Já pensou que possuir um retinógrafo em seu consultório pode ser uma verdadeira vantagem?
Afinal, ter acesso mais rápido às fotografias do fundo do olho de seus pacientes pode auxiliar no diagnóstico precoce, início do tratamento e no monitoramento de várias doenças. Dentre elas, glaucoma, retinopatia diabética e Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI).
Porém, o equipamento tem preço elevado. No mercado, há modelos de até R$ 100 mil. Somado aos outros aparelhos necessários para o seu negócio, o investimento pode pesar no bolso. Ainda mais para os profissionais em início de carreira.
Diante deste cenário, surgiu uma nova alternativa no mercado: o retinógrafo portátil. Acoplado a um smartphone, a tecnologia captura imagens em alta qualidade do fundo do olho e as envia para uma plataforma on-line. Nela, é possível laudar o exame e arquivar o histórico do paciente, dentre outras funcionalidades.
Outra vantagem é o preço: o equipamento é até 4 vezes mais barato que o retinógrafo convencional.
A tecnologia é nacional, desenvolvida pela startup Phelcom Technologies, com sede no interior de São Paulo.
Em seguida, saiba mais sobre o retinógrafo portátil Phelcom Eyer, as vantagens, como funciona a plataforma Eyer Cloud e como o aparelho vem sendo utilizado em projetos de pesquisa e ações sociais.
Retinógrafo portátil – Phelcom Eyer
Retinógrafo Portátil Eyer da Phelcom Technologies
Lançado em 2019, o Phelcom Eyer é um retinógrafo portátil que funciona acoplado a um smartphone com câmera de alta resolução. O aparelho captura a imagem do fundo do olho em alta qualidade, em poucos minutos e sem a necessidade de dilatação da pupila.
Em seguida, os dados são enviados automaticamente para a plataforma on-line Eyer Cloud. Nela, é possível laudar o exame e manter o histórico do paciente com total segurança de dados.
Em seguida, confira todas as funcionalidades do Eyer:
Alta qualidade
A tecnologia patenteada pela Phelcom permite que exames de alta qualidade sejam realizados em um equipamento portátil integrado ao smartphone.
Telemedicina
Os exames gerados são automaticamente sincronizados com a internet e disponibilizados na nuvem, habilitando o diagnóstico remoto.
Inteligência artificial embarcada
O Eyer possui funções inteligentes para auxílio ao diagnóstico médico e a captura dos exames de retina.
Conectividade
O aparelho é naturalmente conectado por ser integrado ao smartphone. Dessa forma, facilita o compartilhamento e acesso de dados dos exames na nuvem, no sistema Eyer Cloud.
Não midriático
Com o Eyer, é possível realizar exames de retina em qualquer local sem a necessidade de usar colírios para a dilatação da pupila. Assim, gera mais conforto ao paciente e rapidez no exame.
Autofoco
Com a função Autofoco, é possível compensar os erros refrativos do paciente no intervalo de -20D até +20D. Isso permite exames de retina com alto nível de detalhes.
Acessível
O Eyer permite a democratização do acesso à tecnologia de exames de retina através de modelos de negócio inovadores e mais acessíveis.
Fácil operação
Qualquer profissional de saúde minimamente treinado pode usar o equipamento para realizar exames de retina de alta qualidade em menos de 1 minuto. Isto é, garante diagnósticos mais rápidos e precisos.
Panorâmicas
O Eyer gera exames panorâmicos com campo visual de mais de 100 graus. Isso porque o aparelho possui pontos de fixação interna que auxiliam na captura e geração das panorâmicas.
Portabilidade
Por ser portátil, é possível realizar exames em qualquer lugar e ter o diagnóstico emitido remotamente. Portanto, essa característica auxilia na democratização da saúde uma vez que 85% das cidades brasileiras não tem acesso a especialistas e aparelhos que façam o diagnóstico de doenças nos olhos.
Baixo custo
A portabilidade e o tamanho reduzido permitem que o Eyer apresente um custo muito mais baixo em relação aos retinógrafos tradicionais. Isso mesmo com tecnologias de ponta aplicadas na produção do aparelho.
Recentemente, a Phelcom também lançou um suporte para lâmpada de fenda. O acessório permite a fixação do Eyer. Desse modo, refaz a experiência de retinógrafos de mesa ao facilitar a captura da imagem sem movimento.
Além disso, auxilia para a manutenção do distanciamento social nos atendimentos, já que o profissional não precisa encostar na testa do paciente como ocorre no exame tradicional.
Retinógrafo portátil – vantagens
O Eyer oferece tecnologia de ponta embarcada, o que faz do aparelho um dos mais modernos em retinografia portátil para prevenção e diagnóstico de doenças relacionadas à visão.
