4 opções de pagamento on-line para médicos

4 opções de pagamento on-line para médicos

Hoje em dia, é muito importante que o pagamento da consulta e de exames seja realizado de forma mais rápida e com o maior cuidado possível. Como exemplo, nós temos as lojas da Apple, em que esse processo é feito rapidamente.

Além disso, diversificar os meios de pagamento é uma forma de melhorar a jornada do paciente dentro do consultório. Mais do que dinheiro, cheque ou cartão, há outras opções de pagamento on-line para médicos, como PIX e links gerados por sistemas de gestão.

Sem dúvida, os pagamentos digitais são uma evolução natural em um mundo cada vez mais conectado. Além disso, ajudam muito no recebimento de teleconsultas, por exemplo, e na melhora da inadimplência.

Em seguida, conheça quatro opções de pagamento on-line para médicos e os benefícios.

1.       PIX

Sem dúvida, o PIX revolucionou os meios de pagamento. Para receber e transferir valores da sua conta bancária, é necessário cadastrar a chave PIX, que pode ser o CPF/CNPJ, telefone celular, e-mail, agência e conta ou um código aleatório criado pelo sistema. Você escolhe.

O novo sistema de pagamento instantâneo é fácil, prático e permite transferir valores em segundos, em qualquer dia e horário da semana. Além disso, as taxas são bem mais baixas.

Com isso, é uma ótima ferramenta para recebimento. Inclusive, nas teleconsultas. É só cadastrar a chave PIX do consultório no banco, que pode ser um celular, CNPJ ou e-mail. E, depois, fornecer o código ao paciente.

pagamento on-line para médicos

2.      Links

Esse meio de pagamento também é simples e seguro. Você pode gerar links e enviar ao paciente por WhatsApp, SMS ou e-mail. Para isso, é interessante contar com sistemas de gestão médica que ofereçam essa ferramenta. Assim, todo o fluxo de emissão e recebimento fica registrado em um único lugar, o que facilita a gestão financeira da clínica.

Além de não precisar cobrá-lo no consultório, você oferece mais praticidade ao permitir o pagamento on-line.

3.      Boleto

pagamento on-line para médicos

Foto: Freepik

O boleto bancário é bem simples. A principal vantagem desse meio é a compensação mais rápida em relação ao cartão de crédito, por exemplo. Para utilizá-lo, você pode gerar boletos para depósito em conta ou contratar um serviço de geração de boletos, dependente do banco e da quantidade que precisa por mês.

Outra vantagem é que você pode terceirizar a cobrança pelo pagamento do boleto. Há empresas especialistas nesta área que atuam na recuperação de boletos vencidos e também na gestão de recebimentos dos boletos gerados.

4.      QR Code e mobile payment

Sem dúvida, o PIX e os links são formas de pagamento digitais muito mais práticas. Entretanto, há outras opções que devem ganhar mercado nos próximos anos.

Como o QR Code, que funciona como uma espécie de código de barras. Possui o formato quadricular e é lido pela câmera do celular. Atualmente, é mais utilizado em restaurantes e para acessar informações das empresas. Já o mobile payment é o pagamento pelo celular com cartões virtuais ou aplicativos.

Conclusão

De fato, um dos principais benefícios do pagamento on-line para médicos é a organização dos recebimentos em um único local, como PIX ou sistemas de gestão. Isso facilita a gestão financeira do negócio.

Já diversificar os meios de pagamento diminui a possibilidade de ser remunerado por cheque, que possui uma alta taxa de inadimplência, e por dinheiro. Aliás, o paciente não precisar ir ao banco sacar o dinheiro só para a consulta já é uma grande vantagem para ele. E isso aumenta a sua fidelização.

Claro que não é necessário aceitar todas as formas de pagamento em seu consultório. Porém, ao disponibilizar as opções assertivas, a tendência é de aumento nos lucros e de fidelização dos pacientes.

Revisado por Paulo Schor, médico oftalmologista, professor livre docente e diretor de inovação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaborador da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein.

Acompanhe o blog da Phelcom e fique por dentro das principais novidades sobre gestão de consultórios e clínicas médicas.

Estudo relata casos de rejeição de transplante de córnea após vacina contra covid-19

Estudo relata casos de rejeição de transplante de córnea após vacina contra covid-19

Desde o início da pandemia, diversas pesquisas investigam como o novo coronavírus (SARS-CoV-2) pode afetar os olhos. Agora, um estudo recente descreveu dois casos de pacientes que sofreram rejeição do transplante de córnea após serem imunizados contra a covid-19. O trabalho foi publicado no periódico British Journal of Ophthalmology.

