Os podcasts de medicina estão em alta! Fácil de acessar e consumir, os programas de áudio sob demanda entregam conteúdos relevantes, realizam debates pertinentes e trazem informações que auxiliam os médicos na atualização sobre as novidades da área.
Por tudo isso, o formato tem ganhado cada vez mais adesão devido aos programas especializados e de referência em suas áreas de atuação e que conquistam ouvintes fiéis.
Sem dúvida, vale a pena acompanhar! Então, selecionamos 10 podcasts de medicina para você conhecer e incluir como fonte de informação confiável e rápida no seu dia a dia tão atribulado.
10 podcasts de medicina
Ausculta Cast
AVASCast
Biomedcast
DrauzioCast
#LinhaDeFrente
Maratona da Saúde
Medcast
NEJM This Week
Neurocast
PEBMED
Saúde Digital
Ted Talks Health
1. Ausculta Cast
O Ausculta Cast aborda os principais temas da medicina atual, com alta qualidade técnica e variedade de especialidades. Na programação, revisões clínicas, entrevistas, artigos científicos, relatos de casos e informações sobre eventos na área da saúde.
É apresentado e produzido pelos estudantes de medicina da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Nicolas Najar e Faissal Hajar.
2. AVACast
O AVACast é produzido e distribuído pelo AVAS21, um programa de inserção da tecnologia no ensino na área de saúde da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Atualmente, o principal conteúdo produzido é sobre a pandemia de Covid-19. Com a participação de acadêmicos, professores e jornalistas, o programa fomenta discussões importantes sobre a doença, baseadas em dados científicos.
O podcast semanal Biomedcast trata de assuntos relacionados à biomedicina, ciência e saúde. Oferece conteúdo de boa qualidade com o objetivo de orientar os ouvintes e disseminar o conhecimento científico e a biomedicina por meio da internet.
Hoje, já disponibiliza mais de 100 episódios em que compartilham informações, opiniões, reflexões, conhecimento e cultura para desenvolver e melhorar a atuação do biomédico e das ciências da saúde.
A abordagem dos assuntos é bem leve e lúdica, o que torna o programa agradável de escutar. Além disso, é uma boa ideia para acompanhar as últimas novidades no segmento.
4. DrauzioCast
O DrauzioCast é um dos podcasts de medicina mais populares. Comandado pelo oncologista Drauzio Varella, aborda diversos assuntos de forma didática e leve, desde AIDS até a importância de lavar as mãos. Desse modo, até os pacientes conseguem acompanhar.
Além disso, faz comentários sobre os temas em alta e produz episódios curtos, de até 1 minuto.
5. #LinhaDeFrente
O #LinhaDeFrente é um programa voltado aos médicos sobre a pandemia do novo coronavírus. É produzido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).
O podcast conta com a participação de diversos especialistas e convidados que discutem um novo tema sobre a doença a cada episódio.
6. Maratona da Saúde
Esse podcast faz parte do Projeto Solidário Maratona da Saúde e busca aprofundar o conhecimento das doenças sem cura e acelerar a descoberta de terapêuticas mais eficazes.
Para isso, traz conteúdos completos por meio de entrevistas com grandes médicos do país sobre diferentes especialidades. Além disso, alguns episódios debates algumas doenças e casos específicos.
O MedCast é um dos podcasts de medicina mais antigos do Brasil e também um dos mais populares – há episódios com 11 mil ouvintes. Inclusive, possui premiações e já foi destaque em publicações de educação médica e de tecnologia na área de saúde.
Já são mais de 90 episódios direcionados exclusivamente para médicos e estudantes de medicina. Dentre os temas mais frequentes, estão ética médica, casos clínicos; desenvolvimento de carreira; entrevistas com médicos de referência e inteligência financeira.
É desenvolvido pelo Núcleo MD Educação Médica e tem como responsáveis os médicos Daniel Coriolano e Roberto Maranhão.
8. NEJM This Week
O NEJM This Week é o podcast do popular jornal NEJM. Nele, trazem o resumo da semana dos textos publicados no periódico sobre pesquisas médicas, análises e perspectivas.
É uma ótima forma de se atualizar com as principais novidades da medicina mundial.
