Lente é o novo tratamento para miopia em crianças nos Estados Unidos

Lente é o novo tratamento para miopia em crianças nos Estados Unidos

A miopia é o mal do século, de acordo com Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso porque a doença deve atingir 35% do mundo todo em 2020 e 52% da população em 2050. Atualmente, 1,95 bilhões sofrem com o problema e, em 2030, serão 3,36 bilhões, segundo o Relatório Mundial sobre Visão da OMS.

De fato, o público que mais vem sendo afetado pela miopia é o jovem. É muito comum que o distúrbio se desenvolva na época escolar. Porém, o estilo de vida atual já influencia diretamente no número alarmante atual e projetado de portadores da doença. Como exemplo, o uso excessivo de telas e a permanência maior em locais fechados.

Por isso, é importante conhecermos as novidades em tratamento para miopia. Como a primeira lente de contato para controlar a evolução da doença em crianças, a MiSight. O novo procedimento foi aprovado recentemente pela Food and Drugs Administration (FDA) e começará a ser comercializado nos Estados Unidos no início de 2020.

Veja neste post como funciona a lente e os benefícios.

Tratamento para miopia – lente

Recentemente, a Food and Drugs Administration (FDA) aprovou a primeira lente de contato capaz de controlar a evolução da miopia em crianças. A FDA é um órgão americano semelhante à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

E como o novo tratamento para miopia funciona? A lente tem dois anéis periféricos concêntricos que permitem focalizar a luz na frente da retina. Desse modo, diminui o estímulo para a progressão da doença ao modificar o foco central e impedir o crescimento do olho. Assim sendo, estabiliza o grau da miopia.

Além disso, a nova terapia não apresenta efeitos colaterais e nem desconforto para as crianças. O que, sem dúvida, é uma vantagem em relação a outros tratamentos.

Mais um benefício é o uso com descarte diário, o que diminui a possibilidade de contaminação devido a manutenção errada. A recomendação é que as lentes não sejam utilizadas durante a noite.

A nova lente é recomendada para crianças de 8 a 12 anos.

aumento dos casos de miopia

Nova terapia no Brasil

A princípio, não há previsão da chegada do novo tratamento para miopia no Brasil. Porém, a lente já está disponível em outros países como Canadá, Reino Unido, França, Espanha, Portugal, Holanda, Alemanha, Áustria, Suíça, Cingapura, Malásia, Hong Kong, Austrália e Nova Zelândia.

Conclusão

Por fim, falamos neste post sobre a aprovação da FDA, nos Estados Unidos, do novo tratamento para miopia em crianças. A nova lente controla a progressão da doença.

De fato, novidades no tratamento dessa doença é sempre bem-vinda. Principalmente porque os dados alarmantes do problema em todo o mundo já comprovam que enfrentamos uma verdadeira epidemia.

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Deficiência visual: nova tecnologia promove sensação de luz

Deficiência visual: nova tecnologia promove sensação de luz

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 285 milhões de pessoas sofrem com deficiência visual de moderada a severa no mundo todo. Desse total, 39 milhões são completamente cegas. Os dados constam no relatório “As Condições da Saúde Ocular no Brasil 2019”, elaborado pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO).

Por aqui, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que aproximadamente 1,5 milhões sejam cegos. Isto é, 0,75% da população brasileira.

Porém, há uma nova pesquisa que pode ajudar os pacientes permanentemente com cegueira. Publicada recentemente no periódico Nature Biomedical Engineering, o estudo criou um novo modelo de eletrodo intraneural que estimula diretamente o nervo óptico e, desse modo, gera a sensação de luz ao paciente.

Quer saber mais como funciona essa nova tecnologia? Então, continue lendo este post para entender como o trabalho foi desenvolvido, os resultados e quais serão os próximos passos.

A pesquisa

Os cientistas da Ecole Polytechnique Federal de Lausanne (EPFL), da Suíça, e da Scuola Superiore Sant’Anna, da Itália, elaboraram um novo modelo de eletrodo intraneural, nomeado de OpticSELINE, que circula o globo ocular e manda mensagens diretamente ao cérebro por meio do nervo óptico.

O estímulo da região produz fosfenos – sensação de ver a luz por meio de padrões brancos, mas sem vê-la diretamente. Com isso, esse dispositivo pode auxiliar as pessoas com deficiência visual a ter mais qualidade no dia a dia, uma vez que muitos indivíduos apresentam o nervo óptico e sua conexão com o cérebro intacto e funcional.