Em seguida, entenda como o estudo foi feito e os resultados. De fato, ainda é muito cedo para correlacionar a rejeição à vacina, mas é útil como sinal de alerta aos médicos.

O estudo

O trabalho relatou dois casos de rejeição de enxerto de córnea endotelial após os pacientes receberem a vacina contra a covid-19. Vale ressaltar que os procedimentos ocorreram antes da imunização.

O primeiro caso avaliado é o de uma mulher de 66 anos, que tomou a primeira dose da vacina 14 dias após o transplante (DMEK unilateral combinado com facoemulsificação e implantação de LIO).

A paciente apresentou início agudo de visão turva, vermelhidão e fotofobia sete dias após a vacinação. Para tratar a rejeição aguda do enxerto endotelial, os médicos aumentaram a frequência do medicamento para cada uma hora. No terceiro dia de acompanhamento, os sintomas e sinais de inflamação começaram a desaparecer. Quatro semanas depois, já não havia mais sinais de inflamação na acuidade visual.

Já uma paciente de 83 anos desenvolveu rejeição do transplante de córnea em ambos os olhos, ao mesmo tempo, três semanas após a aplicação da segunda dose da vacina. Ela havia feito a cirurgia seis anos antes no olho direito e três anos antes, no esquerdo.

Dentre os sintomas apresentados, estavam início súbito de visão turva bilateral, dor, fotofobia e vermelhidão. O tratamento foi feito com aplicação de colírios de hora em hora. No sétimo dia, os sinais de inflamação diminuíram e a frequência do medicamento foi reduzido.

Os resultados

Este é o primeiro trabalho que descreve evidências de possível associação entre a rejeição do transplante de córnea e a vacinação contra a covid-19. Além disso, são os primeiros relatos de insucesso do procedimento DMEK após qualquer imunização.

A hipótese para esta ocorrência é a de que a resposta do anticorpo do hospedeiro pode ter desencadeado a resposta alogênica.

Neste sentido, os pesquisadores levantam a possibilidade de os médicos considerarem realizar as cirurgias não urgentes somente depois da vacinação. Já para os procedimentos realizados, avaliar a necessidade de aumentar a frequência da ingestão dos medicamentos ou evitar a redução do tratamento na época da vacinação.

Conclusão

Não há evidências definitivas que a imunização contra a covid-19 levou à rejeição do transplante de córnea. Esse é um relato de caso que, em relação à evidência científica, se encontra em um patamar baixo. Estudos com uma maior casuística, seguidos por tempo prolongado, podem confirmar a hipótese dos autores.

Portanto, é preciso ficar atento a quaisquer sinais de rejeição para entrar com o tratamento logo no início.

Revisado por Paulo Schor, médico oftalmologista, professor livre docente e diretor de inovação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaborador da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein.

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Facebook para médicos: 12 dicas práticas de conteúdo

Facebook para médicos: 12 dicas práticas de conteúdo

O uso das redes sociais por médicos, clínicas, hospitais e instituições de saúde vem crescendo mais a cada ano. Isso porque plataformas como Facebook, Instagram e Telegram, por exemplo, ajudam a construir autoridade e a conquistar e fidelizar pacientes.

Entretanto, para alcançar resultados expressivos, é fundamental entregar conteúdo de valor ao público de interesse. Isto é, mais do que simplesmente estar presente, é preciso fornecer informações úteis para solucionar as dores das pessoas.

Para isso, você não precisa transformar-se em um perfil nas mídias sociais. Pelo contrário: é só demonstrar quem realmente é. A diferença aqui é que mais gente conhecerá o seu trabalho.

Neste sentido, hoje iniciamos uma série de artigos para auxiliar você a planejar a estratégia de conteúdo nas principais redes sociais do momento: Facebook, Instagram, LinkedIn e Telegram.

Neste primeiro, vamos falar sobre Facebook para médicos, com 12 dicas práticas de conteúdo. Confira!

Facebook para médicos

Facebook para médicos

Vamos começar pela rede social mais tradicional e com mais usuários: o Facebook. No mundo, são 2,7 bilhões. No Brasil, 130 milhões. De fato, a ferramenta vem perdendo espaço para outras plataformas. Mas, mesmo assim, é bem provável que seu público-alvo ainda esteja por lá.

