo portátil Eyer. Cinco anos depois, lançou o Eyer2, uma plataforma de exames visuais que permite realizar registros dos segmentos posterior e anterior com alta qualidade de imagem.

Hoje, com 10 anos de história, a tecnologia da Phelcom já beneficiou mais de duas milhões de pessoas no Brasil e em diversos países, como Estados Unidos, Japão, Chile, Colômbia, Argentina e Emirados Árabes, sendo utilizada também em mais de 200 ações sociais.

Parcerias estratégicas impulsionam novos avanços da Phelcom

Parcerias estratégicas impulsionam novos avanços da Phelcom

Ao longo de sua trajetória, a Phelcom Technologies sempre valorizou a construção de parcerias sólidas com instituições que compartilham o mesmo propósito: promover o acesso à saúde visual por meio da tecnologia.

Desde sua fundação, a empresa contou com o apoio de importantes centros de inovação e pesquisa, que foram fundamentais para o desenvolvimento de seus primeiros produtos.

Durante as etapas de testes e validações clínicas do Eyer, o primeiro retinógrafo portátil da Phelcom, destacaram-se colaborações com instituições de referência, como a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o Hospital do Amor de Barretos (SP), o Instituto da Visão (IPEPO) e o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP-USP).

Parcerias internacionais também contribuíram para o avanço das soluções desenvolvidas pela Phelcom, como a colaboração com a Allm Inc., empresa japonesa especializada em tecnologias médicas, e com o próprio Hospital Israelita Albert Einstein, que segue como parceiro estratégico em projetos de inovação.

Novo investimento

Em outubro de 2025, a Phelcom recebeu um novo investimento da J&J Impact Ventures, um fundo de investimento da Fundação J&J, que apoia um portfólio global de empresas em fase inicial que estão transformando o acesso a cuidados de saúde de qualidade e a preços acessíveis. Com esse financiamento, a Phelcom acelerará sua jornada de inovação e seu compromisso contínuo de democratizar o acesso a exames oftalmológicos, desenvolvendo melhorias para seu portfólio atual e criando novas tecnologias.

Sobre a Phelcom

A Phelcom Technologies é uma medtech brasileira sediada em São Carlos, interior de São Paulo. A história da empresa começou em 2016, quando três jovens pesquisadores – um físico, um engenheiro eletrônico e um engenheiro de computação (PHysics, ELetronics, COMputing) – criaram um retinógrafo portátil integrado a um smartphone.

O primeiro protótipo da Phelcom foi inspirado pela experiência pessoal de um dos sócios, Diego Lencione, cujo irmão enfrentou uma grave condição que comprometeu severamente sua visão desde a infância.

Em 2019, a Phelcom lançou no mercado brasileiro o seu primeiro produto: o retinógrafo portátil Eyer. Cinco anos depois, lançou o Eyer2, uma plataforma de exames visuais que permite realizar registros dos segmentos posterior e anterior com alta qualidade de imagem. 

Além disso, a empresa desenvolveu o EyerMaps, uma solução de inteligência artificial que auxilia na detecção precoce de alterações oculares, destacando áreas de atenção nas imagens para apoiar o diagnóstico clínico. Complementando o ecossistema, o EyerCloud é uma plataforma em nuvem que armazena, organiza e compartilha exames de forma segura e integrada, possibilitando o acesso remoto por profissionais de saúde e otimizando fluxos de trabalho.

Atualmente, a tecnologia da Phelcom já beneficiou mais de duas milhões de pessoas no Brasil e em diversos países, como Estados Unidos, Japão, Chile, Colômbia e Emirados Árabes, sendo utilizada também em mais de 100 ações sociais.

Icon Button Request A QuoteSolicitar orçamento

Fechar

Ico Back

Depois

Solicitar orçamento

Preencha o formulário abaixo e entraremos em contato em breve.

    Ao clicar em Solicitar, concordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso, permito que a Phelcom me contate e reconheço que o Eyer é um dispositivo médico (Anvisa classe II) exigindo a supervisão de um profissional com CRM para uso e interpretação das imagens.
    Ico Form Success

    Solicitar orçamento

    Nossa equipe entrará em contato com você em breve.

    Fechar

    …complete suas informações

      Ao clicar em Solicitar, concordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso, permito que a Phelcom me contate e reconheço que o Eyer é um dispositivo médico (Anvisa classe II) exigindo a supervisão de um profissional com CRM para uso e interpretação das imagens.
      Ico Back

      Depois

      Ico Form Success

      Obrigado por completar suas informações

      FECHAR

      Ico Back

      Depois

      Solicite e comece SEU TEST DRIVE

      Por favor, preencha o formulário abaixo que entraremos em contato.

        x

        Solicitar Orçamento

        Ao clicar em Solicitar, concordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso, permito que a Phelcom me contate e reconheço que o Eyer é um dispositivo médico (Anvisa classe II) exigindo a supervisão de um profissional com CRM para uso e interpretação das imagens.
        Ico Form Success

        Obrigado!

        Nosso time comercial logo entrará em contato para finalizar o processo.

        FECHAR

        Ico Back

        Later

        Solicite mais informações

        Por favor preencha o formulário abaixo e entraremos em contato com você.

          x

          Solicitar EyerMaps

          Ao clicar em Solicitar, concordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso, permito que a Phelcom me contate e reconheço que o Eyer é um dispositivo médico (Anvisa classe II) exigindo a supervisão de um profissional com CRM para uso e interpretação das imagens.
          Ico Form Success

          Obrigado!

          Nossa equipe comercial entrará em contato em breve para finalizar o processo. Nossa equipe comercial entrará em contato em breve para finalizar o processo.

          Fechar