Em seguida, veja todas as vantagens do equipamento:
Exame de vista pelo celular com alta qualidade;
Diagnósticos precisos e rápidos;
Custo mais baixo em relação aos retinógrafos tradicionais;
Possibilidade de realizar exames em vários locais devido à portabilidade;
Democratização dos exames de retina, principalmente em locais com pouca infraestrutura de serviços de qualidade na área, como médicos, profissionais de saúde, equipamentos, medicamentos etc;
Maior rapidez no atendimento, por meio de sistemas informatizados integrados a uma plataforma on-line com acesso via computadores, celulares e tablets;
Facilidade na realização de exames, que podem ser feitos em clínicas e postos de saúde;
Diagnóstico feito por especialistas e profissionais de referência, localizados em qualquer lugar do mundo;
Redução do tempo de atendimento e de custos operacionais;
Diminuição do deslocamento de pacientes a hospitais e grandes centros urbanos;
Melhora na qualidade dos laudos emitidos;
Aumento na prevenção e diagnóstico precoce de doenças como retinopatia diabética, glaucoma, catarata, degeneração macular, retinoblastoma, deslocamento da retina, retinopatia da prematuridade e cegueira, dentre outros.
Retinógrafo portátil – Eyer Cloud
Visualização e compartilhamento de exames diretamente da tela do Retinógrafo Portátil Eyer da Phelcom Technologies.
O Eyer Cloud é uma plataforma on-line integrada ao retinógrafo portátil Phelcom Eyer que permite armazenar e gerenciar os exames dos pacientes. Todos os dados capturados pelo equipamento são sincronizados automaticamente com o sistema, possibilitando que subam para a nuvem com total segurança.
Dessa forma, qualquer profissional da área de saúde – sem ser necessariamente o especialista – pode realizar o exame em campo após breve treinamento. Com as informações disponíveis na web, o diagnóstico pode ser feito por um médico localizado em qualquer lugar do mundo.
Além de garantir o backup dos dados em um servidor seguro, o usuário tem todos os dados organizados em uma interface amigável, funcional e intuitiva. Além disso, a plataforma pode ser acessada no próprio aparelho ou por celular, tablet e computador.
Se não houver acesso à internet no momento do exame, as imagens ficam salvas no aparelho e são enviadas para a nuvem assim que houver conexão.
Retinógrafo portátil – ações sociais
Atualmente, há diversas ações sociais que utilizam o aparelho para levar mais saúde para todo o país.
É o caso do projeto Unidos Pelo Diabetes em Ação, em Itabuna (BA). O evento deu lugar ao Mutirão Unidos pelo Diabetes, que precisou ser cancelado devido à pandemia. Ao todo, 400 pacientes participaram da primeira fase. Desses, 100 apresentaram retinopatia diabética mais grave ou edema macular.
Mutirão de Itabuna/BA
O projeto recorreu a tecnologias avançadas para garantir a triagem sem aglomerações. E o Eyer foi o principal instrumento de triagem. “A Phelcom foi fundamental para o sucesso do projeto, pois disponibilizou os aparelhos, forneceu treinamento prévio, ajudou na estratégia de montagem de laudos usando seu programa Eyer Cloud e colocou à disposição a sua equipe de engenheiros para suporte durante a ação”, conta Andrade. “Além disso, de maneira inovadora no Brasil, criou um algoritmo de inteligência artificial para ajudar na separação dos pacientes que provavelmente seriam graves e os sem alterações, facilitando na logística de poder laudar à distância”, complementa.
Exame sendo realizando com o Retinógrafo Portátil Eyer da Phelcom Technologies.
“É fácil realizar os exames, tirar as fotos, encontrá-las nos arquivos e armazenar depois. Podemos também enviar ou imprimir as imagens, o que considero muito interessante, além de conseguirmos acessar de qualquer lugar com internet”, analisa.
O oftalmologista Fernando Korn Malerbi também usou o Eyer em uma expedição para três reservas indígenas do Estado do Mato Grosso, no início desse ano. Ao todo, o médico avaliou 193 índios. Dentre as principais doenças encontradas, estão retinopatia diabética e catarata.
“A experiência com o equipamento foi muito boa, principalmente pela portabilidade e facilidade de uso”, avalia. Ele relembra que já esteve envolvido em outros projetos com o retinógrafo para diagnóstico de retinopatia diabética. “Acredito que o Eyer seja muito relevante para esse tipo de ação, representando uma alternativa importante para rastreamento de populações que vivem em áreas remotas”, conclui.
