Você sabia que a febre amarela pode afetar os olhos? É isso que a pesquisa realizada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) identificou durante os dois surtos da doença no sudeste do Brasil, entre 2017 e 2018. O estudo foi publicado na revista Jama Ophthalmology, da Associação Médica Americana, em junho.
Além de alterar a parte branca dos olhos, tornando-a bem amarelada, o estudo diagnosticou retinopatia em pacientes com febre amarela.
Com toda a certeza, o trabalho aponta para uma possível correlação entre as doenças, até então desconhecida. Por isso, entenda neste post como os cientistas encontraram a conexão, como foi realizada a pesquisa e quais são os próximos passos.
A pesquisa
O estudo inédito feito pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) analisou o quadro de 94 pacientes com indícios de febre amarela. Os dados foram fornecidos pelo Hospital Eduardo de Menezes, em Belo Horizonte. A investigação ocorreu após o surto que atingiu 1.376 pessoas e provocou 483 mortes, entre julho de 2017 e junho de 2018, segundo o Ministério da Saúde.
Todos os pacientes realizaram o exame de fundo de olho para verificar se havia danos na retina devido à doença.
Os resultados
Ao todo, 64 pessoas foram diagnosticadas com febre amarela. Destas, 20% apresentaram quadro de retinopatia. No entanto, os pesquisadores observaram que o distúrbio não afetou a mácula, a parte mais importante da visão. Ou seja, os pacientes não sofriam com os sintomas mais comuns da retinopatia, como alterações na visão.
Porém, as lesões na retina estavam associadas a alguns biomarcadores laboratoriais, como número mais baixo de plaquetas, aumento de bilirrubina, creatinina, lactato e até da aspartato aminotransferase, enzima produzida no fígado. Todas estão relacionadas à doença sistêmica mais grave. Isto é: a retinopatia indicava a gravidade da febre amarela.
Febre amarela
O mosquito é o transmissor do vírus da febre amarela. (Foto: James Gathany).
A febre amarela é uma infecção provocada por um vírus e transmitida por mosquitos. Dentre os seus principais sintomas, estão febre, dores musculares, dor de cabeça, perda de apetite, náuseas e vômito, fraqueza e vermelhidão no rosto, olhos e língua.
Além disso, a febre amarela pode afetar os olhos nos casos mais graves. Dessa forma, causa icterícia (amarelado na parte branca dos olhos) e lesões na retina, como retinopatia. Já as alterações mais comuns entre os pacientes com retinopatia foram oclusões microvasculares, resultando em infartos da camada de fibras nervosas da retina. Também foram observadas hemorragias superficiais e outras lesões retinianas mais profundas.
Conclusão
De fato, a pesquisa mostra que a febre amarela pode afetar os olhos como indício da gravidade da doença. Para isso, causa a retinopatia, além da icterícia. Dessa maneira, o exame de fundo de olho (simples e não invasivo) pode ajudar no melhor entendimento da doença. Outra vantagem é o encaminhamento mais rápido para tratamento adequado.
Com toda a certeza, o trabalho dá início para estudos mais amplos e profundos sobre a correlação entre as doenças. Esse deve ser o próximo passo.
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Que cuidar bem dos olhos contribui muito com uma boa saúde e qualidade de vida de modo geral, todos nós já sabíamos. Mas, e que a cirurgia de catarata proporciona uma melhor função mental nos adultos, você sabia?
Surpreendente, não é mesmo? Entretanto, é isso mesmo. A descoberta foi feita por um estudo recente realizado na Inglaterra. Com toda a certeza, a pesquisa soma aos diversos trabalhos que endossam que cuidar da visão traz benefícios para os idosos, além de apenas melhorar a visão.
Portanto, vamos explicar neste post como foi realizada a pesquisa, os resultados que auxiliarão na busca da melhora da visão dos idosos e quais serão os próximos passos.
O estudo
Os pesquisadores compararam as taxas de declínio cognitivo antes e depois dos pacientes que realizaram a cirurgia, por 13 anos.
Ao todo, 2.068 adultos foram submetidos à cirurgia de catarata e outros 3.636 participantes não tinham a doença. Os pesquisadores testaram a memória deles, pedindo que recordassem de 10 palavras, tanto imediatamente após serem lidas em voz alta quanto depois de eles serem distraídos por outras tarefas.