Para você entender melhor, a nova tecnologia possui uma matriz com 12 eletrodos que entram diretamente no nervo óptico. Os pesquisadores mediram a atividade do cérebro no córtex visual por meio de testes em coelhos.

Ao final da avaliação, os cientistas observaram que cada eletrodo forneceu um padrão único no cérebro, sugerindo que a estimulação intraneural do nervo óptico é seletiva e informativa.

Os resultados

“Acreditamos que a estimulação intraneural pode ser uma solução valiosa para vários dispositivos neuroproséticos para restauração da função sensorial e motora”, afirma Silvestro Micera, pesquisador envolvido no estudo. “O potencial de tradução dessa abordagem é extremamente promissor”.

Vale lembrar que, em meados de 1990, foi realizado um estudo que também testou essa técnica. Porém, os eletrodos eram do nervo do manguito: rígidos e que se movimentam, tornando instável a estimulação elétrica das fibras nervosas. Além disso, é provável que tenham seletividade limitada porque recrutaram fibras superficiais.

Por ser uma pesquisa preliminar, a percepção visual por trás desses padrões corticais permanece desconhecida. “Por enquanto, sabemos que a estimulação intraneural tem o potencial de fornecer padrões visuais informativos. Será necessário o feedback dos pacientes em futuros ensaios clínicos para ajustar esses padrões. De uma perspectiva puramente tecnológica, poderíamos fazer testes clínicos amanhã”, relata Diego Ghezzi, também pesquisador do estudo.

Conclusão

De fato, a pesquisa mostra um novo caminho para o tratamento de pessoas com deficiência visual, especialmente as cegas. Isso porque essa nova tecnologia pode ajudar na melhora da qualidade de vida ao permitir a sensação de ver a luz.

Contudo, o estudo deve seguir com os testes até obter resultados satisfatórios para ser agregado nos tratamentos atuais.

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DMRI e poluição: veículos podem dobrar casos da doença

DMRI e poluição: veículos podem dobrar casos da doença

De fato, o impacto negativo em nossa saúde e no meio ambiente em relação à emissão de gases poluentes feita por veículos já é comprovado em diversos estudos e pesquisas. Por exemplo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 7 milhões de pessoas no mundo todo morram por ano devido à poluição atmosférica – e os gases emitidos pelos carros, caminhões, motos e outras conduções têm sua parcela de culpa nesses dados.

Além da exposição prolongada à contaminação do ar elevar o risco de doenças respiratórias e cardiovasculares, agora uma pesquisa aponta que também prejudica a saúde dos olhos.

De acordo com um estudo realizado em Taiwan, os poluentes liberados pelos veículos podem dobrar os casos de Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI).

Portanto, entenda neste post a possível ligação entre DMRI e poluição causada por automóveis, como os pesquisadores chegaram nesse resultado e quais são os próximos passos do trabalho.

DMRI e poluição – A pesquisa

Um trabalho desenvolvido por diversas instituições de Taiwan analisou se os gases monóxido de carbono (CO) e dióxido de nitrogênio (NO2), emitidos pelos veículos, aumentariam as chances de Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) em pessoas com mais de 50 anos. O estudo foi publicado no Journal of Investigative Medicine.

A DMRI é responsável pela degeneração das células fotorreceptoras da mácula – pequena região central da retina. São essas células que transformam a luz do campo visual em impulsos elétricos e os levam ao cérebro, por meio do nervo óptico. Desse modo, é possível enxergar com nitidez. Por esse motivo, quando a mácula é afetada, ocorre a perda progressiva da visão central, podendo evoluir para cegueira.

Ainda não se sabe exatamente a causa da doença. Porém, um dos principais fatores de risco é o envelhecimento. Por isso, os cientistas optaram pela escolha da faixa etária a partir dos 50 anos.

O estudo analisou os dados de 39.819 cidadãos saudáveis de 2000 a 2010. Desse total, 30% residiam em locais urbanizados. Nesse período, os pesquisadores cruzaram diversas informações para obter resultados mais fiéis possíveis, como a qualidade do ar, idade, sexo, renda e outras condições que podem provocar doenças nos olhos, como diabetes e hipertensão.

DMRI

O envelhecimento é um dos principais fatores de risco da DMRI.

DMRI e poluição – Os resultados

No final do período, 1.442 pessoas apresentaram DMRI. Mas, o dado mais alarmante é que 91% dos moradores com exposição maior ao dióxido de nitrogênio eram mais propensos a manifestar a doença em comparação às áreas com menor movimentação de automóveis.

