Sim, celular pode causar problemas de visão. Veja os motivos neste post.
Você já parou para contar quantas horas passa por dia no celular? De acordo com uma pesquisa realizada pela empresa Statista, o brasileiro ficava em média quatro horas e 48 minutos utilizando o aparelho em 2016. Na época, foi a média mais alta do mundo. E, se ainda esse número dobrou em relação há dois anos antes, imagina quanto tempo passamos navegando por ele hoje.
É fato que atualmente vivenciamos a “era das telas”. Estamos sempre em frente a uma tela, seja a do smartphone, do computador ou da televisão. E, claro, isso já está gerando consequências para a saúde. Principalmente para a dos olhos.
Visão turva, cansaço ocular e até a necessidade de óculos de grau são alguns dos problemas que tiveram aumentos significativos nos últimos anos. Coincidência? Especialistas da área dizem que não.
Neste post você verá como o uso em excesso do celular pode causar problemas de visão, quais são as principais disfunções e dicas para prevenir-se.
O que acontece
O que afeta os olhos é a luz azul da tela do celular. A exposição frequente à radiação por fototoxicidade gera efeitos que vão se acumulando nas células da retina, danificando-a. Nos casos mais graves, pode ocasionar a degeneração da mácula, responsável pela visão central.
Outra situação é que piscamos menos devido à força que a visão faz para focar – esse movimento é inconsciente. Neste caso, ocorre a falta de lacrimação, o que prejudica a saúde dos olhos.
Problemas de visão
Olhos cansados, secos e irritados são os sintomas mais comuns do uso abusivo do celular. Mas, ainda há problemas maiores que podem ocorrer. Confira:
Falsa miopia
Quando os olhos não conseguem focar à distância por alguns instantes é chamado de falsa miopia. Na verdade, é a visão que ficou embaçada por causa do esforço maior que fizemos para manter o foco da visão por um período prolongado.
Dor de cabeça
Assim como os olhos, a cabeça e a mente também podem sofrer com dores, cansaço e fadiga. Portanto, é o mesmo problema: grande esforço para manter o foco da visão por um longo tempo em frente a uma tela pequena e com imagem reduzida.
Neste caso, é só deixar o celular de lado e descansar para melhorar os sintomas.
Cegueira temporária
Esse problema ocorre quando o cérebro demora um pouco para acostumar os olhos à claridade. Pois, quando dormimos, a nossa visão se adapta ao escuro. E, na hora que acordamos, já pegamos o celular.
E o que acontece? Não conseguimos manter os dois olhos abertos juntos. Então deixamos um aberto e outro fechado. E é nesse momento que o cérebro entende que o olho fechado é cego e demora um pouco mais para se adaptar à luz.
Degeneração macular
Com toda a certeza, um dos problemas mais sérios que o uso excessivo do celular pode causar. Uma pesquisa recente realizada pela Universidade de Toledo, em Ohio, nos Estados Unidos, aponta que a luz azul das telas torna algumas moléculas do olho tóxicas, desgastando o globo ocular e gerando a degeneração macular. No longo prazo, pode gerar cegueira.
Previna-se
Em seguida, veja algumas atitudes simples que podem ajudar a manter a visão saudável:
Pisque muito;
Adeque o brilho;
Ajuste o contraste;
Diminua o reflexo;
Use o filtro de luz azul;
Faça pausas regulares;
Nos intervalos, faça o exercício de focar em objetos que estão distantes. Isso relaxa a musculatura;
Limpe a tela;
Mantenha uma distância boa da tela em que não force a visão.
Conclusão
De fato, os estudos demonstram que estamos cada vez mais conectados pelo celular. Aliás, a tendência é aumentar ainda mais o tempo que passamos respondendo mensagens, curtindo fotos nas redes sociais e assistindo vídeos, dentre outras coisas, pelo aparelho.
Mas, você viu que o uso excessivo do celular pode causar problemas de visão. Portanto, a palavra-chave aqui é moderação para garantir a saúde dos seus olhos não só neste momento, mas também no futuro.
