De fato, a telemedicina cresce cada vez mais no mundo todo. No Brasil, acaba de ganhar mais espaço com a Lei nº 13.989, de 15 de abril de 2020, que libera o uso da ferramenta durante a atual pandemia do novo coronavírus (SARS-Cov-2). Na verdade, a medida vale para qualquer atividade no setor de saúde. Porém, em caráter emergencial.
Mas, como os médicos brasileiros avaliam o uso de tecnologias digitais na saúde? A resposta está na Pesquisa Conectividade e Saúde Digital na Vida do Médico Brasileiro, feita pela Associação Paulista de Medicina (APM) em fevereiro desse ano.
Em seguida, conheça a percepção da classe médica sobre telemedicina.
Pesquisa
A Associação Paulista de Medicina (APM) realizou a Pesquisa Conectividade e Saúde Digital na Vida do Médico Brasileiro, em fevereiro, com 2.258 médicos, de 55 especialidades. Dentre as principais, estão Clínica Médica, Cardiologia, Ginecologia e Obstetrícia, Ortopedia e Neurologia.
Do total de respondentes, 60,54% são do sexo masculino e 39,46% do feminino. Os participantes são associados da APM e de outras entidades médicas parceiras.
Os resultados
De acordo com 90% dos médicos, as novas ferramentas digitais com alto padrão de segurança e ética podem ajudar a melhorar a saúde da população. Além disso, o mesmo percentual acredita que o sistema público de saúde poderia ser beneficiado com esses dispositivos em relação à diminuição das filas de espera por atendimento especializado.
Já 70% pensa que a telemedicina permite ampliar o atendimento médico além do consultório, com segurança de dados e privacidade entre médico e paciente.
Ferramentas tecnológicas no dia a dia
A pesquisa também avaliou o uso de tecnologias digitais na rotina da classe médica. Fora do atendimento na clínica ou no hospital, 65,19% usam o WhastApp e aplicativos de mensagens para comunicar-se com pacientes e/ou familiares.
Além disso, a chamada de voz, por meio de telefone fixo e celular, é adotada por 16,83% dos respondentes. Em relação ao e-mail, 5,67% o utilizam. Já 11,51% afirmou não recorrer a nenhuma forma de contato externo.
Dos que usam, 58,50% o fazem diariamente; 24,84%, algumas vezes na semana e 9,30%, raramente.
Sobre a remuneração desse suporte ao paciente via ferramentas de comunicação, 63,33% não cobra. Porém, 23,07% não sabe como calcular o valor e 12,67% embute no preço da consulta presencial.
Telemedicina
Questionados sobre as áreas da telemedicina que conhecem, os médicos responderam:
Telerradiologia – 76,75%;
Telecardiologia – 45,53%;
Teleneurologia – 22,67%;
Telepatologia – 19,88%;
Outros (teledermatologia, teleoftalmologia, teleUTI, teleaula) – 11,25%.
Sobre armazenar os dados de pacientes e/ou compartilhar informações, 62% utilizam tecnologias digitais. Dentre elas, destacam-se:
Prontuário eletrônico – 48,10%;
Programas de gerenciamento de consultório/pacientes (ERP, E-SUS, PACS, PEP, ME e Tasy) – 18,4%;
A APM também abordou sobre a regulamentação da telemedicina no Brasil.
Na pesquisa, a associação perguntou quais são as barreiras que impedem os médicos brasileiros de utilizar tecnologias de comunicação on-line, regulamentadas, para assistir ao paciente. Em seguida, confira as respostas:
Falta de regulamentação que me permite usar – 43,76%;
Não tenho barreiras. Eu utilizaria – 32,11%;
Tenho receio de a medicina ser banalizada – 31,31%;
O atendimento médico deve ser feito exclusivamente de forma presencial – 20,42%;
Tenho receio de perder pacientes no meu consultório – 3,99%;
Não acredito na eficácia desse tipo de ferramenta – 3,37%;
Não sei utilizar tecnologia – 2,66%;
Não acredito na tecnologia como ferramenta de suporte à saúde – 0,80%;
Não gosto de tecnologia – 0,58%.
Atualmente, a especialidade obedece à Resolução nº 1.634/02, publicada em 2002, que a subdivide em três áreas: teleassistência, teleeducação e emissão de laudos à distância.
Em fevereiro de 2019, o Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou uma nova regulamentação por meio da Resolução nº 2.227/18. Basicamente, o texto havia liberado consultas online, telecirurgias e telediagnóstico, dentre outras frentes.
