Com a pandemia e a necessidade de isolamento social, as crianças passaram a ficar mais tempo em casa no mundo todo. Na rotina, mais horas em frente às telas e menos atividades ao ar livre nos momentos de lazer. O “novo normal”, vivenciado há um ano e meio, já cobra o seu preço: o crescimento da miopia entre crianças de 6 a 8 anos na China.
Em seguida, entenda como foi feita a pesquisa, os dados levantados e quais são as recomendações dos especialistas para frear o avanço da doença entre os jovens.
O estudo
Os pesquisadores examinaram 123 mil crianças e adolescentes, entre 6 e 13 anos, em escolas de Feicheng, na China, em 2020. A técnica utilizada para avaliação foi a photoscreening, câmera que analisa os olhos sem a necessidade de dilatação da pupila.
As crianças de 6 anos foram as que mais sofreram com o aumento da miopia: de 5,7%, entre 2015 e 2019, para 21,5% em 2020. Já as de 7 anos, neste mesmo período, apresentaram crescimento de 16,2% para 26,2% e as de 8 anos, de 27,7% para 37,2%. O aumento do grau de miopia também chamou atenção: 1,5 a 2 graus.
Já no grupo de 9 a 13 anos, não houve evolução significativa.
Outro resultado interessante é que as meninas desenvolveram miopia mais cedo do que os meninos.
Com isso, os pesquisadores concluíram que o isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus pode influenciar no desenvolvimento da miopia em crianças. Principalmente entre as de seis a oito anos por estarem em uma etapa mais sensível ao surgimento do problema.
O aumento da miopia lá fora também ocorre aqui?
No Brasil, não há dados concretos sobre o aumento da miopia em crianças e adolescentes durante a pandemia. Mas, em um levantamento recente realizado pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), 72% dos oftalmologistas relataram crescimento de diagnósticos em pacientes entre zero e 19 anos.
Ao todo, foram ouvidos 295 oftalmologistas especialistas em diversas áreas, como retina, córnea, glaucoma e pediatria, entre abril e junho deste ano. Para 76% dos médicos, a exposição excessiva aos dispositivos eletrônicos pode ter relação direta com a explosão de casos. Já para 22%, apenas smartphones e tabletes podem ser os culpados. Por outro lado, um pequeno percentual dos especialistas julga não haver ligação entre os dois acontecimentos.
Menos tela, mais ar livre
O aumento da miopia em jovens durante a pandemia é influenciado por fatores genéticos e ambientais. A doença pode ser hereditária e passar de pai para filho. Já em relação às condições externas, o problema está no período maior focado em objetos muito próximos dos olhos e sem descanso e a menor exposição à luz solar.
Enxergar as coisas muito perto, a menos de 33 centímetros dos olhos, e sem intervalo causa a liberação de agentes químicos dentro do olho, o que pode aumentar o globo ocular e provocar o crescimento da miopia.
Outro agravante é a evolução para a miopia grave, que afeta seriamente a visão. Atualmente, a doença sem tratamento é a principal causa de deficiência visual leve e moderada e a segunda maior causa de cegueira no mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Além disso, pode provocar problemas mais graves no futuro, como glaucoma, catarata e descolamento de retina.
A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) tem recomendações sobre o uso de telas por crianças e adolescentes. Dentre as principais, estão não expor crianças de até dois anos às telas, mesmo que passivamente. Entre dois e cinco anos, apenas uma hora diária. Já dos seis aos dez anos, duas horas por dia. Outras orientações são evitar as telas durante as refeições e duas horas antes de dormir. E, quando usar, fazer pausas periódicas a cada 30 minutos ou 1 hora seguidas.
Ao mesmo tempo, é fundamental aumentar as atividades ao ar livre para diminuir os casos. Isso porque a luz solar libera neurotransmissores que reduzem o aumento do olho.