9. Neurocast SBN
O objetivo do Neurocast SBN é difundir dados, evidências e informações que contribuam para a prática clínica da classe médica, especialmente os neurocirurgiões. Por isso, é mais técnico. É produzido pela Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN).
É uma ótima fonte de informação e educação para profissionais da área e já tem disponível vários episódios. Conta ainda com a participação de vários especialistas da SBN, trazendo entrevistas, opiniões sobre temas da profissão, tratamentos, literaturas e opiniões sobre assuntos controversos.
10. PEBMED
Um dos podcasts de medicina que vem crescendo bastante é o produzido pelo portal PEBMED. Já são mais de 200 episódios trazendo os estudos mais relevantes da área, condutas médicas, entrevistas com especialistas etc.
Uma das séries do programa é o Check-up Semanal, em que o editor-chefe do portal, professor e cardiologista Ronaldo Gismondi comenta os assuntos mais relevantes da semana.
11. Saúde Digital
O programa Saúde Digital busca apresentar novas tecnologias e inovações que melhoram a vida de médicos e pacientes e que têm transformado o setor.
O objetivo do podcast é informar e inspirar os profissionais a aderirem aos principais avanços da tecnologia da melhor maneira possível.
12. Ted Talks Health
O já conhecido Ted Talks tem um podcast voltado para a área de saúde, o Ted Talks Health. E o programa tem a mesma proposta: levar especialistas para falar sobre variados assuntos, desde hábitos diários inteligentes até a novas descobertas médicas. Sempre de forma didática e leve.
É voltado para médicos, profissionais da saúde e paciente que buscam ampliar o conhecimento e ter uma vida mais saudável.
Conclusão
De fato, existem dezenas de podcasts de medicina de qualidade, em diferentes streamings, que valem a pena acompanhar. Neste post, indicamos 10. Mas uma rápida pesquisa já pode revelar ainda mais opções interessantes para sua área médica.
Gostou das dicas? Acompanhe o blog da Phelcom e fique por dentro das principais novidades da área.
Desde o ano passado, cientistas levantam a hipótese de os óculos ajudarem a barrar a contaminação pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) por meio dos olhos. Isso porque essa região também é porta de entrada do vírus, além de ser fonte de contágio.
Agora, um estudo recente descobriu que o risco de infecção por covid-19 em usuários de óculos pode ser de duas a três vezes menor. A pesquisa realizada na Índia foi publicada no site medRxiv.
Em seguida, saiba mais sobre o trabalho preliminar, como foi feito, os resultados e os próximos passos. Vale ressaltar que são necessárias novas investigações, mas, como a doença é nova, é importante acompanhar os estudos nesta área.
Óculos e coronavírus: a pesquisa
A pesquisa avaliou 304 pessoas, sendo 223 homens e 81 mulheres, de 10 a 80 anos, residentes do norte da Índia, durante duas semanas. Todos apresentavam sintomas de covid-19.
Do total, 58 pacientes (19%) relataram usar óculos de grau com frequência ou óculos de sol todas às vezes em que estavam expostos à luz solar. Por meio de um questionário, os voluntários afirmaram que tocaram o rosto 23 vezes e os olhos 3 vezes a cada hora, em média.
De acordo com os cientistas, os resultados foram muito significantes em relação ao uso prolongado dos óculos. A taxa de contaminação atual de 1,35 da população, no geral, caiu para 0,48 entre aqueles que usavam óculos regularmente. A razão de risco calculada, segundo o estudo, foi de 0,36%.
Ou seja, a chance de contrair covid-19 diminuiu em três vezes.
Os pesquisadores acreditam que a baixa transmissão se deve a dois fatores: os óculos protegerem contra as gotículas contaminadas espalhadas pelo ar e aos toques menos frequentes nos olhos durante a utilização da armação.
Os cientistas avaliaram 276 pacientes positivados para covid-19. Os fatores são os mesmos: menos toques nos olhos e proteção contra gotículas no ar.
Conclusão
De fato, a relação entre o uso de óculos e coronavírus ainda é inconclusivo, ressaltam os cientistas. Isso porque o estudo ainda não foi revisado por pares, a amostragem foi pequena e também havia a dificuldade de medir o uso dos óculos durante a pandemia.