Quer saber mais como a tecnologia auxilia nos exames dos olhos? Então, acompanhe o blog da Phelcom.
Imagine regenerar o nervo óptico danificado com terapia genética? E, assim, conseguir recuperar pacientes com glaucoma?
Uma pesquisa realizada pela Universidade de Cambridge (Reino Unido) alcançou resultados promissores neste sentido. Por meio de terapia genética, os cientistas reabilitaram as fibras nervosas danificadas dos olhos. O estudo foi publicado recentemente na revista Nature Communications.
Em seguida, veja como foi realizada a pesquisa, os resultados e como pode ser importante, futuramente, no tratamento do glaucoma.
Porém, vale ressaltar que os resultados ainda são iniciais e são necessários ainda mais testes para determinar uma terapia eficaz para humanos.
A pesquisa
Os pesquisadores da Universidade de Cambridge (Reino Unido) empregaram uma técnica de terapia genética para estimular o crescimento do número e da atividade da proteína protrudina no olho e no nervo óptico in vitro.
Primeiro, os cientistas cultivaram as células em laboratório. Depois, provocaram lesões nas células nervosas (axônios) com laser. Por fim, introduziram o gene e acompanharam as alterações com um microscópio.
O estudo foi realizado em ratos.
Resultados
Os cientistas notaram que, quanto mais aumentava a quantidade da proteína protrudina nessas células, maior era a regeneração dos neurônios da retina. Além de melhorar o crescimento, a protrudina também diminuiu a chance de morte das células nervosas.
A investigação demonstrou uma “proteção” quase completa das células nervosas crescendo numa cultura de células de uma das cobaias.
Desse modo, essa proteína pode ajuda a curar ou ao menos reduzir lesões no nervo óptico. E, assim, auxiliar na proteção contra o glaucoma no futuro.
Vale ressaltar que ainda são necessárias mais pesquisas para que seja possível desenvolver tratamentos eficazes para humanos.
Conclusão
De fato, os resultados do estudo com terapia genética são promissores. Ainda mais quando lembramos que, no passado, parecia impossível descobrir uma forma de regenerar o nervo ótico lesionado.
Realmente, essa pesquisa dá esperanças. Entretanto, muitos testes ainda precisam ser feitos em ratos, primatas e em humanos antes de definir um tratamento eficaz. E isso levará alguns anos para chegar às mãos da população.
Mesmo assim, o estudo continua sendo um grande avanço no combate ao glaucoma e outras doenças que afetam os neurônios, como o Alzheimer.
Fique por dentro das principais novidades sobre a saúde dos olhos. Acompanhe o blog da Phelcom.
De fato, a inteligência artificial na medicina diagnóstica vem apresentando resultados positivos e promissores. Mais do que isso, o desenvolvimento de softwares cada vez mais inovadores vem revolucionando o setor ao entregar mais rapidez, precisão, qualidade, acessibilidade e redução de custos para pacientes, profissionais e instituições envolvidas.
Sem dúvida, o emprego de sistemas informatizados e símbolos computacionais na previsão e imitação do comportamento humano impacta diretamente na saúde do paciente e na redução dos gastos em tratamentos, dentre outros inúmeros benefícios.
Por isso, conheça neste artigo 4 tecnologias que aplicam a inteligência artificial na medicina diagnóstica: retinógrafo portátil, softwares de emissão de laudo à distância, teste genético para câncer de mama e software para mamografia.
1. Retinógrafo portátil
Retinógrafo portátil foi um dos principais equipamentos utilizados no projeto Unidos pelo Diabetes em Ação, em Itabuna (BA).
Acoplado a um smartphone, o retinógrafo portátil realiza exames de retina de alta qualidade, em poucos minutos e sem a necessidade de dilatação da pupila. Integrado a uma plataforma online, os dados são enviados automaticamente e podem ser analisados por um especialista em qualquer lugar do mundo. Ou seja, permite o diagnóstico remoto.
Em seguida, veja quais são as funcionalidades do equipamento:
Exame de retina pelo celular com alta qualidade;
Diagnósticos precisos e rápidos;
Custo mais baixo em relação aos retinógrafos tradicionais;
Portabilidade, o que permite realizar exames em vários locais;
Democratização dos exames de retina, principalmente em locais com pouca infraestrutura de serviços de qualidade na área, como médicos, profissionais de saúde, equipamentos, medicamentos etc;
Maior rapidez no atendimento, por meio de sistemas informatizados integrados a uma plataforma online com acesso via computadores, celulares e tablets;
Facilidade na realização de exames, que podem ser feitos em clínicas e postos de saúde;
Diagnóstico feito por especialistas e profissionais de referência, localizados em qualquer lugar do mundo;
Redução do tempo de atendimento e de custos operacionais;
Diminuição do deslocamento de pacientes a hospitais e grandes centros urbanos;
Melhora na qualidade dos laudos emitidos;
Sem utilização de colírios para a dilatação da pupila;
Aumento na prevenção e diagnóstico precoce de doenças como retinopatia diabética, glaucoma, catarata, degeneração macular, retinoblastoma, deslocamento da retina, retinopatia da prematuridade e cegueira, dentre outras.