Saúde dos olhos é um dos temas preferidos aqui no blog da Phelcom Technologies. Acompanhe e esteja por dentro das principais novidades e temas da área.
Quer conhecer as principais causas de doenças da retina? Veja neste post.
A visão é um dos cinco sentidos mais importantes para o ser humano. Os olhos captam a imagem e a retina – fina camada de tecido localizada na parte de trás do olho – a registra, decodifica e envia ao cérebro. A imagem é reconhecida e interpretada. Pronto! A mágica está feita: você enxerga.
Na verdade, não é bem magia: a “culpa” de tudo isso é das milhões de células fotorreceptoras que compõem a retina. São elas que fazem a tradução das ondas luminosas em imagens e, por meio de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico, o cérebro recebe tudo pronto.
É claro o papel fundamental da retina na visão. Por isso, é essencial cuidar muito bem dos olhos, ficar atento a qualquer anormalidade que surgir e, se diagnosticado com alguma doença que afeta essa região, seguir o tratamento certinho.
Mas, prevenir é melhor que remediar! Conheça neste post as 6 principais causas de doenças da retina e o que você deve fazer agora para evitar o problema.
Doenças da retina: quais são
Mas, primeiro, vamos conhecer brevemente as doenças mais comuns que afetam a retina. Veja:
Degeneração macular relacionada à idade (DMRI);
Descolamento de retina;
Retinopatia diabética;
Retinopatia hipertensiva;
Retinopatia miópica;
Doenças reumáticas como lúpus e artrite reumatoide;
Infecções como toxoplasmose, tuberculose, herpes e rubéola;
Tumores intra-oculares como retinoblastoma e melanoma de coroide.
Principais causas
1. Obstrução dos vasos e/ou artérias
Infelizmente, a obstrução é comum e acontece em portadores de diabetes, hipertensão arterial ou doenças do sangue. O entupimento dos vasos da retina causa hemorragia e, imediatamente, diminui a capacidade de enxergar com nitidez. Com o tempo, o quadro pode gerar doenças graves, como glaucoma neovascular e edema macular.
Já na obstrução da artéria, a circulação do olho é interrompida e a pessoa também tem perda rápida da visão. Veja como ocorre na imagem abaixo:
Um coágulo entope a artéria nutridora da retina, provocando a perda de visão.
2. Diabetes
Com toda a certeza, uma das principais causas de doenças da retina é a diabetes. E aproximadamente 40% dos portadores sofrem com doenças que afetam a visão, de acordo com estudo da Sociedade Brasileira de Oftalmologia.
A retinopatia diabética ocorre quando as concentrações de glicose estão muito altas e afetam os vasos sanguíneos dos olhos. Eles se rompem, provocando o vazamento de fluido na retina. Isto causa a visão embaçada e distorcida. O infográfico abaixo explica como ocorre a doença:
Fonte – revista Saúde
Se não tratada, essa doença pode evoluir para o glaucoma neovascular. A sua principal característica é o aumento de pressão dentro do olho, que comprime os vasos sanguíneos e danifica o nervo ótico, levando à perda da visão lateral do olho e, gradualmente, à cegueira.
Outra complicação da retinopatia diabética é a catarata. A doença é uma lesão ocular que deixa o cristalino opaco e torna a visão turva, como se existisse uma névoa diante dos olhos.
Se você é diabético, é obrigatório dar uma atenção especial à saúde dos seus olhos.
3. Hipertensão arterial
Além de levar à obstrução dos vasos da retina, as complicações da hipertensão arterial podem acarretar a retinopatia hipertensiva. Isso porque a doença provoca uma lesão vascular na retina, ocorrendo à perda de visão.
A hipertensão arterial muito alta é um fator de risco para o desenvolvimento de outras doenças, como retinopatia diabética, degeneração macular relacionada à idade (DMRI) e glaucoma.
Se você é hipertenso, previne-se de doenças oculares: consulte regularmente o médico especialista.
4. Sol em excesso
Sabia que a exposição exagerada aos raios solares pode até queimar a retina? Isso é muito sério. Por exemplo, após um dia todo na praia ou na piscina, os olhos vermelhos e irritados significam que houve uma queimadura de sol igual à da pele!