Além disso, os indivíduos que respiram altos índices de monóxido de carbono têm 84% mais chances de desenvolverem a doença.

Conclusão

Por fim, o estudo mostrou que a exposição permanente a altos níveis de gases poluentes liberados por veículos pode aumentar em duas vezes o risco de casos de Degeneração Macular Relacionada à Idade.

Contudo, vale lembrar que a pesquisa é observacional e apenas uma associação entre DMRI e poluição. Ou seja, não conta com uma relação de causa e efeito. Isso porque, por exemplo, pode haver outros fatores comuns em locais poluídos que alterariam os resultados, além de não considerar questões como tabagismo e genética.

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Pesquisa revela ligação entre doenças oculares e depressão

Pesquisa revela ligação entre doenças oculares e depressão

Apesar de atingir apenas os olhos, os distúrbios oftalmológicos vão muito além. Na verdade, afetam toda a qualidade de vida do paciente. Por exemplo, a dificuldade em enxergar pode causar isolamento social e até desenvolvimento de outras deficiências. Agora, um novo estudo associa doenças oculares e depressão. De acordo com cientistas da Universidade de Sun Yat-sen, na China, uma em cada quatro pessoas com problemas nos olhos também desenvolve a doença psiquiátrica.

Com toda a certeza, esses dados são alarmantes. Por isso, entenda neste post a ligação entre doenças oculares e depressão, como foi realizada a pesquisa, os resultados e dicas para se prevenir.

A pesquisa

Os pesquisadores da Universidade de Sun Yat-sen, da China, analisaram 28 estudos escolhidos a partir de mais de três mil referências. As doenças avaliadas foram olho seco, glaucoma, Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) e catarata.

Os resultados

Ao todo, 25% dos pacientes apresentaram quadro de depressão. Em seguida, veja qual foi a porcentagem encontrada para cada doença:

Olho seco – 29%

É uma síndrome que diminui a produção de lágrimas. Com isso, ocorre o ressecamento da superfície do olho, da córnea e da conjuntiva, vermelhidão, ardor e coceira.

Glaucoma – 25%

O aumento de pressão dentro do olho comprime os vasos sanguíneos e danifica o nervo óptico. Desse modo, acontece a perda da visão lateral do olho. Gradualmente, pode evoluir para cegueira. Na fase inicial, é assintomática. Já no estágio avançado, também pode apresentar dor nos olhos e vermelhidão.

Controle do glaucoma - estágios

DMRI – 24%

Ocorre quando as células fotorreceptoras na mácula da retina são degeneradas. Em seguida, há perda da visão central. Primeiramente, acontece a redução do contraste, como se estivesse faltando luz. Consequentemente, há dificuldade de ler e escrever. Conforme evolui, as linhas tornam-se deformadas, as imagens ficam embaçadas e amareladas e uma mancha vai crescendo no campo visual central. Porém, não há perda da visão total, pois afeta apenas a visão central e não a periférica.

Catarata – 23%

É uma lesão ocular que deixa o cristalino opaco. Com isso, torna a visão embaçada, como se existisse uma névoa diante dos olhos.

Apesar de preocupante, o resultado do estudo não surpreende. Isso porque a interação social e a independência do indivíduo dependem muito da visão. Por exemplo, os distúrbios oftalmológicos reduzem a capacidade de locomoção e agilidade do portador. Então, muitos preferem isolar-se a relacionar-se com o ambiente.

Prevenção

De fato, a saúde dos olhos está intimamente vinculada à sistêmica. Portanto, a adoção de alguns hábitos saudáveis no dia a dia auxilia para a prevenção do surgimento da depressão em pacientes oftalmológicos.

Dentre eles, estão a prática de exercícios físicos, controle do peso corporal e monitoramento da glicemia. Pois, problemas como sobrepeso, diabetes e hipertensão também prejudicam os olhos.

Além disso, é essencial manter a regularidade das consultas com o oftalmologista.

Conclusão

Por fim, o estudo comprovou a ligação entre doenças oculares e depressão. Ao analisar mais de três mil pesquisas na área, os cientistas demonstraram que um em cada quatro pacientes sofre com a doença psiquiátrica. Com toda a certeza, algo muito sério e que precisa de total atenção dos portadores e familiares.

Por isso, fique atento a qualquer sinal de depressão após apresentar problemas nos olhos. Comunique o seu médico e siga todas as instruções para se livrar dessa doença.