No Brasil, a startup Phelcom Technologies disponibiliza o retinógrafo portártil Phelcom Eyer. Além disso, também oferece a plataforma on-line Eyer Cloud, que permite armazenar e gerenciar os exames dos pacientes. Além de garantir o backup dos dados em um servidor seguro, o médico tem todos os dados organizados em uma interface amigável, funcional e intuitiva.
Softwares de emissão de laudo à distância
Além de possibilitar o diagnóstico remoto, alguns softwares de emissão de laudo à distância trabalham com o princípio de machine learning, uma das aplicações de IA. Em português, o termo significa “aprendizado de máquina”.
E como funciona? Basicamente, ele coleta dados, aprende com eles e melhora automaticamente. E isso sem ser necessariamente programado.
Na medicina diagnóstica, a ferramenta avalia um extenso banco de dados de sintomas de pacientes para encontrar padrões para cada doença. Dessa maneira, o software consegue verificar se o indivíduo possui determinada enfermidade de acordo com os indícios que apresenta.
No Brasil, há alguns sistemas disponíveis. Por exemplo, o do Portal Telemedicina compara analiticamente exames presenciais a casos similares de uma base de dados com 30 milhões de imagens e exames.
A plataforma elabora recomendações médicas com critérios confiáveis e precisos ao usar a Deep Learning. Esse método baseia-se em algoritmos complexos que imitam a rede neural do nosso cérebro, conferindo ao sistema uma capacidade de detectar achados médicos em nível sobre-humano.
Se o exame médico e a recomendação do algoritmo não baterem, o exame é encaminhado a outros três especialistas para uma avaliação mais detalhada. Inclusive, o programa incorpora aprendizados a cada laudo emitido, acumulando repertório clínico à sua base de dados.
Outro aspecto inovador é sua capacidade de fazer uma triagem automática dos exames, permitindo que os casos emergenciais tenham prioridade na fila do médico.
Software para laudo de mamografias
Imagine identificar com exatidão o local da mama em que há uma alteração suspeita e, ainda por cima, facilitar a biópsia? Alguns softwares de inteligência artificial estão conseguindo detectar com maior precisão o câncer de mama.
Aliás, um deles consegue prever padrões incomuns da imagem feita pela mamografia e apontar a região em que é necessário averiguar melhor. O algoritmo foi criado pela Dasa em parceria com a CureMetrix, uma startup americana.
Já outro software desenvolvido pelo Google pode ser a “segunda opinião” médica sobre a mamografia. Isso porque o algoritmo apresentou 11,5% mais acertos em relação a análise humana.
Porém, quando avaliado por dois médicos, os humanos apresentam o mesmo resultado que a máquina. E, como é comum que dois especialistas analisem a imagem, a ferramenta do Google pode ser o “segundo especialista”.
Teste genético – EndoPredict
A inteligência artificial na medicina diagnóstica também está conseguindo prever o desenvolvimento de câncer de mama e possível metástase pelos próximos anos.
Por exemplo, o teste genético EndoPredict avalia 12 genes do tecido tumoral relacionados à probabilidade de recidiva. O resultado é uma pontuação que aponta se a chance é alta ou baixa de o câncer se espalhar para outro lugar do corpo pelos próximos dez anos. Desse modo, a quimioterapia foi evitada em 70% das pacientes com nódulos negativos em estudos clínicos.
Entretanto, o teste é indicado apenas para diagnósticos recentes da doença e em estágio inicial. Além disso, com positivo para receptores de estrogênio e negativo para a proteína HER2.
O teste é oferecido com exclusividade pela GeneOne, laboratório de genômica da Dasa.
Com mais de 90 mil avaliações de exames no banco de dados, a IA aprendeu os padrões sutis no tecido mamário que são precursores de tumores malignos.
O modelo da equipe foi significativamente melhor na previsão de risco do que as abordagens existentes. Isso porque posicionou com precisão 31% de todos os pacientes com câncer em sua categoria de maior risco, em comparação com apenas 18% dos modelos tradicionais.
Conclusão
Com toda a certeza, a inteligência artificial na medicina diagnóstica revolucionará o setor e auxiliará médicos e serviços de saúde a aumentar a produtividade e atender mais pessoas.