Então, proteja-se muito bem: utilize chapéus com abas largas e óculos escuros – precisa ter proteção contra raios UVA e UVB. Ficou com os olhos vermelhos? Portanto, use colírio ou soro fisiológico para reduzir a irritação.
5. Envelhecimento
De fato, idosos e pessoas mais velhas tem mais chances de desenvolverem doenças da retina, como catarata e Degeneração macular relacionada à idade (DMRI).
A DMRI atinge, geralmente, pessoas a partir de 50 anos. Atualmente, é a causa mais comum de perda de visão nessa faixa etária. A doença ocorre quando as células fotorreceptoras na mácula da retina são degeneradas. Em seguida, acontece a perda da visão central, como mostra a imagem abaixo.
6. Alimentação inadequada
Sem dúvida, a má alimentação é um dos principais desencadeadores de problemas de saúde. Aliás, esse hábito também é nocivo para os olhos. Isso porque o excesso de ingestão de gorduras ruins, açúcares e frituras provocam doenças que, quando não tratadas, afetam a retina, como a diabetes e hipertensão arterial.
A outra ponta, como a falta de alimentos ricos em vitaminas no cardápio, pode prejudicar diretamente a retina. Pois o déficit de vitaminas D e E tem correlação direta à DMRI.
A vitamina E, por exemplo, paralisa a degeneração das células da mácula, gerada pelo envelhecimento. Já a vitamina D é responsável pela boa circulação sanguínea, levando oxigênio para a retina.
E aí: a sua alimentação está contribuindo para o surgimento de problemas na visão?
Conclusão
Agora você conhece as 6 principais causas de doenças da retina. Inclusive, a prevenção ainda é a melhor saída: visite regularmente o oftalmologista, faça os exames preventivos, tenha uma alimentação saudável, pratique exercícios físicos e sempre fique alerta se algo estiver fora do normal com seus olhos ou com a visão.
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Uma pesquisa realizada pela IBM e a Universidade de Nova York, ambas dos Estados Unidos, desenvolveu uma tecnologia que detecta automaticamente e com precisão de 94% o glaucoma. A pesquisa contou com amostras de 649 pacientes, sendo 432 portadores da doença e 217 pacientes saudáveis.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o glaucoma atinge 70 milhões de pessoas no mundo todo. Só no Brasil, são 900 mil casos. De fato, o problema é uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo.
Com o estudo, os pesquisadores conquistaram o objetivo principal: utilizar a Inteligência Artificial (IA) para ajudar os médicos a diagnosticar esta doença de maneira mais eficiente. Aliás, a tecnologia utiliza o exame de OCT (Tomografia de Coerência Óptica) da retina e consegue detectar o glaucoma na mesma hora.
Mas o trabalho não para por aí: os pesquisadores pretendem investigar os potenciais biomarcadores do glaucoma, o que pode levar a um entendimento mais profundo do distúrbio.
Glaucoma
O glaucoma é uma doença que afeta os olhos e é caracterizado por um aumento da pressão intraocular e por uma alteração do nervo óptico. As fibras nervosas são afetadas e ocorre a perda parcial da visão. O problema é divididos em quatro tipos:
Glaucoma de ângulo aberto (crônico): não apresenta sintomas na fase inicial, apenas quando a doença está em estágio avançado. Neste caso, não há mais chances de amenizar as sequelas.
Glaucoma de ângulo fechado (agudo): mais raro, apresenta dor e vermelhidão nos olhos.
Glaucoma congênito: ainda mais raro, é hereditário e costuma ser adquirido durante a gravidez, quando a mãe passa o problema para o bebê.
Glaucoma secundário: é causado por outros fatores, como doenças nos olhos, distúrbios sistêmicos, traumas e até o uso de alguns medicamentos, como corticosteroides.
Neste último tipo, encaixa-se o glaucoma neovascular. O problema acontece devido às complicações da diabetes.
Sintomas
Como falamos, o glaucoma é uma doença assintomática na fase inicial. Na maioria dos casos, os sintomas só surgem quando o distúrbio está em estágio avançado.