Então, são necessárias novas investigações para avaliar os efeitos dos óculos como proteção contra a covid-19. Porém, como a doença é nova, é importante acompanhar os estudos da área.
Acompanhe o blog da Phelcom e fique por dentro das principais novidades na área de saúde dos olhos.
Atualmente, parte dos exames oftalmológicos podem ser feitos de duas maneiras: com midríase ou não midriático.
A dilatação da pupila ainda é o processo mais adotado devido à visualização completa da estrutura dos olhos. Porém, as avaliações não midriáticas vem ganhando cada vez mais espaço por oferecer alta qualidade da imagem, conforto ao paciente, redução de custos, aumento da produtividade e, consequentemente, maior rentabilidade ao consultório.
Dessa forma, qual método você deve escolher? De fato, nem todos os exames podem ser realizados sem a dilatação da pupila. O não midriático é uma opção para retinografias e fundoscopia, por exemplo.
Em seguida, veja quais são as vantagens da midríase e do não midriático na execução do exame oftalmológico.
Exame oftalmológico: midríase
Para enxergar toda a estrutura dos olhos, usamos colírios anticolinérgicos e/ou alfa-adrenérgicos para dilatar a pupila. O primeiro engloba a atropina, tropicamida e ciclopentolato. Já o alfa-adrenérgico trata-se de fenilefrina. Pode-se aplicá-los separadamente ou de modo combinado.
Cada colírio tem características próprias, como início do tempo de ação, período de duração, sintomas e reações. Os efeitos mais comuns apresentados são visão turva, ofuscamento e sensibilidade à luz durante a ação do produto.
De fato, a midríase é bastante seguro ao paciente. Porém, em poucos casos, podem ocorrer reações como alergia ao colírio, tontura ou mal-estar. E, em raríssimas situações, complicações mais graves, como crise de glaucoma agudo, principalmente em pacientes com o ângulo da câmara anterior estreito, geralmente relacionado ao alto grau de miopia (a partir de seis graus).
Dilatar a pupila também traz algumas desvantagens ao médico e paciente, ainda mais em meio à atual pandemia. Por exemplo, menor número de atendimento diário devido à limitação de pessoas na sala de espera, necessidade de acompanhante e desconforto ao paciente.
Colírios anticolinérgicos
Os colírios anticolinérgicos realizam a dilatação da pupila ao relaxar os músculos responsáveis pela contração dessa estrutura. Além disso, também paralisam momentaneamente o reflexo da acomodação.
A tropicamida é o mais utilizado em consultórios oftalmológicos. Isso por causa de dois fatores: o tempo de duração é menor, entre duas e seis horas, e o início de ação é mais rápido, entre 10 e 20 minutos. Se combinado com fenilefrina, dilata ainda mais.
Já o ciclopentolato bloqueia a ação do esfíncter da íris e do músculo ciliar e é bastante eficaz no cálculo do grau do paciente, em exames de fundo de olho e no mapeamento da retina. Também tem uso terapêutico contra uveítes. Faz a dilatação da pupila entre 20 e 30 minutos e tem duração prolongada, de 12 a 24 horas.
A atropina inicia entre 20 e 30 minutos, mas a dilatação dura por um longo período. Isso porque a degradação é lenta e os efeitos, como visão embaçada, podem durar de três a 14 dias.
Desse modo, é adotada em alguns tratamentos de estrabismo, quando provoca visão turva no olho em boas condições para estimular o olho desviado. Outras finalidades são no tratamento de inflamações oculares e no combate à progressão da miopia, com aplicações de doses muito baixas.
Colírios alfa-adrenérgicos
Os colírios alfa-adrenérgicos provocam a dilatação da pupila ao estimular a contração dos músculos dos olhos. Neste agente, está a fenilefrina, que tem ação direta nos receptores alfa-adrenérgicos e deixa a pupila mais dilatada em comparação aos colírios anticolinérgicos. Também apresenta início rápido, em torno de 10 minutos, e duração entre duas e quatro horas.