E, sem dúvida, também é essencial para democratizar o acesso à saúde. Principalmente em locais com pouca infraestrutura de serviços de qualidade na área, como médicos, profissionais de saúde, equipamentos, medicamentos etc.
De fato, os algoritmos inteligentes não substituirão os médicos especializados nesse tipo de diagnóstico. Mas, pode servir como apoio, oferecendo maior segurança e precisão aos laudos.
Inteligência artificial na medicina diagnóstica é um assunto que interessa você? Então, acompanhe o blog da Phelcom.
Atualmente, o glaucoma é a primeira causa de cegueira irreversível no mundo todo. De acordo com estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS), a doença deve atingir 80 milhões de pessoas neste ano. Em 2040, esse número chegará a 111,5 milhões. Alarmante.
A falta de assistência oftalmológica é um dos principais motivos para este cenário. Por exemplo, comunidades remotas e de baixa e média renda são as que mais sofrem com a precariedade do acesso à saúde, como falta de atendimento especializado, exames regulares, medicamentos e tratamentos.
Como o glaucoma é assintomático no estágio inicial, o diagnóstico precoce é fundamental para controlar o progresso da doença. E, desse modo, possibilitar melhor qualidade de vida ao portador.
A retinografia é um dos exames que auxiliam na detecção e acompanhamento do problema. “É possível documentar a hemorragia de disco óptico, característica no glaucoma, de forma mais fácil neste exame em comparação ao de fundo de olho, por exemplo. Ao não fotografar, você incorre no risco de deixar de diagnosticá-la, o que está diretamente ligado ao mau prognóstico da doença”, ressalta o glaucomatólogo Tiago Prata*.
O especialista também é professor do Departamento de Oftalmologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), diretor científico da Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG) e pesquisador associado da Mayo Clinic, situada na Flórida (EUA).
Prata ressalta que é imprescindível tirar fotografias do disco óptico para fornecer um diagnóstico assertivo do glaucoma. “Por isso fotografo meus pacientes em praticamente todas as consultas. E isso agrega muito valor ao atendimento que busco oferecer”, explica.
Retinógrafo portátil
Retinografia de olho esquerdo com glaucoma. Foto: Tiago Prata
Como inclui o exame já na primeira consulta, o médico buscou por um retinógrafo portátil que oferecesse bom custo-benefício e alta qualidade de imagens. “Tive contato com o Phelcom Eyer em um projeto de pesquisa realizado fora do centro de diagnóstico, junto a outros colegas. O foco era a triagem por meio da avaliação de fundo de olho. O Eyer surgiu como um meio de poder examinar em larga escala e sem a necessidade de transportar aparelhos grandes, pesados e, evidentemente, mais caros para diferentes lugares”, conta.
O equipamento funciona acoplado a um smartphone e realiza exames de retina de alta qualidade, em poucos minutos e sem a necessidade de dilatação da pupila. Há quase um ano, Prata utiliza o aparelho como uma forma de pré-consulta e no acompanhamento de seus pacientes. “É de fácil manuseio, tem custo-benefício interessante e possibilita o armazenamento em nuvem, com fácil acesso às imagens”, avalia.
Exame de fundo de olho de paciente com alta miopia e glaucoma. Foto: Tiago Prata
Para o glaucomatólogo, uma das vantagens do Eyer é ajudar a resolver os problemas frequentes da documentação do disco óptico, como a falta, qualidade ruim ou a frequência insuficiente em pacientes ou suspeitos de glaucoma.
Atualmente, também utiliza o retinógrafo portátil em dois projetos de pesquisa em locais remotos. “Também pretendemos inclui-lo em outras iniciativas futuras”, revela.
Armazenamento em nuvem
As fotografias feitas com o Phelcom Eyer são enviadas simultaneamente para a plataforma on-line Eyer Cloud. “A capacidade de armazenar os exames na nuvem é excelente. Além disso, a facilidade no acesso às imagens também ajuda bastante”, observa.
O Eyer Cloud é integrado ao equipamento, o que permite armazenar e gerenciar os exames dos pacientes. Todos os dados capturados são sincronizados automaticamente com o sistema, permitindo que subam para a nuvem com total segurança.
Com as informações disponíveis na web, o diagnóstico pode ser feito por um médico localizado em qualquer lugar do mundo.
Além de garantir o backup em um servidor seguro, o usuário tem todos os dados organizados em uma interface amigável, funcional e intuitiva. Além disso, a plataforma pode ser acessada no próprio aparelho ou por celular, tablet e computador.