Veja quais são os sintomas:
Perda gradual da visão periférica lateral;
Dor nos olhos;
Olhos vermelhos devido à inflamação.
Aumento da pupila;
Visão turva e embaçada;
Dificuldade para enxergar no escuro;
Visão de arcos em volta das luzes;
Lacrimejamento;
Sensibilidade excessiva à luz;
Dor de cabeça forte, náuseas e vômitos.
Cegueira
Tratamentos
Atualmente, o glaucoma não tem cura, mas há tratamentos que diminuem os danos causados e contém a progressão da doença. Dentre eles, o uso de colírios, medicamentos, cirurgias e tratamento com laser.
Então, procure manter em dia as consultas com o oftalmologista. Portanto, se apresentar alguns desses sintomas, é essencial procurar um médico imediatamente.
Conclusão
Por fim, você viu neste post que a medicina progride cada vez mais em busca de aprimorar os diagnósticos do glaucoma, como essa nova tecnologia. E, com toda a certeza, o uso de IA nesta área tem mostrado resultados positivos e promessas de grandes avanços em um futuro próximo.
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Quer saber tudo sobre como funciona o exame de vista pelo celular? Então, leia este post até o fim.
De fato, já estamos habituados a escutar que fazemos tudo pelo smartphone hoje em dia. E, em breve, até exame de vista pelo celular poderá ser feito. Incrível, não?
A gente te explica como: um aparelho portátil acoplado a um celular realizará o exame de retina e enviará os dados, automaticamente e online, para análise de um oftalmologista. Detalhe: esse especialista pode estar em qualquer lugar do mundo.
Afinal, qual é a importância disso tudo? Por exemplo, só no Brasil, 85% das cidades brasileiras não possuem o serviço de oftalmologia. Esse aparelho, chamado de Eyer, levará o acesso aos exames de retina para comunidades e locais que apresentam déficits em exames, diagnósticos e tratamentos relacionados a doenças da visão, como retinopatia diabética, glaucoma, catarata e até cegueira.
Sem dúvida, estamos falando em democratização do acesso à saúde, objetivo principal da Phelcom Technologies, idealizadora desse retinógrafo portátil.
Por isso, conheça neste post como funciona, as vantagens do Phelcom Eyer e como esse aparelho pode mudar a forma como são feitos os exames de vista atualmente.
O que é
O Phelcom Eyer é um retinógrafo portátil que funciona acoplado a um smartphone com câmera de alta resolução. O aparelho captura a imagem do fundo do olho, realizando o exame de retina. Integrado a uma plataforma online, envia automaticamente os dados para o laudo de um especialista.
Vantagens
Com tecnologia de ponta, o Eyer oferece o que há de mais moderno em retinografia portátil para prevenção e diagnóstico de doenças relacionadas à visão. Em seguida, veja todas as vantagens:
Exame de vista pelo celular com alta qualidade;
Diagnósticos precisos e rápidos;
Custo mais baixo em relação aos retinógrafos tradicionais;
Portabilidade, o que permite realizar exames em vários locais;
Democratização dos exames de retina, principalmente em locais com pouca infraestrutura de serviços de qualidade na área, como médicos, profissionais de saúde, equipamentos, medicamentos etc;
Maior rapidez no atendimento, por meio de sistemas informatizados integrados a uma plataforma online com acesso via computadores, celulares e tablets;
Facilidade na realização de exames, que podem ser feitos em clínicas e postos de saúde;
Diagnóstico feito por especialistas e profissionais de referência, localizados em qualquer lugar do mundo;
Redução do tempo de atendimento e de custos operacionais;
Diminuição do deslocamento de pacientes a hospitais e grandes centros urbanos;
Melhora na qualidade dos laudos emitidos;
Sem necessidade de utilizar colírios para a dilatação da pupila;
Aumento na prevenção e diagnóstico precoce de doenças como retinopatia diabética, glaucoma, catarata, degeneração macular, retinoblastoma, deslocamento da retina, retinopatia da prematuridade e cegueira, dentre outros.
