Hospital Albert Einstein e Phelcom: parceria promissora

Hospital Albert Einstein e Phelcom: parceria promissora

A Phelcom Technologies é uma das startups escolhidas pela Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein para receber investimentos da incubadora Eretz.bio, desenvolvida pelo hospital para fomentar o ambiente de empreendedorismo e inovação em saúde no Brasil.

“Essa parceria permitiu que finalizássemos o desenvolvimento do retinógrafo portátil Eyer, conquistando em seguida a certificação do produto no Inmetro e estamos muito próximos do registro na Anvisa. Devido à confiança do Albert Einstein em nosso trabalho, pudemos iniciar o lote piloto e dar os próximos passos”, conta o cofundador e CEO da Phelcom, José Augusto Stuchi.

Eretz.bio

 

As parcerias com startups, que ocorrem desde 2014, fazem parte de uma iniciativa estratégica da Diretoria de Inovação da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein com o objetivo de acolher ideias capazes de beneficiar os pacientes, a saúde da população e impactar positivamente o desenvolvimento do setor.

As startups parceiras do Einstein contam com o apoio e suporte de sua incubadora Eretz.bio, que oferece toda uma estrutura de ponta, equipe altamente qualificada e uma rede de mentores experts para desenvolver, prototipar e validar os seus produtos e serviços.

Incubadora do Hospital Albert Einstein em São Paulo.

Phelcom Technologies

 

A Phelcom Technologies é uma startup que une tecnologia e saúde. Cria dispositivos portáteis, conectados e vestíveis com o propósito de democratizar o acesso à saúde, oferecendo mais com menos e para mais pessoas.

 

Eyer

 

O Eyer é um retinógrafo portátil acoplado ao smartphone que realiza exames de retina de alta qualidade, sem a dilatação da pupila, que podem ser feitos em qualquer lugar. Os dados gerados são enviados automaticamente para uma plataforma online, possibilitando o diagnóstico remoto.

O aparelho inovador visa auxiliar no combate à deficiência visual grave e cegueira, doenças que atingem mais de 250 milhões de pessoas no mundo todo. Atualmente, 75% dos casos ocorrem por falta de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento correto. Só no Brasil, 85% das cidades não possuem serviços de oftalmologia.

O Eyer está previsto para ser lançado no início de 2019.

 

Exames realizados pelo retinógrafo portátil Eyer (segmento anterior, red free e retinografia colorida).

Phelcom apresenta Eyer em seminário sobre inovação em saúde e acessibilidade

Phelcom apresenta Eyer em seminário sobre inovação em saúde e acessibilidade

A Phelcom Technologies foi uma das empresas convidadas para participar do Seminário Internacional de Startups Inovadoras na Área de Saúde e Inclusão, que ocorreu em 23 de novembro, em São Paulo.

O encontro apresentou os modelos de negócios das startups desenvolvidas durante o curso de Capacitação e Desenvolvimento de Startups de Pessoas com Deficiência, oferecido pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo em parceria com a Universidade de São Paulo (USP).

Além da Phelcom, as internacionais Renew Senses e Cure Medical também foram algumas das startups convidadas.

O cofundador e CEO da Phelcom, José Augusto Stuchi, apresentou o retinógrafo portátil Eyer, aparelho inovador integrado ao smartphone que realiza exames de alta qualidade. “A portabilidade e o custo baixo em comparação ao retinógrafo tradicional democratiza o acesso aos exames de retina, auxiliando na prevenção e diagnóstico da cegueira e da deficiência visual grave, doenças que atingem cerca de 250 milhões de pessoas no mundo”, ressalta Stuchi.

Hoje, 85% das cidades brasileiras não possuem serviços de oftalmologia. Com o Eyer, os exames poderão ser feitos em qualquer lugar e os dados gerados serão automaticamente sincronizados com a internet, possibilitando o diagnóstico remoto.

A previsão é que o equipamento seja lançado no início de 2019.

 

Conheça o Eyer
Phelcom leva tecnologia inovadora para mutirão contra diabetes

Phelcom leva tecnologia inovadora para mutirão contra diabetes

A Phelcom Technologies participou da 21ª Campanha Nacional Gratuita de Prevenção do Diabetes, promovida pela Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (Anad), de 7 a 14 de novembro, em São Paulo, em parceria com o Instituto da Visão (Ipepo), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a multinacional alemã Bayer. O evento marcou o Dia Mundial da Diabetes, comemorado em 14 de novembro.