Se não houver acesso à internet no momento do exame, as imagens ficam salvas no aparelho e são enviadas para a nuvem assim que houver conexão.
Para aprimorar ainda mais o sistema, Prata sugere o acréscimo de uma função que permita a comparação seriada das fotografias ao longo dos anos. “O ideal seria fazer uma sobreposição dessas imagens para facilitar a avaliação de progressão e identificar se houve alguma mudança”, explica.
Suporte de lâmpada de fenda
Foto do disco óptico – olho direito. Foto: Tiago Prata
Para quem utiliza o Phelcom Eyer com frequência no consultório, há a possibilidade de fixar o aparelho no suporte de lâmpada de fenda. O glaucomatólogo destaca que a fotografia do fundo do olho acaba ficando mais nítida. “Como trabalhamos muito com pacientes idosos, posicionar melhor a cabeça, de uma maneira mais fixa e confortável, acaba resultando numa qualidade melhor. Isso porque você tem menos artefato de movimento na imagem”.
O suporte refaz a experiência de retinógrafos de mesa. Além disso, auxilia para a manutenção do distanciamento social nos atendimentos, já que o profissional não precisa encostar na testa do paciente como ocorre no exame tradicional.
*O depoimento do glaucomatólogo Tiago Prata sobre o uso do Phelcom Eyer em avaliações de pacientes portadores de glaucoma não está relacionado com quaisquer relações comerciais com a Phelcom Technologies.
Nem só de amplo conhecimento técnico e experiência em medicina que se vive o médico. Na verdade, o profissional precisa também conhecer administração e empreendedorismo para fazer uma boa gestão de seu negócio.
Por isso, hoje separamos 5 dicas de gestão financeira para consultórios. Garantir o controle das finanças pode até parecer difícil no começo, mas com um pouco de organização e uso de técnicas simples, você garantirá mais economia, agilidade e produtividade no dia a dia.
Confira!
1. Registre todas as transações financeiras
Antes de tudo, é fundamental ter o total controle financeiro do seu consultório. Para isso, você precisa registrar diariamente todas as entradas e saídas do seu caixa. Aliás, isso vale desde a retirada de dinheiro para um café ao fornecedor até o recebimento de consultas. Ou seja, para todas as transações financeiras.
Dessa forma, fica mais fácil identificar as receitas e despesas do seu negócio, fazer investimentos e estar preparado para períodos de menor movimento por meio de uma reserva de emergência.
A dica é fazer o fechamento do caixa todo dia. Assim, você sabe quanto foi o rendimento diário.
2. Saiba o custo da hora do seu consultório
Para isso, some todas as suas despesas físicas como água, aluguel, folha de pagamento dos colaboradores, energia elétrica etc. Depois, calcule quantas horas de trabalho mensal você investe no consultório. Com esses números em mãos, divida o valor das despesas pelas horas de trabalho.
Pronto! Você tem em mãos o custo da hora do seu consultório. Desse modo, na hora de contabilizar receitas e despesas, você conseguirá identificar os lucros corretamente.
3. Descubra se é benéfico para seu consultório atender através de planos de saúde.
De fato, é muito comum os médicos atenderem pelos planos de saúde. Mas, será que o credenciamento é vantajoso financeiramente para você? Sem dúvida, é preciso analisar bastante.
Por exemplo, o recebimento das consultas realizadas é burocrático e necessita de investimento de mais tempo e dinheiro. Porém, por outro lado, deve garantir um maior número de atendimentos para o seu consultório.
Isto é, há os prós e contras. Entretanto, somente você poderá avaliar se é uma boa ideia para o seu negócio.
4. Invista em softwares de gestão financeira para consultórios
A tecnologia ajuda, e muito, na gestão financeira para consultórios. Isso porque oferece várias ferramentas para registro e análise do fluxo de caixa e dos recebimentos e pagamentos futuros, por exemplo. Além de ser mais rápido, automatizar os processos evita erros e retrabalhos.
Outra vantagem é ter relatórios e gráficos em mãos, que fornecerão uma visão mais completa sobre a situação do consultório e ajudarão a nortear a tomada de decisões.
Além disso, auxilia no aumento da produtividade e da segurança de dados. Isso porque esses sistemas oferecem agendamento de consultas on-line, prontuário eletrônico, controle da entrada e saída de produtos do estoque, dentre outros.
5. Selecione bem os fornecedores
Busque por fornecedores com materiais e equipamentos de qualidade, entrega no prazo estipulado e com abertura para negociação de preço. Além disso, procure criar um vínculo próximo e agradável, tornando-os verdadeiros parceiros.
Essa é uma dica importante para uma boa gestão financeira para consultórios, pois não atrapalhará o fluxo de caixa.
