A Phelcom Technologies participou da 21ª Campanha Nacional Gratuita de Prevenção do Diabetes, promovida pela Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (Anad), de 7 a 14 de novembro, em São Paulo, em parceria com o Instituto da Visão (Ipepo), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a multinacional alemã Bayer. O evento marcou o Dia Mundial da Diabetes, comemorado em 14 de novembro.
Na ocasião, a startup brasileira examinou cerca de 500 pacientes com o retinógrafo portátil Eyer, produto inovador com alta tecnologia que será lançado em breve pela empresa. “Uma das complicações crônicas da diabetes é a retinopatia diabética, uma doença assintomática na fase inicial e que pode causar deficiência visual grave ou até cegueira quando não diagnosticada precocemente”, explica o cofundador e CTO da Phelcom, Diego Lencione, que representou a empresa e participou ativamente dos sete dias de mutirão.
Mais de 18 milhões de pessoas possuem a diabetes no Brasil. O número pode ser maior, pois muitos casos ainda não foram identificados. “Hoje, quase 85% das cidades brasileiras não possuem acesso a oftalmologistas e aparelhos oftalmológicos que ajudam no diagnóstico da doença e suas complicações. O nosso objetivo com o retinógrafo portátil é possibilitar o atendimento de comunidades que têm acesso limitado a esse tipo de exame”, afirma Lencione.
Os exames realizados pelo retinógrafo portátil da Phelcom facilitaram o diagnóstico de lesões na retina e o encaminhamento precoce para tratamento adequado de muitos pacientes durante o mutirão.
Eyer
O Eyer é um retinógrafo portátil desenvolvido pela Phelcom Technologies que visa auxiliar no combate à deficiência visual grave e cegueira, doenças que atingem mais de 250 milhões de pessoas no mundo todo. Atualmente, 75% dos casos ocorrem por falta de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento correto.
Representada por Flávio Pascoal e Diego Lencione, a Phelcom participou do Medical Innovation Summit em Cleveland – Ohio e recebeu um processo de mentoria e Coaching para validação tecnológica e do modelo de negócio com líderes do ecossistema de inovação para saúde de Cleveland.
Foi uma excelente oportunidade para entrar em contato com novas tecnologias, receber mentorias e validar o modelo de negócios.
Vários insights foram obtidos durante essa semana e ajudarão a empresa a dar os próximos passos, formatando melhor seu modelo e indo ao mercado.
SÃO PAULO – O protótipo de um equipamento que faz exames de retina usando um smartphone vai representar o Brasil em uma competição internacional de inovação realizada no próximo mês na Alemanha. O aparelho, batizado como Smart Retinal Camera (SRC), foi desenvolvido por três ex-alunos da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos e é uma versão portátil do retinógrafo, aparelho que permite observar e registrar imagens da retina.
“Nosso objetivo é ajudar comunidades carentes, algumas cidades mais pobres nem têm oftalmologistas e um equipamento de mesa custa de 70 a 80 mil dólares. O que a gente espera é que ele tenha um custo dez vezes menor do que o equipamento padrão”, diz o engenheiro de computação José Augusto Stuchi, um dos criadores do projeto.
Ele também é cofundador e engenheiro da Phelcom, startup criada pelo grupo para desenvolver o protótipo, que foi financiado pelo Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
Stuchi conta que o projeto teve início há dois anos e um olho mecânico foi utilizado para fazer os testes. “Com esse equipamento, um operador pode fazer o exame. As imagens serão capturadas pelo celular e enviadas para nuvem para análise de um médico por meio de telemedicina. Com ele, é possível ver o fundo de olho e examinar pacientes com diabetes, pessoas que podem desenvolver glaucoma, retinopatia e degeneração macular relacionada à idade. Todos os problemas de retina podem ser detectados com esse retinógrafo”, explica.
Para os testes em seres humanos, o grupo está verificando a possibilidade de fazer em universidades ou solicitar uma autorização para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A expectativa é que, até 2018, o aparelho já esteja no mercado.
Competição. No mês passado, os ex-alunos participaram da edição nacional do Falling Walls Lab, competição de soluções inovadoras que podem contribuir para a sociedade nas mais diversas áreas. Ao todo, concorreram 94 projetos. Na final, que será realizada nos dias 8 e 9 de novembro na Alemanha, eles terão de enfrentar 99 concorrentes de várias partes do mundo.
“Estamos desenvolvendo um projeto técnico, mas, por trás do equipamento, tem o sonho de cumprir a nossa missão, que é contribuir com inovação para melhorar a saúde e a vida das pessoas.”
A empresa de consultoria A.T. Kearney e a Casa Alemã de Ciência e Inovação de São Paulo (DWIH-SP) se uniram para sediar o Falling Walls Lab São Paulo 2016 em 19 de setembro de 2016.
14 apresentadores lançaram suas idéias de diferentes campos de pesquisa e sociedade em 3 minutos cada. Um ilustre júri composto por representantes da academia e da indústria selecionou a apresentação mais intrigante.
Os vencedores do Falling Walls Lab São Paulo viajarão para Berlim e participarão da final global em 8 de novembro de 2016. O vencedor também receberá um ingresso para a Conferência Falling Walls em 9 de novembro de 2016.
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