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Celular e saúde: uso excessivo pode modificar o formato do crânio

Celular e saúde: uso excessivo pode modificar o formato do crânio

Sem dúvida, hoje passamos longas horas conectados ao celular. Por exemplo, você sabia que o desbloqueamos, em média, 78 vezes ao dia? É o que revelou a pesquisa Global Mobile Consumer Survey, realizada pela consultoria Deloitte, em 2015.

Já um estudo feito pela empresa Statista, em 2016, apontou que os brasileiros são os que mais gastam tempo no smartphone: média de quatro horas e 48 minutos diários.

De fato, utilizamos o aparelho para diversas atividades atualmente, até para fazer exames oftalmológicos. O problema disso tudo é que a atual “era das telas” já está afetando a saúde. Inclusive, o cérebro.

De acordo com duas pesquisas recentes, o uso excessivo do smartphone está provocando modificações no cérebro e até no formato do crânio. Com toda a certeza, os dados são preocupantes.

Portanto, entenda neste post como os estudos foram realizados, os resultados obtidos e os próximos passos para confirmar a possível correlação entre celular e saúde.

 

Celular e a alteração do crânio

 

Pode reparar: sempre inclinamos a cabeça para baixo ao utilizar o celular e outros eletrônicos, como tablets. E esse hábito pode estar mudando o nosso corpo, segundo um estudo da Universidade de Sunshine Coast, da Austrália, e publicado pelo jornal Scientific Reports.

Os cientistas acreditam que a utilização exagerada desses aparelhos pode ser o motivo de muitos jovens apresentarem uma pequena cauda óssea na parte de trás da cabeça.

A hipótese é que a má postura que adquirimos ao usar o smartphone está gerando uma sobrecarga muscular na base do crânio. Desse modo, surgem alterações em seu formato, justamente na conexão entre tendões e ligamentos.

celular e saúde

A EEOP é uma espécie de “cauda” óssea que se desenvolve na parte de trás do crânio (Imagem: Scientific Reports)

A pesquisa

 

O estudo contou com a participação de 1,2 mil pessoas, com idades entre 18 e 86 anos. Até então, os trabalhos focavam apenas em idosos, uma vez que a protuberância occipital externa aumentada (EEOP), como é conhecida essa alteração, leva muitos anos para tornar-se visível.

 

Os resultados

 

A “cauda óssea” foi encontrada em 33% dos participantes. Para a surpresa dos pesquisadores, o grupo que mais apresentou modificações no formato do crânio foi o de homens de 18 a 30 anos de idade. O crescimento observado é de aproximadamente 2,6 centímetros de comprimento, mas podendo atingir até 3,1 centímetros.

Outro dado interessante é que, a cada 10 anos a mais na idade, diminuía em 1,03% as chances de desenvolvimento do ósseo anormal.

Internet e as modificações no cérebro

Um grupo de pesquisadores de várias partes do mundo também está estudando o tema “celular e saúde”. Inclusive, o primeiro trabalho demonstra como o uso excessivo da internet está afetando o nosso cérebro. O artigo foi publicado no jornal World Psychiatry. A pesquisa é uma parceria entre a Western Sydney University, Harvard University, Kings College, Oxford University e University of Manchester.

O estudo

Os pesquisadores basearam-se em recentes descobertas psicológicas, psiquiátricas e de neuroimagem para conseguir examinar várias hipóteses-chave sobre como a internet pode estar mudando nossa cérebro.

Os resultados

De fato, as evidências indicam que o uso excessivo da internet pode produzir alterações agudas e prolongadas em cada uma das áreas descritas abaixo. Ou seja, sim, está modificando o nosso cérebro. Em seguida, veja quais são as principais alterações:

celular e saúde

A relação entre celular e saúde já é o tema de várias pesquisas e estudos científicos.

Capacidade de atenção

O fluxo de informações online, em constante evolução, estimula a nossa atenção dividida em várias fontes de mídia. Dessa forma, afeta a nossa capacidade de manter a concentração em apenas uma atividade, por exemplo.

Processos de memória

A vasta fonte de informação online está mudando a forma como recuperamos, armazenamos e até valorizamos o conhecimento. Isso porque a constante atualização cria uma ciclo sem fim de novos conteúdos, o que pode transformar a forma como a gente armazena conteúdos em nossa mente.

Cognição social

A capacidade de configurações sociais online cria uma nova interação entre a internet e nossas vidas sociais. E tudo isso afeta o nosso autoconceito e autoestima.