É mais empregado para exames de fundo de olho ou mapeamento da retina e em cirurgias oculares, como a de catarata. Se combinado com tropicamida, dilata ainda mais.
Exame oftalmológico: não-midriático
Smartdevice Phelcom Eyer captura imagens de fundo do olho em alta qualidade e permite envio para a plataforma on-line Eyer Cloud.
Os exames não midriáticos também permitem uma ótima visualização do fundo do olho, mas sem a necessidade de dilatar a pupila. Com isso, são mais rápidos de fazer. São indicados para retinografias e fundoscopia.
Desse modo, é possível aumentar o número de atendimentos diários, já que elimina o tempo de espera para o colírio agir e o tempo do exame, diminui o período de atendimento e a necessidade de acompanhante para o paciente.
Sem falar no maior conforto do paciente por não dilatar a pupila, passar menos tempo no consultório e precisar arranjar companhia – ainda mais com a atual pandemia.
Outra vantagem do exame oftalmológico não midriático é reduzir custos com colírios anestésicos no consultório, que é mais caro em relação ao produto sem anestésico.
A retirada da midríase de alguns exames também elimina o risco de complicações, mesmo sendo raríssimas.
Uma pesquisa realizada em dois centros de referência para covid-19 no Rio de Janeiro (RJ) identificou alterações na retina de pacientes internados em estado grave. O estudo ocorreu em maio de 2020, nos hospitais de clínica Mario Lioni e de Jacarepaguá, e foi publicado no periódico Plos One em dezembro do mesmo ano.
Os pesquisadores utilizaram o smartdevice Phelcom Eyer para fazer a retinografia em 47 olhos de 25 pacientes. Acoplado a um smartphone, o aparelho realiza exames de fundo do olho em alta qualidade, em poucos minutos e sem necessidade de dilatação da pupila. Por ser conectado à uma plataforma on-line, o Eyer Cloud, permite o diagnóstico remoto e garante a segurança dos dados na nuvem.
“Nosso estudo demonstrou que, dos pacientes internados em estado grave para estabilização clínica da covid-19, 12% apresentaram algum achado”, conta um dos médicos responsáveis pelo trabalho, Rafael Lani Louzada, residente de oftalmologia no Hospital da Gamboa (RJ).
O residente de oftalmologia, Rafael Lani Louzada, é um dos responsáveis pelas descobertas realizadas no trabalho.
Destes, um homem de 35 anos, que teve diversas intercorrências clínicas durante a internação, manifestou infartos bilaterais na camada de fibras nervosas e micro-hemorragias no feixe papilomacular; outro homem de 56 anos, que precisou ser submetido a anticoagulação plena, teve hemorragia em forma de “chama de vela” unilateral e isolada; e um terceiro homem hipertenso de 49 anos apresentou micro-hemorragias retinianas discretas e bilaterais.
Para Louzada, o estudo mostra que alterações retinianas podem ocorrer em casos graves de covid-19. “Provavelmente, eram secundárias a intercorrências clínicas ou comorbidades em vez de um dano direto por SARS-CoV-2, já que não foi possível correlacionar o problema diretamente com o vírus. Desse modo, os achados retinianos podem ser marcadores importantes e facilmente acessíveis de intervenções terapêuticas, além de sentinelas de doenças neurológicas e sistêmicas durante a pandemia”.
O médico ressalta que novos estudos, com número maior de pacientes, são necessários para estabelecer correlações estatísticas entre a covid-19 e lesões retinianas.
Phelcom Eyer
Louzada afirma que o Phelcom Eyer foi fundamental para o projeto, já que o estudo se baseou na avaliação de pacientes que estavam internados em isolamento, com um vírus altamente contagioso e pouco estudado. “A utilização de um aparelho portátil, de fácil manipulação e higienização, possibilitou darmos um passo a mais na busca de uma melhor compreensão dessa doença que tanto aflige a humanidade”, observa.
Ainda sobre o equipamento, o pesquisador também ressalta outras vantagens: curva de aprendizado curta, backup rápido das imagens e possibilidade de análise minuciosa em qualquer computador com acesso à internet. “Sem contar que as retinografias adquiridas são muito bonitas, com ótima resolução, e as fotos coloridas são automaticamente duplicadas com imagens red-free”, analisa.