Os resultados
Os resultados mostraram que a taxa de declínio cognitivo diminuiu em 50% após a cirurgia de catarata. Além disso, a taxa de declínio foi mais lenta após o procedimento em comparação com o período anterior. O que a torna semelhante ao declínio entre as pessoas sem a doença.
De fato, outros estudos já haviam associado a deficiência visual com menor capacidade cognitiva em idosos. Porém, até o momento, não sabíamos se melhorar a visão através da cirurgia de catarata ajudaria a diminuir as mudanças na função mental.
De fato, os cientistas ainda não sabem por que os distúrbios de visão afetam o declínio cognitivo. Porém, o isolamento, o constrangimento e a falta de atividade física provocados pelos problemas de visão nos idosos podem contribuir para esse quadro.
Já outra pesquisa sobre cirurgia de catarata e declínio cognitivo aponta que melhorar a visão influencia na qualidade de vida. Além disso, atrasa ou diminui o declínio cognitivo em idosos. O trabalho foi realizado pela Case Western Reserve University, dos Estados Unidos.
O estudo incluiu pacientes que passaram pela cirurgia, os que optaram em aguardar e os cuidadores de ambos os grupos. Os resultados também sugerem que pacientes que passaram pelo procedimento – e seus cuidadores – têm menos sofrimento emocional em comparação com pacientes que não fizeram a cirurgia.
Conclusão
De fato, a cirurgia de catarata pode ter um impacto positivo na visão dos idosos e nas taxas de declínio cognitivo. Entretanto, mais pesquisas são necessárias para identificar o mecanismo. Para, assim, explicar a associação entre a cirurgia de catarata e o envelhecimento cognitivo. Também precisamos entender se a intervenção precoce para a correção da visão resulta em uma redução do risco de demência.
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Cada vez mais, a medicina desvenda os inúmeros transtornos que apenas um distúrbio ou doença pode gerar em outras áreas da nossa saúde. Por exemplo, uma nova pesquisa revelou possíveis conexões entre o glaucoma e problemas do sono.
O trabalho, feito por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos, encontrou evidências desde em pacientes com poucas horas de sono por dia até em aqueles que dormem mais de 10 horas diárias, dentre outros fatores.
Então, veja neste post como foi realizado o estudo sobre glaucoma e problemas do sono. Além disso, entenda os resultados para você conseguir manter a saúde dos seus olhos em dia.
O glaucoma
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o glaucoma atinge 70 milhões de pessoas no mundo. Só no Brasil, a estimativa é de 1,2 milhão de casos, segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO).
A doença afeta os olhos e é caracterizada por um aumento da pressão intraocular e por uma alteração do nervo óptico. Assim sendo, as fibras nervosas são afetadas e ocorre a perda parcial da visão.
Atualmente, o glaucoma é a principal causa de cegueira irreversível em todo o mundo.
O estudo
A equipe analisou os dados de 6.784 portadores de glaucoma, com mais de 40 anos de idade, que apresentaram dano ao nervo óptico e perda de visão em partes do campo visual. As informações foram fornecidas pela Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição 2005-2008, dos Estados Unidos.
Dentre as questões respondidas pelos participantes da pesquisa, estão:
Horas de sono;
Dificuldades em dormir;
Distúrbios do sono, como acordar durante a noite;
Diagnóstico de apneia do sono;
Utilização de medicamentos para dormir;
Sonolência durante o dia.
Os resultados
De fato, os resultados apresentados reforçam outros estudos na área que apontam ligação entre o glaucoma e problemas do sono. Em seguida, veja os principais dados do estudo:
10 horas ou mais de sono: 3 vezes mais chances de desenvolver lesões no nervo óptico relacionados ao glaucoma em comparação aos que dormiam 7 horas por noite;
Adormecer em menos de 9 minutos ou em mais de 30 minutos: 2 vezes maior probabilidade de apresentar a doença em relação aos que dormiam em 10 a 29 minutos;
Até 3 horas ou mais de 10 horas de sono por noite: três vezes mais chances de ter a visão ausente do que aqueles que descansaram 7 horas por noite;
Problemas de memória devido à sonolência diurna: duas vezes maior possibilidade de ocorrer perda de campo visual;
Incapacidade de praticar um hobby devido ao sono durante o dia: três vezes mais chances de sofrer com perda de visão.