Conclusão
De fato, hoje a deficiência visual grave e a cegueira atingem mais de 250 milhões de pessoas no mundo todo. Atualmente, 75% dos casos ocorrem por falta de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento correto.
Com toda a certeza, a prevenção das doenças que afetam a visão, e que podem evoluir para estes quadros, começa com exames de retina de alta qualidade. Para isso, é essencial levar o acesso a esses exames para todos os locais que apresentam dificuldades em realizá-los.
Exame de vista pelo celular é uma realidade próxima. E esse é o objetivo do Eyer: democratizar o acesso à saúde.
Sem dúvida, os exames oftalmológicos – popularmente conhecidos como exames de vista – são essenciais para a saúde dos olhos. De fato, a prevenção e o diagnóstico precoce podem evitar doenças e/ou complicações graves, como perda parcial da visão ou até cegueira.
Por isso, é essencial manter em dia as consultas com o oftalmologista, mesmo que aparentemente esteja tudo ok com a sua visão. E, ao surgir sintomas como dificuldade de enxergar, olhos vermelhos e dor de cabeça constante, dentre outros, você deve buscar ajuda médica imediatamente. Até porque há diversos tipos de exames oftalmológicos que verificam a sua capacidade de enxergar, por meio de avaliações da retina e da córnea, por exemplo.
Portanto, conheça neste post 6 tipos de exames de vista, como são feitos, os sintomas mais frequentes de problemas de visão e a importância de realizar exames regulares para garantir a saúde dos seus olhos.
Exames de vista
Em seguida, conheça os 6 exames de vista mais comuns:
Teste do olhinho;
Avaliação externa;
Exame de refração;
Exame de fundo de olho;
Teste ortóptico;
Topografia de córnea.
Principais tipos de exames de vista
Com toda a certeza os exames oftalmológicos são fundamentais para detectar problemas e doenças como retinopatia diabética, glaucoma, catarata, descolamento da retina, astigmatismo, miopia e presbiopia (conhecida como vista cansada), dentre outras.
Então, conheça os tipos de exames de vista mais comuns e como são feitos para prevenir e descobrir alterações na visão:
Teste do olhinho
Teste do olhinho pode detectar várias doenças. Foto: site Tua Saúde.
Simples, rápido e indolor, esse exame é feito nas primeiras semanas de vida do bebê. Com o oftalmoscópio, o médico examina o reflexo da retina, que deve ser homogêneo, simétrico e regular.
Dessa maneira, o teste serve para detectar vários problemas de visão em recém-nascidos, como catarata, glaucoma congênita, tumores, inflamações e erros de refração – miopia, hipermetropia e astigmatismo. Inclusive, essas doenças, quando não tratadas, podem causar cegueira.
Avaliação externa
Geralmente, o primeiro exame oftalmológico realizado nas consultas de rotina é a avaliação externa dos olhos, das pálpebras e dos canais lacrimais. O especialista analisará possíveis sintomas como vermelhidão, inchaços e mudanças na lacrimação, como excesso ou falta.
A avaliação externa identifica vários sintomas que, com exames complementares, pode indicar problemas ou doenças nos olhos.
Exame de refração
O mais realizado pelos oftalmologistas, o exame de refração determina a capacidade de enxergar e define o grau dos óculos. Ele verifica os erros de refração no olho e que geram problemas como miopia, hipermetropia, astigmatismo e a presbiopia.
O exame de refração é o mais conhecido de todos.
O exame pode ser feito com o uso do autorrefrator, equipamento que identifica automaticamente uma prévia próxima do grau real, ou com o refrator, aparelho que é colocado na frente do rosto. Em seguida, o médico solicita ao paciente que fale quais letras vê na parede oposta do ambiente. Ao mesmo tempo, troca as lentes corretivas e analisa o resultado de cada uma.
Para diagnósticos mais certeiros, dilata-se a pupila com um colírio, principalmente em exames feitos em crianças e jovens adultos.
Exame de fundo de olho
Também conhecido como oftalmoscopia e exame de mapeamento de retina, o exame avalia a retina, disco óptico, coroide e vasos sanguíneos para detectar possíveis desdobramentos do glaucoma, diabetes ou hipertensão no globo ocular.