Miopia: a epidemia do século
Já faz alguns anos que a OMS alerta para uma epidemia de miopia em todo o mundo. Isso porque a entidade estima que a doença afeta 35% da população atualmente e deve atingir mais da metade (52%) em 2050. Só no Brasil, a organização acredita que há 59 milhões de míopes.
Visitas regulares ao oftalmologista
Como frear o aumento da miopia entre crianças e adolescentes além da redução do foco em objetos muito próximo dos olhos e sem intervalos e o aumento do tempo ao ar livre? O ideal é que os responsáveis não levem os jovens ao oftalmologista apenas quando há algum problema visual. É essencial manter uma rotina de visitas ao especialista, principalmente porque é nesta fase que é possível prevenir e diagnosticar precocemente distúrbios nos olhos.
Revisado por Paulo Schor, médico oftalmologista, professor livre docente e diretor de inovação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaborador da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein.
Acompanhe o blog da Phelcom e fique por dentro das principais novidades em pesquisas na área de saúde!
A sífilis ocular é uma manifestação da sífilis que pode surgir quando a doença não é tratada adequadamente. Esse estágio acontece anos após a infecção e tem diagnóstico desafiador pois, apesar de lesões direcionadores, chamamos o treponema palidum (agente etiológico da doença) de “o grande imitador”. Isso porque ele pode simular várias manifestações diferentes. Nessa fase, o problema pode até causar cegueira.
Mas, um novo estudo apontou que a Tomografia de Coerência Óptica (OCT), exame oftalmológico comum no SUS, pode ajudar na identificação precoce da sífilis ocular. O trabalho foi feito pela Universidade de São Paulo (USP) e publicado recentemente no periódico Ocular Immunology and Inflammation.
Em seguida, saiba como a pesquisa foi realizada, os resultados e quais devem ser os próximos passos para o uso de OCT no diagnóstico da doença.
O estudo
Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP, avaliaram um dos olhos de 54 pacientes com sífilis ocular internados no Hospital das Clínicas da FMRP (HCFMRP). Após parte receber o tratamento, os cientistas ainda analisaram 31 olhos.
Por meio do exame de Tomografia de Coerência Óptica (OCT), os pesquisadores encontraram lesões na retina que podem auxiliar no diagnóstico precoce da doença.
Os resultados
O exame oftalmológico identificou manchas arredondadas, irregularidades, elevações e descolamento nas retinas estudadas. De acordo com os autores do trabalho, é a primeira vez que o OCT verifica alterações frequentes na retina em uma grande série de casos de sífilis ocular. Essas modificações são imperceptíveis no exame clínico.
Sem dúvida, os achados de OCT têm valor diagnóstico na sífilis ocular, mas não predizem o prognóstico. Entretanto, o exame, comum no SUS e em clínicas particulares, pode ajudar na visualização de indícios da doença ainda no estágio inicial. Depois de confirmar o diagnóstico com sorologia e encaminhar ao tratamento indicado, o paciente tem boas chances de não ficar com sequelas permanentes na visão.
Foto: Instituto de Olhos Eduardo Paulino.
Revisado por Paulo Schor, médico oftalmologista, professor livre docente e diretor de inovação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaborador da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein.
Acompanhe o blog da Phelcom e fique por dentro das principais novidades em pesquisas e estudos.
Um paciente com retinite pigmentosa conseguiu recuperar parte da visão após ser submetido à terapia optogenética e estimulação luminosa. É a primeira vez que esta técnica obtém a recuperação parcial da função visual, segundo pesquisadores do ensaio clínico. O estudo foi publicado no periódico Nature Medicine.
Antes do tratamento, o homem apenas percebia a presença de luz. Agora, já localiza, conta e toca em objetos. Em seguida, entenda como ocorreu o ensaio clínico e como funciona a terapia optogenética.
O estudo
Pesquisadores da Universidade Sorbonne, Hospital Quinze-Vingts e da empresa GenSight Biologics, da França, em parceria com a Universidade de Pittsburgh, dos Estados Unidos, e o Instituto de Oftalmologia Molecular e Clínica de Basel, da Suíça, realizaram ensaios clínicos com terapia optogenética em pacientes com retinite pigmentosa.