Além disso, oferece diversas vantagens, como a possibilidade de curtir a página e as publicações, comentar, interagir e compartilhar o post com outros usuários. Tudo isso permite que cada vez mais seguidores sejam impactados. Dessa forma, você pode construir uma relação de longo prazo com seus pacientes, sejam aqueles que já são ou que poderão se tornar um dia.

Portanto, vale a pena investir em uma página profissional. Neste artigo aqui, nós ensinamos o passo a passo de como criar a sua fanpage por lá.

Agora, veja 12 dicas de conteúdo para o Facebook:

1)      Escute seus pacientes

Sem dúvida, ouvir as dúvidas e dores dos seus pacientes é um ótimo começo para iniciar o planejamento de conteúdo. Você pode também investigar quais são os problemas de saúde mais comuns no seu consultório. Em seguida, identifique quais informações pode ajudar a resolver os problemas dos seus pacientes e transforme em conteúdo de valor.

2)      Dicas para prevenção e cuidados com a saúde

Forneça conteúdo que ajude na prevenção de doenças e na adoção de hábitos saudáveis. Como exemplo, fazer pausas durante o dia para descansar os olhos da tela.

3)      Você sabia?

Uma campanha com curiosidades do seu campo de atuação pode atrair e informar bastante gente. O “Você sabia?” pode ser feito com textos curtos e informações como novidades da área, dados históricos, dicas de prevenção e tratamentos inovadores.

4)      Participação em eventos médicos

Quando participar de congressos, simpósios e demais cursos de atualização, mostre ao seu público que você está em busca de atualização. Compartilhe em suas páginas, mesmo que os eventos sejam apenas on-line neste momento.

5)      Invista em diferentes formatos de comunicação

De fato, você pode diversificar os formatos de comunicação na sua fanpage: imagens, vídeos, infográficos, links para artigos médicos do seu próprio blog ou de notícias sobre a área de saúde etc.

Por exemplo, o infográfico é uma ótima ideia para oferecer informações importantes de maneira didática e agradável.

Porém, respeite sempre à sua vontade. Não tem muita intimidade com a câmera para gravar vídeos e lives? Opte por imagens e infográficos, por exemplo. Sem dúvida, você também atingirá bons resultados bons sem precisar se expor tanto.

6)      Novidades da sua área de atuação

Após ler novos estudos e pesquisas da sua especialidade, divulgue. Para isso, lembre-se de utilizar linguagem acessível e sempre cite a fonte. Além de manter seus seguidores bem informados, isso demonstra que você é um médico antenado.

7)      Informações úteis para o dia a dia do seu paciente

Por exemplo, você pode divulgar o início de uma campanha de vacinação na cidade. Com a atual pandemia, outra ideia é fornecer conteúdo que o ajude na prevenção ao coronavírus, como os tipos de máscaras mais recomendadas e o período de troca correto.

8)      Consulte a rede

 

É importante saber quais informações da sua área as pessoas estão pesquisando. Para isso, você pode verificar nos buscadores. Quando procuram algo, aparecem algumas sugestões de temas que “as pessoas também perguntam”. Isto é bastante relevante para entender as principais dúvidas e assuntos buscados por seu potencial paciente.

9)      Comente notícias

Ao ler notícias, você pode aproveitar o gancho para dar sua opinião ou aprofundar os assuntos apresentados com postagens explicativas. Entretanto, fique atento à ética médica e embasamento científico. Desse modo, pode até citar as referências bibliográficas.

  

10)  Explique sobre procedimentos médicos

 

Facebook para médicos

Foto: Freepik

Seu público tem dúvidas sobre como funcionam os procedimentos médicos que você conhece e utiliza no dia a dia? Então, vale a pena explicar em sua página no Facebook quando determinado procedimento é indicado, o que avalia, quais cuidados devem adotar antes e depois, quais especialistas são indicados para a realização do procedimento, dentre outras questões.

11)  Hábitos saudáveis

Com toda a certeza, o Facebook para médicos é uma ótima ferramenta também para motivar hábitos saudáveis. Você pode alertar sobre métodos milagrosos, orientar como aderir corretamente e mais rapidamente determinadas práticas, riscos de hábitos ruins para a saúde, dentre outros.