O exame é feito por meio de equipamentos como o oftalmoscópio. Ele avalia as condições do fundo do olho por meio de uma lente especial, que aumenta a imagem várias vezes. Para ser mais preciso na avaliação, é necessário dilatar a pupila.
O exame também pode ser realizado utilizando retinógrafos digitais, os quais garantem uma maior qualidade de imagem e mapeamento da retina. Além de problemas oftalmológicos, outros podem ser identificados, como tumores, problemas vasculares e de pressão, colesterol, leucemia, tuberculose, inflamações reumáticas, diabetes, toxoplasmose e desequilíbrios da tireoide.
O exame de fundo de olho pode diagnosticar várias doenças.
Teste Ortóptico
Esse exame – também chamado de exame de motilidade ocular – avalia os músculos conectados à movimentação dos olhos e verifica alterações sensoriais. Desse modo, ele é recomendado para analisar o alinhamento dos olhos, a posição do olhar e detectar doenças como estrabismo e ambliopia.
O teste ortóptico ajuda a identificar estrabismo.
A avaliação da motilidade ocular é feita por meio do oclusor manual ou do reflexo luminoso corneal. Ele precisa que o paciente fixe o olhar em um ponto.
Topografia de córnea
Esse exame faz o mapeamento topográfico do relevo da córnea e estabelece a curvatura corneana. É indicado para o diagnóstico precoce de problemas de visão e para pacientes em adaptação de lentes de contato.
O exame também é feito para detectar erros de refração da córnea. Isso ocorre principalmente antes de cirurgias corretivas de miopia, hipermetropia, astigmatismo e catarata.
O paciente fixa o olhar em um ponto e a sonda tira as medidas, que serão processadas pelo computador. O exame é indolor e não precisa dilatar a pupila.
Imagem da córnea capturada pelo exame.
Quando fazer os exames – sintomas
Além de manter em dia os exames oftalmológicos, é fundamental ficar atento aos sintomas mais frequentes que indicam problemas ou doenças nos olhos. Em seguida, veja quais são os mais comuns:
Lacrimação excessiva ou falta dela (olho seco);
Hipersensibilidade à luz;
Visão embaçada;
Dor de cabeça constante;
Dor nos olhos frequente;
Pupilas de tamanhos diferentes;
Vermelhidão nos olhos;
Visão dupla;
Forçar a vista para enxergar com foco os objetos;
Perda parcial e progressiva da visão;
Olhos desviados para o nariz ou para fora;
Esfregar os olhos várias vezes por dia;
Manchas na visão;
Dificuldade em enxergar cores e detalhes;
Vista cansada.
Dificuldade de ver de perto ou de longe.
Conclusão
Por fim, o teste do olhinho, avaliação externa, exame de refração, exame de fundo de olho, teste ortóptico e a topografia de córnea são alguns dos principais exames oftalmológicos realizados hoje nos consultórios. Mas, há diversos exames que auxiliam na prevenção e diagnóstico de problemas e doenças que afetam a visão e que podem causar sérios danos, como perda parcial da visão ou até cegueira.
Faça regularmente os exames oftalmológicos indicados pelo seu médico. A prevenção e o diagnóstico precoce ainda são as melhores formas de combater problemas e doenças que afetam a saúde dos seus olhos.
Hoje, são inquestionáveis os inúmeros benefícios da internet na sociedade. Inclusive, na área da saúde. A ferramenta, aliada aos avanços da tecnologia da informação e das telecomunicações, impulsionou o surgimento da telemedicina que, gradualmente, contribui com a democratização do acesso à saúde em comunidades e locais que apresentam déficits em exames, diagnósticos e tratamentos de baixa até alta complexidade.
A telemedicina utiliza tecnologia de ponta, por meio de softwares e programas integrados, que permite a realização de serviços de saúde à distância, como laudos de exames, diagnósticos e prescrição de tratamentos. Isso proporciona acessibilidade, facilidade e rapidez no atendimento, principalmente para pessoas que moram longe dos grandes centros e tem difícil acesso à saúde de qualidade.