A doença genética degenerativa danifica as células fotorreceptoras da retina, provocando perda progressiva da visão. O quadro evolui até o paciente ficar completamente cego. O problema atinge uma em cada 3,5 mil pessoas, de acordo com o banco de dados Orphanet. Atualmente, estima-se dois milhões de casos no mundo todo.
Um homem de 58 anos, cego há 20 anos, recebeu uma injeção em um dos olhos com o gene que codifica as proteínas opsinas, denominado ChrimsonR, que identifica a luz âmbar. Essas proteínas são responsáveis por enviar as informações visuais ao cérebro.
Em seguida, foi submetido ao tratamento com flashes de luz diretamente na retina. Na terapia optogenética, os pulsos de luz controlam a expressão genética e a ativação dos neurônios. Atualmente, é muito utilizada em laboratórios para desvendar circuitos neurais e pode ser um potencial tratamento para dor, cegueira e problemas cerebrais.
Os resultados
Após produzir opsina suficiente, o que ocorreu cinco meses após o início da terapia, o paciente recebeu óculos com câmera que projetam imagens de cor âmbar na retina.
No primeiro exercício, o homem precisava notar, encontrar e tocar em um grande livro e em uma caixa pequena de grampos. No total, conseguiu tocar no livro em 92% das avaliações e nas caixas, 36% das vezes.
Já no segundo teste, o paciente alcançou 63% de eficiência ao contar copos em uma mesa. No terceiro exercício, ele usou um capacete de eletrodos que monitorava o reconhecimento se um copo estava ou não em cima da mesa. Neste, obteve sucesso em 78% das vezes.
Sete meses depois de receber a injeção, o paciente já apresentava indícios de melhora na visão.
Após dois anos do tratamento, o homem ainda utiliza os óculos para enxergar melhor. De fato, as imagens nunca serão iguais às naturais, mas para quem ficou cego por 20 anos, é transformador.
É a primeira vez que a terapia optogenética consegue reverter parte da visão perdida por uma doença genética degenerativa dos olhos. Agora, o ensaio avançará para a fase 3 para confirmar a eficácia desta abordagem terapêutica. Entretanto, ainda levará algum tempo para que a técnica possa ser oferecida, pois precisa de mais estudos, mais pacientes e mais longevidade.
Revisado por Paulo Schor, médico oftalmologista, professor livre docente e diretor de inovação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaborador da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein.
Acompanhe o blog da Phelcom e fique por dentro das principais novidades em pesquisas e estudos.
Desde o início da pandemia, diversas pesquisas investigam como o novo coronavírus (SARS-CoV-2) pode afetar os olhos. Agora, um estudo recente descreveu dois casos de pacientes que sofreram rejeição do transplante de córnea após serem imunizados contra a covid-19. O trabalho foi publicado no periódico British Journal of Ophthalmology.
Em seguida, entenda como o estudo foi feito e os resultados. De fato, ainda é muito cedo para correlacionar a rejeição à vacina, mas é útil como sinal de alerta aos médicos.
O estudo
O trabalho relatou dois casos de rejeição de enxerto de córnea endotelial após os pacientes receberem a vacina contra a covid-19. Vale ressaltar que os procedimentos ocorreram antes da imunização.
O primeiro caso avaliado é o de uma mulher de 66 anos, que tomou a primeira dose da vacina 14 dias após o transplante (DMEK unilateral combinado com facoemulsificação e implantação de LIO).
A paciente apresentou início agudo de visão turva, vermelhidão e fotofobia sete dias após a vacinação. Para tratar a rejeição aguda do enxerto endotelial, os médicos aumentaram a frequência do medicamento para cada uma hora. No terceiro dia de acompanhamento, os sintomas e sinais de inflamação começaram a desaparecer. Quatro semanas depois, já não havia mais sinais de inflamação na acuidade visual.