 

12)  Datas comemorativas e campanhas de prevenção

Sem dúvida, as datas comemorativas e campanhas amplas de prevenção são ótimos momentos para você demonstrar todo seu conhecimento e autoridade na sua especialização. Então, planeje posts no Dia Mundial da Saúde, Outubro Rosa, Novembro Azul etc.

Facebook para médicos – Código de Ética Médica

Atenção: antes de começar as publicações, é fundamental conhecer as normas sobre marketing médico regulamentadas pelo Código de Ética Médico e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

Neste artigo, explicamos tudo sobre o que pode e não pode na publicidade para médicos.

Revisado por Paulo Schor, médico oftalmologista, professor livre docente e diretor de inovação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaborador da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein.

Acompanhe o blog da Phelcom e fique por dentro das principais novidades em marketing para médicos.

Olhos e covid-19: relatos de infecção rara em pacientes pode afetar os olhos

Olhos e covid-19: relatos de infecção rara em pacientes pode afetar os olhos

Diversos países estão investigando se a covid-19 potencializa infecções por outros patógenos, como fungos. No Brasil, um trabalho da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) analisou os dois primeiros casos de Candida auris em um hospital de Salvador (BA), em dezembro. Atualmente, já foram confirmados mais nove ocorrências no mesmo hospital.

O “superfungo” desenvolve rapidamente resistência aos principais medicamentos utilizados em seu combate. O relato foi divulgado recentemente no Journal of Fungi.

Já na Índia, cresce cada vez mais o número de pacientes que contraíram mucormicose durante ou após a recuperação do novo coronavírus. A infecção, muito rara, é provocada pelo “fungo negro”.

De acordo com o ministro da Saúde do estado de Maharashtra, Rajesh Tope, pelo menos 90 pessoas morreram e 800 estão hospitalizadas só no estado devido ao problema. Além disso, as autoridades locais também confirmaram aproximadamente dois mil casos confirmados até o momento. A informação foi fornecida para a CNN.

Há também relatos de pacientes que precisaram ter um dos olhos removidos devido ao agravamento da doença. Somente em abril, o oftalmologista Akshay Nair disse em entrevista à BBC ter atendido por volta de 40 pacientes com o problema. Onze deles perderam um dos olhos.

Recentemente, o Brasil também confirmou o primeiro caso da doença relacionado ao novo coronavírus. Há também mais duas suspeitas, em Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

Em seguida, veja os relatos dos médicos indianos sobre a possibilidade do desenvolvimento de mucormicose em pacientes após covid-19, principalmente nos diabéticos, e como isso afeta os olhos.

Olhos e covid-19: mucormicose após doença

A mucormicose é uma doença rara que afeta o nariz, face, olhos, cérebro e pulmão. É provocada pelo “fungo negro”, muito comum em locais úmidos, como solo plantas, esterco, frutas e vegetais em decomposição e até no nariz e muco de pessoas saudáveis. Porém, quando ataca imunodeprimidos, como pacientes com diabetes, HIV e câncer, pode gerar sequelas e até ser fatal.

De 58 casos da infecção fúngica investigados na Índia, a maior parte contraiu entre 12 e 15 dias após a recuperação da covid-19. É o que demonstra a reportagem da BBC.

Além dessas ocorrências e das divulgadas por Nair, houve mais relatos da doença.

O oftalmologista Raghuraj Hegde também contou à BBC ter atendido 19 casos em duas semanas, sendo na maioria jovens. O Hospital Sion, de Mumbai, comunicou 24 ocorrências em dois meses, quatro vezes mais em comparação com o mesmo período do ano passado.

A maioria portava diabetes e havia sido infectada duas semanas depois da recuperação da covid-19. Desse total, 11 perderam um olho e seis faleceram.

Os médicos acreditam que o problema ocorre devido à queda de imunidade durante o tratamento com esteroides para combater o novo coronavírus em pacientes graves. Outro agravante que pode ser causado pela droga é o aumento do açúcar no sangue, o que piora ainda mais o quadro de diabéticos positivos para covid-19.

Tratamento dos olhos

A opção em retirar um dos olhos – ou até os dois, em alguns casos – é para evitar que o fungo atinja o cérebro. Na maioria desses casos, os pacientes só buscaram ajuda quando já estavam perdendo a visão.

Dentre os sintomas apresentados, estavam sangramento e entupimento do nariz, inchaço e dor nos olhos, pálpebras caídas, visão turva e perda de visão. Além disso, pode ocorrer manchas pretas na pele ao redor do nariz.