Entretanto, a resolução foi revogada rapidamente, ainda em fevereiro, após sofrer várias críticas de entidades e médicos. A pesquisa perguntou aos médicos qual o posicionamento deles sobre a revogação. Logo abaixo, veja as respostas:
Não tenho acompanhado as discussões – 28,81%;
Não tenho opinião formada sobre a questão – 22,05%;
Eu concordo com a decisão do CFM – 18,64%;
Não tenho conhecimento da resolução – 15,77%;
Acompanho as discussões – 10,45%;
Eu não concordo com as discussões – 10,27%.
Em relação ao que desejam de um novo posicionamento da CFM sobre o assunto, 64% acreditam em uma regulamentação que permita a ampliação de serviços e atendimentos à população brasileira. Aliás, incluindo a teleconsulta.
Por outro lado, 27% quer uma regulamentação que proíba a teleconsulta e 9% deseja a manutenção da atual.
Nova regulamentação
Sobre a possibilidade de uma nova regulamentação da telemedicina pelo CFM, com os recursos tecnológicos necessários para a segurança e ética da medicina, 63% afirmaram que utilizaria essa ferramenta para complementar o atendimento da clínica/hospital. Contudo, 25% ainda avaliaria a possibilidade. No entanto, 12% não utilizaria.
Carreira
Além disso, a APM questionou se os profissionais enxergam a telemedicina como uma oportunidade ou uma ameaça à sua carreira. Em seguida, conheça as respostas:
Oportunidade – 44,15%;
A longo prazo, talvez seja uma oportunidade – 24,71%;
Não tenho opinião formada sobre a questão – 15,99%;
Ameaça – 8,28%;
A curto prazo, entendo que é uma ameaça – 6,86%.
Conclusão
Sem dúvida, a pesquisa da APM mostra que os médicos brasileiros acreditam que a telemedicina pode ajudar na melhoria da saúde. Mas, para isso, é necessária uma nova regulamentação definitiva, que permita o emprego da ferramenta em várias vertentes dentro da área.
Dessa forma, esse deve ser o próximo passo.
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Recentemente, o Ministério da Saúde publicou a portaria 467/20 que regulamenta e operacionaliza o uso de telemedicina durante a pandemia atual do novo coronavírus (SARS-CoV-2). Poucos dias depois, o Senado aprovou o Projeto de Lei 696/20 que libera a utilização dessa tecnologia.
Nesta quarta (15), o texto foi sancionado pelo presidente e hoje publicado no Diário Oficial, como a Lei nº 13.989, de 15 de abril de 2020. Desse modo, já está em vigor.
Entretanto, a adoção dessa ferramenta ocorrerá exclusivamente em caráter excepcional enquanto durar a pandemia. Em seguida, conheça as disposições da portaria 467/20 e da Lei nº 13.989 para entender como a telemedicina pode ser utilizada no cenário atual de saúde.
Telemedicina e coronavírus – Portaria 467/20
A Portaria 467 do Ministério da Saúde, de 20 de março de 2020, dispõe sobre o uso de telemedicina, em caráter excepcional e temporário, durante a pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo vírus. O documento foi publicado no Diário Oficial, em 23 de março de 2020.
Dentre as principais disposições da portaria, estão a liberação de consultas, emissão de receitas, diagnósticos, laudos de exames e atestados médicos à distância, via internet.
O texto também traz orientações no caso de isolamento do paciente por suspeita ou teste positivado para a Covid-19.
As ações de interação à distância podem contemplar o atendimento pré-clínico, de suporte assistencial, de consulta, monitoramento e diagnóstico no âmbito do SUS, bem como na saúde suplementar e privada. Contudo, o atendimento deverá ocorrer diretamente entre médico e paciente e garantir a integridade, segurança e o sigilo das informações.
O profissional deve registrar todos os dados em um prontuário clínico, que deverá conter data, hora e tecnologia da informação e comunicação utilizada para o atendimento. Além disso, o número do Conselho Regional Profissional e sua unidade da federação.
Receitas e atestados
Em relação a emissão de receitas e de atestados médicos à distância, serão necessários o uso de assinatura eletrônica e dados associados à assinatura do médico. Outra possibilidade é: identificação do profissional, associação ou anexo de dados em formato eletrônico pelo médico e ser admitida pelas partes como válida ou aceita pela pessoa a quem for oposto o documento.
Em relação ao atestado médico, ele deverá conter:
Identificação do médico, incluindo nome e CRM;
Identificação e dados do paciente;
Registro de data e hora;
Duração do atestado.