Já uma paciente de 83 anos desenvolveu rejeição do transplante de córnea em ambos os olhos, ao mesmo tempo, três semanas após a aplicação da segunda dose da vacina. Ela havia feito a cirurgia seis anos antes no olho direito e três anos antes, no esquerdo.
Dentre os sintomas apresentados, estavam início súbito de visão turva bilateral, dor, fotofobia e vermelhidão. O tratamento foi feito com aplicação de colírios de hora em hora. No sétimo dia, os sinais de inflamação diminuíram e a frequência do medicamento foi reduzido.
Os resultados
Este é o primeiro trabalho que descreve evidências de possível associação entre a rejeição do transplante de córnea e a vacinação contra a covid-19. Além disso, são os primeiros relatos de insucesso do procedimento DMEK após qualquer imunização.
A hipótese para esta ocorrência é a de que a resposta do anticorpo do hospedeiro pode ter desencadeado a resposta alogênica.
Neste sentido, os pesquisadores levantam a possibilidade de os médicos considerarem realizar as cirurgias não urgentes somente depois da vacinação. Já para os procedimentos realizados, avaliar a necessidade de aumentar a frequência da ingestão dos medicamentos ou evitar a redução do tratamento na época da vacinação.
Conclusão
Não há evidências definitivas que a imunização contra a covid-19 levou à rejeição do transplante de córnea. Esse é um relato de caso que, em relação à evidência científica, se encontra em um patamar baixo. Estudos com uma maior casuística, seguidos por tempo prolongado, podem confirmar a hipótese dos autores.
Portanto, é preciso ficar atento a quaisquer sinais de rejeição para entrar com o tratamento logo no início.
Revisado por Paulo Schor, médico oftalmologista, professor livre docente e diretor de inovação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaborador da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein.
Acompanhe o blog da Phelcom e fique por dentro das principais novidades sobre coronavírus e olhos.
Há dois meses, o médico veterinário oftalmologista Robson Oliveira dos Santos adquiriu o smartdevice Phelcom Eyer. Acoplado a um smartphone, o equipamento realiza exames de fundo do olho, em poucos minutos e sem a necessidade de dilatação da pupila. Em seguida, permite o envio das imagens para uma plataforma on-line, o Eyer Cloud.
“Investi na aquisição do aparelho por ser portátil e pela boa definição de imagem”, conta. Nesse período, já fez 60 exames em cães e gatos e utiliza uma vez ao dia, pelo menos, em seu centro oftalmológico veterinário Oftalmopets, em São Paulo.
Santos explica como faz para avaliar os pets. “Para captura de imagem, realizamos contenção mecânica do corpo e cabeça. Assim, conseguimos fazer o exame na maioria dos pacientes”. Em seguida, acessa o Eyer Cloud para verificar as imagens, fechar diagnóstico, mostrar aos tutores dos pets e fazer download.
Eyer na clínica veterinária
A aquisição do smartdevice Phelcom Eyer por médicos veterinários já começa a ser uma realidade. Santos afirma que “é difícil cobrar pelo exame à parte. Mas, como diferencial de atendimento, é bom. A qualidade das imagens é excelente”, afirma.
Vale ressaltar que o equipamento não foi desenvolvido especificamente para este segmento, mas é usual na área de veterinária a utilização de equipamentos médicos humanos para atender as demandas do setor.
Para ser mais funcional aos veterinários, Santos sugere modificar o botão de disparo da câmera, para a parte superior ou central da tela, e acrescentar um cordão ao equipamento para evitar acidentes de queda.
Sobre se vale a pena o uso pelos profissionais da área, o médico veterinário é categórico. “Com certeza”, finaliza.
Imagine perder a visão na infância e recuperar parte dela depois de muitos anos? É o que aconteceu com um paciente atendido por um tratamento genético experimental que busca recuperar a visão de portadores de amaurose congênita de Leber (LCA) e de deficiência visual grave. A doença é rara e pode causar cegueira.