O objetivo principal é não deixar que a distância impeça o paciente de ter assistência médica eficiente e ágil. Por exemplo, um exame que levaria dias ou semanas para ser feito devido ao encaminhamento, pode ocorrer em minutos com esta especialidade.
Quer saber o que é telemedicina, como funciona e as suas principais vantagens? Continue lendo este post.
O que é telemedicina
A telemedicina é uma área da telessaúde que oferece assistência médica à distância, por meio de avançados recursos tecnológicos e Inteligência Artificial (IA). Pela internet, é possível enviar exames, emitir laudos, fazer diagnósticos, prescrever tratamentos e acompanhar a evolução do paciente, além de possibilitar a troca de informações entre médicos, em plataformas online com acesso pelo computador, celular e tablet.
Esta especialidade apoia a medicina tradicional ao relativizar a noção de distância, levando serviços médicos a qualquer lugar e, assim, aumentando o acesso à saúde. Tudo isso de forma mais rápida e precisa.
Como funciona
Atualmente, a telemedicina é subdividida em três áreas: teleassistência, teleducação e emissão de laudos à distância. Em seguida, conheça cada uma delas:
Teleassistência
Monitoração do paciente em sua própria casa ou no hospital. O médico responsável troca informações com outros especialistas, como dados de exames e de diversos procedimentos médicos, por meio de plataformas online.
Teleducação
Capacitação de profissionais da saúde que atuam em locais com pouca infraestrutura e dificuldade de acesso às atualizações da área.
Emissão de laudos à distância
Sem dúvida, é a principal frente da telemedicina e a que mais cresce no Brasil. O exame pode ser feito em qualquer lugar e laudado por médicos – que também podem estar em qualquer localização – por meio de softwares online com acesso via computador, celular ou tablet.
Apesar de utilizar tecnologia de ponta, a telemedicina é uma modalidade prática e simples. Além disso, gera inúmeros benefícios para pacientes e profissionais.
Vantagens
A diminuição da distância, com acesso de qualidade a serviços na área de saúde, com toda a certeza é uma das principais vantagens da telemedicina. Mas, há muito mais:
Aumento do contato e troca de informações entre médico e paciente, gerando também maior acolhimento;
Democratização do acesso à saúde, principalmente em locais com pouca infraestrutura de serviços de qualidade na área, como médicos, profissionais de saúde, equipamentos, medicamentos etc;
Maior rapidez no atendimento, por meio de sistemas informatizados integrados a plataformas online com acesso via computadores, celulares e tablets;
Garantia de segurança e sigilo de dados;
Acesso a especialistas e profissionais de referência;
Redução do tempo de atendimento e de custos operacionais;
Facilidade na troca de informações entre os serviços de saúde;
Diminuição do deslocamento de pacientes a hospitais e grandes centros urbanos;
Facilidade na realização de exames, que podem ser feitos em clínicas e postos de saúde;
Melhora na qualidade dos laudos emitidos;
Acesso às capacitações e atualizações para os profissionais da saúde.
Telemedicina na oftalmologia
A oftalmologia é uma das especialidades atendidas pela telemedicina. Por exemplo, exames podem ser feitos por um profissional da saúde – que não necessariamente um médico oftalmologista – e enviado online para ser laudado por um especialista. Dentre eles, estão exames de retina e de acuidade visual. Eles verificam possíveis desgastes de visão e avaliam a capacidade do paciente em enxergar com clareza.
Hoje, há aparelhos portáteis acoplados a smartphones e integrados a plataformas online que possibilitam realizar exames de retina a baixo custo e ter o laudo emitido por um especialista de centros de excelência médica, por exemplo.
Exame de retina feito com o retinógrafo portátil Phelcom Eyer.
Conclusão
De fato, a telemedicina tem o potencial de melhorar e democratizar o acesso à saúde no Brasil e no mundo. Ela não veio para substituir a medicina tradicional, mas aperfeiçoá-la e transpor barreiras socioeconômicas e geográficas. Tudo isso em busca de oferecer saúde de qualidade para todos.
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