De acordo com o ministério, a portaria é uma forma eficaz de preservação da saúde do médico e do paciente, evitando aglomerações em hospitais e unidades de pronto atendimento que poderiam propagar o vírus.
O texto define telemedicina como “o exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde.”. Dentre suas principais medidas, estão a obrigatoriedade de o médico informar ao paciente sobre todas as limitações da telemedicina e os motivos de não realizar exames físicos.
O projeto seguiu para a sanção presidencial, que ocorreu nesta quarta (15). Dessa forma, a Lei nº 13.989, de 15 de abril de 2020, foi publicada nesta quinta (16), no Diário Oficial.
Contudo, o texto sofreu dois vetos: a possibilidade de emitir “receitas médicas apresentadas em suporte digital, desde que possuam assinatura eletrônica ou digitalizada do profissional que realizou a prescrição” e a regulamentação posterior da telemedicina pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).
Telemedicina no Brasil
A telemedicina no Brasil vem ganhando destaque nos últimos anos, principalmente na área de emissão de laudos a distância. No país, é regulamentada pela Resolução nº 1.634, publicada em 2002, que a subdivide em três áreas. Em seguida, conheça cada uma delas:
Teleassistência
Monitoramento do paciente em sua própria casa ou no hospital. O médico responsável troca informações com outros especialistas, como dados de exames e de diversos procedimentos médicos, por meio de plataformas online.
Teleducação
Capacitação de profissionais da saúde que atuam em locais com pouca infraestrutura e dificuldade de acesso às atualizações da área.
Emissão de laudos à distância
É a principal frente da telemedicina no Brasil e a que mais cresce. O exame pode ser feito em qualquer lugar e laudado por médicos – que também podem estar em qualquer localização – por meio de softwares online com acesso via computador, celular ou tablet.
Em 2019, o CFM havia publicado a nova regulamentação da telemedicina no Brasil por meio da Resolução nº 2.227/18. Basicamente, o texto liberava consultas online, telecirurgias e telediagnóstico, dentre outras frentes.
Entretanto, a resolução foi revogada rapidamente. Isso porque sofreu várias críticas de entidades e médicos, como falta de clareza no texto e o risco de afetar a humanização necessária na relação médico-paciente, interferindo diretamente na qualidade do atendimento.
Conclusão
Por fim, é indiscutível a capacidade do uso da telemedicina como um meio eficaz para um atendimento médico de qualidade durante a pandemia atual do novo coronavírus (SARS-CoV-2). Mais do que isso, ser uma ferramenta de combate à Covid-19.
Isso porque a tecnologia pode trazer rapidez, precisão diagnóstica e reduzir custos em um cenário que necessita de medidas urgentes de controle da doença.
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De fato, os governos e autoridades de saúde de todo o mundo têm adotado diversas medidas para combater o novo coronavírus (SARS-CoV-2). Como exemplo, as entidades médicas divulgaram comunicados com orientações sobre como agir nesse cenário atual de pandemia, inclusive no Brasil.
Uma delas é o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO). Em seguida, conheça as recomendações do CBO para o cuidado no atendimento dos pacientes em relação à Covid-19, doença causada pelo novo agente do vírus.
CBO – comunicado coronavírus
O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) publicou um protocolo com precauções que devem ser adotadas no consultório quanto ao novo coronavírus. Logo abaixo, confira as medidas indicadas aos oftalmologistas:
Suspensão imediata de procedimentos eletivos
A primeira recomendação do CBO é adiar todas as consultas, procedimentos e/ou cirurgias eletivas, mesmo em áreas que ainda não há suspeita da doença. Porém, antes de suspender as atividades, o conselho indica que o médico revise o prontuário do paciente para ter certeza da possibilidade de cancelamento.
Com isso, garantir:
Quadro clinicamente saudável;
Procedimento adiado sem prejuízos;
A ciência do paciente quanto ao retorno do atendimento em nova data futura.
Atendimento de urgência e emergência
Sem dúvida, o oftalmologista precisa adotar algumas medidas de segurança nas consultas emergenciais, como:
Uso de máscaras, óculos e luvas descartáveis;
Higienização completa da clínica, especialmente de maçanetas, banheiros e material de atendimento;
Fornecer material necessário de EPI’s para uso próprio e dos colaboradores;
Comunicar o não atendimento de pessoas que apresentem os sintomas de Covid-19 ou que tenham testado positivo durante o período de 14 dias.