A pesquisa é liderada pelo Instituto Scheie Eye, da Escola de Medicina Perelman da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos (EUA). O relato do caso foi publicado recentemente na revista Nature.
Em seguida, saiba mais sobre o estudo, os resultados e como houve a recuperação da visão, por mais de um ano, após o paciente receber o medicamento.
A pesquisa
Os pesquisadores aplicaram injeções intraoculares de sepofarsen, uma pequena molécula (oligonucleotídeo), nos pacientes com amaurose congênita de Leber (LCA), que causou a deficiência visual grave.
O oligonucleotídeo é um pequeno pedaço do RNA (código genético) que age no aumento dos níveis da proteína CEP290 nos fotorreceptores do olho. Isso acaba resultado na melhoria da função da retina em condições de visão diurna.
A pesquisa utilizou engenharia genética, que busca melhorar a função das células que não são responsivas. Para isso, o paciente precisa apresentar uma quantidade relativamente boa de células para que as ao redor conseguissem a recuperação da visão.
Em 2019, os cientistas observaram que reaplicar as injeções a cada três meses melhorava cada vez mais a visão dos dez pacientes que participaram dos testes.
Porém, há pouco tempo, o estudo apresentou resultados surpreendentes com a aplicação de apenas uma dose.
Recuperação da visão após uma única dose
Após a primeira administração, o 11º voluntário do estudo não quis receber as injeções subsequentes devido ao receio de desenvolver catarata. Até aquele momento, o paciente apresentava redução da acuidade visual, pequenos campos visuais e ausência de visão noturna.
Porém, o que aconteceu em seguida surpreendeu os pesquisadores: após um mês da aplicação, o paciente teve melhora na visão. Mas foi no mês seguinte que o paciente apresentou os melhores resultados de acuidade visual. Durante 15 meses, os efeitos da injeção ainda podiam ser notados.
Os resultados demostraram que o tratamento promoveu mudanças marcantes na fóvea, o ponto de visão central humana. “Isso define um novo padrão em que melhorias biológicas são possíveis com a terapia de oligonucleotídeo em amaurose de Leber causada por mutações”, acredita o professor e pesquisador em oftalmologia, Artur Cideciyan.
Próximos passos
Agora, os pesquisadores estão investigando os motivos pelos quais apenas uma dose gerou resultados tão satisfatórios, com a recuperação da visão. Uma das hipóteses é que, mesmo sendo minúsculas, as moléculas de RNA são grandes demais para serem eliminadas precocemente, o que permite a contínua melhoria visual.
Para os próximos estudos, os pesquisadores planejam criar terapias genéticas específicas para outros distúrbios hereditários que afetam a retina e que são incuráveis.
Conclusão
De fato, o resultado deste único paciente demonstra que os tratamentos genéticos podem, cada vez mais, trazer mais vantagens aos pacientes, com resultados mais duradouros.
Para confirmar essa teoria, ainda são necessárias diversas pesquisas. Contudo, essa descoberta já fomenta novos estudos com base em terapia genética.
Revisado por Paulo Schor, médico oftalmologista, professor livre docente e diretor de inovação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colaborador da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein.
Agora, acompanhe as principais novidades em saúde no blog da Phelcom.
Preencha o formulário abaixo e entraremos em contato em breve.
Solicitar orçamento
Nossa equipe entrará em contato com você em breve.
Fechar
…complete suas informações
Depois
Obrigado por completar suas informações
FECHAR
Depois
Solicite e comece SEU TEST DRIVE
Por favor, preencha o formulário abaixo que entraremos em contato.
Obrigado!
Nosso time comercial logo entrará em contato para finalizar o processo.
FECHAR
Later
Solicite mais informações
Por favor preencha o formulário abaixo e entraremos em contato com você.
Obrigado!
Nossa equipe comercial entrará em contato em breve para finalizar o processo. Nossa equipe comercial entrará em contato em breve para finalizar o processo.