Foto: Freepik
Conclusão
Sem dúvida, a relação entre glaucoma e problemas do sono apresentadas pelo estudo reafirma a importância do sono saudável para a nossa saúde. De fato, tanto dormir mais quanto dormir menos do que a recomendação de 8 horas diárias, em média, aumentam as chances de desenvolver a doença.
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De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o glaucoma atinge 70 milhões de pessoas no mundo. Só no Brasil, a estimativa é de 1,2 milhão de casos, segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO). Atualmente, a doença é a principal causa de cegueira irreversível, mesmo havendo tratamento para glaucoma.
Hoje, a primeira opção de tratamento é o uso de colírios para reduzir a pressão intraocular. Cirurgias ou intervenções com laser são adotadas apenas quando o medicamento deixa de surtir efeito.
Entretanto, um estudo publicado no jornal The Lancet, da Inglaterra, descobriu que o uso de laser, por meio da técnica trabeculoplastia seletiva, pode ser mais vantajoso no controle da doença. Assim sendo, a pesquisa indica que esse método substitua o colírio como primeira opção.
Portanto, entenda neste post como foi desenvolvido esse trabalho e os resultados. De fato, o estudo pode revolucionar a forma como é realizado o tratamento para glaucoma atualmente.
O estudo
Financiada pelo Instituto Nacional de Pesquisa em Saúde da Inglaterra, a pesquisa avaliou 718 pacientes com glaucoma de ângulo aberto ou hipertensão ocular em dois grupos distintos. No primeiro, 365 pessoas realizaram a trabeculoplastia seletiva. Já no segundo, 362 portadores da doença fizeram o tratamento com colírios.
Resultados
Sem dúvida, os resultados foram promissores. Após dois anos e meio, 74% dos pacientes que receberam o tratamento com trabeculoplastia seletiva não utilizavam mais colírios diariamente. Além disso, a pressão intraocular estava correta em 93% das consultas médicas realizadas. Esse número é um pouco maior em comparação ao grupo do colírio: 91%.
Ainda no segundo grupo, 11 pessoas precisaram de cirurgia para diminuir a pressão intraocular dos olhos.
Tratamento para glaucoma: laser x colírios
De fato, o trabalho mostrou que os dois tipos de tratamento para glaucoma possuem praticamente a mesma eficácia. Porém, os pesquisadores defendem que o laser apresenta outras vantagens. Em seguida, veja quais são:
A trabeculoplastia a laser seletiva reduz a pressão intraocular, aumentando o fluxo aquoso por meio da rede trabecular com apenas um procedimento, sem dor, com tempo de recuperação mínimo e bom perfil de segurança;
Medicamentos tópicos de longo prazo estão associados a múltiplos efeitos colaterais oculares e sistêmicos. Com essa técnica, é possível evitar os danos colaterais já que pode retardar ou prevenir a necessidade de colírios;
O procedimento não tem efeito permanente, mas pode ser repetido;
O tratamento pode reduzir os custos do paciente com deslocamentos para exames e consultas e na compra de medicamentos;
A trabeculoplastia seletiva pode combater à baixa adesão ao tratamento com colírios, já que é necessário treinamento, dedicação e disciplina em longo prazo.
Conclusão
Por fim, o estudo afirma que a trabeculoplastia a laser seletiva deve ser oferecida como a primeira opção de tratamento para glaucoma de ângulo aberto e hipertensão ocular. Desse modo, o trabalho incentiva uma mudança nas diretrizes de controle da doença.
Contudo, isso levará algum tempo, pois precisa ser discutido pela sociedade, médicos, órgãos competentes e governo.
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De acordo com a Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO), 47% dos brasileiros de 65 a 74 anos possuem catarata. Atualmente, essa doença é responsável por 48% dos casos de cegueira no Brasil, segundo a SBO. Com toda a certeza, esses dados mostram a dimensão do problema. Mesmo sendo curável, a falta de acesso à saúde de qualidade afeta o diagnóstico precoce e o tratamento.Hoje, a cirurgia de catarata consegue recuperar a visão do paciente, dependendo da gravidade do caso. E, para mostrar como ficará o resultado final, um novo estudo testou aparelhos que simulam os efeitos reais pós-operação.