Além da pandemia
Louzada também destaca que a facilidade técnica da avaliação retiniana com o Eyer abre novos horizontes para exames de triagem, não apenas no contexto pandêmico atual, como também para outras doenças oftalmológicas. “Ter a possibilidade de adquirir retinografias de maneira portátil, fácil, prática e por meio de um backup de imagens acessível, permitindo o estudo cuidadoso de cada um remotamente, é fundamental para o avanço em pesquisas oftalmológicas e melhores diagnósticos”, finaliza.
Hoje em dia, demonstrar domínio na sua especialidade é essencial para construir autoridade no mercado e, assim, atrair mais pacientes, fidelizar os já existentes e, consequentemente, aumentar a rentabilidade do seu negócio.
Mas, como fazer isso na prática? Com estratégias de marketing pessoal para médicos. De fato, existem diversas ferramentas que auxiliam no fortalecimento da sua imagem profissional. Dentre as principais, estão as redes sociais, a mídia e o blog.
De fato, o seu público – e o de todo mundo – está nas redes sociais. Dessa forma, a sua marca pessoal também precisa estar lá. Com o fácil acesso à informação, a mídia e o blog também são ótimos aliados para dar credibilidade ao seu trabalho.
Por isso, conheça mais sobre essas três ferramentas e como utilizá-las no seu marketing pessoal.
1. Redes sociais
Sem dúvida, no marketing pessoal para médicos, as redes sociais são ótimos canais de construção de autoridade e aquisição de clientes.
Provavelmente, você já utiliza alguma plataforma para manter contato com familiares e amigos, além de entretenimento. Agora, você pode transformar o seu perfil em página ou criar uma para interagir com seus pacientes.
Facebook, YouTube, Instagram, LinkedIn, Twitter e TikTok são as mais populares no momento. Para você ter uma ideia, de acordo com a empresa Resultados Digitais, referência em marketing digital, as plataformas que os brasileiros mais usam são:
Facebook – 130 milhões;
YouTube – 105 milhões mensais;
Instagram – 95 milhões;
LinkedIn – 46 milhões;
Twitter – 16,6 milhões;
TikTok – 16,5 milhões (dados não oficiais, pois a empresa ainda não divulgou o número de brasileiros inscritos).
Afinal, tenho que estar presente em todas?
Com certeza, não. Você precisa escolher a que faz mais sentido ao seu negócio. Para isso, o ideal é consultar um especialista na área. Além de orientar quais plataformas aderir, ele ajudará a definir a estratégia de conteúdo, como quais assuntos e como abordar; formato (texto, vídeo, áudio, infográfico etc); frequência, datas e horários de postagens, dentre outras ações.
Com milhões de inscritos e milhares de criadores de conteúdo digitais, é imprescindível ter uma estratégia bem clara e criativa para chamar a atenção do seu público.
A seguir, veja algumas dicas de conteúdo que você pode abordar:
Procedimentos e exames efetuados;
Participação em palestras, congressos e ações sociais, dentre outros;
Condições de saúde e dicas de autocuidado;
Notícias e novidades da área;
Fale bastante sobre a sua especialidade, como doenças, sintomas, prevenção, tratamentos e cuidados. Desse modo, você demonstra o quanto domina o assunto;
Conte sua história para estreitar o laço com seu paciente. Você pode falar como chegou onde está, porque decidiu fazer medicina, contar sobre sua família, falar mais sobre você etc;
Mostre a rotina diária da sua clínica, como funcionários, equipamentos, atividades, dentre outros. Isso desperta curiosidade e aproxima as pessoas.
2. Blog
Quantas vezes você ouviu de seus pacientes: “pesquisei os sintomas no Google e posso estar com algumas dessas doenças aqui”? A busca pelo Dr. Google já se tornou um verdadeiro hábito na vida das pessoas.
De acordo com o levantamento do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), 40,9% dos brasileiros realizam autodiagnóstico pela internet.
Mais do que isso, a recomendação para o diagnóstico principal era muitas vezes inadequada, até aconselhando o autocuidado em casa, em vez de buscar ajuda médica.