A única opção eficaz de tratamento é a aplicação de uma injeção intravenosa antifúngica (anfotericina B) todos os dias, por até oito semanas.

Entretanto, Nair afirma que há como prevenir: aplicar a dose correta de esteroides, seguindo a duração indicada. Depois, é preciso monitorar a possível alta nos níveis de glicose dos pacientes recuperados.

Conclusão

Especialistas do mundo todo estão acompanhando entre olhos e covid-19. Neste sentido, há diversas pesquisas que investigam desde o desenvolvimento de conjuntivite como um dos sintomas até se a doença afeta a retina.

Agora, é fundamental acompanhar a evolução dos casos de mucormicose na Índia e estudar a correlação com a covid-19 e os olhos.

Revisado por Paulo Schor, médico oftalmologista, professor livre docente e diretor de inovação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaborador da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein.

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Inovação: Eyer na clínica veterinária

Inovação: Eyer na clínica veterinária

Há dois meses, o médico veterinário oftalmologista Robson Oliveira dos Santos adquiriu o smartdevice Phelcom Eyer. Acoplado a um smartphone, o equipamento realiza exames de fundo do olho, em poucos minutos e sem a necessidade de dilatação da pupila. Em seguida, permite o envio das imagens para uma plataforma on-line, o Eyer Cloud.

“Investi na aquisição do aparelho por ser portátil e pela boa definição de imagem”, conta. Nesse período, já fez 60 exames em cães e gatos e utiliza uma vez ao dia, pelo menos, em seu centro oftalmológico veterinário Oftalmopets, em São Paulo.

 

eyer para veterinários

 

Santos explica como faz para avaliar os pets. “Para captura de imagem, realizamos contenção mecânica do corpo e cabeça. Assim, conseguimos fazer o exame na maioria dos pacientes”. Em seguida, acessa o Eyer Cloud para verificar as imagens, fechar diagnóstico, mostrar aos tutores dos pets e fazer download.

 

Eyer na clínica veterinária

 

A aquisição do smartdevice Phelcom Eyer por médicos veterinários já começa a ser uma realidade. Santos afirma que “é difícil cobrar pelo exame à parte. Mas, como diferencial de atendimento, é bom. A qualidade das imagens é excelente”, afirma.

Vale ressaltar que o equipamento não foi desenvolvido especificamente para este segmento, mas é usual na área de veterinária a utilização de equipamentos médicos humanos para atender as demandas do setor.

Para ser mais funcional aos veterinários, Santos sugere modificar o botão de disparo da câmera, para a parte superior ou central da tela, e acrescentar um cordão ao equipamento para evitar acidentes de queda.

Sobre se vale a pena o uso pelos profissionais da área, o médico veterinário é categórico. “Com certeza”, finaliza.

 

 

Eyer para veterinários

 

Imagens de retina de cães e gatos

 

Retina de cães

 

Imagem: Robson Oliveira dos Santos

 

Imagem: Robson Oliveira dos Santos

 

Retina de gatos

 

Imagem: Robson Oliveira dos Santos

 

Imagem: Robson Oliveira dos Santos

 

Telegram para médicos: como usar?

Telegram para médicos: como usar?

O Telegram é um aplicativo gratuito de mensagem instantânea similar ao WhatsApp. Porém, possui uma série de funcionalidades bastante úteis para diversos profissionais. Inclusive, para médicos.

Além de ser uma fonte de tráfego, garante a segurança e privacidade dos dados. O seu principal diferencial é o enquadramento na Regularização Geral de Proteção de Dados (GDPR), conjunto de regulações da União Europeia. Para você ter uma ideia, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é baseada na GDPR.

Por outro lado, o WhatsApp passou a compartilhar dados com o Facebook, proprietário do aplicativo. O que fez o Telegram ganhar ainda mais espaço neste ano.

Em seguida, conheça mais a ferramenta e as principais vantagens do Telegram para médicos.

Diferenciais do Telegram

Sem dúvida, o principal diferencial do Telegram é a segurança das informações. A tecnologia é criptografada utilizando a combinação simétrica AES de 256-bits, RSA 2048-bit e troca de chaves seguras Diffie–Hellman.