Conclusão
Por fim, você viu neste post 5 dicas sobre uma boa gestão financeira para consultórios: registrar todas as transações financeiras, conhecer o custo hora, atender ou não por planos de saúde, investir em softwares de gestão e escolher bem os fornecedores.
Com isso, fica mais fácil administrar o seu negócio e tornar a rotina, já tão atribulada, mais ágil e produtiva.
Quer saber mais sobre gestão financeira para consultórios? Acompanhe o blog da Phelcom.
Hoje, é indiscutível a importância das redes sociais para médicos, consultórios, clínicas e demais instituições de saúde. Estar presente on-line é fundamental para construir e manter a relevância e autoridade no mercado. E, assim, conquistar e fidelizar cada vez mais clientes.
Sem dúvida, as mídias sociais exercem um papel valioso neste cenário. Isso porque oferecem um grande potencial de interação e relacionamento com o público. E, quanto maior as interações com qualidade, mais cresce a visibilidade do profissional na área.
Mas, como gerenciar as plataformas corretamente, com bom conteúdo e dentro das normas do Código de Ética Médico e do Conselho Federal de Medicina (CFM)?
Em seguida, confira o guia de redes sociais para médicos que preparamos para te ajudar a escolher as mídias e o que fazer. Além disso, veja as questões éticas e legais sobre marketing médico regulamentadas pelo CFM.
Afinal, por que investir nas redes sociais para médicos?
Com o aumento e a rápida adesão da sociedade, as redes sociais também passaram a ser uma ferramenta para fins comerciais e profissionais. Inclusive, uma ótima ferramenta!
Logo abaixo, confira as principais razões para investir nessas plataformas:
Atualmente, os pacientes buscam informações sobre saúde na internet. Na verdade, é bastante comum pesquisar as possíveis causas de sintomas no “Dr. Google”. Por isso, fornecer conteúdo verídico e relevante ajuda a atrair audiência, ganhar cada vez mais credibilidade na área e conquistar novos clientes.
De fato, os seus pacientes estão nas mídias sociais. Afinal, quase todo mundo está. Portanto, só esse motivo já deveria ser o suficiente para aderir às plataformas e aproveitar o enorme potencial de atrair e engajar seu público.
A possibilidade de curtir a página e as publicações, de interagir e compartilhar permite que cada vez mais seguidores sejam impactados nas redes sociais. Dessa forma, sua marca ganha cada vez mais visibilidade, tornando-se referência no setor.
E, por fim, você pode construir uma relação de longo prazo com seus pacientes, sejam aqueles que já são ou que poderão se tornar um dia.
Redes sociais para médicos: como fazer?
Antes de tudo, é fundamental conhecer as normas sobre marketing médico regulamentadas pelo Código de Ética Médico e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).
Neste artigo, explicamos tudo sobre o que pode e não pode na publicidade para médicos.
Agora, confira abaixo alguns pontos fundamentais.
Código de Ética Médico
O Código de Ética Médico determina algumas proibições no uso da publicidade médica pelos profissionais. Em seguida, conheça as principais:
Permitir que sua participação na divulgação de assuntos médicos, em qualquer meio de comunicação de massa, deixe de ter caráter exclusivamente de esclarecimento e educação da sociedade;
Divulgar informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico;
Deixar de incluir, em anúncios profissionais de qualquer ordem, seu nome, seu número no Conselho Regional de Medicina, com o estado da Federação no qual foi inscrito e Registro de Qualificação de Especialista (RQE) quando anunciar a especialidade.
Resolução CFM Nº 1974/2011
A Resolução CFM Nº 1.974/2011 tem como objetivo regular todos os anúncios e peças de divulgação de informações que fazem referência aos médicos e clínicas em qualquer meio de comunicação.
Desse modo, impõe algumas normas obrigatórias para os anúncios veiculados na área da saúde. Confira:
O que é obrigatório
a) Nome do profissional;
b) Especialidade e/ou área de atuação, quando registrada no Conselho Regional de Medicina;
c) Número da inscrição no Conselho Regional de Medicina;
d) Número de registro de qualificação de especialista (RQE), se o for.