Agora, os pesquisadores acreditam ser uma prioridade que estudos futuros determinem os efeitos do uso extensivo da internet sobre o desenvolvimento do cérebro dos jovens. Além disso, também examinar como isso pode diferir dos resultados cognitivos e do impacto cerebral nos idosos.

Conclusão

Você viu neste post duas pesquisas recentes que encontraram uma possível conexão entre o uso excessivo do celular e saúde. A primeira aponta que, ao inclinarmos a cabeça para baixo ao utilizar os dispositivos móveis, o formato do nosso crânio estaria sofrendo alterações.

Essa conclusão veio após os cientistas encontrarem o desenvolvimento de uma pequena “cauda” óssea na parte de trás da cabeça de 33% dos homens entre 19 e 30 anos que participaram da pesquisa. E, como isso é um fenômeno recente, pode ter ligação com os celulares.

Porém, ainda é apenas uma hipótese. Sem dúvida, precisam ser desenvolvidos vários estudos e pesquisas para confirmar essa teoria.

Já o outro trabalho demonstrou que o uso excessivo da internet também afeta o nosso cérebro. Especificamente, a nossa capacidade de atenção, os processos de memória e a cognição social.

No entanto, também é necessário diversas outras pesquisas que se aprofundem na questão. Inclusive, nos efeitos em longo prazo nos jovens e idosos.

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Estudo aponta que vitamina D protege os olhos

Estudo aponta que vitamina D protege os olhos

Um trabalho inédito realizado pelo Centro Universitário Saúde ABC/ Faculdade de Medicina do ABC e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) identificou que a vitamina D protege os olhos. A conclusão ocorreu após os pesquisadores avaliarem o nível da substância na lágrima em comparação ao sangue, durante testes em campo.

A pesquisa foi premiada durante o congresso da Association for Research in Vision and Ophthalmology (ARVO 2019), o mais importante do mundo na área de oftalmologia. Este ano, aconteceu em Vancouver, no Canadá.

Atualmente, há estudos que indicam uma correlação entre os baixos níveis da vitamina D com doenças oftalmológicas, como glaucoma e catarata, dentre outras. Porém, nenhuma pesquisa havia ainda estudado a presença do elemento na lágrima.

Portanto, veja neste post como foi realizado o trabalho, os resultados e quais serão os próximos passos para comprovar a importância da vitamina D na saúde dos olhos.

A pesquisa

Os pesquisadores do Centro Universitário Saúde ABC/ Faculdade de Medicina do ABC e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) compararam o nível de vitamina D3 nos fluidos lacrimais e no sangue.

Ao todo, foram escolhidos 36 estudantes saudáveis da Faculdade de Medicina do ABC, com idade de 19 a 27 anos. Os alunos foram separados em dois grupos. De um lado, uma turma realizou atividades esportivas em local fechado, com baixa radiação solar.

Do outro lado, um grupo praticou diferentes esportes ao ar livre, com maior exposição ao sol. Em seguida, foram feitas as análises laboratoriais a partir do método de eletroluminescência.

Os resultados

O trabalho descobriu dados importantes que demonstram que a vitamina D protege os olhos. Por exemplo, os dois grupos de estudantes apresentaram níveis mais altos de vitamina D3 na lágrima do que no sangue. No entanto, a turma que praticou atividades em ambiente aberto exibiu níveis ainda mais elevados da substância.

Vitamina D protege os olhos

Doenças oftalmológicas

De fato, há pesquisas que demonstram a conexão de baixos níveis de vitamina D3 com o surgimento de doenças oftalmológicas. Dentre as principais, estão glaucoma, catarata, retinopatia diabética, olho seco e Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI).

Isso porque o elemento diminui as chances de inflamações na retina, auxilia na manutenção de níveis adequados de cálcio no corpo e evita a DMRI. Por exemplo, essa doença, assim como o glaucoma e catarata, são algumas das principais causas de cegueira irreversível no mundo todo. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Contudo, ainda não havia um trabalho focado nos níveis lacrimais.

Conclusão

Sem dúvida, o trabalho pioneiro do Centro Universitário Saúde ABC/ Faculdade de Medicina do ABC e da Unifesp aponta que a vitamina D protege os olhos. Porém, ainda faltam mais estudos para corroborar os resultados excelentes encontrados pela pesquisa.

Com toda a certeza, esse será o próximo passo a ser desenvolvido pelos pesquisadores.

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