Portanto, vamos explicar neste post como funciona esses simuladores visuais, como foi realizada a pesquisa, os resultados e como tudo isso beneficia os portadores de catarata.
A pesquisa e os resultados
Os pesquisadores do Conselho Nacional de Pesquisa Espanhol (CSIC) testaram equipamentos que simulam como ficará a visão individual após a cirurgia de catarata. Até então, ainda não havia sido comprovado a fidelidade da simulação aos efeitos reais atingidos pelo procedimento. O estudo foi publicado na revista Scientific Reports.
Os simuladores contam com diversas lentes diferentes, espelhos e moduladores de luzes para mostrar ao portador qual será o resultado pós-operatório. Isso tanto para consequências positivas quanto para negativas.
Os testes foram realizados em grupos de voluntários. E, felizmente, o estudo alcançou resultados satisfatórios, com os aparelhos mostrando os resultados reais após a cirurgia de catarata.
Benefícios
Sem dúvida, o estudo auxilia bastante para que esses simuladores visuais sejam disponibilizados no mercado. Outra vantagem é o paciente já saber quais serão os resultados da cirurgia. De fato, isso faz com que ele opte mais rápido pelo procedimento e esteja ciente de todos os efeitos pós-operatórios.
Mas, o maior benefício é simular o resultado final para cada tipo de lente artificial. Isso porque a cirurgia de catarata apresenta efeitos colaterais em algumas pessoas – na verdade, em uma pequena porcentagem. Dentre eles, visão embaçada ou com menos contraste.
E, para resolver o problema, muitos pacientes voltam para a mesa de cirurgia para trocar a lente. Agora, com os simuladores comprovadamente eficazes, isso pode ser evitado.
Catarata
A catarata é uma lesão ocular que deixa o cristalino opaco e torna a visão turva, como se existisse uma névoa diante dos olhos. A doença tem cura na maioria dos casos, por meio de cirurgia. Quanto mais cedo o diagnóstico, menor a perda de visão.
Olho afetado com a doença. Imagem: Centro Campineiro de Microcirurgia
Conclusão
Mais uma vez, o uso de inteligência artificial na oftalmologia tem alcançado resultados incríveis. Como, por exemplo, o uso de simuladores visuais que mostraram o resultado final da cirurgia de catarata. E isso individualmente, paciente por paciente.
Com essa extensa pesquisa publicada, esses aparelhos ganham um empurrãozinho para receberem o aval de entrada no mercado. E, sem dúvida, os portadores de catarata terão acesso a uma tecnologia essencial para a recuperação e cura da doença.
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A startup brasileira Phelcom Technologies acaba de lançar um produto inovador no mercado oftalmológico. Estamos falando do Phelcom Eyer, um retinógrafo portátil acoplado ao celular que realiza exames de retina de alta qualidade, em poucos minutos, e envia os dados automaticamente para uma plataforma online, possibilitando o diagnóstico remoto.
Sem dúvida, esse novo lançamento na área de teleoftalmologia é uma verdadeira inovação no mercado.
Por isso, saiba como esse aparelho portátil faz exames de vista pelo celular e as vantagens do Phelcom Eyer. Você verá como o novo produto pode mudar a forma como são feitos os exames. Mais do que isso, como pode transformar o acesso à saúde em comunidades e locais remotos.
Phelcom Eyer
O Phelcom Eyer é um retinógrafo portátil que funciona acoplado a um smartphone. O aparelho realiza exames de retina de alta qualidade, em poucos minutos e sem a necessidade de dilatação da pupila. Integrado a uma plataforma online, os dados são enviados automaticamente e podem ser analisados por um especialista em qualquer lugar do mundo. Ou seja, permite o diagnóstico remoto.
Vantagens do Phelcom Eyer
Com tecnologia de ponta, o Eyer oferece o que há de mais moderno em retinografia portátil para prevenção e diagnóstico de doenças relacionadas à visão. Conheça todas as vantagens:
Alta qualidade
A tecnologia patenteada pela Phelcom permite que exames de alta qualidade sejam realizados em um equipamento portátil integrado ao smartphone.