Alerta CBO – coronavírus
Além disso, a entidade também divulgou um outro protocolo com mais orientações para minimizar a propagação e garantir a higienização dos ambientes e equipamentos. Isso porque estudos apontam que o vírus pode ser transmitido em contato com a conjuntiva. Ao mesmo tempo, alguns pacientes testados positivo para Covid-19 apresentaram conjuntivite folicular leve.
Em seguida, veja mais recomendações do CBO para os consultórios oftalmológicos:
Em caso de emergência, atenda um paciente por vez para manter a sala de espera o mais vazia possível;
Adote barreiras de lâmpadas de fenda e protetores respiratórios para proteção adicional;
Faça a limpeza cuidadosa do equipamento entre os atendimentos de pacientes;
Para diminuir ainda mais o risco de qualquer transmissão de vírus, informe os pacientes que falará o mínimo possível durante o exame com lâmpada de fenda e solicitar que ele também não converse;
Salas e instrumentos devem ser completamente desinfetados após cada atendimento;
Use luvas descartáveis ao limpar e desinfetar superfícies;
As lâmpadas de fenda, incluindo controles e protetores respiratórios, devem ser desinfetadas, principalmente onde os pacientes colocaram as mãos e o rosto.
Conclusão
De fato, os oftalmologistas devem ser rigorosos na adoção de medidas de segurança contra o novo coronavírus. Isso inclui a suspensão de procedimentos eletivos e, em casos de atendimentos emergenciais, o uso de máscara, óculos e luvas descartáveis e a rigorosa higienização de todo o consultório, dentre outras ações.
As recomendações do CBO seguem as demais orientações feitas por diversas entidades médicas de todo mundo, inclusive da Academia Americana de Oftalmologia.
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Sem dúvida, o emprego da tecnologia na saúde tem gerado cada vez mais inovações na área. E isso tanto para médicos e hospitais quanto para pacientes. Por exemplo, o uso de inteligência artificial (IA) e machine learning (aprendizado da máquina) tem proporcionado equipamentos mais rápidos e diagnósticos mais precisos.
Por outro lado, há o avanço das soluções em nuvem, com desde simples serviço de e-mail e agendamento até o acesso rápido e seguro a todo o histórico do paciente. Desse modo, os profissionais conseguem facilitar a rotina, melhorar a produtividade e aumentar a rentabilidade com o auxílio da automação.
Mas, há diversas outras vantagens nessa tecnologia. Em seguida, conheça neste post os 8 principais benefícios da nuvem para médicos.
1. Segurança dos dados
Com toda a certeza, a garantia de segurança para todas as informações do paciente é uma das principais vantagens da nuvem para médicos. Atualmente, a solução é tão segura que é utilizada em diversos outros setores, como o financeiro – internet banking, aplicativos etc.
Além disso, os dados em arquivos físicos são mais fáceis de perder, misturar ou até de serem roubados.
De fato, existe a preocupação no mercado de ataque de hackers e/ou vírus. Porém, o nível de proteção online é mais sofisticado, pois tem alta tecnologia embarcada. Portanto, são muito difíceis de serem invadidos e decodificados.
2. Integração das informações
O sistema médico de nuvem pode armazenar todos os dados do paciente, desde imagens de exames a receituários. Dessa forma, é possível cruzar as informações e melhorar o atendimento.
Em relação à administração do consultório, a nuvem centraliza agenda, estoque e dados financeiros, por exemplo. Com toda a certeza, tudo isso proporciona a excelência na gestão, pois permite o reconhecimento de gargalos, a melhora dos processos e a redução de custos.
3. Rápido acesso
Você pode acessar o histórico médico completo do paciente de qualquer dispositivo conectado à internet, como celulares, tabletes e computadores. Em poucos segundos, todos os dados estão disponíveis corretamente, sem perigo de acessar dados errados ou perder alguma informação valiosa.
O mesmo vale para todas as outras informações do seu consultório, que você pode ter com apenas um clique.
4. Mais acessibilidade do paciente
O prontuário próprio precisa sempre estar disponível para o paciente, de acordo com as normas do Conselho Federal de Medicina (CFM). E que tal facilitar esse processo? Para isso, a nuvem pode ajudar. É possível enviar o prontuário médico por meio do e-mail, por exemplo. Ou até a cópia da receita médica.
5. Agilidade nos processos
Com rápido acesso às informações completas do consultório e do paciente e com a automação, todos os processos internos tendem a ganharem mais agilidade. Por exemplo, já pensou em não precisar direcionar uma boa parte dia da recepção apenas para ligações de confirmação da consulta? Pois há sistemas que enviam lembretes automáticos por SMS.