Por isso, oferecer informações verdadeiras e fáceis de entender vale ouro e ajuda bastante a construir sua autoridade no meio. Dessa maneira, você pode investir em uma ótima ferramenta de marketing pessoal para médicos: criar um blog. Por lá, você pode escrever artigos sobre a sua especialidade e compartilhar nas suas redes sociais. Inclusive, essa ferramenta pode estar dentro do seu site.
Aqui também vale a pena consultar um especialista na área para indicar os melhores conteúdos, abordagens, como escrever para ser ranqueado no Google, formatos e frequência de postagens, dentre outros.
Escrever leva tempo e sabemos que esse artigo é luxo para médicos. Então, você também pode contar com redatores especialistas em conteúdo médico.
3. Assessoria de imprensa
De fato, quem é citado positivamente na imprensa ganha, automaticamente, mais credibilidade. Por isso, é fundamental ter uma boa relação com a mídia. Mais do que isso, tornar-se fonte para entrevistas relacionadas aos assuntos da sua especialidade. Com essa ferramenta de marketing pessoal para médicos, você ganha mais autoridade.
Mais uma vez, um profissional especializado conseguirá definir as estratégias mais eficientes para você aparecer na mídia. Por exemplo, o assessor de imprensa consegue abrir mais espaço nos principais veículos de comunicação e definir, junto com você, os melhores assuntos a serem abordados.
Com mais visibilidade, também há o outro lado da moeda. Você poderá ser alvo de possíveis críticas e associação a fake News, por exemplo. Então, é preciso ficar atento ao que dizem de você na mídia e nas redes sociais.
Código de Ética Médica
Para usar corretamente essas três ferramentas, é imprescindível seguir as determinações do Código de Ética Médica. Por exemplo, é proibido:
Permitir que sua participação na divulgação de assuntos médicos, em qualquer meio de comunicação de massa, deixe de ter caráter exclusivamente de esclarecimento e educação da sociedade;
Divulgar, fora do meio científico, processo de tratamento ou descoberta cujo valor ainda não esteja expressamente reconhecido cientificamente por órgão competente.
Há também a Resolução CFM Nº 1.974/2011, que regula todos os anúncios e peças de divulgação de informações que fazem referência aos médicos e clínicas em qualquer meio de comunicação.
Desse modo, impõe algumas normas obrigatórias para os anúncios veiculados na área da saúde, como a proibição de publicar imagens do “antes e depois” de procedimentos e de divulgar nas mídias sociais selfie, imagens e/ou áudios que caracterizem sensacionalismo, autopromoção ou concorrência desleal.
Conheça todas as regras do Código de Ética Médico e da Resolução CFM Nº 1.974/2011 sobre marketing médico neste artigo que preparamos.
Acompanhe nosso blog e saiba mais sobre marketing pessoal para médicos.
Sem dúvida, as faltas de pacientes em consultas e exames agendados são um dos problemas mais comuns enfrentados pelos médicos. E, claro, isso diminui a receita do consultório, atrapalha a rotina e faz você perder tempo.
Por isso, é fundamental adotar estratégias para diminuir a taxa de ausência e de cancelamentos em cima da hora. Em seguida, confira 8 passos para implementar no seu negócio agora e garantir mais consultas realizadas.
8 passos para reduzir as faltas de pacientes:
Ofereça agendamento on-line;
Confirme a consulta por meio de ferramentas eletrônicas;
Disponibilize o endereço e canais de comunicação de forma clara;
Faça a confirmação com boa antecedência;
Garanta uma boa gestão da agenda;
Peça pagamento de um percentual antes da consulta;
Faça a gestão da jornada do paciente;
Não atrase a consulta.
Agora, confira como colocar cada passo em prática.
1. Ofereça agendamento on-line
O agendamento on-line permite que o paciente acesse a agenda da clínica no site ou aplicativo, verifique os dias e horários disponíveis e marque o atendimento. Todo esse processo é realizado sem o contato direto com o consultório.