Telemedicina
Os exames gerados com o Eyer são automaticamente sincronizados com a internet, habilitando o diagnóstico remoto.
Inteligência artificial embarcada
O Eyer possui funções inteligentes para auxílio ao diagnóstico médico e a captura dos exames de retina.
Conectividade
O Eyer é naturalmente conectado por ser integrado ao smartphone. Assim sendo, facilita o compartilhamento e acesso de dados dos exames na nuvem.
Não midriático
Com o Eyer, é possível realizar exames de retina em qualquer local sem a necessidade de usar colírios para a dilatação da pupila. Desse modo, gera mais conforto ao paciente e rapidez no exame.
Autofoco
Com a função Autofoco, é possível compensar os erros refrativos do paciente no intervalo de -20D até +20D. Isso permite exames de retina com alto nível de detalhes.
Acessível
O Eyer permite a democratização do acesso à tecnologia de exames de retina através de modelos de negócio inovadores e mais acessíveis.
Fácil operação
Qualquer profissional de saúde minimamente treinado pode usar o Eyer para realizar exames de retina de alta qualidade em menos de 1 minuto. Isto é, garante diagnósticos mais rápidos e precisos.
Panorâmicas
O Eyer gera exames panorâmicos com campo visual de mais de 100 graus. Isso porque o aparelho possui pontos de fixação interna que auxiliam na captura e geração das panorâmicas.
Portabilidade
Por ser portátil, o Eyer pode realizar exames em qualquer lugar e ter o diagnóstico emitido remotamente. Portanto, essa característica auxilia na democratização da saúde uma vez que 85% das cidades brasileiras não tem acesso a especialistas e aparelhos que façam o diagnóstico de doenças nos olhos.
Baixo custo
A portabilidade e o tamanho reduzido permitem que o Eyer apresente um custo muito mais baixo em relação aos retinógrafos tradicionais. Isso mesmo com tecnologias de ponta aplicadas na produção do aparelho.
Além disso, possibilita a redução do tempo de atendimento e de custos operacionais. Isso porque, principalmente, diminui o deslocamento de pacientes a hospitais e grandes centros urbanos, já que o diagnóstico pode ser realizado por especialistas e profissionais de referência localizados em qualquer parte do mundo.
Prevenção e diagnóstico
Aumento na prevenção e diagnóstico precoce de doenças como retinopatia diabética, glaucoma, catarata, degeneração macular relacionada à idade (DMRI), retinoblastoma, deslocamento da retina, retinopatia da prematuridade e cegueira, dentre outros.
Integrado a uma plataforma online, os dados captados pelo Eyer são enviados automaticamente. Isso permite que possam ser analisados por um especialista em qualquer lugar do mundo.
Phelcom Technologies
A Phelcom Technologies é uma startup que une tecnologia e saúde, com sede em São Carlos (SP). Cria dispositivos portáteis, conectados e vestíveis com o propósito de democratizar o acesso, oferecendo mais com menos e para mais pessoas.
O Eyer é o primeiro produto da empresa e visa auxiliar no combate à deficiência visual grave e cegueira mundial. Aliás, esses problemas atingem mais de 250 milhões de pessoas. Além disso, ocorre em mais de 75% dos casos por conta da falta de prevenção e correto tratamento.
Para desenvolver o produto, a startup recebeu aporte da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e do Programa de Promoção da Economia Criativa da Samsung. Além disso, conta com o apoio de entidades e organizações referência na área de saúde, como o Hospital Israelita Albert Einstein.
Conclusão
Com toda a certeza, o aparelho portátil que faz exames de vista pelo celular Phelcom Eyer é uma das melhores soluções para prevenção de doenças da retina.
A inovação, tecnologia de ponta, alta qualidade, rapidez nos exames, precisão de diagnóstico e baixo custo em relação aos retinográfos tradicionais prometem levar o acesso à saúde dos olhos para locais que hoje sofrem com pouca infraestrutura de serviços de qualidade na área, como médicos, profissionais de saúde, equipamentos, medicamentos etc.
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