E esse é apenas um exemplo. O agendamento online de consultas também diminui o tempo gasto atendendo o telefone. Com a redução dessas atividades no dia, sobra mais tempo para melhorar o atendimento presencial do paciente.
6. Aumento da rentabilidade
De fato, os sistemas médicos em nuvem promovem a automação de vários processos da clínica, como agendamento, integração dos dados do paciente e acesso fácil a diversas informações. Com isso, auxilia na melhor gestão de tempo ao permitir automatizar parte da rotina. Dessa maneira, o médico consegue focar mais nas prioridades e, consequentemente, aumentar a rentabilidade do consultório.
Além do mais, entregam relatórios e gráficos automáticos que fornecem uma visão ampla do negócio e ajuda na tomada de decisões mais rápidas e inteligentes.
Ah, sem contar que a nuvem custa mais barato que sistemas físicos e/ou off-line em médio prazo. Por exemplo, a tendência é reduzir os gastos de manutenção de TI e com espaço de armazenamento. Por outro lado, é possível escolher os planos com melhor custo-benefício para cada objetivo e realidade.
7. Maior capacidade de armazenamento
De fato, os servidores comuns tem limitação de espaço. Além disso, demoram mais para abrir uma imagem em alta resolução, por exemplo. E, claro, tudo isso prejudica o dia a dia já corrido dos médicos.
Já no caso da nuvem, os fornecedores oferecem planos com muito mais espaço de armazenamento e mais agilidade.
8. Suporte remoto
E, se acontecer algum problema no sistema médico na nuvem? Geralmente, os fornecedores disponibilizam suporte remoto. Portanto, é preciso certificar-se que a empresa possui um suporte técnico especializado e ágil para tirar dúvidas e resolver problemas. Além disso, com fácil acessibilidade, por meio de vários canais diferentes, como telefone e chats.
Conclusão
Agora, você conhece os 8 principais benefícios da nuvem para médicos: segurança dos dados, integração das informações, rápido acesso, agilidade nos processos, aumento da rentabilidade, maior capacidade de armazenamento e suporte remoto.
Tudo isso facilitará o dia a dia do profissional e a rotina do consultório, além de aumentar consideravelmente a produtividade e a qualidade do atendimento. Com toda a certeza, a sua clínica sairá na frente!
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De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças oculares atingem 2,2 bilhões de pessoas no mundo todo. Desse total, 1 bilhão de casos seriam evitáveis ou passíveis de correção se as pessoas recebessem os cuidados necessários, como diagnósticos precoces e tratamentos efetivos. Isto inclui problemas como miopia, catarata, glaucoma e hipermetropia.
De fato, é essencial o desenvolvimento de novas tecnologias para ajudar pacientes e especialistas no controle de doenças dos olhos. Por isso, vamos falar neste post sobre a ferramenta Votus, elaborada pelo doutorando Danilo Motta, na Universidade de São Paulo (USP).
Saiba o que é o Votus, como funciona e como esse novo dispositivo auxiliará na interpretação precisa de exames de fundoscopia.
O Votus
O Votus (Teoria do Transporte Ótimo Aplicado ao Registro de Imagens de Retina, em tradução livre) é um modelo computacional de alta performance que promete auxiliar na melhor interpretação das imagens fornecidas pelos exames de fundoscopia.
O dispositivo foi desenvolvido como tese de doutorado pelo pesquisador Danilo Motta, no Instituto de Ciências Matemáticas (ICMS) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos.
A ferramenta matemática parte da Teoria do Transporte Ótimo, metodologia empregada em diferentes linhas de pesquisa. No Votus, a teoria estabelece a relação entre dois grafos. Neste caso, cada um representa o emaranhado de veias de um olho capturado em momentos distintos.
Para você entender melhor, o dispositivo foi construído a partir da definição de uma representação matemática das imagens de retina. Depois, estabeleceu-se as relações de alinhamento para duas fotos. Em seguida, foram feitas remoções dos traços incongruentes e o cálculo do melhor modelo geométrico para realizar a tarefa de registro. Ou seja, a sobreposição de imagens.
Dessa forma, o Votus apresenta uma solução matemática definitiva para o problema de ajuste dessas veias.
Como funciona
Logo abaixo, veja como funciona o Votus.