Outra vantagem é não fornecer seus dados para terceiros. Em seguida, conheça as funcionalidades do aplicativo:

  • Acesso às mensagens em todos os seus dispositivos ao mesmo tempo: celulares, tablets e computadores. Por exemplo, é possível começar a escrever em um dispositivo e terminar a mensagem em outro;
  • Envio de mídias e arquivos de até 2GB, de qualquer tipo. O histórico é armazenado em nuvem, o que garante mais segurança e espaço no dispositivo;
  • Grupos de conversa com até 200 mil integrantes;
  • Em grupos com mais de 500 membros, você tem acesso aos conteúdos mais populares, dias e horários com mais engajamento, crescimento diário, total de mensagens enviadas e outros dados para avaliação;
  • Canais de transmissão com audiência ilimitada;
  • Definição de bots para tarefas específicas utilizando a API do app. Por exemplo, programar para enviar bom dia nos grupos;
  • Ferramentas de edição de fotos e vídeos, stickers e emojis animados;
  • Exclusão de mensagens enviadas ou recebidas para ambos os lados, a qualquer momento e sem rastros;
  • Edição de mensagens já enviadas;
  • Uso de hashtags (#) que concentram todas as informações relacionadas ao assunto enviado no grupo;
  • Sem uso de dados para mostrar anúncios;
  • Chats Secretos: as mensagens podem ser programadas para se autodestruírem nos dois dispositivos;
  • Leitura das mensagens anteriores à entrada no grupo;
  • Mesmo com tantas funcionalidades, a interface é limpa e simples de usar.

Telegram x WhatsApp

De tudo o que o Telegram oferece, o WhatsApp não possui:

  • Acesso de diferentes dispositivos simultaneamente;
  • Uso no computador sem precisar conectar pelo celular;
  • Envio de arquivos maiores de 17MB;
  • Exclusão da mensagem sem aviso;
  • Possibilidade de editar a mensagem já enviada;
  • Ver as mensagens do grupo antes de entrar nele;
  • Nome de usuário, em que não é preciso enviar o número do celular.

De fato, a única desvantagem do Telegram é ainda possuir menos usuários em relação ao WhatsApp.

Telegram para médicos: vantagens

telegram para médicos

Foto: Freepik

Inicialmente, o Telegram não foi projetado para ser utilizado no mundo dos negócios. Mas, conforme a adesão profissional aumentava, a tecnologia investiu para tornar-se uma ferramenta cada vez mais útil para as empresas.

Neste sentido, o uso do Telegram por médicos, consultórios e clínicas também é vantajoso. Por exemplo, é possível fortalecer o relacionamento com os pacientes. Além de enviar lembretes de consultas e felicitações em datas especiais (aniversário, Natal, Ano Novo etc), é possível criar uma rede de transmissão ou um grupo para compartilhar conteúdo do qual é especialista.

Assim, você constrói autoridade no assunto e torna-se referência na sua área de atuação.

É possível também usar a ferramenta para rápidas pesquisas de satisfação. Por meio de enquetes, pode perguntar se o tempo de espera é aceitável, se a sala é confortável, se gostou do atendimento e se foi fácil agendar a consulta, dentre outras questões.

Para isso, é só entrar no grupo, clicar no ícone de clips de papel, escolher “Enquete” e colocar as perguntas que desejar.

Em relação aos bots, você pode criar um programa de autoatendimento que funcione 24 horas por dia. Nele, os pacientes podem tirar dúvidas rápidas e agendar consultas. Para isso, é necessário saber o mínimo de programação ou assistir aos tutoriais do Telegram.

Chat Secreto

Com certeza, uma das funcionalidades que mais chamam atenção do Telegram para médicos é o Chat Secreto. Nele, é possível enviar mensagens e as autodestruir depois de lidas, nos dois dispositivos. Aliás, dá para programar o período após o envio em que a mensagem deve ser apagada.

Como todo o processo é criptografado e essa função não fica armazenada em nuvem, nem a equipe do Telegram consegue decifrar. Além disso, o app também avisa quando tiram print da conversa.

Você pode usar essa opção para conversas delicadas ou confidenciais com seus pacientes, garantindo a segurança de dados dele.

Conclusão

Gostou das funções do Telegram para médicos? A ferramenta está disponível nas lojas on-line e é possível criar uma conta comercial.

De fato, atualmente há diversos aplicativos similares ao WhatsApp. Inclusive, voltados para a comunicação entre médicos, como o WeDoc. Porém, o Telegram ainda é o que possui mais funcionalidades úteis para o dia a dia.

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