De fato, um dos principais motivos de ausência na consulta é a adaptação que o paciente precisa realizar em sua rotina à agenda do médico. Desse modo, a atividade adiada pode tornar-se mais urgente do que a consulta. E, assim, o paciente não comparecer.
Outra vantagem da ferramenta é a redução do tempo investido da sua equipe, no agendamento do atendimento, e do próprio paciente, que não precisará aguardar por telefone.
2. Confirme a consulta por meio de ferramentas eletrônicas
Outra estratégia que diminui bastante as faltas de pacientes é a confirmação da consulta utilizando ferramentas eletrônicas. Isso porque é frequente o paciente simplesmente ter esquecido do compromisso.
Por exemplo, envie um lembrete por SMS ou e-mail e dê a opção de manter ou cancelar o atendimento. A sua equipe também pode recorrer ao WhatsApp para o contato com o paciente.
Além de reduzir as ausências, também gera mais tempo livre para sua equipe e menos custos ao consultório ao reduzir o tempo e dinheiro em ligações. Isso porque é possível automatizar o envio da mensagem.
Mas, atenção: busque sempre ferramentas para garantir a segurança das informações.
3. Disponibilize o endereço e canais de comunicação de forma clara
Já aconteceu de o paciente informar que foi difícil encontrar o consultório pois o endereço está errado na internet? Ou que não conseguiu ligar porque a linha estava fora de área?
É fundamental disponibilizar todas as informações e canais de comunicação do seu negócio corretamente e de forma simples. Para isso, você pode usar o site, aplicativo e o Google Meu Negócio.
Além dos dados estarem on-line, oriente a sua equipe a informar o endereço e contatos em todo agendamento por telefone.
4. Faça a confirmação com boa antecedência
Para encaixar a tempo outro paciente no lugar daquele que cancelou, é necessário estabelecer o período de antecedência em que deve enviar o lembrete da consulta agendada.
A sugestão é 24 horas antes do atendimento. Assim, o paciente já sabe se conseguirá comparecer ou não. Dessa maneira, você não perde tempo e dinheiro com a ausência.
5. Garanta uma boa gestão da agenda
Enviou o lembrete e o paciente ainda não retornou? Agora é hora de ligar para ele.
Para isso, é fundamental que a equipe de recepcionistas esteja preparada para fazer uma boa gestão da agenda. Ao notar que o paciente ainda não confirmou, os funcionários já conseguem entrar em contato e agendar outro no lugar, caso seja necessário.
6. Peça pagamento de um percentual antes da consulta
Se você atende fora dos planos de saúde, pedir parte do valor da consulta antecipado pode reduzir bastante as faltas dos pacientes. Isso porque gera comprometimento com o atendimento agendado.
Neste caso, também é importante oferecer formas facilitadas de pagamento, como boletos, depósitos ou PIX. Caso o paciente queira cancelar com antecedência, você pode definir se o reembolsará no valor total ou em parte dele.
Porém, é preciso muito cuidado ao adotar essa estratégia. Ela é indicada para quem já é autoridade na especialidade e tem agenda lotada, por exemplo. Isso porque alguns pacientes podem não gostar e desistirem de consultar com você.
7. Faça a gestão da jornada do paciente
Afinal, como avaliar se as estratégias implementadas estão dando certo? Além de observar naturalmente no dia a dia, é fundamental avaliar os indicadores de consultas.
Analise as causas da falta e identifique padrões e perfis. Para isso, você pode verificar os motivos pela busca da consulta; período antes do agendamento; causas do cancelamento e a diferença entre agendamentos e consultas realizadas.
Descobriu os principais motivos de falta? Então, trace novas estratégias ou faça os ajustes necessários.
Por exemplo, se os pacientes agendam com bastante antecedência e não comparecem, você pode enviar mais lembretes. Por outro lado, se os que marcam mais perto da data da consulta são os que mais faltam, você pode diminuir a antecedência do agendamento e/ou solicitar pagamento parcial antes.
Por fim, não atrase a consulta ou desmarque em cima da hora. Ao fazer isso, o seu paciente também se sente no direito de chegar atrasado ou até faltar, sem avisar com antecedência.
Acompanhe o blog da Phelcom e confira mais dicas para a gestão eficiente do consultório.
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