Resultados
A pesquisa realizou vários testes experimentais que comprovaram a capacidade da ferramenta em identificar alterações no olho. Nessa etapa, a análise sistemática de três bases de dados demonstrou que o Votus é estatisticamente mais eficiente que os outros dez métodos de referência comparados no estudo.
Além disso, oftalmologistas também foram convidados a testar o dispositivo. As reações foram extremamente positivas.
A ferramenta mostrou-se eficaz no tratamento de pares de imagens com alta contaminação por ruído, diferenças bruscas de contraste visual e mudanças de difícil percepção ao olhar humano.
Desse modo, o Votus colabora na identificação precisa de doenças oculares como retinopatia diabética, degeneração macular relacionada à idade (DMRI), descolamento de retina etc.
Com informações de Fabiana Mariz, do Jornal da USP.
Conclusão
Agora, você conhece a nova ferramenta matemática que promete auxiliar médicos e profissionais da saúde no controle de doenças oculares: o Votus. O dispositivo ainda é recente, mas é considerado um avanço na área de oftalmologia.
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De fato, a automação de processos e serviços vem ganhando cada vez mais espaço em diferentes áreas. Inclusive, na saúde. Dentre os seus principais benefícios, estão a precisão, o aumento da produtividade, a redução de gastos, economia de tempo, a segurança de dados, a capacitação profissional e o surgimento de novos modelos de atuação a partir da automatização.
Do agendamento online de consultas pelo próprio paciente até um banco de dados completo e de fácil acesso na nuvem, a tecnologia facilita o dia a dia do médico e de toda a equipe.
Diante disso, separamos neste post 5 vantagens da automação na saúde. Confira!
1. Fácil acesso ao prontuário médico do paciente
Sem dúvida, reunir todas as informações necessárias do paciente em um único lugar é uma das principais vantagens da automação. Por meio da nuvem, em sistemas de prontuário eletrônico, é possível conferir dados como exames, alergias, intolerâncias, medicamentos ministrados, tratamentos e consultas, dentre outros. E tudo isso de forma segura, tanto para médicos quanto para pacientes.
Atualmente, é a tecnologia mais utilizada nos consultórios e instituições de saúde. Isso porque proporciona agilidade no atendimento e mais precisão no diagnóstico. Além disso, permite o acompanhamento do paciente por vários especialistas e profissionais.
Por último, armazenar os dados online elimina a necessidade de infinitas pastas e documentos.
2. Aumento de produtividade
Ao adotar softwares de gestão médica, que automatizam todos os processos da clínica, há um aumento considerável de produtividade. E não só do médico, mas de todos os colaboradores, pois é possível diminuir erros e ganhar mais tempo.
Além do prontuário eletrônico, a tecnologia também reúne com segurança os dados de médicos, funcionários, do financeiro e do administrativo. Por outro lado, há sistemas de agendamento online de consulta que até enviam lembretes e pedidos de confirmação do paciente.
3. Controle rígido do estoque
Para evitar desperdícios de materiais e instrumentos, é preciso ter um controle rigoroso do estoque. E a automação na saúde também auxilia muito neste quesito.
Ao automatizar, identificar, registrar, organizar e dar baixa no produto, a rotina do consultório fica mais ágil, alcançando também resultados financeiros mais satisfatórios.
4. Redução de custos
De fato, a automação na saúde permite identificar erros, eliminar desperdícios e reconhecer setores que podem ser otimizados e fortalecidos para obterem melhores resultados.
Ao ter o controle dos custos na mão. é possível avaliar as métricas, dados e conceitos de forma fácil e rápida. Dessa forma, tomar decisões estratégicas que reduzam os gastos e melhorem o desempenho da clínica, além de desenvolver soluções inovadoras.
5. Facilidade no agendamento de consultas
Atualmente, há diversos softwares que auxiliam – e muito – no agendamento de consultas. Por exemplo, o paciente pode marcar o atendimento por meio de site. Um dia antes, o programa envia lembretes e pedem a confirmação da consulta agendada.
Com toda a certeza, é um ótimo benefício para os médicos, que sofrem bastante com a falta nos atendimentos marcados.
Conclusão
Atualmente, vivenciamos uma era de constantes mudanças e inovações. Com isso, naturalmente, surgem novas tecnologias e processos de gestão que contribuem para a melhora da experiência do paciente. Além disso, também auxilia médicos e instituições ao otimizar processos, reduzir desperdícios, integrar funções, eliminar retrabalho, aumentar a produtividade, melhorar a precisão, aumentar a segurança dos dados, dentre muitos outros benefícios.
A automação na saúde é um fator sem volta. Ainda bem.
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