O que não pode
Divulgar aparelho afirmando ser de uso exclusivo;
Expor o seu paciente como forma de divulgar técnica, método ou resultado de tratamento, ainda que com autorização dele;
Anunciar a utilização de técnicas exclusivas de tratamento;
Garantir, prometer ou insinuar bons resultados do tratamento. Como exemplo, utilizar frases sensacionalistas: “o melhor”, “o único” ou “resultado garantido”;
Publicação de selfie, imagens e/ou áudios que caracterizem sensacionalismo, autopromoção ou concorrência desleal;
Publicação de imagens do “antes e depois” de procedimentos;
Divulgar endereço e telefone de consultório, clínica ou serviço;
Veicular publicamente informações que causem intranquilidade à sociedade, mesmo que comprovadas cientificamente;
Consultar, diagnosticar ou prescrever por qualquer meio de comunicação de massa ou a distância;
Apresentar de forma abusiva, enganosa ou assustadora representações visuais das alterações do corpo humano causadas por doenças ou lesões;
Divulgar preços de procedimentos, modalidades aceitas de pagamento/parcelamento ou eventuais concessões de descontos como forma de estabelecer diferencial na qualidade dos serviços.
O que pode
Anunciar cursos e atualizações relacionados à sua especialidade ou área de atuação devidamente registrada no Conselho Regional de Medicina;
Prestar informações, dar entrevistas e publicar artigos estritamente educativos.
Redes sociais para médicos – as melhores práticas
De fato, só estar presente nas redes sociais não traz resultados. Por isso, é essencial seguir algumas estratégias para garantir a atração do público, engajamento e aumento da visibilidade da marca e/ou do negócio.
Por isso, confira as melhores práticas para a boa gestão das suas páginas:
Tenha um perfil atraente e atualizado;
Mantenha as informações atuais;
Esteja atento à sua imagem nas redes sociais;
Conheça bem o seu público;
Ofereça conteúdos relevantes;
Poste com frequência;
Faça um planejamento de conteúdo e estratégia;
Interaja com seu paciente;
Faça bom uso das críticas;
Mensure os resultados.
Redes sociais para médicos: quais escolher?
Já ciente de tudo isso, agora chegou o momento de escolher as melhores redes sociais para médicos. Há várias opções, mas nem todas serão úteis para o seu negócio. Na verdade, tudo depende do seu objetivo.
Mesmo assim, separamos as três mais populares e utilizadas pelos médicos.
Em seguida, confira como usar da melhor maneira possível cada uma delas.
Facebook
Como é mais popular, é bem capaz que seus pacientes estejam no Facebook – principalmente quando comparamos com as outras redes. Então, você precisa estar lá.
Por outro lado, a plataforma permite divulgar conteúdo em diversos formatos, como imagens, vídeos, artigos médicos e do seu próprio blog, notícias sobre a área de saúde, infográficos informativos etc.
Para isso, opte por criar uma página institucional ao invés de perfil. Isso porque, com a fan page, poderá criar anúncios, impulsionar posts, colocar link para o seu site e blog, gerenciar melhor os conteúdos e datas, mensurar os dados e diversos outros benefícios.
Deixe o perfil para a sua vida pessoal, já que é fundamental separar as duas coisas.
Para criar a página institucional, você também precisa ter um perfil pessoal no Facebook. Ele servirá como administrador da página. Depois, é possível incluir outras pessoas como administrativos.
Instagram
Sem dúvida, o Instagram é o novo queridinho das redes sociais. Na verdade, já vem apresentando grande crescimento em número de inscritos há alguns anos. Com isso, as marcas e empresas perceberam e já estão aproveitando o grande potencial dessa mídia.
Por aqui, o visual tem muita importância. Então, aposte em fotos e vídeos de boa qualidade. O design limpo, sem muitas informações, também é essencial. Outro ponto de atenção é com imagens sensíveis, como de cirurgias e doenças. Além de poder sofrer censura, não é recomendado pelo CFM.
As hashtags também são fundamentais nessa plataforma. Assim, você se posiciona e aumenta a visualização, indicando especialidade, tratamentos, procedimentos etc. Assim, qualquer usuário que clicar nessa tag vai ver seu post em meio às outras que estão marcadas com ela.
Outra ferramenta muito interessante são os Stories e seus diversos recursos, como enquetes, perguntas, GIFs e filtros. A duração de postagem deles é de 24 horas. Nele, você pode mostrar bastidores, um pouquinho da vida particular e trabalhar conteúdos mais informais e leves.
Sem dúvida, isso ajuda a humanizar mais o médico e estreitar o relacionamento com os pacientes.
LinkedIn
Com certeza, todo profissional deve ter um perfil nessa rede social, já que é voltada para o mundo corporativo. Inclusive, os médicos.
Essa mídia permite aumentar sua rede de contatos, fazer networking, participar de grupos de discussão e divulgar artigos.
Aliás, é o local certo para conteúdos mais técnicos e para construir autoridade na sua área de atuação. Além disso, pode colocar seu currículo completo e habilidades para que os pacientes o conheçam ainda mais.
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