Na ocasião, a startup brasileira examinou cerca de 500 pacientes com o retinógrafo portátil Eyer, produto inovador com alta tecnologia que será lançado em breve pela empresa. “Uma das complicações crônicas da diabetes é a retinopatia diabética, uma doença assintomática na fase inicial e que pode causar deficiência visual grave ou até cegueira quando não diagnosticada precocemente”, explica o cofundador e CTO da Phelcom, Diego Lencione, que representou a empresa e participou ativamente dos sete dias de mutirão.

Mais de 18 milhões de pessoas possuem a diabetes no Brasil. O número pode ser maior, pois muitos casos ainda não foram identificados. “Hoje, quase 85% das cidades brasileiras não possuem acesso a oftalmologistas e aparelhos oftalmológicos que ajudam no diagnóstico da doença e suas complicações. O nosso objetivo com o retinógrafo portátil é possibilitar o atendimento de comunidades que têm acesso limitado a esse tipo de exame”, afirma Lencione.

Os exames realizados pelo retinógrafo portátil da Phelcom facilitaram o diagnóstico de lesões na retina e o encaminhamento precoce para tratamento adequado de muitos pacientes durante o mutirão.

Eyer

O Eyer é um retinógrafo portátil desenvolvido pela Phelcom Technologies que visa auxiliar no combate à deficiência visual grave e cegueira, doenças que atingem mais de 250 milhões de pessoas no mundo todo. Atualmente, 75% dos casos ocorrem por falta de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento correto.

Conheça o Eyer

 

 

Brasileiros desenvolvem aparelho para examinar retina com smartphone

Brasileiros desenvolvem aparelho para examinar retina com smartphone

SÃO PAULO – O protótipo de um equipamento que faz exames de retina usando um smartphone vai representar o Brasil em uma competição internacional de inovação realizada no próximo mês na Alemanha. O aparelho, batizado como Smart Retinal Camera (SRC), foi desenvolvido por três ex-alunos da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos e é uma versão portátil do retinógrafo, aparelho que permite observar e registrar imagens da retina.

“Nosso objetivo é ajudar comunidades carentes, algumas cidades mais pobres nem têm oftalmologistas e um equipamento de mesa custa de 70 a 80 mil dólares. O que a gente espera é que ele tenha um custo dez vezes menor do que o equipamento padrão”, diz o engenheiro de computação José Augusto Stuchi, um dos criadores do projeto.

Ele também é cofundador e engenheiro da Phelcom, startup criada pelo grupo para desenvolver o protótipo, que foi financiado pelo Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

Stuchi conta que o projeto teve início há dois anos e um olho mecânico foi utilizado para fazer os testes. “Com esse equipamento, um operador pode fazer o exame. As imagens serão capturadas pelo celular e enviadas para nuvem para análise de um médico por meio de telemedicina. Com ele, é possível ver o fundo de olho e examinar pacientes com diabetes, pessoas que podem desenvolver glaucoma, retinopatia e degeneração macular relacionada à idade. Todos os problemas de retina podem ser detectados com esse retinógrafo”, explica.

Para os testes em seres humanos, o grupo está verificando a possibilidade de fazer em universidades ou solicitar uma autorização para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A expectativa é que, até 2018, o aparelho já esteja no mercado.

Competição. No mês passado, os ex-alunos participaram da edição nacional do Falling Walls Lab, competição de soluções inovadoras que podem contribuir para a sociedade nas mais diversas áreas. Ao todo, concorreram 94 projetos. Na final, que será realizada nos dias 8 e 9 de novembro na Alemanha, eles terão de enfrentar 99 concorrentes de várias partes do mundo.

“Estamos desenvolvendo um projeto técnico, mas, por trás do equipamento, tem o sonho de cumprir a nossa missão, que é contribuir com inovação para melhorar a saúde e a vida das pessoas.”

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José Augusto Stuchi e seu projeto Smart Retinal Camera vence o Falling Walls Lab São Paulo 2016

José Augusto Stuchi e seu projeto Smart Retinal Camera vence o Falling Walls Lab São Paulo 2016

A empresa de consultoria A.T. Kearney e a Casa Alemã de Ciência e Inovação de São Paulo (DWIH-SP) se uniram para sediar o Falling Walls Lab São Paulo 2016 em 19 de setembro de 2016.

14 apresentadores lançaram suas idéias de diferentes campos de pesquisa e sociedade em 3 minutos cada. Um ilustre júri composto por representantes da academia e da indústria selecionou a apresentação mais intrigante.

Os vencedores do Falling Walls Lab São Paulo viajarão para Berlim e participarão da final global em 8 de novembro de 2016. O vencedor também receberá um ingresso para a Conferência Falling Walls em 9 de novembro de 2016.

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